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14 Ago/15

Consórcio ou financiamento?

Segundo especialistas, a compra à vista é sempre a melhor opção para quem quer adquirir um bem ou serviço, já que essa forma de pagamento não inclui juros nem outras taxas. Contudo, quem não dispõe de toda a quantia necessária para arcar com os custos daquilo que deseja tem no consórcio e no financiamento opções para a antecipação desse sonho.

Comparando as duas últimas modalidades, no geral, o consórcio é indicado àquelas pessoas que não precisam do bem com urgência. “Se a pessoa tem um caminhão, por exemplo, e este precisa ser substituído para que ela consiga continuar trabalhando, talvez o consórcio não seja a melhor opção. Mas se o consumidor não tem urgência do bem e tem um perfil mais poupador, o consórcio é o mais indicado”, afirma o presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Paulo Roberto Rossi.

Além disso, pessoas com dificuldades em poupar podem encontrar nos consórcios uma oportunidade de desenvolver tal característica, já que o produto é, por natureza, uma forma de poupança “forçada”. Aqueles que possuem restrições de crédito também encontram nos consórcios uma alternativa para a aquisição de bens, visto que, segundo os especialistas, pessoas inscritas em cadastros de inadimplentes não encontram objeções para a participação em grupos de consórcios. Por outro lado, em caso de contemplação, o cotista deverá estar com a situação regularizada ou, em alguns casos, ao menos apresentar um fiador que se responsabilize pelo pagamento do saldo devedor – sem isso, a administradora do grupo poderá recusar a liberação da carta de crédito mesmo que o pagamento das parcelas do consórcio esteja em dia.

Ainda contrapondo consórcios e financiamentos, uma das vantagens do primeiro é a ausência de cobrança de taxa de juros – um encargo sempre presente nos financiamentos. No entanto, afirma o professor da FGV-RJ, quem opta por um consórcio deve estar ciente de que terá outros gastos, como a taxa de administração, o fundo de reserva e eventuais seguros.

Com o intuito de atender nossos clientes com os melhores produtos do mercado a Sustentare Seguros  trabalha com o Consórcio com os maiores grupos financeiros do Brasil. Consulte a sua filial e conheça as nossas ofertas!

Fonte http://www.infomoney.com.br/

05 Ago/15

SÃO PAULO – Marcelo Cunha do Amaral estava satisfeito com o seu trabalho de assistente administrativo na Petrobras, no Rio, e não vislumbrava a possibilidade de perder o emprego, embora não fosse concursado. Mesmo assim, no início de 2014, ao negociar a renovação do contrato de aluguel, achou interessante pagar um valor adicional que lhe garantiria que, caso perdesse a renda, a seguradora assumiria esse compromisso por um determinado período. E foi o que aconteceu em março, quando ele passou a fazer parte do índice de desemprego do país.

— A imobiliária ofereceu esse seguro, e achei interessante. Foi a primeira vez que contratei e no mês seguinte à minha demissão já procurei a seguradora. Ajudou, porque ainda não consegui encontrar outro emprego — diz Amaral.

Ele conta que o valor da indenização foi suficiente para três meses das despesas com o imóvel (aluguel e condomínio), cerca de R$ 3,6 mil — sendo que ele pagava por essa proteção, mensalmente, R$ 11,65.

PLANEJAMENTO FINANCEIRO

O tipo de proteção, atrelado à perda de renda ou à incapacidade temporária de trabalho, pode ser útil em um cenário de maior instabilidade econômica. No caso dos seguros prestamistas, que arcam com o valor das prestações de um contrato (crediário, mensalidade escolar ou aluguel), boa parte está atrelada ao risco de desemprego, no caso de profissionais que trabalham com registro em carteira. No caso de profissionais liberais (médicos, advogados) ou autônomos, é mais fácil encontrar seguros que pagam uma indenização quando ocorre um afastamento temporário do trabalho, por doença ou acidente.

É um mercado que vem crescendo, mas é claro que, em época de maior instabilidade financeira, esses produtos têm um apelo maior. O cliente que não pensava nisso, quando conhece essa cobertura passa a pensar nessa possibilidade (de perda de renda) e considera a contratação dessa cobertura — diz Karina Massimoto, superintendente-executiva de seguros do Grupo BB Mapfre.

Na avaliação de Patrick Paiva, gerente de produtos de Vida da Icatu Seguros, momentos de incerteza financeira como o atual ajudam a desmistificar o fato de um seguro de vida ser utilizado apenas quando ocorre a morte do titular. Ele explica que as apólices oferecem cobertura de renda em caso da incapacidade temporária. Para ele, a demanda por essa cobertura não tende a mudar muito devido ao cenário econômico. Já as prestamistas, que estão relacionadas à compra de um bem ou produto, como a utilizada pelo ex-funcionário da Petrobras, tendem a ter maior procura agora.

— Para o planejamento financeiro é importante. Em momentos de crise, as pessoas ficam com mais receio de consumir e faz sentido ter um seguro como esse — afirma Paiva.

Fonte: Cqcs / 04/08/2015 / Fonte: POR ANA PAULA RIBEIRO – o Globo

23 Jun/15

Sustentare Seguros , representada pelos sócios Alexandre Gravina e Leandro Gravina, participou do jantar festivo na sucursal da SulAmérica em Santa Cruz, onde teve a presença do Vice-Presidente Comercial Matias Ávila,  do Diretor Regional Sul Gilson Bochernitsan e da Gerente da Filial Lisiane Mendes e da Gerente Comercial Jaquelini Rissi.

28 Mai/15

A Sustentare Seguros, representada pelos Sócios Róger Da Fre e Rógerio Oliveira, tiveram o prazer de tomar um café da manhã com José Ferrara, Presidente da Tokio Marine, onde puderam conhecer  as estratégias da Tokio para os próximos 3 anos e também poder alinhar os objetivos da nossa grande parceria. Hoje a Tokio Marine é uma das 5 maiores parceiras da Sustentare Seguros.

07 Mai/15

O pilar que nos ajudou a crescer e evoluir, e em vocês sempre encontramos um colo fiel e seguro.

A Sustentare deseja um feliz Dia das Mães!

05 Mai/15

Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul, os números de furtos e roubos de veículos na Capital gaúcha durante o 1º trimestre de 2015 aumentaram em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2014, o total era de 2.527 carros e, neste ano, o número subiu para 3.028, o que equivale a um aumento de 16,5%. O Rio Grande do Sul, por sua vez, teve o total de 8.839 carros roubados ou furtados. Comparando este número com o de Porto Alegre, é possível perceber que 34% destas operações criminosas se concentram na Capital. É em situações assim, que nos pegam desprevenidos, que ter um seguro do automóvel faz toda a diferença. O presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul, Julio Cesar Rosa, aponta uma série de questões estruturais deficitárias que impedem o Governo Estadual de arcar com sua responsabilidade na área da segurança. “A segurança do estado e principalmente de Porto Alegre e Região Metropolitana está totalmente destruída fazendo com que atualmente esteja a mercê da sorte”, disse. Ele acredita que parcerias público privadas podem ser uma solução para um estado que se encontra com as finanças totalmente comprometidas.

Fonte: Júlia Senna e William Anthony | JRS Comunicação

 

17 Abr/15

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ressaltou a importância dos seguros e o impacto positivo desses produtos na vida das pessoas. A afirmação foi feita durante entrevista coletiva. O ministro lembrou da Semana de Educação Financeira, realizada em todo o país entre 9 e 15 de março, quando o governo manifestou seu total apoio à iniciativa devido a importância na melhoria de vida da população.

“Quando o nível de renda das pessoas sobe, abrem-se novas oportunidades do uso de serviços e produtos. É importante que as pessoas tomem conhecimento sobre como isso pode melhorar suas vidas”, disse o ministro referindo-se à educação financeira. Segundo Levy, diante da contingência de se usar um seguro, como por exemplo, um acidente que possa danificar um carro, descobre-se como é valioso ter essa proteção. Segundo ele, uma despesa inesperada pode até paralisar a vida das pessoas, ao contrário de quem possui um seguro, tem conhecimento de sua importância, e está coberto em várias situações. “O impacto disso na vida das pessoas é tremendo”, afirmou o ministro.

Joaquim Levy destacou ainda que o efeito dos seguros na qualidade de vida das pessoas é um dos papéis do mercado financeiro numa economia tão diversificada quanto a brasileira. “Temos que aproveitar isso para que seja um instrumento, não só para ser uma oportunidade de poupança, de criação de riqueza, mas também pelo impacto positivo que tem na vida das pessoas”, disse ele.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

17 Abr/15

Desde quinta feira, 2, um incêndio atinge tonéis de combustível da Ultracargo, na área do Porto de Santos. O corpo de bombeiros encontra dificuldades em conter o fogo que, pela volatilidade do material, faz com que o perigo de explosão seja grande.

Com o ocorrido, caminhoneiros e empresas de transporte já avaliam a possibilidade de pedir indenização à Ultracargo, por conta de entregas que deixaram de ser feitas pela impossibilidade de transitar no trecho da rodovia Anchieta-Imigrantes. Segundo estimativa dos profissionais de transporte, o prejuízo causado a eles pelo incêndio já chega a R$ 5 milhões.

Navios também são afetados por essa espera. Existe uma multa na operação de carga e descarga dessas embarcações que varia entre US$30 a US$50 mil por dia. As apólices patrimoniais, geralmente contratadas para ressarcimento em eventos que demandem cobertura de lucros cessantes, não costumam contemplar terceiros que não estejam diretamente ligados à produção do contratante do seguro. “Um terceiro que faz frete e é impedido por um acidente desses tem uma perda como uma pessoa jurídica, mas essa cobertura é para o dono da apólice. Por isso, os caminhoneiros e empresas de frete só estariam cobertos caso eles tivessem feito essa contratação.

Destaca-se ainda, que o que existe nesse sentido é uma especificidade do produto de lucros cessantes, que cobriria fornecedores ou compradores diretamente ligados à empresa que sofreu o incêndio. Quando você tem uma empresa que fornece um bem ou um produto a outra e elas são, de alguma maneira, dependentes, então todas as empresas envolvidas nessa cadeia de produção estariam cobertas. Esse tipo de proteção é um pouco mais difícil de ser conseguida, pois envolve uma avaliação de risco e de cadeia muito mais detalhada, já que o contratante precisa ter confiança que as outras empresas possuem práticas adequadas de gestão que não colocarão em risco a efetividade da contratação. O mercado costuma ser mais conservador com essa questão, no que diz respeito a limites de custos.

Questão Ambiental

No sábado, 4, a questão levantada foi sobre a possibilidade do incêndio ter causado danos ambientais. O Corpo de Bombeiros declarou que, de fato, uma grande quantidade de combustível se espalhou pelo depósito. Peixes mortos foram encontrados na orla da Avenida Beira-Mar, em Cubatão. Ainda não se sabe se o fato tem alguma ligação com o acidente, mas a prefeitura declarou que realizou coleta dos peixes para investigar a causa das mortes; uma amostra da água também está sendo analisada.

O seguro contra esses danos ainda é facultativo, apesar de propostas discutidas pelo governo em 2014 sobre a obrigatoriedade ou não dessa contratação. “Não é apenas o segmento petroquímico que pode causar danos ao mar e ao solo, até mesmo indústrias de alimentos possuem esse risco. Discutir essa questão é muito importante, dentro e fora do mercado de seguros, porque o impacto é muito significativo. Embora esse tipo de apólice não cubra multas, elas ajudam na reparação desse ambiente que sofreu dano em função do sinistro.

Empresas do ramo petroquímico, ou qualquer outro que tenha possibilidade de um evento severo, precisam de uma gestão forte e adequada. Nem todos os riscos são absorvidos pelo mercado. Alguns podem ser mitigados, outros transferidos e até mesmo declinados. A empresa precisa saber disso e prezar a mentalidade de proteção.

Olhar para a importância de uma contratação abrangente de um produto de lucros cessantes, por exemplo, poderá ser a garantia de minimização das perdas em momentos de crise.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

17 Abr/15

O prazo para você receber a indenização é de 30 dias. Se a seguradora demorar mais do que esse tempo, terá que pagar juros e multa, além de corrigir a importância que lhe é devida. Esses critérios, contudo, têm que constar no contrato.

Mas a contagem do prazo pode ser suspensa, quando a seguradora solicitar novos documentos para esclarecer dúvidas na análise das informações sobre o sinistro.

Lembre-se de que esse questionamento precisa ser muito bem fundamentado para não se transformar num pretexto para retardar o pagamento da indenização.

Verifique na sua apólice os documentos exigidos para cada uma das coberturas que você contratou. Já é meio caminho andado para agilizar a indenização.

Recorra a seu corretor para acompanhar o processo e, se houver necessidades urgentes, peça adiantamento da parte da indenização que já estiver reconhecida como devida.

Fonte: Tudo sobre Seguros

17 Abr/15

Uma recente pesquisa apontou que 82% dos brasileiros não possuem nenhum tipo de seguro, reforçando a falta da cultura do seguro no País. Durante o programa ‘Em Pauta’ da emissora Globonews, a colunista Mara Luquet apontou o estudo, ressaltando que a baixa popularidade do seguro deve-se à contratação sem a orientação do corretor de seguros.

“É importante entender o produto, e as pessoas não sabem comprar o seguro, fazem a aquisição em agências bancárias, por exemplo. E aí, quando vão usar, não tem cobertura, fazendo com que a experiência seja ruim”, destaca Mara.

A pesquisa ainda identificou que 41% têm seguro de automóvel, um número ainda baixo se levarmos em consideração o aumento das vendas de veículos nos últimos anos. “A primeira coisa que você tem que fazer quando compra um automóvel, principalmente se ele for financiado, é a contratação de um seguro”, acrescenta.

A colunista ainda falou sobre o seguro de residência, mencionando a pesquisa no sentido de que apenas 5% da população brasileira possui a cobertura, apesar de ser de baixo custo. “Atualmente, os produtos também contam com serviços, além da proteção contra incêndio e roubo, atraindo mais consumidores”, aponta Mara.

Dados que só reforçam a necessidade dos consumidores reconhecerem o importância dos seguros e começarem a aderir e proteger seus bens.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

17 Abr/15

Responda rápido: entre uma loja de roupas e um açougue, qual desses comércios sai mais prejudicado se houver interrupção da energia elétrica durante várias horas? A loja pode ficar sem sistema e deixar de vender, mas o açougue, além de não vender, possivelmente perderá quilos e mais quilos de carnes, deteriorados por falta de refrigeração.

Com essa comparação, o analista Adalberto Luiz, da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae, demonstra porque, antes de fazer um seguro empresarial, o empreendedor precisa avaliar as características de seu negócio, os riscos a que está sujeito e as coberturas necessárias. “Não adianta contratar um seguro generalista, um pacote pré-formatado, porque ele pode não cobrir uma necessidade específica, e o segurado ainda vai pagar por coisas inúteis”, afirma o analista. “Para um açougue, ficar sem energia representa um grande problema, logo a cobertura para esse risco deve ser maior. Já para uma loja de roupas, é obrigatório garantir-se contra incêndios e roubos, que são riscos evidentes.”

A importância do seguro para pequenas e microempresas foi debatida em palestra promovida em Brasília pelo Sebrae e Banco Central, durante a programação da 2ª Semana Nacional de Educação Financeira, em março. O recado transmitido pela entidade foi que, por falta de um seguro adequado, uma empresa que sofre um acidente pode vir a falir: “No caso de um dano de grande monta, a indenização precisa ser suficiente para o empreendedor começar tudo de novo, comprando de equipamentos a insumos. Sem um seguro adequado, a empresa, em caso de algum sinistro, pode acabar quebrando”, afirma Adalberto Luiz. Ele recomenda, como forma ideal de prevenção, que o empresário conte com a ajuda de um corretor capaz de lhe apresentar propostas de diferentes companhias adequadas aos mais variados tipos de negócios.

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

17 Abr/15

Esta modalidade apresenta várias vantagens em relação aos seguros convencionais, como:

• Redução das taxas em relação aos chamados seguros convencionais;

• Conjugação de várias coberturas em uma só apólice, com cláusulas menos restritivas e de mais fácil compreensão pelos segurados; e

• Estruturação modular com uma ampla gama de coberturas e garantias acessórias, permitindo ao segurado a escolha, entre elas, das mais adequadas às suas necessidades, o que resulta na montagem de um seguro “personalizado”.

Nos seguros compreensivos, os riscos previstos e descritos em cada uma das coberturas contratadas são garantidos ou cobertos na apólice.

O risco pode ser definido como o acontecimento possível, futuro e incerto, independentemente da vontade das partes contratantes. A concretização do risco provoca prejuízos financeiros.

Fonte: Tudo sobre Seguros

02 Abr/15

Como na maioria das situações, a preparação adequada costuma evitar surpresas desagradáveis durante a viagem. Confira uma lista de itens que você deve checar antes de pegar a estrada, mesmo se seu carro for novo:

Bagagem

Pense duas vezes ao montar sua bagagem. Quanto mais peso dentro do carro, mais combustível será gasto e mais força no freio terá que ser empregada no caso de uma parada mais brusca. Evite carregar objetos soltos no interior do veículo. Em um acidente, eles podem machucar os ocupantes.

 

Documentos

Verifique se sua carteira de motorista e o documento do veículo estão dentro da validade. Conduzir sem a documentação necessária é infração leve, gera retenção do veículo até a apresentação dos documentos, multa de R$ 53,20 e 3 pontos na carteira. Tenha em mãos o telefone para acionamento do serviço de assistência 24h (guincho, socorro mecânico, etc) de seu seguro auto em caso de emergência;

Velocidade

Não queira bancar o campeão das pistas. Pilotos correm em circuitos e não em rodovias ou vias públicas. Respeite os limites e seja responsável. Se estiver com pressa, saia mais cedo de casa e só ultrapasse com segurança. De acordo com as estatísticas do DPVAT, o Brasil é o campeão mundial em acidentes de trânsito. Prudência é item básico de segurança.

Celular

Esqueça seu celular enquanto estiver ao volante. Caso precise atender a uma ligação ou utilizar o GPS e outros aplicativos de localização, passe o aparelho à pessoa ao seu lado. Se estiver sozinho, evite atender ou pare no acostamento ou num local mais adequado.

Pneus

Verifique se os cinco pneus estão em boas condições. Uma boa maneira de verificar se está na hora de trocá-los é usando uma moeda de R$ 1. Coloque entre os sulcos, na parte mais central da banda de rodagem. Se a parte dourada estiver quase toda aparente, está na hora de comprar pneus novos. Não esqueça: estepe também é pneu e precisa ser checado e calibrado!

Uma dica importante: ao contrário do que muitos pensam, os pneus menos desgastados devem estar no eixo traseiro, já que ele é o responsável pela estabilidade do carro. Além do que, se um pneu dianteiro estourar, o motorista tem o volante para controlar o automóvel.

Triângulo, macaco e chave de roda

Checar se está tudo no lugar nem sempre é suficiente. Antes de começar a viagem, teste se todos os itens estão funcionando da maneira como deveria.

Alinhamento e balanceamento

Os motoristas costumam dar menos importância do que deveriam a esta dupla. Uma roda desbalanceada faz com que o volante vibre à medida que a velocidade aumenta. A suspensão desalinhada resulta na direção puxando para um dos lados.

Suspensão

Pancadas secas e rangidos são indicativos de problemas na suspensão.

Parte elétrica

Cheque se faróis, lanternas e piscas estão funcionando adequadamente. Trocar uma lâmpada queimada é rápido e pode prevenir acidentes. Veja também se os limpadores de para-brisas estão funcionando adequadamente, se as paletas não estão ressecadas e aproveite para encher o reservatório de água.

Fluidos

É fundamental observar se todos os fluidos do automóvel estão no nível e em condições adequadas. Principalmente porque a estrada costuma exigir mais do motor do que os trajetos do dia a dia. Por isso, escolha uma oficina e lembre de chegar o óleo do motor e da transmissão, os fluidos de freio, de direção hidráulica e embreagem, o líquido de arrefecimento, e no caso de carros flex, o nível do combustível do reservatório de partida a frio.

Extintor de incêndio

As pessoas só costumam entender a importância do extintor quando realmente precisam dele. Acredite, é fundamental. Vale lembrar que com a chegada do mês de julho, o motorista que for flagrado sem a versão ABC será multado com cinco pontos na carteira e R$ 127,69.

Percurso

Seja qual for o destino, defina o percurso com antecedência. Não conhece a estrada? A tecnologia te dá uma força. Se não tiver um GPS disponível, não faltam aplicativos para celular que substituem o aparelho. Uma boa dica é lembrar de definir o trajeto antes de pegar a estrada. Com ele pré-definido, o GPS continua funcionando mesmo nos trechos em que sua operadora deixá-lo na mão.

Fonte: Diário de Pernambuco

01 Abr/15

A diferença entre os dois está no contrato firmado pelo segurado e a companhia de seguros, sendo possível incluir todos os automóveis numa única apólice.

Da mesma forma que o seguro automóvel individual, o de automóvel frota é facultativo e garante: indenização por danos acidentais causados ao veículo, ou por roubo ou furto (ou suas partes); ressarcimento por danos materiais ou pessoais causados pelo veículo a terceiros; indenização aos passageiros acidentados do veículo (ou seus beneficiários); e assistência ao veículo e seus ocupantes, em caso de acidente ou pane.

A contratação do seguro é feita por meio de uma proposta. Esta, por sua vez, gera uma apólice, que é o contrato entre o segurado e a seguradora. O seguro automóvel frota costuma depender da análise de inúmeros aspectos, como: quantidade de veículos, histórico de sinistros, comportamento e características do grupo segurado, bônus, forma de cobrança e região de circulação, entre outros.

Este seguro também permite comprar – separadamente ou de forma combinada – a cobertura do casco (veículo) e a de danos corporais e materiais a terceiros (Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos – RCF-V), abrangendo o pagamento dos honorários de advogado e de custas judiciais.

Além dessas garantias, podem ser acrescentadas as coberturas para acidentes pessoais de passageiros (APP) e também contra danos à carroceria blindada e aos objetos transportados, entre outros benefícios.

Fonte: Tudo sobre Seguros

31 Mar/15

Ao preencher a declaração de saúde, o segurado deve informar verdadeiramente as suas condições de saúde e histórico médico. Nenhuma informação deve ser desprezada, até por que muitas delas não vão interferir na aceitação do seguro ou no valor do prêmio, como ter quebrado algum osso, sem que isso tenha deixado sequelas; e cirurgias para retirada das amídalas ou apêndice; entre outros episódios que não interferem no estado de saúde atual do segurado.

Mesmo quadros de saúde mais complexos, como insuficiência cardíaca ou doenças preexistentes, como renal, diabetes ou hipertensão arterial, entre outras, devem ser informadas. São dados que a seguradora vai utilizar para calcular o valor do prêmio do seguro.

É melhor pagar um seguro mais caro (compatível com o risco real que representa) do que ter um seguro de vida que não cumprirá sua finalidade ou representará desgaste e atraso no pagamento da indenização.

As seguradoras têm instrumentos e pessoal especializado para identificar casos de má-fé por parte do segurado ou de seus beneficiários ou de agravamento intencional do risco que provocou o sinistro.

O relacionamento correto e honesto de ambas as partes é a melhor maneira de evitar prejuízos e aborrecimentos.

Fonte: Tudo sobre Seguros

30 Mar/15

É desagradável quando acontece algo com seu carro. Se você tem seguro, o problema é bem menor.

Em caso de um acidente com o valor do conserto superior a 75% do valor do carro, a seguradora irá reembolsar. O mesmo vale se o veículo for roubado ou furtado. Neste caso, tem um prazo de 30 dias para encontrá-lo. Se achado, ela devolverá o seu carro, caso contrário, pagará a indenização.

O pagamento é feito de duas formas: se você adquiriu um veículo zero quilômetro e o sinistro ocorreu em até três meses, a seguradora paga o valor de um carro novo, que é a garantia de reposição pelo Valor de Mercado. Mas é necessário que você tenha feito o seguro até três dias após a compra do carro, comprovando pela nota fiscal. Neste período, o seu carro não pode ter se envolvido em nenhum acidente. As seguradoras oferecem a ampliação deste prazo para seis meses.

Outra situação é para veículos seminovos. O cálculo é feito a partir da tabela Fipe no momento da ocorrência. Também são consideradas as coberturas extras, como acessórios, se você tiver contratado. A seguradora pode lhe reembolsar em espécie ou pagar direto à revenda, caso você já tenha escolhido um novo carro. Mas eles precisam ser similares em qualidade para que a seguradora aceite.

O carro era financiado? As seguradoras oferecem a possibilidade de quitar a sua dívida junto à financeira e se houver diferença de valor ou a seguradora reembolsará ou você terá que pagá-la. Para o cálculo é considerado o valor de mercado e valor devido. Outra opção é você escolher outro carro e manter o financiamento. Neste caso, se o valor do bem for acima do anterior, você paga a diferença.

Para receber a indenização é necessário que todos os documentos sejam entregues corretamente. O primeiro passo é informar sobre a ocorrência do sinistro. Depois preencher o formulário de aviso e apresentar a documentação, incluindo o documento de transferência do veículo, preenchido em nome da seguradora e com o valor da indenização.

Com a documentação entregue, a seguradora tem até 30 dias para fazer o pagamento. Porém, é necessário que esteja com o seguro em dia e com a documentação do carro em ordem. A seguradora tem um prazo de 15 dias para que seja dada baixa do veículo junto ao Detran.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

27 Mar/15

Por lei, condomínios precisam garantir a proteção do patrimônio comum dos proprietários por meio da contratação de apólices contra danos ou prejuízos às edificações.

Seja comercial ou residencial, muitos são os prejuízos que um condomínio pode ter em função de estragos provocados por intempéries como chuvas de granizo, incêndios, explosões, raios, desabamentos, vendavais, quebra de vidros e outras situações. Por esse motivo, a existência de um seguro é obrigatória para os condomínios e os síndicos são os responsáveis por sua contratação, que deve ser feita anualmente, conforme previsto pelo Código Civil Brasileiro. Além de garantir a contratação do seguro, o síndico também deve se atentar às cláusulas da apólice, pois, como se sabe, quanto maior a cobertura, maior a segurança.

Justamente por proteger o patrimônio de muitas pessoas, o seguro para condomínios é de extrema importância. Confira o porque da necessidade da contratação do seguro e quais as coberturas existentes (básica e adicionais):

 

Qual a necessidade de contratar os seguros?

Além de ser exigência legal, a contratação do seguro protege o bem comum dos proprietários e a Responsabilidade Civil do síndico e do próprio condomínio.

 

Quando os seguros são contratados, quem fica responsável pelo pagamento? Em caso de sinistros, quem deve acionar o seguro?

A contratação dos seguros pode ser de responsabilidade do síndico ou da administradora. Na maioria das vezes quem aciona é o próprio síndico.

 

Quais os tipos de seguros que podem ser contratados por síndicos e administradoras para os condomínios?

Podem ser contratados os seguros patrimoniais, com o objetivo de proteger o patrimônio comum, ou seja, garantir proteção contra danos ou prejuízos às edificações do condomínio. Dentro dessa apólice são agregadas as coberturas de Responsabilidade Civil Síndico e Condomínio. O Seguro Condomínio oferece coberturas para proteger o condomínio, seu condôminos, funcionários e síndicos. Simples de contratar, este produto é desenvolvido para condomínios verticais, residenciais, comerciais, mistos, escritórios e/ou consultórios, flat e apart-hoteis, bem como condomínios residenciais horizontais. Além das coberturas tradicionais, também é possível optar, em casos de emergência, por serviço de Assistência 24 horas, como chaveiro, segurança e vigilante, eletricista e limpeza de caixa d’água, de acordo com as condições de cada seguradora. Atualmente, o Seguro Condomínio opera com duas modalidades: condomínio simples e condomínio amplo, sendo:

 

Condomínio Simples:

Cobertura básica: incêndio, queda de raio, explosão, fumaça e queda de aeronaves

 

Condomínio Amplo:

Cobertura básica Ampla: Incêndio, Queda de Raio, Explosão, Queda de Aeronave, Fumaça, Alagamento, Danos Elétricos, Derrame de água ou outra Substância Líquida de Instalações de Chuveiros Automáticos (Sprinklers), Desmoronamento, Equipamentos Eletrônicos, Equipamentos Móveis e Estacionários, Impacto de Veículos, Quebra de Máquinas, Quebra de Vidros e Anúncios Luminosos, Roubo de Bens do Condomínio, Tumulto, Greve ou Lock-out, Vazamento de Tanques e Tubulações, Vendaval, Ciclone, Furacão, Tornado e Granizo e demais eventos que possam causar perdas ou danos materiais.

 

No entanto, além da cobertura básica, coberturas adicionais também podem ser contratadas, como:

  • Acidentes Pessoais Funcionários (Morte Acidental e IPA);
  • Auxílio Funeral;
  • Despesas fixas;
  • Lucros Cessantes;
  • Responsabilidade Civil – Condomínio;
  • Responsabilidade Civil – Danos Morais;
  • Responsabilidade Civil – Empregador;
  • Responsabilidade Civil – Guarda de Veículos de Terceiros – Compreensiva;
  • Responsabilidade Civil – Guarda de Veículos de Terceiros – Parcial;
  • Responsabilidade Civil – Portões Automáticos;
  • Responsabilidade Civil – Síndico;
  • Roubo e/ou Furto Qualificado de Valores do Condomínio em Mãos de Portadores;
  • Roubo e/ou Furto Qualificado de Valores do Condomínio no Interior do Estabelecimento;
  • Vida em Grupo – Funcionários do Condomínio (Morte e IPA);
  • Vida em Grupo – Funcionários do Condomínio (Morte, IPA e IPDF);
  • Perda/Pagamento de Aluguel para Condôminos;
  • Responsabilidade Civil para Condôminos;
  • Roubo e/ou Furto Qualificado para os Bens de Condôminos.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

27 Mar/15

Os desdobramentos de um eventual acidente, que cause involuntariamente danos materiais ou corporais a outras pessoas, são difíceis de prever.

O seguro de responsabilidade civil geral representa uma proteção para situações que fogem do nosso controle. No caso de você se envolver em um acidente e ser responsabilizado ou condenado na Justiça a indenizar a vítima pelos prejuízos que causou, esse seguro poderá ser fundamental para ajudá-lo a resolver boa parte do problema.

Se você tem um seguro de automóvel, provavelmente contratou esse tipo de proteção adicional. Pense nas consequências de você ser responsável por um acidente de trânsito que levasse a vítima à morte ou à invalidez, temporária ou permanente.

As suas responsabilidades começariam com a conta do tratamento médico, podendo ter que indenizar a família da vítima e até pagar uma pensão vitalícia, se fosse ela quem sustentasse a casa. A indenização, em um caso desses, é bem elevada.

A cobertura adicional de responsabilidade civil do seguro de automóvel amortece bastante um prejuízo desses. Mas é bom lembrar que a proteção, nesse caso, só vale para acidentes causados pelo veículo que foi segurado.

Fonte: Tudo sobre Seguros

26 Mar/15

O que acontece se, durante o banho e a tosa de um gato, o pet shop acidentalmente ferir o animal?

A depender da gravidade do problema, é possível que o proprietário do estabelecimento seja processado na Justiça e condenado a pagar uma indenização. No caso de pequenos negócios, processos do tipo podem ser fatais.

Diferente das grandes empresas, os pequenos e médios negócios em geral não possuem departamentos jurídicos ou de manutenção. Quando surgem problemas, os custos e o tempo para resolvê-los podem atrapalhar ou até mesmo falir a empresa.

A limitação foi vista como uma oportunidade pelas seguradoras, que investem em coberturas específicas para o segmento dos pequenos e médios negócios.

É também uma aposta em um mercado com alto potencial de expansão: segundo pesquisa da RSA Group, quase 70% das pequenas e médias empresas brasileiras não têm nenhum tipo de seguro.

Para cerca de um terço dos entrevistados, o seguro não é importante, além de ser caro. Além de o brasileiro não ter uma cultura tão forte de seguros como o americano, há um desconhecimento dos valores.

“Quando contratamos o seguro, nós ficamos pensando ‘estamos jogando dinheiro fora’. Mas e se acontecer um imprevisto?”, diz Maíra Fontana, 34, dona da empresa de tecnologia Sales Talent. Fontana contratou um seguro para a frota de carros que leva os consultores até os clientes pouco depois de fundar a empresa, há três anos.

A preocupação dela mostra que a visão sobre os seguros começa a mudar entre empresas mais novas.

“Os empreendedores que atuam em novos negócios estão preocupados em se resguardarem, justamente por estarem na área do pioneirismo”, diz Pedro Monteiro, 28, sócio da Compartibike. A empresa, fundada em 2010, contratou o seguro quando iniciou sua operação de aluguel de bicicletas.

“Nós tínhamos muito claro que precisaríamos de um seguro de responsabilidade civil, porque nós acompanhamos o que acontece no exterior e vemos que acontecem acidentes e até mortes.”

O principal diferencial é cobertura por indenização, caso um cliente sofra um acidente com uma bike alugada. “Nós não temos tamanho para tomar um processo de milhões por uma morte”, afirma Monteiro.

O sinistro deve ser sempre algo imprevisto e acidental. Mas a questão é que, quando ele acontece, ele pode acabar com um negócio.

Para negócios mais comuns, como pet shops e salões de beleza, as seguradoras já possuem um catálogo de proteções adaptadas. Além da proteção básica contra incêndio, salões podem contratar cobertura contra danos corporais causados por queimadura por uso de chapinha, e escolas, contra problemas causados por alimentos vendidos na cantina.

Fonte: Folha de S.Paulo