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14 Jun/17

Para Proteste, empresa “pirata” oferece preço muito abaixo do mercado

A APM Brasil – Associação de Proteção a Motos e Veículos –, sediada em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, não pode mais vender e nem anunciar o serviço de proteção veicular. A decisão foi do juiz substituto da 3º Vara do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Também ficou determinada a suspensão imediata de qualquer cobrança de valores de seus associados ou consumidores. O problema, segundo o juiz, é que apesar do nome proteção veicular, o que a empresa de fato comercializa é seguro, que só pode ser fornecido por empresas seguradoras que estão cadastradas na Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão ligado ao Ministério da Fazenda. E a associação não está cadastrada.

A decisão acrescenta que a leitura do regulamento da associação mostra vários elementos característicos dos contratos de seguro: vistoria de inspeção de risco, sinistro, riscos cobertos, prejuízos não indenizáveis, prêmio, perda de direito, dentre outros.

O preço da proteção veicular é um atrativo: chega ser até 70% mais barato que um seguro regular. No site da APM, a proteção veicular completa é comercializada a partir de R$ 26 mensais.

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da APM enviou uma nota dizendo que a empresa segue todas as normas brasileiras do setor. “O benefício oferecido é legal e tem respaldo na Constituição Federal, que assegura o direito à livre associação e permite a atividade de proteção veicular. Os tribunais têm comprovado isso em decisões de segunda instância”.

A associação frisou que a decisão foi proferida em primeira instância e que irá recorrer da decisão. E acrescentou que todos os benefícios dos associados seguem ativos até a decisão final do processo, em segunda ou terceira instância.

Na nota divulgada no site da APM, a associação diz que há boatos circulando no WhatsApp e nas redes sociais sobre o encerramento de suas atividades. A associação acrescenta que a informação de que há mais de mil processos judiciais devido ao não pagamento de sinistros é falsa.

Coordenadora institucional da Proteste Associação de Consumidores, Maria Inês Dolci alerta que antes de adquirir um serviço de seguro o consumidor deve se informar sobre o histórico da empresa. “É importante ter referências e verificar se a seguradora está cadastradas na Susep”, frisa. Ela ressalta que preços muito abaixo do mercado pode ser um indicativo de empresas piratas.

A decisão judicial também condena a APM ao pagamento de multa diária, a ser recolhida ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD) de R$ 2.000, em caso de descumprimento de qualquer dos itens da decisão.

 

Fonte: O tempo

 

Fique atento ao profissionalismo do fornecedor de seguro que você está contratando. A Sustentare está há 10 anos no mercado e conta com profissionais e serviços de confiança para seus clientes, inclusive Seguro Automóvel. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/

12 Jun/17

Já escrevi muitas vezes que ter um Plano de Previdência Privada é indispensável nos dias de hoje. Especialmente após a reforma da previdência que vem aí, que vai diminuir as aposentadorias futuras do INSS.

Mas, mesmo na correria, saber o que se está comprando é fundamental! Apesar dos conceitos e da legislação serem os mesmos, os Planos de Previdência Privada podem ser e são diferentes uns dos outros.

Até mesmo a finalidade para a qual se adquire um plano, hoje em dia, varia bastante. Além da aposentadoria, você pode fazer previdência para custear uma faculdade de um filho ou para pagar um plano de saúde depois de aposentado, por exemplo.

Na verdade, você pode fazer previdência com qualquer finalidade que envolva poupança no longo prazo, ou seja, para mais de dez anos. Afinal, fazer previdência é ser previdente. É prever e planejar o futuro.

Agora, como com qualquer produto, não compre sem conhecer o que está comprando. Informe-se, conheça o plano e compare.

Como sugestão, abra o olho sobre os seguintes itens:
– A solidez da Instituição, afinal, na hora em que você for se aposentar, daqui a 20 ou 25 anos, é bom que ela exista;
– A “taxa de administração” do fundo onde será aplicado o dinheiro. O gerente do banco vai te falar da taxa de carregamento, podendo até zerá-la, mas o impacto na poupança previdenciária é o da tal taxa de administração. 4% faz um rombo na sua poupança, pois incide sobre um patrimônio crescente. O ideal é, no máximo, 1% se o investimento for só em títulos públicos e até 2,5% se tiver ações.
– Conheça a “política de investimentos” do plano e pesquise a rentabilidade dos cinco anos passados, por exemplo. Ela não é garantia de rentabilidade futura, mas sinaliza competência na gestão;
– Veja como será corrigida a aposentadoria e a forma de recebê-la. Se existe a opção de renda vitalícia, por exemplo. Pois nas rendas por prazo determinado, o risco de viver mais e acabar o dinheiro fica com você;
– Cuidado com as simulações de rendimentos com taxas de juros muito altas. Simular é uma palavra pequena, mas de grande importância no planejamento de longo prazo! Quando vamos fazer uma grande aquisição, um imóvel, por exemplo, é através da simulação que é definido o prazo e o valor das parcelas, de acordo com os juros contratados. Até para a compra de um carro, com prazo bem inferior, somos obrigados a simular para saber nossa capacidade de pagamento. No plano de previdência, simular usando rentabilidades de 10% ou 12% ao ano vai superestimar o valor de sua aposentadoria. O ideal é usar, no máximo, 6% ao ano.

Por fim, o dinheiro da previdência é sagrado. Não use antes da hora. E, não deixe de conversar com quem entende do assunto. Mas lembre que o gerente trabalha para o banco e não para você. Como um plano de Plano de Previdência Privada é para a vida toda, vale sim consultar um especialista isento antes de começar.

 

Fonte: Renato Follador/Tribuna

 

Como você viu, na hora de escolher um plano de Previdência Privada, a atenção aos detalhes é fundamental para a garantia do que se espera do investimento. Na Sustentare você encontra corretores que vão lhe auxiliar nesses e outros pontos. Contate-nos agora: http://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

09 Jun/17

Viajar e descobrir novos lugares, culturas, estilos de vida. Muito difícil encontrar alguém que não goste de fazer isso, não é verdade? Viajar é algo que faz bem para qualquer pessoa, não importa o destino. Porém, o sonho pode se tornar um verdadeiro pesadelo sem um planejamento correto. Imprevistos, gastos maiores que o imaginado, acidentes, dívidas, fatura do cartão… A lista é grande – mas com prevenção, você consegue evitar tudo isso e curtir sua viagem tranquilamente! Planeje tudo com antecedência e fique atento aos detalhes – são eles que podem tornar suas férias um stress sem necessidade. Para evitar esse aborrecimento, confira este artigo e saiba quais são os principais erros que deixam a viagem mais cara.

1. Não planejar a viagem com cuidado

Antes de decidir qualquer coisa em relação à sua viagem, é muito importante parar um momento para organizar o orçamento, tim tim por tim tim. Por mais que seja a parte mais chata, um planejamento prévio acaba com as chances de tudo dar errado. Imprevistos acontecem e é bom estar preparado para vários deles – principalmente em outro país! Por isso, reserve algumas horinhas para sentar, calcular e ter uma visualização geral da sua situação financeira. Assim você consegue definir um valor para gastar, escolhe o destino que mais se encaixa com o que você pode investir e não se afunda em dívida depois das férias. Melhor assim, né?

2. Fazer a viagem em uma época ruim

Parece óbvio, mas não é: tem muita gente que acaba escolhendo o momento errado para estar no lugar errado. Assim que decidir para onde você vai viajar, preste muita atenção nos períodos de alta e baixa temporada. Se o seu objetivo principal é gastar menos, o ideal é ir nos meses de baixa temporada – é quando tudo fica mais em conta, desde hospedagem até os restaurantes, bares e lojas. Caso você viaje com a família e só consiga os meses de férias escolares para viajar, aí é necessário muito mais planejamento. Se for para a Disney, por exemplo, pode ficar mais tempo em filas do que nos próprios brinquedos por causa da quantidade de visitantes. Escolha o roteiro certo na época certa do ano para fazer uma viagem tranquila!

3. Deixar tudo para a última hora

Essa todo mundo sabe, mas nunca é demais repetir: deixar as coisas para a última hora faz com que as chances de pagar mais aumentem de uma forma absurda. E isso não vale apenas pra passagem aérea, não! Serve pra hospedagem, aluguel de carro, passeios, compra de ingressos… Por isso é muito importante fazer as reservas o quanto antes para evitar ser pego de surpresa e pagar muito mais do que o previsto. Quando já estiver viajando, também é bom ficar atento. Se for comer fora, por exemplo, que tal ligar para o restaurante e fazer uma reserva? Muitos países têm esse costume (Estados Unidos, por exemplo), por isso você pode ficar sem lugar, ou enfrentar aquela fila, se chegar de última hora.

4. Não se preparar para o clima local

Muita gente, acaba esquecendo de levar na mala pelo menos o suficiente para enfrentar o clima local. Muitos fatores aqui entram em jogo e é bom pesquisar: por qual estação do ano o país está passando? É período de chuvas? Qual a temperatura média? Venta muito? Passar frio ou calor não é nem um pouco legal e, mesmo que você já esteja planejando fazer umas compras na viagem ao exterior, chegar sem o suficiente pode fazer com que você gaste mais do que o previsto. Portanto, pesquise e arrume as malas de acordo com o resultado.

5. Não fazer o seguro viagem

Não adianta vir com esse pensamento de que “não vai acontecer nada”! Todo cuidado é pouco numa viagem internacional. E em outra cultura, outro idioma, outras leis, é importante estar preparado para qualquer imprevisto – principalmente quando o assunto é a sua saúde e a sua segurança. Muitos países que a gente costuma visitar são, no geral, mais seguros do que o Brasil. Mas isso não basta para ficar sem seguro. Acidentes acontecem, mesmo que a gente se cuide. O valor de um seguro viagem é relativamente barato, comparado aos gastos que um turista pode ter caso precise de serviços médicos. Vale a pena!

6. Não conferir os documentos

A essa altura, você deve estar se perguntando: “É sério que tem gente que esquece de checar os documentos?”. A resposta é: sim, e isso acontece muito! Esquecer de renovar passaporte, fazer o visto na última hora, ou até esquecer de imprimir algum comprovante ou mesmo de levar o passaporte… tudo isso é comum. Por isso, a partir do momento em que você decide para onde vai viajar, a primeira coisa que se deve fazer é conferir a data de validade do passaporte e verificar se o país para onde você vai exige visto de entrada. Assim você já garante esses itens que são imprescindíveis para sair do país.

7. Viajar para um país sem saber nada sobre a cultura de lá

Alguns países são muito rigorosos com a forma de se vestir, especialmente para as mulheres. Por isso, é muito importante dar uma pesquisada sobre como os locais se vestem e se há uma lei que proíbe o uso de alguma peça, por exemplo. Se sim, já planeje como vai fazer as malas pensando nisso. Além disso, mesmo que você vá para um país com uma cultura ocidental e mais “moderna”, existem locais privados que podem restringir o acesso a quem está vestido de determinada maneira. Imagine só não poder entrar num teatro porque alguma roupa sua não é permitida lá? Por isso é bom dar uma conferida nas regras de todos os locais que você vai visitar.

8. Não cuidar o uso do telefone

Nossa principal recomendação é: compre um chip local pré-pago assim que chegar lá. Assim, você pode contratar um plano de internet para usar durante o período que estiver viajando. Se você deixar tudo na conta do seu telefone do Brasil, prepare-se para uma fatura bem salgada no fim do mês. Estar em outro país faz com que as operadoras cobrem valores muito altos, não importa o serviço. Além do chip local, para evitar gastar os serviços antes da hora, abuse do Wi-fi do hotel, dos restaurantes, dos locais públicos, de tudo! Se precisar ligar para alguém, use aplicativos como o Skype e o Whatsapp para economizar.

9. Não prever as taxas e impostos do cartão

Muita gente acaba usando mais o cartão de crédito durante a viagem, seja por não trocar muita moeda estrangeira, seja pela comodidade. A surpresa na fatura depois pode ser grande, graças à taxa de 6% do IOF que sempre é cobrada em compras internacionais no cartão. Para evitar isso, não tem jeito: tem que ir pesquisando a cotação da moeda que você quer e ir comprando o dinheiro aos poucos – assim, o IOF cai muito e você não tem nenhuma surpresa depois da viagem. Conte com a ajuda do Melhor Câmbio nessa: com as ferramentas Dólar Hoje, Euro Hoje e Libra Hoje, você pode conferir o histórico das cotações nos últimos 3 meses e se organizar para comprar nos melhores dias.

 

Fonte: Melhor Câmbio

 

Evitar cada um desses 9 erros é fundamental para uma viagem sem imprevistos e preocupações, mas nós destacamos o número 5. A Sustentare oferece diversas coberturas para Seguro Viagem. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/viagem

07 Jun/17

Na hora de escolher um lugar para morar, não são apenas fatores como o número de quartos ou a localização que são importantes. Pensar na segurança também faz grande diferença, pois é preciso ter o mínimo de tranquilidade para desfrutar do conforto do seu lar. Casas e apartamentos trazem qualidades bastante diversas para garantir o lugar mais seguro para se morar.

Tem dúvidas sobre qual imóvel pode ser mais seguro para você? Leia este artigo até o final e tome a melhor decisão!

A segurança ao residir em uma casa

Quando se fala em casa, existe uma ideia verdadeira de mais liberdade e privacidade. Embora existam essas vantagens, pelo lado da segurança a situação pode ser outra. Como a segurança em uma casa depende exclusivamente de você, o imóvel pode ser um alvo mais fácil para pessoas mal intencionadas.

Além disso, o fato de casa ser um imóvel isolado (o que não é o caso de um apartamento) faz com que essa seja uma opção mais vulnerável a ataques, especialmente os mais discretos. Se não houver uma atenção constante da vizinhança a respeito de movimentações suspeitas, casas são alvos relativamente mais fáceis.

Por outro lado, o imóvel permite uma personalização maior de segurança. Dá para instalar câmeras, alarmes com sensores de movimentos, cercas e muros mais elevados em busca de uma proteção maior.

Privacidade

A privacidade também é um fator de segurança, já que a falta de espaços compartilhados evita a criação de pontos mais vulneráveis para ataques em diferentes situações. Se em um prédio um vizinho pode ter alguma atitude que atente contra a segurança, em uma casa isso tende a ser mais difícil.

A segurança ao residir em um apartamento

Morar em um apartamento pode trazer uma sensação de mais segurança por se tratar de um espaço compartilhado e de aceso mais difícil. Normalmente, além de serem protegidos por muros mais altos, os prédios também contam com diferentes camadas de proteção, como a presença de porteiros e de diferentes portões trancados.

Em apartamentos mais elevados, a proteção parece ser ainda maior, já que é muito mais difícil que um ladrão consiga, de fora, chegar até o décimo andar, por exemplo. Além disso, muitos prédios contam com câmeras de segurança e sistema de vigilância em tempo real.

A proximidade dos apartamentos também ajuda a evitar problemas de invasões, que inclusive podem ser coibidas com a aquisição de equipamentos de segurança como alarmes. No caso de viagens, o apartamento é realmente a opção mais segura do que uma casa, já que o acesso é mais dificultado.

Compartilhamento de áreas

Por outro lado, o compartilhamento comum de áreas gera uma espécie de problema de segurança. Outros moradores podem deixar pessoas potencialmente perigosas entrarem no prédio e explorarem falhas da segurança, ainda que involuntariamente.

Onde é mais seguro: casa ou apartamento

Quando se analisa apenas a segurança, é inegável que o apartamento é uma opção mais segura, especialmente quando ele conta com proteções extra como guarita com porteiro e sistema de vigilância. Para quem viaja muito ou passa muito tempo fora de casa durante o dia, inclusive, essa é a opção ideal, porque uma casa vazia é um chamariz para atos criminosos como invasões e roubos.

Com isso, se a segurança é o fator mais importante, o apartamento é a escolha prioritária, já que garante acesso mais dificultado e ajuda constante da vigília dos vizinhos. Morar em casa ou apartamento apresenta vantagens e desvantagens, mas quando o assunto é segurança o apartamento leva a melhor. Com mais vigilância, maior dificuldade de acesso e mais proteção em geral, o apartamento é um local mais seguro para se morar. Mas, de qualquer modo, você deve investir em equipamentos para aumentar e garantir a segurança.

 

Fonte: Precon Engenharia

 

Independente de sua escolha ou preferência, o importante é manter o seu lar seguro. A Sustentare oferece um Seguro Residencial com ampla cobertura para seus clientes. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

05 Jun/17

Medida é necessária para que o consumidor não caia no golpe do “seguro pirata”

Um caminho interessante para o consumidor fazer uma triagem e reduzir as chances de comprar gato por lebre é buscar um corretor de seguros. Esse é o profissional habilitado para comercializar os planos de proteção. Cabe a ele não apenas vender, mas apresentar ao cliente um contrato que se encaixe melhor para cada situação. Com a orientação de um corretor, o motorista pode se livrar de uma dor de cabeça futura. O diretor da Federação Nacional de Corretores de Seguros (Fenacor), Carlos Valle, esclarece que o consumidor deve pedir o registro do corretor e buscar informações a respeito da empresa que está contratando no site da Superintendência de Seguros Privados (Susep) – www.susep.gov.br. Na página estão todas as informações necessárias.

De acordo com Carlos Valle, a função do corretor é ampla e não é apenas a de acionar a seguradora para indenização de seu cliente em caso de sinistro. A atuação do profissional começa bem antes, ainda no ato da contratação, quando ele deve apontar o melhor produto e condição ideal para cada cliente. Afinal, nem sempre o mais barato é melhor para o consumidor. “O bom mesmo é o seguro que atende a todas necessidades do contratante”, completa Carlos Valle.

Sobre a atuação das empresas irregulares de proteção veicular do Estado, Carlos Valle lembra que o caso é conhecido da Polícia Federal. No final do ano passado, agentes realizaram uma operação que investigou a atuação dezenas empresas no interior de Pernambuco que operavam sem autorização legal na atividade de seguro de automóveis de motocicletas. Na ocasião, foram expedidos diversos mandados de busca e apreensão. A investigação revelou a existência das empresas especializadas na prestação de serviços de proteção veicular para carros de passeio, motos e até veículos de grande porte, operando de forma ilícita e sem autorização dos órgãos competentes.

Apesar de exercerem atividades de instituição financeira regulada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), nenhuma possuía autorização para isso, o que configura, crime contra o Sistema Financeiro. Se a culpa for comprovada, os integrantes dessas empresas podem ser responsabilizados por falsa instituição financeira, cujas penas variam de 1 a 4 anos, além de multa.

 

Fonte: Jornal do Comércio

 

Atenção e cuidado ao contratar o Seguro Automóvel são fundamentais. A Sustentare dispõe de corretores sérios e preparados para lhe para auxiliar em todas as etapas do processo de contratação, inclusive na personalização da apólice, se for o caso. Encontre o escritório mais perto de você e tire suas dúvidas: http://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

02 Jun/17

 

Os bancos vendem planos de previdência privada até no caixa, como se fossem um pote de margarina no mercado. Mas escolher entre PGBL ou VGBL e tabela progressiva ou regressiva pode ser bem mais complexo do que optar pela margarina com ou sem sal.

Com as dicas dos consultores financeiros a seguir, você não precisa roer as unhas para escolher o seu plano. É bom lembrar que previdência privada não é “tudo a mesma coisa” e o valor final após anos ou décadas de contribuição pode ser maior ou menor, conforme as decisões que você tomar ao contratar o plano.

Em fundos de previdência, você pode perder rentabilidade ao pagar altas taxas de administração e de carregamento, ou ao escolher o modelo de tributação errado, por exemplo.

O Tesouro IPCA também é uma alternativa para juntar dinheiro para a aposentadoria (leia mais). No entanto, a previdência tem duas principais vantagens: há cobrança de Imposto de Renda (IR) apenas ao resgatar o dinheiro, não durante as aplicações, e você consegue transformá-la em renda mensal, em vez de só resgatar o valor total de uma vez.

Confira abaixo um passo a passo para escolher o seu plano:

1. Banco X seguradora

Como em qualquer outro fundo de investimento, a rentabilidade de um plano de previdência depende de onde o seu gestor vai investir o seu dinheiro. Ou seja, você precisa confiar na trajetória da instituição.

Para administrar os recursos da sua aposentadoria, bancos e seguradoras cobram uma taxa de administração mensal e, alguns, também cobram uma taxa de carregamento, uma espécie de tíquete de entrada a cada vez que você fizer um aporte. É essencial comparar essas taxas, pois elas interferem na rentabilidade do plano.

2. PGBL X VGBL

A escolha do tipo de plano, PGBL ou VGBL, é a mais importante, pois você não pode mudá-la depois que começar a investir. “Escolher o produto errado é rasgar dinheiro”, diz a planejadora financeira Marcia Dessen, diretora do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF) e autora do livro Finanças pessoais: O que fazer com meu dinheiro.

Para escolher se o seu plano será do tipo PGBL ou VGBL, olhe para o modelo da sua declaração de IR.

Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL)

É indicado para quem utiliza o modelo completo de declaração do IR. Ele permite diminuir até 12% da renda bruta tributável na declaração de IR anual, ou seja, do salário fixo. “Esse não é um produto para profissionais autônomos ou empreendedores”, explica Marcia, do IBCPF.

Em contrapartida a esse benefício, o imposto incide sobre o valor total no momento do resgate único ou do recebimento da renda, incluindo as contribuições realizadas e os rendimentos.

Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL)

É ideal para quem é isento do IR ou declara pelo modelo simplificado. Não oferece o benefício de diminuir até 12% da base de cálculo do IR. Em compensação, na hora do resgate ou do recebimento da renda, o imposto incide apenas sobre os rendimentos, e as contribuições realizadas não são tributadas. “Na dúvida, vai de VGBL”, orienta Marcia.

3. Tributação regressiva X progressiva

Em planos de previdência, o IR incide apenas no momento do resgate único ou do recebimento da renda. Diferente de outros investimentos, como a poupança ou os títulos públicos, os fundos de previdência permitem que o investidor escolha como quer pagar IR.

Para escolher entre a tributação regressiva ou progressiva, defina quando você pretende utilizar esse dinheiro.

Tributação regressiva

É indicada para quem acumula recursos durante um longo período, por dez anos ou mais. Quanto mais tempo você permanecer no plano, menor será a alíquota do IR na hora do resgate único ou do recebimento da renda.

A alíquota inicial é de 35%, para quem acumula por até dois anos, e pode chegar a até 10%, depois de dez anos de permanência no plano.

Tributação progressiva

Só é vantajosa para quem tem intenção de utilizar os recursos logo ou não tem certeza sobre seu planejamento. A tributação acontece em duas etapas. Na primeira, uma alíquota de 15% é cobrada na fonte do IR, independentemente do valor.

Na segunda, a diferença entre o valor pago de imposto e o valor devido pode ser ajustada na declaração anual. Nessa etapa, a regra é a mesma da Receita Federal sobre o salário: a alíquota pode variar entre 0% e 27,5%. “A pegadinha da progressiva é achar que você paga só os 15% na fonte”, alerta Marcia.

4. Fundo conservador X agressivo

Existem planos de previdência privada para diferentes perfis de investidores, atrelados a fundos mais ou menos arriscados, com maior ou menor variação de rentabilidade.

É possível mudar o seu fundo ao longo da vida ou escolher fundos conhecidos como “ciclo de vida”, que são mais agressivos no início e se tornam mais conservadores com o tempo.

Fundo conservador

O gestor desse fundo investe o seu dinheiro em títulos públicos ou privados de renda fixa, ou seja, que permitem ao investidor saber as condições de remuneração no momento da aplicação. Sua rentabilidade pode ser menor, mas ele é menos arriscado.

Esse perfil de fundo é mais indicado para investidores mais velhos, pois há menos tempo para enfrentar possíveis perdas, como explica o consultor financeiro Jurandir Macedo, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e consultor do Itaú Unibanco.

Fundo agressivo

O gestor desse fundo investe o seu dinheiro em renda fixa e renda variável, ou seja, em ações, por exemplo. Ele é indicado para investidores mais jovens, que ainda têm tempo de recuperar os ganhos se a rentabilidade do fundo for baixa por flutuações do mercado.

“Se o gestor comprar e vender ações lentamente, no longo prazo, não vai ter retorno negativo. Se você for jovem, vale a pena entrar nos planos agressivos”, recomenda Macedo.

Em fundos de previdência agressivos, até 49% do seu dinheiro pode ser aplicado em ações. O ideal é que o restante seja investido em títulos públicos ou privados cujo rendimento acompanhe a flutuação da inflação oficial, medida pelo IPCA, e não somente a taxa básica de juros, a Selic.

Assim, é certo que seu dinheiro ganhará valor com o passar do tempo. Por isso, conheça bem o produto que você está investindo e prefira fundos que apliquem em títulos atrelados à inflação.

 

Fonte: Exame

 

Agora que você já conhece os passos necessários para a escolha de um plano de Previdência Privada, é necessário contatar um bom fornecedor do serviço. A Sustentare é uma corretora de confiança e dispõe de diferentes opções dentro dessa modalidade. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/previdencia-privada

 

31 Mai/17

Ser econômico com as peças de roupa na hora de fazer a mala passou a significar menos gasto para o bolso do passageiro. A partir de agora, as companhias aéreas estão autorizadas a praticar cobrança extra por bagagem transportada. O tema é controverso e foi parar na Justiça, que deu a palavra final sobre a questão. Entidades de Defesa do Consumidor temem pelo aumento do custo para os passageiros. Já a Agência Nacional de Aviação (Anac), que editou a regulamentação, diz que a oferta de passagens com diferentes perfis torna o mercado mais competitivo. As companhias aéreas alegam que haverá desconto de até 30% para quem não despachar malas. Mas, na prática, cada empresa poderá definir suas próprias regras e preços, e algumas anunciaram que a não contratação do serviço com antecedência vai gerar cobrança em dobro no check-in.

A biomédica Ana Clara Coelho, de 24 anos, preferiu organizar seus objetos pessoais em bolsas de mão, ao embarcar do Rio para São Paulo.

— Tenho mais duas viagens nos próximos meses, uma delas internacional. Terei de fazer uma pesquisa e acrescentar a previsão de transporte de malas no custo final da passagem — afirmou ela.

Antes, o consumidor tinha direito a uma bagagem de até 23 quilos em voos nacionais e duas de 32 quilos em internacionais. Além disso, também podia carregar um volume de mão (bolsa, mochila ou sacola), com peso de cinco quilos. Agora, o volume de mão passou para até dez quilos.

— Quem comprou passagem antes da decisão da Justiça (no dia 29 de abril) não poderá ser cobrado pela companhia aérea na hora do embarque — alerta Claudia Almeida, advogada do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).

Estreia de empresas de baixo custo

O início da cobrança por despacho de bagagem no mercado aéreo brasileiro poderá possibilitar a entrada de empresas aéreas do segmento de baixo custo (low cost) no país.

— O que o consumidor pode ganhar nesta história é participação estrangeira nas companhias, mais competição no setor e empresas de baixo custo que poderão operar no brasil — avalia Ricardo Freire, do blog Viaje na Viagem.

A irlandesa Ryanair, empresa de baixo custo mais popular na Europa, com trechos por US$ 50, já anunciou que passará a operar no Brasil.

 

Fonte: Extra

 

Além de verificar quais regras serão adotadas pela sua companhia aérea, não esqueça de contratar um Seguro Viagem. O oferecido pela Sustentare possui coberturas essenciais para uma viagem tranquila. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/viagem

29 Mai/17

Vale sim estar amparado tanto pelo seguro residencial quanto pelo seguro de condomínio. Embora haja semelhanças entre eles, cada um auxilia você e sua família em situações distintas.

Seja em áreas comuns do prédio, seja dentro de casa, vale se prevenir contra possíveis danos e contratempos, como os provocados por incêndio, explosão, furto e roubo. Para isso, entram em cena dois tipos de seguro: o condomínio e o residencial.

E se você pretende proteger sua família, assim como seus bens, nada melhor do que ficar por dentro do assunto. Se a explosão do botijão de gás presente no salão de festas, por exemplo, danifica seu apartamento, sabe quais são os seus direitos? Se a resposta é negativa, encontre aqui a solução para essa e outras perguntas relacionadas ao tema.

De acordo com o Código Civil Brasileiro, o seguro condomínio é obrigatório tanto para prédios residenciais como para comerciais e mistos. Hotéis, flats e shoppings também fazem parte dessa lista. A contratação é responsabilidade do síndico. Caso o condomínio não tenha seguro e aconteça algum acidente, ele pode ser processado por perdas e danos e ainda ser obrigado a ressarcir os moradores utilizando o seu próprio patrimônio.

A cobertura básica simples garante o ressarcimento de prejuízos causados por incêndio, queda de raio e explosão. Contudo, outras coberturas podem ser acrescentadas ao contrato. As contra vendavais e problemas elétricos são algumas delas. Outra possibilidade é a cobertura contra roubo e furto de bens do condomínio.

Características do seguro condomínio:

- Obrigatório por lei.

- Protege toda a unidade do prédio e as partes comuns do condomínio.

- A cobertura mínima exigida deve garantir indenização em caso de incêndio, raio e explosão. Entretanto, é possível contratar coberturas adicionais.

- Na cobertura básica, a franquia é limitada a 10% do total segurado.

- O valor pode ser dividido entre os condôminos de forma igual ou em função da fração do imóvel.

Áreas comuns estão protegidas

Nos condomínios horizontais, onde cada morador é responsável pela construção da sua casa, o seguro é feito só para as áreas comuns, como portaria e playground. Já nos verticais, os apartamentos também estão protegidos.

Isso significa que, caso a explosão provocada pelo botijão de gás do salão de festa afete seu apartamento, você será ressarcido. O mesmo acontece se uma explosão fora do condomínio for capaz de quebrar as vidraças da sua janela.

Porém, atenção: essa cobertura garante apenas indenização dos prejuízos causados à estrutura física – paredes, pisos, tubulação, pintura, etc. Móveis, roupas, eletrodomésticos e eletrônicos não estão incluídos.

Se acontecer o contrário – um botijão de gás explode na cozinha de um dos condôminos e danifica o hall onde fica o elevador, a seguradora tende a cobrir o dano provocado na área comum. Entretanto, pode ser que ela acione judicialmente a pessoa que provocou o estrago e cobre o prejuízo. Já a avaria na cozinha fica por conta do próprio morador, pois foi ele quem causou o acidente.

Seguro residencial é facultativo 

Assim como o seguro condomínio, o residencial exige o pagamento de franquia. Ambos também eliminam de seus contratos diversas coberturas (veja mais no quadro “Exclusões”). Por outro lado, ele é opcional e visa proteger especificamente a sua casa ou o seu apartamento – seja só a estrutura física ou ainda os bens materiais que você possui ali dentro.

E se engana quem o vê como inacessível. A despesa anual não costuma ultrapassar 0,2% do valor do imóvel. Dessa forma, mesmo que o prédio tenha seguro condomínio, vale a pena investir no residencial.

Características do seguro residencial:

- Opcional.

- Protege somente a residência e os bens do imóvel segurado.

- A cobertura básica prevê ressarcimento no caso de incêndio, raio e explosão. Outras opções de cobertura podem ser adicionadas ao contrato.

- Há cobrança de franquia, mas sem limite de teto.

- O custo com o seguro residencial é de responsabilidade do segurado contratante.

Exclusões que os seguros não cobrem:

- Danos decorrentes do desgaste natural pelo uso e deterioração gradativa.

- Estragos provocados por atos de hostilidade, tumulto ou motim.

- Prejuízos causados por inundação, alagamento ou qualquer outra convulsão da natureza.

- Avaria ocasionada por manutenção deficiente ou inadequada.

- Danos que já existiam no imóvel, tendo sido eles declarados ou não pelo segurado.

- Problemas provenientes de sobrecarga elétrica, inclusive devido à queda de raio fora do terreno do estabelecimento segurado.

 

Fonte: Proteste

 

Verifique junto ao síndico do seu prédio qual é a situação e benefícios do Seguro de Condomínio e sugira o da Sustentare que possui várias coberturas e possibilita personalização. Além disso, não esqueça de contratar um Seguro Residencial conosco, evita “dores de cabeça” e custa pouco. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/condominio-para-empresas https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

26 Mai/17

Está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania Projeto de Lei Complementar que obriga promotores e organizadores de eventos artísticos, culturais e esportivos a contratarem seguro por danos pessoais causados em decorrência desses eventos (PLP 1/15).

O Projeto que tramita na Câmara em regime de prioridade é de autoria do deputado Lucas Vergílio (SD-GO). A proposta cita que o funcionamento de casas de shows, teatros, cinemas, estádios de futebol e similares só será autorizado após a contratação do referido seguro de responsabilidade civil.

“Nós tomamos como exemplo a boate Kiss, em Santa Maria – RS, nós vamos vincular o alvará de funcionamento desses estabelecimentos à um seguro de incêndio e de responsabilidade civil.

Dessa forma o estabelecimento comercial vai estar apto a receber os jovens, receber as pessoas, porque para se ter o alvará precisa se ter a apólice de seguro, para se ter a apólice é necessária uma vistoria e só passará na vistoria se estiver em condições técnicas de funcionamento. ”

O custo de uma apólice de seguro com essa proporção em risco é viável e possui um valor simbólico, segundo o Presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Distrito Federal, Dorival Alves e Sousa.

“São valores simbólicos que trazem uma garantia maior, uma segurança para os familiares, e também em caso de uma indenização para os familiares e entes queridos que ficarem e que realmente muitas das vezes necessitam ou necessitava da condição econômica daquele familiar. ”

Os organizadores dos eventos podem repassar o custo do seguro para o consumidor no preço do ingresso, que deverá apresentar o valor do capital segurado individual, o número da apólice, o nome e o número do registro da corretora, o nome e o telefone da seguradora contratada. Projeto obriga promotores de eventos contratarem seguro de responsabilidade civil. Os custos do seguro podem ser repassados para o consumidor.

 

Fonte: Agência Câmara

 

A Sustentare trabalha para zelar sua vida, de seus familiares e também a sua tranquilidade. Por isso, dispõe de coberturas para diversos gêneros de seguros Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/

24 Mai/17

Tem-se popularizado no Brasil a comercialização de um pacote de serviços denominado “Proteção Veicular”. Tais serviços têm sido oferecidos e adquiridos como substitutos mais baratos dos seguros automotivos. Como consequência de tal movimento, o que se tem visto não é outro resultado que não um grande número de pessoas lesadas.

A proteção veicular, oferecida por cooperativas ou associações, funciona como uma espécie de “seguro pirata”, já que não oferece as mesmas condições de um seguro, embora seja vendido como se assim fosse.  Entre os vários problemas enfrentados por aqueles que optam por esta modalidade, estão o fato de ela não oferecer qualquer tipo de garantia, fiscalização ou regulamentação por parte da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), principal órgão e responsável pela autorização, controle e fiscalização dos mercados de seguros no Brasil.

A SUSEP tem agido com rigor para afastar as cooperativas piratas e as associações do mercado. Até a metade de 2016, quase 80 empresas já haviam sido multadas por oferecerem este tipo de seguro sem nenhuma garantia para o “segurado”. Até mesmo a Policial Federal tem entrado em ação em alguns casos.

O funcionamento, dos serviços de proteção veicular não segue o mesmo processo daquele dos seguros. Nos serviços de proteção veicular, aqueles que aderem ao sistema são considerados associados a uma instituição e   no caso dos seguros a relação com as seguradoras é de cliente. Caso a associação venha a ter problemas financeiros, o associado pode vir a não receber sua indenização. Nas seguradoras, a SUSEP exige a manutenção de grandes reservas calculadas com base estatística e com rigor, para que o cliente nunca fique sem receber seu pagamento em caso de um sinistro.

Há outras diferenças. A cobertura de furto simples não é oferecida na proteção veicular. Enquanto o recebimento da indenização no seguro automotivo é certo, na proteção veicular ela depende do caixa da associação. E para citar mais um exemplo comparativo, ao contrário do que ocorre com os seguros, é praxe haver franquia no pagamento de danos a terceiros pelas empresas de “seguro pirata”.

Para quem quer ter uma cobertura confiável, as dicas são as mais básicas: contrate um seguro de automóvel com um corretor de seguros. Desconfie de preços muito baixos, pois não há milagres que possam diminuir tanto os custos. Cheque na SUSEP se a empresa que oferece o produto é realmente legal e se está apta para exercer essa comercialização.

Um seguro não deve ser atrativo apenas pelo preço, mas sim, por toda garantia e tranquilidade oferecidas. Com tantos exemplos, não é difícil imaginar que o preço mais baixo pode ficar muito mais caro em caso de qualquer tipo de sinistro. Contratar proteção veicular não é seguro. Em nenhum sentido.

 

Fonte: Marcelo Blay

 

É preciso atenção máxima com a qualidade do serviço de amparo que você está contratando para seu veículo. A Sustentare oferece Seguro Automóvel de confiança e com cobertura desde as pequenas eventualidades até as de maior monta. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel.

 

 

22 Mai/17

Apenas 21% dos trabalhadores autônomos no Brasil estão confiantes em uma aposentadoria confortável. 57% acreditam que se aposentarão a partir dos 65 anos, ou mesmo nunca se aposentarão. Estas são algumas das informações apontadas pela pesquisa global “O Preparo para a Aposentadoria na Nova Era do Trabalho Autônomo”, uma parceria do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon (Brasil), Centro para a Longevidade e Aposentadoria da Aegon (Holanda) e Centro de Estudos para a Aposentadoria da Transamerica (EUA). Os estudos sobre o tema da longevidade e da aposentadoria ao redor do mundo vêm sendo desenvolvidos pelo Grupo há quase duas décadas.

Cerca de um terço da força de trabalho no Brasil é composta de autônomos (32%), a terceira mais alta entre os países pesquisados, ficando atrás apenas da Índia (51%) e da Turquia (33%). “Entendemos que este é um reflexo também do alto desemprego no país, que atingiu 12,6% na virada do ano, e do alto custo para o empregador devido aos encargos incidentes sobre a folha de pagamento”, comenta Leandro Palmeira, superintendente do Grupo e representante do grupo de pesquisa no Brasil.

Sobre o preparo dos brasileiros, 34% certificam-se que estão poupando para se aposentar, somente 8% têm um plano formal para a aposentadoria, outros 48% afirmaram ter um “plano B” e 10% venderão seus negócios. “Constatamos que 77% dos entrevistados possuem um bom nível de consciência da necessidade de planejar para a aposentadoria, mas isto ainda não reflete em uma ação consistente de preparo”, diz Palmeira.

A pesquisa aponta que 62% dos autônomos no Brasil são homens e que a renda anual média destes profissionais é de USD 7.800, muito inferior à média global de USD 18.900. Estes valores equivalem a R$ 24.570 e R$ 59.535, respectivamente, considerando uma cotação de R$ 3,15 por dólar.

Análise Global 

No mundo, apenas 26% dos profissionais autônomos estão muito ou extremamente confiantes em ter uma aposentadoria confortável. A pesquisa traçou o perfil do trabalhador autônomo de 15 países, incluindo o Brasil. Os resultados apontaram que dois terços deste tipo de profissional são compostos por homens. “Um dos motivos para este elevado número é a maior dificuldade de acesso das mulheres a um capital inicial para empreender”, explica Palmeira. A pesquisa também revela que 87% dos autônomos já trabalharam para um empregador. A renda média global por ano destes profissionais é de USD 18.900, enquanto que a de um trabalhador assalariado é de USD 21.400. Dentre os benefícios listados pelos autônomos pela opção por este tipo de trabalho estão: ser seu próprio patrão (53%), agenda e horários flexíveis (50%), trabalhar aonde quiser (37%) e oportunidade de ganhar mais (32%).

Preparo para a aposentadoria

O estabelecimento de uma idade mínima para a aposentadoria, uma das questões contidas na proposta da Reforma da Previdência em discussão no Brasil, não é vista como um problema para os trabalhadores autônomos, já que estes trabalham de forma independente. Outro dado que chama atenção é que, no mundo, 58% destes profissionais esperam se aposentar com 65 anos ou mais ou nunca se aposentar. Uma das justificativas para isso é que 63% querem se manter ativos.

Um a cada três autônomos (34%) são classificados como poupadores habituais, ou seja, certifica-se que estão poupando para se aposentar. 22% são poupadores ocasionais, o que significa que guardam dinheiro de tempos em tempos. Outros 17% foram classificados como poupadores passados, aqueles que não poupam hoje, mas já fizeram antes. Os poupadores aspirantes – que não guardam agora, mas pretendem – representam 20% da massa. E 7% são não poupadores, ou seja, nunca guardaram para a aposentadoria e nunca pretendem fazer.

Em uma lista sobre os planos para o período de aposentadoria, que permite ao entrevistado a escolha de mais de uma opção, as mais recorrentes foram viajar (55%), passar tempo com amigos e família (47%), novos passatempos (42%), continuar trabalhando na área (29%) e realizar trabalho voluntário (24%). Os autônomos também apontaram como pretendem compor a renda na aposentadoria: poupança (38%), previdência social (36%), previdência privada (22%), ações (20%) e seguro de vida (19%).

 

Fonte: Revista Apólice

 

Recomendamos que você contribua com o aumento da porcentagem de 34% dos poupadores habituais aderindo a uma Previdência Privada, só assim você terá garantia de uma aposentadoria tranquila. A Sustentare oferece o plano de Previdência Privada mais adequado para você. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/previdencia-privada

19 Mai/17

Ser um marinheiro de primeira viagem em águas internacionais pode ser um baita desafio. São tantos tsunamis, maremotos, tubarões e marolinhas que, até o momento de embarcar, tudo parecerá inalcançável e impossível. Mas confie: apesar das complicações de reservas, e-mails e contas a pagar, o dia em que você pisará em outro país chegará e será melhor do que você imagina. Para te ajudar nesse processo, oferecemos a nossa contribuição.

Antes de embarcar: 

1 – Um viajante preparado vale por dois

A primeira parte da programação de uma viagem também é a mais cansativa. Ela é composta pela verificação e composição de todos os documentos necessários. O passo inicial é averiguar se o seu destino pede a utilização de um passaporte (na América do Sul, brasileiros só precisam apresentar a carteira de identidade). Se a resposta for positiva e você já tem um exemplar, é preciso apurar se ele está dentro da validade requerida pelo país em questão (há lugares que exigem um passaporte que tenha, pelo menos, seis meses restantes).

Em seguida, entra a parte do visto. Países, como Estados Unidos, pedem que o documento seja produzido antes da viagem. Outros, como todos os da União Europeia, a permissão é dada no momento da passagem pela imigração.

2 – A saúde em primeiro lugar

Para cobrir o território da saúde, faça um seguro viagem internacional e previna-se contra acidentes e doenças súbitas.

Além disso, é imprescindível pesquisar se, para atravessar as fronteiras do seu destino, é preciso algum tipo de vacina. A mais comum é da febre amarela, mas existem vários outros tipos. Tanto a lista com todas elas, quanto as instruções para a retirada do Certificado Internacional de Vacinação, podem ser encontradas no site da Anvisa.

3 – Tempo é dinheiro

É muito importante saber com antecedência qual é a moeda utilizada no seu destino. Esse é um dos fatores principais do planejamento de uma viagem, já que só é possível fazer as contas e saber a provável quantidade de dinheiro que será gasta, após o cálculo de conversão de um dinheiro para o outro.

Além disso, comprar a moeda ainda no Brasil é a opção mais indicada. Isso porque, dependendo do país de visita, encontrar o real em casas de câmbio pode ser uma tarefa difícil. Fora que, conforme for a cotação e a quantia que você levar, é possível que o montante solicitado para troca não esteja disponível no local.

Por isso que portais como o BoaTaxa (www.boataxa.com.br), que reúnem várias opções de troca em um lugar só, são uma ótima alternativa para quem quer economizar tempo e dinheiro. Gasta-se menos horas comparando e realizando orçamentos em vários locais, assim como menos dinheiro, já que as melhores cotações sempre estão disponíveis. Você perde menos instantes realizando a parte chata e burocrática da viagem e passa mais tempo fazendo o que é realmente gostoso: planejando, olhando fotos e babando pelas paisagens e possibilidades que o seu destino oferece!

Uma dica interessante para a compra da moeda é: divida o seu dinheiro e reparta a quantia entre espécie e um cartão. Dessa maneira, você estará mais seguro em casos de roubos ou furtos. Dinheiro vivo pode ser mais prático em certos países e ocasiões, mas o cartão é certamente mais seguro e não te deixará de mãos abanando em uma emergência.

4 – O mundo digital é seu amigo

A internet existe para facilitar o nosso dia a dia e, também, para descomplicar as nossas férias. Da mesma maneira que você utiliza vários aplicativos de celular para auxiliar em tarefas cotidianas, é interessante baixar alguns deles para ajudar a entender as lógicas de comportamento, locomoção e agendas do seu destino. Há guias de viagem, mapas de ruas e de transporte públicos, GPS e aquele bom e velho programa de tradução. É legal fazer o download de aplicativos que ajudem você a organizar seus eventos, horários e até o dinheiro também!

5 – Mas o mundo em papel pode te salvar também

Não deixe tudo na mão invisível da internet. Durante momentos de apuro, você pode não ter acesso à web e ao e-mail de confirmação daquele passeio ou daquela reserva de hotel. Por isso, é melhor prevenir do que remediar. Faça cópias e tire prints de todas as compras e reservas que você efetuou e imprima-os.

No destino: 

1 – Não vá com muita fome ao pote

Temperos, sabores, condimentos exóticos… Dependendo do destino que você visitar, a culinária local pode não falar a mesma língua do seu sistema digestivo. A comida asiática costuma ser apimentada, em certas regiões da Europa se come muitos derivados do leite e existem diversos lugares pelo mundo afora em que a higiene não é a ordem do dia. Por isso, fique atento e preste atenção aos sinais do seu corpo: você não quer fazer uso daquele seguro viagem em um hospital.

2 – Seu passaporte é a sua vida

Parece exagero, mas é a verdade. Sem o seu passaporte, você não é ninguém. Por isso, sempre esteja com ele, mas não se esqueça de o acomodar em um lugar seguro na sua mochila ou bolsa de mão. Se o perder, vai ser uma baita dor de cabeça provar quem você realmente é.

Na hipótese de um acidente com o seu passaporte, recomenda-se a levar uma cópia colorida do documento. Nesta xerox, é importante constar as folhas principais, com as suas informações pessoais, e a página do visto, caso o seu destino exija tal certificado.

3 – O dinheiro na viagem

Durante a sua viagem nem todos os lugares em que você realizará trocas monetárias podem ser tão seguros. Na hipótese de visitar lugares suspeitos ou lidar com ambulantes, não aceite notas de alto valor como troco para não correr o risco de receber uma nota falsa.

 

Fonte: Terra

 

Como mencionado no segundo item do texto, a contração de um Seguro Viagem é indispensável. A Sustentare possui coberturas para esta modalidade que são fundamentais para você aproveitar as férias sem preocupações. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/viagem

15 Mai/17

Esse produto pode ser mais barato do que você imagina e incluir uma infinidade de coberturas diferentes. Veja como funciona 

Um raio nunca vai “queimar” seus eletrodomésticos. Não existe chance da sua casa pegar fogo. Seguro residencial é caro e é pura frescura.

É por causa dessas ideias, ou por simples desconhecimento, que apenas 13% das casas no Brasil são protegidas por seguro. O produto, que socorre contra incêndio, queda de raio, explosões e inúmeros outros acidentes, deveria ser mais popular, segundo especialistas.

“O seguro residencial é muito pouco acionado, e por isso mesmo ele é bem mais barato do que o de carro, por exemplo. Mas, embora raros, os acidentes em casa causam grandes prejuízos”, explica o consultor financeiro Álvaro Modernell, sócio da Mais Ativos Educação Financeira.

Apesar de ser um custo a mais, o produto pode ser um aliado do planejamento financeiro, já que poucas pessoas têm reserva financeira suficiente para restabelecer rapidamente suas necessidades se acontecer um imprevisto em casa.

Para você não perder o que comprou com tanto esforço, EXAME.com listou alguns motivos para fazê-lo enxergar que seguro residencial pode ser um bom negócio, dependendo das coberturas contratadas.

1. Cabe no bolso

Um bom seguro residencial pode ser adquirido por cerca de 200 reais ao ano, como mostrou uma pesquisa realizada pela associação de consumidores Proteste. O preço médio não passa de 0,3% do valor de reconstrução do imóvel, o que pode compensar muito em comparação ao prejuízo.

“Ao comparar o seu preço com o valor da indenização, o custo-benefício do seguro residencial é muito alto”, avalia a pesquisadora Gisele Rodrigues, técnica da Proteste.

Em sua pesquisa, a Proteste analisou 126 apólices das 17 maiores empresas que comercializam seguros residenciais no país, e avaliou a qualidade das apólices versus o preço. Na avaliação da entidade, as coberturas com melhor custo-benefício são a da Bradesco Seguros e a da HDI Seguros.

A entidade considerou as seguinte coberturas: básica (contra incêndio, queda de raio e explosão), alagamento, furto ou roubo, vendaval, privação temporária de uso, desmoronamento, responsabilidade civil (dano a terceiros) e danos elétricos, além das exclusões.

O preço final do seguro depende do material e do tamanho da casa, da localização e o do tipo de ocupação, se é habitual ou só para veraneio, como explica Danilo Silveira, presidente da comissão de riscos patrimoniais massificados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

É essencial comparar preços entre as seguradoras, com a ajuda de um corretor de seguros, para encontrar o melhor produto. É claro que as coberturas e os serviços de assistência contratados também interferem no valor. Alguns clientes também podem conseguir descontos na renovação, por exemplo.

2. É possível incluir até chaveiro e eletricista 24 horas

Além da cobertura básica contra incêndio, raio e explosões, o seguro residencial também pode incluir garantias para cobrir, por exemplo, as despesas com aluguel, caso o morador seja forçado a se mudar, ou com o vizinho, se o seu filho chutar a bola no vidro da casa ao lado, por exemplo.

Ele também pode proteger sua casa de curtos circuitos, vendavais ou roubo, e agregar serviços como assistência técnica 24 horas de chaveiro, eletricista e encanador, por exemplo.

Alguns bens não são contemplados pelo seguro de casa, como obras de arte, joias ou raridades.

3. Você pode contratar uma indenização personalizada

O primeiro passo para saber que tipo de cobertura você precisa é fazer um inventário de tudo que você tem em casa e uma lista dos riscos que você pode correr, como sugere o corretor de seguros José Antonio Varanda, professor da Escola Nacional de Seguros. Assim, você não deixa de fora algo importante, nem gasta dinheiro desnecessariamente.

O corretor de seguros vai ajudar você na tarefa de escolher as coberturas necessárias e o valor das indenizações indicadas para você.

Quem contrata o seguro recebe separadamente o pagamento da indenização de cada garantia. O valor da cobertura definido na apólice é o limite máximo a ser recebido para cada uma das garantias.

4. O seguro de apartamento costuma ser mais barato

O seguro residencial de um apartamento costuma ser mais barato, já que a lei obriga o prédio a ter um seguro de condomínio para a sua estrutura, como paredes e instalações hidráulicas, e partes comuns.

Assim, se você morar em um apartamento, só vai precisar contratar a cobertura para cobrir danos ocorridos aos bens que fazem parte do imóvel segurado, como móveis e eletrodomésticos, ou às reformas que você fez por conta própria no imóvel.

Por outro lado, o seguro de casa tende a ser mais caro, pelo tamanho do imóvel e por não haver o seguro do condomínio.

5. Com franquia, o seguro pode ser mais em conta

A franquia é a parte do prejuízo que será paga por você caso ocorra algum acidente. Na prática, é como se você fosse sócio da seguradora em caso de acidente.

Ela existe para tornar o seguro economicamente viável: se não existisse, todos os eventos seriam cobertos 100% pela seguradora, o que deixaria o preço da apólice muito maior.

A franquia, então, reduz o preço do seguro, especialmente em coberturas especiais, como para danos elétricos, acidentes domésticos e eventos climáticos, como vendaval. A cobertura básica costuma ser isenta de franquia.

Na apólice, será determinado o valor ou percentual que ficará sob responsabilidade do segurado. Caso o prejuízo seja inferior ao valor da franquia, não compensa para você acionar a seguradora para realizar o conserto.

Se você quiser saber informações mais detalhadas sobre seguro residencial ou outros tipos de seguros, o site Tudo Sobre Seguros, da Escola Nacional de Seguros, é uma fonte confiável e pode ajudar.

No site da FenSeg, você também encontra cartilhas didáticas elaboradas para solucionar dúvidas de consumidores.

 

Fonte: EXAME.com

 

Agora que você recebeu informações importantes sobre Seguro Residencial, é hora de buscar uma seguradora capaz de atender as suas necessidades. A Sustentare vai auxiliar na personalização da sua apólice, dando todo o suporte necessário. Contate o escritório mais perto de você: https://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

12 Mai/17

Estado foi o quarto com maior número de ocorrências

O Rio Grande do Sul foi o quarto estado com maior número de roubos e furtos de veículos em março. Em relação a frota segurada, foram 3.344 ocorrências no terceiro mês do ano. Estes dados deixam o Estado atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. “Estes números são um alerta para toda a sociedade, pois retratam o cenário de insegurança que vivemos. São ainda mais preocupantes quando analisamos que apenas 35% da frota de 6,4 milhões de veículos do Estado possuem seguro”, alerta o Presidente do SINDSEGRS, Guacir Bueno.

Em relação a Capital, foram 1.104 casos registrados em março. Isto representa uma média de 35 veículos roubados ou furtados por dia. O índice de recuperação para Porto Alegre é de 64,86%. Os bairros Rubem Berta, Sarandi, Lindóia, Jardim Itu Sabará e Vila Ipiranga tem despontado nas ocorrências de roubos e furtos de veículos. Em relação aos horários, quem anda de carro após as 18h deve redobrar a atenção. Isto porque 52% dos roubos e furtos de veículos acontecem entre 18h e 24h. O turno da tarde também tem certa preferência pelos bandidos, com 22% dos casos entre 12h e 18h. “O roubo e o furto de veículos é o fator que mais impacta na composição do preço. Quando a seguradora faz uma indenização ao cliente em decorrência de uma colisão com perda total, por exemplo, ela ainda pode buscar uma compensação vendendo legalmente os salvados daquele acidente. Contudo, quando o pagamento é em decorrência de roubo ou furto, o bem indenizado deixa de existir, ou seja, não permite às seguradoras nenhum tipo de compensação”, salienta o Presidente.

 

Fonte: SindSeg/RS

 

A cada dia o Seguro Automóvel torna-se ainda mais necessário, pois é a única forma de garantir tranquilidade ao estacioná-lo. A Sustentare tem ótimas opções de coberturas para a personalização de sua apólice. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel.

 

 

08 Mai/17

Algumas mudanças na rotina, sugerida por especialistas, podem aumentar a disposição, melhorar o sistema imunológico e até mesmo o humor

Para conseguir encarar o dia com energia é preciso muito mais que uma boa dose de cafeína. Na verdade, para manter a rotina, o ideal é manter hábitos saudáveis. “A realidade é que conseguimos alavancar a energia com apenas algumas mudanças”, disse Nada Milosavljevic, diretora do programa de saúde integrada do Massachusetts General Hospital, nos Estados Unidos, à revista americana Time.

Certas estratégias são fundamentais para manter a saúde – física e emocional – em ordem e, consequentemente, aumentar a disposição para o dia a dia. Veja oito maneiras, listadas pela Time, para manter a energia ao longo do dia.

Alergias sob controle 

Pessoas que sofrem de rinite alérgica podem sentir cansaço com mais frequência. “Você passa tanto tempo tentando respirar que acaba não sobrando muita energia“, disse Neeta Ogden, porta-voz da Sociedade Americana de Alergia, Asma e Imunologia. O congestionamento nasal, inclusive, pode trazer dificuldades no sono. Uma pesquisa realizada na França descobriu que mais de 40% das pessoas que sofriam de alergias sazonais não conseguiam ter uma boa noite de sono durante o surgimento dos sintomas.

Outros estudos mostraram que sprays nasais antialérgicos – que não precisam de prescrição médica – realmente possuem efeito aliviante e melhoram a qualidade de vida, incluindo a fadiga e problemas com sono, para quem sofre de alergias sazonais. A especialista recomenda aliar o medicamento a uma dose diária de anti-histamínicos não sedativos, que bloqueiam a ação da histamina, componente que ativa os sintomas nasais da rinite. Para melhores resultados, o tratamento deve ser iniciado antes do início dos sintomas. No entanto, é recomendado consultar o médico para uma avaliação prévia.

Sono de qualidade

Segundo estudo da Associação Brasileira de Medicina do Sono, estima-se que 32,8% da população da cidade de São Paulo sofra de apneia obstrutiva do sono, uma síndrome que é caracterizada pela respiração superficial ou pausas na respiração enquanto dorme. Se esse for o seu caso, você pode se sentir confuso e com dificuldade de atenção durante o dia, mesmo tendo dormido o mínimo de sete horas.

A maior parte dos casos pode ser diagnosticada em testes feitos em casa, segundo Raj Dasgupta, professor de medicina do sono da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos. Casos mais leves podem ser tratados com pequenas mudanças no estilo de vida, como perder peso e diminuir o consumo de álcool, principalmente antes de dormir.

Exercícios físicos

O treino é um ótimo aliado para aumentar a disposição. “Quando nos exercitamos, liberamos adrenalina. O hormônio, na verdade, faz com que o corpo ignore os sentimentos de dor e fadiga enquanto aumenta o fluxo sanguíneo para os músculos”, explicou Sabrena Jo, especialista em educação física da American Council on Exercise. Dessa forma, praticar exercícios pode deixá-lo com mais energia do que antes, um efeito que pode durar várias horas.

Um estudo mostrou que pessoas saudáveis, mas sedentárias, que começaram a se exercitar três dias por semana, 20 minutos por dia – mesmo com intensidade moderada – depois de seis semanas observaram seus níveis de energia até 20% maiores do que os que não praticavam atividade física. Porém, é importante lembrar que a ideia é deixá-lo energizado e não exausto. “Se você se sentir cansado demais é um sinal de que é preciso reduzir a intensidade,” explicou a pesquisadora.

Vitamina D

De acordo com especialistas, a vitamina D tem um papel importante na reposição de energia. Em tese, a vitamina regularia a secreção de insulina e o funcionamento do metabolismo, que afetam diretamente os níveis de energia. O nutriente também tem sido associado à melhora do humor. Se você costuma ficar cansado no inverno, por exemplo, a falta de vitamina D pode ser o problema.

Redes sociais

Sim, as redes sociais podem estar te deixando mais cansado do que você imagina e existem duas razões para isso. “De certa forma, podemos ficar deprimidos ao pensar que nossas vidas não são tão perfeitas quanto as compartilhadas nas redes sociais”, explicou Brian Primack, diretor do centro de pesquisa em mídia e tecnologia da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. “Por outro lado, assuntos negativos também podem causar efeitos. Nenhum extremo é bom.” Em um de seus estudos, Primack observou a ligação entre a quantidade de tempo gasto em mídias sociais e a probabilidade de depressão.

Como evitar esse círculo vicioso? Em vez de cortar o acesso ao Facebook, você pode selecionar o que aparece em suas atualizações. “Quando você não conhece muito bem a pessoa, as chances de acontecer mal entendidos e se envolver em discussões são maiores”, explicou Primack.”Porém, usar as mídias sociais para se conectar com velhos amigos pode ser energizante.”

Alimentação

Para melhorar sua rotina, a alimentação é peça chave. Tente substituir a proteína animal pela vegetal. Segundo Samantha Heller, especialista em dietas da NYU School of Medicine, a fonte vegetal alimenta as ‘bactérias boas’ do intestino, melhorando o sistema imunológico, assim como o próprio humor. Em uma pesquisa feita em 2015, as pessoas que seguiram uma dieta baseada em vegetais e legumes como fonte de proteínas, em 18 semanas apresentaram um aumento na produtividade.

O cardápio ideal, segundo Samantha, seria uma vitamina de frutas com leite de soja, que contém proteína, fibras e estabiliza o nível de açúcar no sangue, no café da manhã e sopa de lentilha ou salada de couve, que oferecem proteína, ferro, potássio e fibras, durante o almoço. Como lanche da tarde, frutas, nozes e castanhas são ótimas para balancear carboidratos, proteínas e gorduras, oferecendo energia. Já no jantar, saladas são a melhor opção para não sobrecarregar o organismo durante o sono.

Estímulos rápidos

Valorize o descanso. Tome um tempo para se alongar, caminhar ou se distrair. Segundo estudo da Universidade de Illinois, pessoas que fazem pequenas pausas durante tarefas que levam mais de 50 minutos trabalham melhor. Além disso, outro estudo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, sugeriu que uma caminhada de 10 minutos pode ter um efeito energizante, que pode durar até duas horas. Até mesmo mascar um chiclete pode ajudar. Segundo pesquisadores do Reino Unido, o ato pode aumentar o estado de alerta e melhorar a concentração, possivelmente porque a mastigação tende a aumentar o fluxo sanguíneo.

Não ignore o cansaço

Fique atento. Muitas vezes o cansaço requer mais do que uma boa noite de sono. A falta de energia pode ser um sinal para outras condições como anemia, doença celíaca, hipotireoidismo e doenças cardíacas. “Se o seu corpo não está produzindo hormônio da tireoide suficiente, você vai se estivesse sem combustível o tempo todo”, explicou Nada Milosavljevic.

Um estudo de 2003, publicado na revista Circulation, descobriu que 70% das mulheres que sofreram ataques cardíacos relataram sentir cansaço incomum quase um mês antes do ocorrido. “Alguns pacientes costumam dizer que se sentem cansados no peito”, disse Dana Simpler, do Mercy Medical Center, nos Estados Unidos.

A anemia, mais comum em mulheres, é a falta de glóbulos vermelhos no sangue, capazes de levar oxigênio aos demais tecidos do corpo. Na doença celíaca, mais conhecida como intolerância ao glúten, é uma reação autoimune do intestino, sendo necessária uma dieta específica eliminando a proteína. O cansaço pode ser um dos sintomas dessas condições.

 

Fonte: Veja

 

Para o caso de alguma coisa sair fora do controle, o ideal é ter um Seguro Saúde. A Sustentare conta com profissionais qualificados para lhe indicar o mais adequado para você. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/saude

05 Mai/17

O motorista profissional gaúcho é um condutor experiente. Cinquenta e dois por cento dos habilitados para dirigir profissionalmente tem mais de 20 anos de CNH. Outros 36% tem entre dez e 20 anos de habilitação.  Motofretistas, taxistas, caminhoneiros, motoristas de ônibus, micro-ônibus, tratoristas são predominantemente homens e estão distribuídos em variadas faixas etárias.  Embora mais expostos no trânsito, eles não cometem mais infrações que os não profissionais. As informações constam no levantamento do Detran/RS para o Dia do Trabalho, que traçou um perfil dos condutores gaúchos aptos para exercer atividade remunerada com o veículo.

No total, são 684 mil motoristas com o registro na CNH, sendo 76.549 que podem exercer atividade remunerada somente com a categoria B (automóveis), 522.776 com as categorias de veículos pesados (C, D e E) e 403.334 com a motocicleta. Atualmente, o Detran/RS possui o registro de 342.018 veículos de placa vermelha (categoria aluguel, que engloba o transporte de cargas e passageiros), entre eles 186 mil caminhões, 16 mil automóveis, 28 mil ônibus e quase 10 mil motocicletas.

As mulheres ainda são minoria na atividade. Enquanto elas são 34% do cadastro de condutores, entre os profissionais elas representam somente 4,8%. São 33.090 mulheres aptas a dirigir profissionalmente no Estado, contra 650.915 homens.  Motoristas que exercem atividade remunerada com o veículo distribuem-se entre as mais variadas faixas etárias, mas 30% estão entre os 31 aos 40 anos.

Mesmo dirigindo mais tempo do que a média do condutor que não exerce atividade remunerada, o percentual de infrações registradas de condutores profissionais não é muito maior do que a sua participação no cadastro de condutores: 18% das infrações com condutores identificados em 2016 foram cometidas por profissionais, grupo que representa 14% do total de condutores. Em primeiro lugar no ranking das infrações mais cometidas está o excesso de velocidade, que representa metade de todas as infrações registradas.

Segurança

O Detran/RS tem trabalhado com esses públicos para buscar reduzir os riscos na atividade laboral e os índices de acidentalidade envolvendo profissionais. Desde 2016, um grupo de trabalho que reúne empresas de transporte de passageiros e cargas estuda políticas de segurança para motoristas de ônibus e caminhões. No final do ano passado, foi criado um grupo de trabalho para pensar também a segurança dos motociclistas. O GT reúne, além do sindicato dos motoboys e mototaxistas, órgãos de fiscalização, secretaria de saúde e representantes da Justiça do Trabalho.

“Não há como falar em segurança dos profissionais do volante sem discutir as relações de trabalho. O empresário não pode exigir tabelas de horários que comprometam a segurança do trabalhador e dos demais usuários do trânsito. No caso dos motofretistas, a própria sociedade que reclama do comportamento do motoboy no trânsito, exige a entrega rápida”, avalia o diretor-geral do Detran/RS, Ildo Mário Szinvelski. “Os grupos de trabalho servem para avaliar a conjuntura e propor medidas em várias frentes. A responsabilidade pela segurança não é somente dos órgãos de trânsito. É de cada instituição envolvida e de cada pessoa individualmente”.

 

Fonte: Detran/RS

 

Se o seguro é importante para quem utiliza seus veículos para atividades não remuneradas, torna-se totalmente indispensável para os que o usam para trabalhar. A Sustentare oferece ótimas coberturas para carro e moto. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel - https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/moto

28 Abr/17

Alternativas para garantir o presente e o futuro independentemente do que acontecer na Previdência Social

Com as novas mudanças em andamento nas regras do INSS, precisamos lembrar que nada impede que ainda mais alterações aconteçam ao longo do tempo. E como sabe-se que dificilmente as mudanças serão em benefício da população, os brasileiros vêm buscando alternativas.

Como a Previdência Privada e o Seguro de Vida são cada vez mais procurados para compensar estas mudanças, convém saber como e por que estas soluções podem lhe beneficiar:

  • Compensando o aumento da idade mínima e do tempo mínimo de contribuição para aposentadoria:
    A idade mínima passa a ser de 65 anos tanto para homens quanto para mulheres, para reivindicar aposentadorias. Já para receber aposentadoria integral, será necessário contribuir por 49 anos (pode-se contribuir por menos tempo, mas não se recebe a aposentadoria integral). E o tempo mínimo de contribuição passa de 15 para 25 anos.

O que a Previdência Privada pode fazer por você:
A Previdência Privada acaba trazendo grandes vantagens no longo prazo, pois como a tributação ocorre somente no momento do resgate, os valores investidos ao longo do tempo ficam rendendo sem sofrer a perda que ocorreria em outros investimentos que tem come-cotas, por exemplo.

Outra vantagem é que mesmo o pequeno investidor passa a ter acesso a rentabilidades muito mais atrativas sem precisar de conhecimento técnico sobre investimentos. Basta manter o hábito da poupança.

Assim, a Previdência Privada acaba servindo não só para a aposentadoria, mas também para qualquer outro projeto futuro que dependa de acúmulo de dinheiro. Você ainda pode escolher entre sacar todo o dinheiro e administrar por conta própria, ou ter uma renda a partir do valor acumulado.
  • Compensando a mudança na pensão por morte:
    No caso de pensão por morte, o valor pago à viúva ou ao viúvo passará a ser de 50% do valor do benefício recebido pelo contribuinte que morreu, havendo um adicional de 10% para cada dependente do casal (chegando a 100% apenas se o casal tiver 5 filhos). As pensões também não serão mais vinculadas ao salário mínimo.

A solução através do Seguro de Vida e da Previdência Privada:
Com o Seguro de Vida, você é que determina o valor a ser deixado para quem depende de você.

E com a ajuda do corretor de seguros, ao longo do tempo pode-se fazer uma revisão: com o valor já acumulado na Previdência Privada, você pode reduzir coberturas do Seguro de Vida para o caso de morte, já que a Previdência Privada é liberada para beneficiários. E com isso, você pode, inclusive, reduzir custos com o Seguro de Vida.

  • Compensando a mudança na aposentadoria por incapacidade:
    Nos casos de condições especiais, pessoas com deficiência e aposentadoria por incapacidade, o que está sendo proposto é que trabalhadores submetidos a condições especiais de trabalho, prejudiciais à saúde, assim como as pessoas com algum tipo de deficiência, continuarão tendo “tratamento especial”, mas não poderão ser aposentar com menos de 55 anos de idade e 20 anos de tempo de contribuição.

Como o Seguro de Vida pode ajudar:
Muitas vezes as pessoas não sabem, mas o seguro de vida não tem cobertura só para deixar um valor para alguém quando o segurado vem a faltar. Também há coberturas para o próprio segurado aproveitar em vida, justamente nos casos de afastamento temporário ou invalidez permanente. Quando se tem estas coberturas contratadas, mesmo os imprevistos que nos afastam do trabalho permitem que, com as indenizações recebidas, possamos continuar nossos projetos de aposentadoria.

E uma grande vantagem tanto do seguro quanto da previdência privada: as regras não mudam ao longo do caminho. Bem diferente do que se pode esperar em relação ao INSS, não?

E para finalizar, economize e fique ainda mais tranquilo contratando com corretor de seguros em vez de com o banco.

 

Fonte: Eduardo Lara/Administradores

 

Agora que esse texto apontou as direções, contate a Sustentare para contratar um serviço de Previdência Privada e/ou Seguro de Vida. Você será orientado de qual corresponde melhor as suas necessidades. Encontre um escritório perto de você aqui: https://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

26 Abr/17

É possível adotar medidas simples e de baixo custo, que deixarão a sua residência muito melhor.

O Brasil já é o quarto país do mundo com o maior número de obras certificadas por sustentabilidade, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes Unidos, segundo dados do Green Building Council Brasil (GBC). No entanto, essa prática ainda é adotada predominantemente em empreendimentos comerciais.

“As empresas se preocupam muito com essa questão até para passar uma boa imagem ao público. Por isso estão investindo cada vez mais em práticas sustentáveis”, diz Afonso Celso Bueno Monteiro, presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP).

Monteiro acredita que esse movimento pode começar a conquistar mais adeptos também em projetos residenciais.  “As pessoas estão mais conscientes e cada um querendo também fazer a sua parte. Porém, muitas não sabem exatamente como e o que pode ser feito ou acreditam que para isso seja necessário um alto investimento”, afirma o presidente do CAU.

Uma casa deve atender a inúmeras exigências técnicas para ser considerada plenamente sustentável, desde a escolha do material utilizado na sua construção. Ainda assim, segundo o especialista, é possível adotar medidas simples e de baixo custo, como também hábitos corretos no dia a dia, que dão ótimos resultados e certamente contribuem com o meio ambiente. A seguir, ele sugere algumas práticas que podem ser facilmente adotadas para se ter uma casa sustentável:

– Quanto mais e maiores forem as janelas, melhor se aproveita a luz natural. Além de economizar energia elétrica, garante uma boa ventilação;

– Nas janelas, pode-se instalar toldos e brises, evitando o superaquecimento da casa especialmente nos dias de calor, evitando também o uso de ventiladores ou ar-condicionado;

– Prefira as lâmpadas fluorescentes ou as de LED, que são bem mais econômicas e duráveis do que as incandescentes;

– Com queda dos preços observada nos últimos anos, os painéis de energia solar estão se tornando cada vez mais acessíveis e já são uma alternativa a ser considerada para reduzir o consumo de energia elétrica;

– Responsável por um dos maiores desperdícios de água, a descarga pode se tornar mais econômica se tiver uma caixa acoplada. Com dois botões diferentes, pode-se dar descarga com apenas três litros de água (botão menor) ou seis litros (botão maior);

– Com o uso de calhas, cisternas ou tanques, pode-se coletar a água da chuva e aproveitá-la em situações que não exigem água potável, como regar o jardim, lavar carro e quintal ou até mesmo na descarga dos vasos sanitários;

– Usar torneiras com aerador (espécie de “chuveirinho”), que garante uma menor vasão de água, mas a sensação é justamente a contrária;

– Ao comprar aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, escolha aqueles que têm o selo Procel, que indica melhor eficiência energética. Ou seja, consomem bem menos.

 

 

Fonte: CicloVivo

Foto: iStock by Getty Images

 

 

Além de ter uma residência sustentável para garantir tranquilidade para o futuro, é importante adquirir um Seguro Residencial para certificar ainda mais a sua calmaria e de sua família. A Sustentare tem um ótimo Seguro Residencial para lhe indicar. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

24 Abr/17

Nesta segunda-feira, prazo termina para os veículos com placa de final 8

Os proprietários de veículos emplacados no Rio Grande do Sul devem ficar atentos aos prazos finais de pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Termina, nesta semana, o calendário de pagamento para os últimos três grupos de veículos conforme a numeração final da placa.

 

Fonte: ZH

Foto: Carlos Macedo/Agência RBS

 

Aproveite este momento de atenção com seu veículo para saber mais sobre o Seguro Automóvel da Sustentare. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel

20 Abr/17

Em tempos de crise, a retenção de bons colaboradores torna-se ainda mais imprescindível para as organizações. São os talentos que representam um diferencial para a empresa, seja pelos bons resultados que eles costumam apresentar, pelas aptidões de transformar boas ideias em lucro, entre outras qualidades. Diante de tal realidade, oferecer um plano de saúde que atenda às necessidades do corpo de colaboradores surge como diferencial estratégico.

Para termos uma ideia, a Assistência Médica é o item mais valorizado pelos trabalhadores brasileiros. Cerca de 74,6% elencam o benefício como o mais importante dentro da organização, superando até a possibilidade de participação nos lucros, segundo pesquisa recente da Catho, consultoria de recrutamento.

Portanto, disponibilizar um convênio médico que vá de acordo com as demandas e peculiaridades do quadro funcional da organização traz diversos benefícios, como, por exemplo, a redução do absenteísmo, diminuição no volume de atestados e menor rotatividade de funcionários. O benefício ainda proporciona mais segurança e tranquilidade em relação à saúde e despesas médicas dos colaboradores e seus respectivos familiares, que muitas vezes também têm o benefício garantido, o que, certamente, impacta positivamente na produtividade.

É evidente que neste momento de retração, os cortes nos gastos são muitas vezes inevitáveis, no entanto, essa prática pode até resolver um problema pontual, mas produz efeitos colaterais, como funcionários desmotivados e um ambiente de trabalho pesado. O principal erro que uma companhia pode cometer é fazer esses ajustes sem uma análise prévia.

Digo isso, pois muitas empresas estão perdendo a capacidade de manter o plano de saúde para seus colaboradores. E esse fato se dá, principalmente, pela inflação médica, que deve chegar perto de 20% neste ano de 2016, segundo projeção da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização). O avanço tecnológico, os novos procedimentos incluídos, além do aumento da longevidade da população brasileira, são os principais fatores responsáveis por essa elevação nos custos.

Ainda existem casos de empresas que acabam se perdendo na organização e gestão do plano de saúde empresarial, o que acaba causando um grande impacto financeiro negativo. Portanto, no momento da contratação ou até mesmo troca do serviço, minha orientação consiste em traçar um perfil do quadro funcional, atentando-se para sexo, faixa etária, região onde o plano será utilizado, atividade exercida, entre outras variáveis. Nesse momento, a figura do corretor pode ajudar na escolha de uma opção condizente com os desejos de cada organização.

Após a definição do melhor plano é preciso olhar com carinho para a realização de campanhas de conscientização e promoção da saúde na companhia. Essas ações são a melhor forma de evitar os excessos de uso do plano por parte dos colaboradores, o que eleva a sinistralidade e, por consequência, o valor a ser pago. Portanto, antes de cortar o plano de saúde na empresa, vale a pena estudar todas as possibilidades e também ter em mente que esse benefício é um dos principais motivadores na hora do colaborador se candidatar a uma vaga de emprego ou até mesmo de trocar um trabalho por outro.

 

Fonte: Marcelo Alves/Revista Apólice

 

Não restam dúvidas de que o Seguro Saúde é um ótimo investimento a ser feito para seus colaboradores. A Sustentare conta com profissionais preparados para indicar as coberturas ideias para a sua necessidade. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/saude-para-empresas