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Seguro: A Melhor Opção para um Futuro Protegido


Seguro é aquela coisa que você compra para não usar. Portanto, você reluta. É muito mais gostoso gastar dinheiro com algo que você vai usar, consumir, degustar, aproveitar, certo?

Mas, na hora do sinistro: “graças a Deus, que eu tenho seguro!”. Esta seria uma frase dita até por ateus.

No Brasil, a cultura de seguros ainda está em ascensão. Talvez isso se deva ao fato de o brasileiro ter uma cultura mais imediatista e dificuldades em pensar no futuro (e nos riscos). Por isso, prefere comprar algo parcelado em vez de juntar o dinheiro e talvez conseguir melhores negociações.

No Japão, por exemplo, o hábito de comprar seguros é bem mais disseminado. Veja o que diz João Baptista de Oliveira (J. B. Oliveira), consultor empresarial, durante o evento “Cultura do Seguro”: “no Japão, o seguro é culturalmente reconhecido como importante aliado na preservação da vida e do patrimônio. As crianças participam das campanhas de preservação contra catástrofes promovidas pelas seguradoras desde muito pequenas” (informação: Revista Cobertura).

O resultado dessa tradição, segundo ele, é que nada menos 95% da população japonesa possui algum tipo de seguro. Já no Brasil, o quadro é completamente diferente. Apenas 35% dos brasileiros possuem algum tipo de seguro. São 185 milhões de brasileiros sem seguro de vida, 58 milhões de residências não têm cobertura, bem como 38 milhões de automóveis.

Apesar de o setor de seguros no Brasil ser correspondente a 6% do PIB, ainda somos o 13º país em quantidade de prêmios e apenas o 43º em valor de prêmios per capta. Em geral, os brasileiros que possuem certa organização e renda financeira só pensam em seguro quando têm um carro. Claro que este tipo de proteção é importante dados os riscos, porém há outros seguros importantes e que protegem bens mais valiosos.

É o caso do seguro da casa. Os seguros residenciais atingem um pouco mais de 13% em 2015, segundo estudo feito pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) divulgado em setembro. São apenas 13,3% seguradas de 68 milhões de residências no Brasil.

Um dos motivos pode ser a desinformação pois muitos acreditam que o seguro residencial seja mais caro do que o seguro do automóvel. Alem de muito mais barato, uma casa é bem mais valiosa, por isso, se contar a proporção entre o valor pago e o valor da cobertura, este tipo de seguro é até 80% mais barato do que o de automóvel

Uma casa, muitas vezes, é a conquista de uma vida toda para uma família. Mesmo assim, o brasileiro se preocupa menos em protegê-la. É também o caso dos seguros de vida, muito importantes para pessoas que possuem dependentes, por exemplo.