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14 Nov/16

No ano que vem, dez datas poderão ser emendadas de um total de 14 feriados

Ainda faltam 47 dias para 2016 terminar, mas para quem é ansioso o momento já é de contagem regressiva. Para os que gostam de feriados prolongados, uma boa notícia: em 2017, serão dez datas que podem ser emendadas de um total de 14 feriados. São aqueles feriados que caem em segundas, terças, quintas ou sexta-feiras. Em tempo: no ano que vem, apenas a Confraternização Universal de 1º de janeiro e a Páscoa serão celebradas em domingos.

Em fevereiro de 2017, o Dia de Nossa Senhora dos Navegantes (2) – feriado municipal em Porto Alegre – será numa quinta-feira, e o Carnaval (28), como todos os anos ocorre numa terça. Em abril, além do feriado da Paixão de Cristo (dia 14), sempre na sexta-feira, Tiradentes (dia 21) também cai no mesmo dia da semana. Em maio de 2017, o Dia do Trabalho (1º) será numa segunda-feira, e Corpus Christi (dia 15), numa quinta-feira.

Em setembro, a data de Independência do Brasil (dia 7) cairá numa quinta-feira. No último trimestre do ano, mais três feriados prolongados: primeiro em outubro, no Dia de Nossa Senhora Aparecida (12), que será numa quinta-feira, depois em novembro, com Finados (2), no mesmo dia. Por fim, a celebração de Natal (25) cairá em uma segunda-feira.

 

Fonte: ZH Vida e Estilo

 

A existência destes feriados é a oportunidade perfeita para realizar aquela viagem que está há tempos nos seus planos. Com a Sustentare você viaja seguro. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/viagem

10 Nov/16

Os planos de previdência privada tendem a ganhar força no planejamento familiar, em especial para pais com crianças pequenas. Com índices cada vez maiores de longevidade, a população brasileira deverá ter mais idosos que jovens nas próximas décadas.

Além disso, os ajustes pelos quais a previdência social deverá passar nos anos que estão por vir poderão fazer com que muitas pessoas trabalhem durante mais tempo, o que deverá impactar de maneira especial a população mais jovem.

Por meio de pequenas contribuições mensais, é possível acumular recursos para garantir uma aposentadoria confortável ou ainda para que ao longo da vida, os jovens possam pensar em cursar universidades de ponta, fazer viagens de intercâmbio, adquirir o primeiro carro ou mesmo iniciar um negócio próprio.

A adesão a um plano pode acontecer a partir de aportes mensais de R$ 100. Aos 18 anos, uma pessoa cujos familiares tiverem aderido a essa opção terão aproximadamente R$ 25 mil disponíveis. Aos 21, essa quantia atingirá R$ 34,5 mil. Já os que optarem por resgatar esse valor aos 30 anos, poderão contar com R$ 78 mil.

O volume a ser resgatado pode ser maior, na medida em que as contribuições crescerem. A tabela exemplifica a reserva a ser atingida a partir de um plano feito na infância.

“Diante de um cenário de diversas mudanças, adotar um plano de previdência para os filhos será uma atitude fundamental para ajudá-los a planejar suas despesas no futuro, dando segurança para que eles possam investir em suas carreiras em algumas décadas”, diz Maristela Gorayb, diretora de Previdência e Vida Resgatável da Mapfre.

“Por isso, é importante que a família entenda que planos de previdência não são destinados apenas a adultos que estejam de olho na aposentadoria. Pelo contrário: as opções existentes no mercado podem também integrar o planejamento financeiro e oferecer recursos para que os jovens possam inclusive pensar em empreender quando puderem decidir suas vidas”, diz a executiva.

Modalidades

São oferecidos planos nas modalidades PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livre) e VGBL (Vida Geradora de Benefícios Livres). A escolha do produto que melhor atende à situação tributária do cliente está vinculada ao tipo de Declaração de Imposto de Renda que feita por ele.

No PGBL, as contribuições terão direito ao incentivo fiscal de dedução da base de cálculo do Imposto de Renda, limitado a 12% da renda bruta anual. Quando for efetuado o resgate do saldo e /ou o recebimento do benefício de aposentadoria, o valor total recebido (contribuições + rendimentos) terá incidência de IR retido na fonte, de acordo com o regime tributário escolhido na adesão ao Plano. Portanto, para quem utiliza o modelo completo na Declaração de Imposto de Renda e pretende contribuir até 12% da sua Renda Bruta Anual, o produto mais indicado é o PGBL.

Já no VGBL, as contribuições não terão direito ao incentivo de dedução da base de cálculo do IR. Quando efetuado o resgate do saldo e/ou recebimento do benefício de aposentadoria, somente os rendimentos (juros) sofrerão a incidência do IR, conforme o regime tributário escolhido pelo cliente na adesão ao Plano. Quem utiliza o modelo simplificado na Declaração de Imposto de Renda o produto mais indicado é o VGBL.

 

Fonte: Revista Apólice

08 Nov/16

Mais de 76% dos acompanhantes mostraram algum nível de fragilidade.
Estudo desenvolvido por enfermeira de São Carlos avaliou 351 pessoas.

Uma pesquisa da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade de Campinas (Unicamp), alerta para a fragilidade dos cuidadores de idosos.

O estudo, desenvolvido pela enfermeira Bruna Luchesi com 351 pessoas, mostra que muitos acompanhantes que também já passaram dos  60 anos já não têm mais condições adequadas para exercer a atividade.

Segundo o levantamento, 76,3% dos cuidadores com mais de 60 anos mostraram algum nível de fragilidade.

“A fragilidade é medida em cinco componentes: perda de peso, fadiga, baixa força, diminuição da velocidade da caminhada e baixa prática de atividade física. Então isso indica que esses cuidadores estão de alguma forma ou em processo de fragilização ou eles já são frágeis. E se eles estão cuidando de alguma pessoa que também é idosa, essa fragilidade pode de alguma forma atrapalhar a maneira como o cuidado é prestado”, explicou.

A pesquisadora também avaliou a capacidade cognitiva, analisando níveis de memória, atenção e comunicação, por exemplo, e 44,1% dos cuidadores idosos mostraram alteração negativa nos testes.

“Se esse cuidador, por exemplo, tem algum déficit de memória, ele esquece de dar o remédio para o idoso que ele cuida, isso também vai prejudicar os dois. Ou se ele esquece o fogão ligado enquanto ele está preparando o café, preparando uma refeição, isso pode causar algum acidente”, alertou Bruna, que espera que os dados ajudem na criação de políticas publicas.

“São necessárias políticas públicas voltadas para esse cuidador, programas de acompanhamento de idosos, pessoas que também possam ajudar esse idoso a cuidar, como por exemplo um filho”, defendeu.

Em família

Antônio e Floripes Rissardi representam bem essa realidade. Ele, com 67 anos, é quem cuida dela, que está com 65 anos e tem sofrido com vários problemas de saúde.

“Ele cuida de mim, da casa, do cachorro, dos meus filhos, cuida de tudo”, contou a aposentada. “Na medida do possível, né? Até café da manhã eu levo para ela na cama quando ela está com as crises, os problemas dela, almoço, tudo na cama”, emendou o marido.

O problema é que ele não sente mais a mesma energia que sentia anos atrás. “Fisicamente a gente vai cansando”.

 

Fonte: G1

07 Nov/16

Índice é 49% maior que o registrado na cidade de São Paulo, em 3º lugar. Roubo de veículos teve 1.115,7 ocorrências para cada 100 mil carros.

A cidade de Porto Alegre registrou a maior taxa de roubo e furto de veículos entre as capitais brasileiras em 2015, conforme dados divulgados pelo 10º Anuário Brasileiro da Segurança Pública.

A taxa registrada na capital gaúcha foi de 1.610,8 roubos e furtos para cada 100 mil veículos. O índice é 35% maior que o registrado pela segunda capital com maior incidência dos mesmos crimes, Porto Velho (1.195,8), e 49% maior que o registrado em São Paulo (1.080,6).

Não há números de furtos e roubos na capital do Amapá, Macapá, no relatório.

Os dados compilados pelo anuário apontam ainda que a taxa registrada no ano passado para estes crimes na capital gaúcha tiveram um aumento de 21,6% em relação a 2014.
Quando é feita uma análise separada entre o furto – que é a subtração do bem – e o roubo de veículo – que caracteriza-se pela ameaça da vítima – é possível verificar que o crime violento teve aumento maior no número de ocorrências.

Crime violento tem mais ocorrências

Isso pode ser exemplificado pela taxa de roubos de veículos em Porto Alegre, que configura como a maior do país, com incidência de 1.115,7 ocorrências para cada 100 mil veículos.

O aumento deste tipo de crime entre os anos de 2014 e 2015, de 33,8%, o terceiro maior do Brasil, ficando atrás apenas da variação registrada nas cidades de Porto Velho (2º), em Rondônia, e Rio Branco (1º), no Acre.

Já o furto de veículos, que é o crime sem ameaça da vítima, teve aumento de 1% em Porto Alegre no número de ocorrências em 2015, em comparação com o ano anterior.
Ao mesmo tempo em que parece estabilizada, a taxa de furto de veículos em Porto Alegre é a terceira maior do país, com 495,1 ocorrências por 100 mil veículos.

Números da Polícia Civil em 2016

Os dados compilados no anuário nacional se referem a 2015. Em levantamento da Polícia Civil repassado à RBS TV em outubro, a informação era de queda de 10% no crime de roubo de veículos nos primeiros nove meses de 2016 em relação ao mesmo período no ano anterior.

Em números absolutos, foram 6.464 veículos levados, uma média de 23 por dia, ou seja, quase um por hora. Mesmo em queda, os números ainda assustam. Assim como a violência empregada nas ações, uma vez que em 13 dos casos o roubo terminou com a morte das vítimas.

Os dados da Polícia Civil ainda apontam que 48% dos roubos de carros em Porto Alegre aconteceram entre as terças e quintas-feiras, e 47% das ocorrências das 18h à 0h, período no qual os motoristas ficam mais vulneráveis.

Dos dez bairros com maior incidência de roubo de carros, oito ficam na Zona Norte da cidade. Para a polícia, a explicação é simples: a região facilita a fuga dos ladrões para as cidades da Região Metropolitana. O campeão das estatísticas é o Rubem Berta. De cada dez roubos de carros na capital, dois acontecem nesse bairro.

Na sequência aparecem Sarandi, Petrópolis, Itu-Sabará, Passo D’Areia, Floresta, São João, Rio Branco, Navegantes e Cristo Redentor.

 

Fonte: Seguro Gaúcho

04 Nov/16
Região é a última do país a colocar um número 9 entre o DDD e o número do celular. Período de transição irá até fevereiro de 2017.

A partir de domingo, 6 de novembro, os números dos celulares nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul terão mais um dígito. Deverá ser acrescentado o 9 antes do número telefônico para ligar para celulares dos DDDs 41, 42, 43, 44, 45 e 46 (PR); 47, 48 e 49 (SC); 51, 53, 54 e 55 (RS).

Segundo a Anatel, A medida tem entre seus objetivos “aumentar a disponibilidade de números na telefonia celular, dar continuidade ao processo de padronização da marcação das chamadas e garantir a disponibilidade de números para novas aplicações e serviços”. Ligações para telefones fixos não sofrerão alterações, permanecendo com oito dígitos.

O dígito 9 deverá ser acrescentado à esquerda dos atuais números, que passarão a ter o seguinte formato: 9xxxx-xxxx. As chamadas feitas com 8 dígitos e com 9 dígitos serão completadas normalmente de 6 de novembro de 2016 a 15 de novembro de 2016. As chamadas com 8 dígitos receberão mensagem sobre a mudança de 16 de novembro até 13 de fevereiro de 2017.

O nono dígito deverá ser acrescentado, no momento da discagem, por todos os usuários de telefone fixo e móvel que liguem para celulares nos estados mencionados, independentemente do local de origem da chamada.

O sul será a última região do país a receber o nono dígito, encerrando a implementação regulamentada pela Anatel que teve início em 2012. O Brasil registrou em agosto deste ano, 252.081.484 linhas de telefonia móvel. A região Sul registrou um total de 36.884.754 de linhas de celulares. Desse total, são 13.943.432 de linhas no Paraná, 14.650.250 de linhas no Rio Grande do Sul e 8.291.072 de linhas em Santa Catarina.

Aplicativos
Quem quiser mudar os números de suas agendas de smartphone automaticamente, pode recorrer aos aplicativos especializados. Tanto Embratel como Oi oferecem programinhas para acrescentar o número nome no devido lugar. Ambos os apps estão disponíveis para download nas lojas de Google e Apple, sob o nome Embratel 9º Dígito e Oi 9º Dígito.

 

Fonte:  Tele.Síntese

03 Nov/16
Mês de novembro e segunda quinzena de janeiro são os melhores momentos para economizar até 40% nas passagens aéreas

O período das férias do verão brasileiro é um dos mais caros para se viajar e um dos mais procurados também. No entanto, pesquisando bem e buscando as datas menos concorridas é possível economizar. Para ajudar os turistas brasileiros nessa escolha, o site de busca de passagens aéreas e hospedagem Skyscanner mapeou as semanas dos próximos meses de acordo com os gastos previstos nas viagens.

De acordo com a pesquisa, o mês de novembro, que antecede o início do verão, é o melhor momento para viagens pelo Brasil, Estados Unidos, Europa ou América do Sul. Quem deseja conhecer os EUA pode optar pela primeira semana de novembro, que está 37% mais barata do que a primeira semana de janeiro, considerada a mais cara, segundo o levantamento. Na mesma época, as viagens para a Europa também estão 42% mais baratas.

Já para quem só conseguem viajar no período de férias escolares, o ideal é aproveitar a semana do dia 08 de dezembro. Nesse período, é possível economizar até 8% nas passagens aéreas para o Brasil, 14% para os Estados Unidos, 16% para Europa e 15% para América do Sul, todos em comparação com a última semana do ano.

“Historicamente, entre os dias 22 a 31 de dezembro, é o período mais caro para se viajar tanto no Brasil quanto para o Exterior. Porém, a análise do Skyscanner mostra que, como a virada de 2016 para 2017 será em um fim de semana, a primeira quinzena de janeiro deve ser evitada, pois os preços estão relativamente mais altos”, comenta Mark Crossey, gerente de produto para a América Latina do Skyscanner.

Ainda segundo o levantamento, para a alta temporada do verão, o mais indicado é viajar depois do dia 19 de janeiro. Na comparação com a primeira semana do ano de 2017, os viajantes conseguem economizar até 26% nas viagens para destinos europeus, 23% para os Estados Unidos, 12% dentro do Brasil e 7% para outros destinos na América Latina.

O mais importante é tentar evitar o período que vai de 15 de dezembro de 2016 e 12 de janeiro de 2017, quando os preços dos voos para praticamente todos os destinos estão muito mais caros, chegando quase ao dobro do seu preço original.

 

Fonte: Veja

31 Out/16
Valores serão aumentados em até 66%; veja exemplos.
Usar celular passará de infração média para gravíssima, de R$ 293,47.

As infrações de trânsito cometidas a partir do próximo dia 1º terão penalidades mais pesadas. O aumento das multas, anunciado em maio último, será de até 66%, e os valores irão de R$ 88 (infração leve) a R$ 293,47 (gravíssima).

Algumas infrações serão agravadas: usar o celular ao volante, por exemplo, que é enquadrado como “dirigir com apenas uma das mãos”, passará de grau médio para gravíssimo.

Assim, a multa saltará dos atuais R$ 85,13 para R$ 293,47, e os pontos na carteira de habilitação subirão de 4 para 7.

Ainda para o celular, o texto da lei passa citar que é infração segurar ou manusear o aparelho. Assim, o motorista que manda mensagens de texto ou fica olhando sites ou redes sociais também poderá ser punido, mesmo quando estiver parado no semáforo.

Veja o que mudará nos valores de multas a partir de 1º de novembro:

Infração leve
- De R$ 53,20 para R$ 88,38 (aumento de 66%)
Exemplos: parar sobre a faixa de pedestres ou calçada, usar a buzina em local ou horário proibidos pela sinalização.

Infração média 
- De R$ 85,13 para R$ 130,16 (aumento de 52%)
Exemplos: transitar em horário ou local proibidos (o “rodízio” em São Paulo, por exemplo), dirigir com o braço para fora, farol ou lanterna queimados.

Infração grave 
- De R$ 127,69 para R$ 195,23 (aumento de 52%)
Exemplos: estacionar sobre faixa de pedestres ou ciclovia, não dar seta, conduzir o veículo em mau estado de conservação (pneu careca, por exemplo).

Infração gravíssima 
- De R$ 191,54 para R$ 293,47 (aumento de 53%)
Exemplos: falar ou manusear celular ao volante, estacionar em vagas reservadas para deficientes e idosos, dirigir sem carteira de habilitação, disputar racha (multiplicada por 10), forçar a ultrapassagem em estradas (multiplicada por 10) e recusar fazer o teste do bafômetro (multiplicada por 10).

Por que vai subir?
As multas básicas não sofriam reajustes desde 2000, quando o antigo indexador do valor das multas (Ufir) foi extinto. Em 2002, uma resolução fixou o valor atual em reais. Desde então, não houve correção. As elevações que ocorreram foram para certas infrações consideradas mais perigosas e por meio de um fator multiplicador.

O aumento foi anunciado em maio último, com prazo de 180 dias para começar a valer. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) ainda poderá corrigir os valores das multas anualmente, com reajuste máximo dado pela inflação (IPCA) do ano anterior.

Recusa ao bafômetro
Quando a mudança entrar em vigor, as multas mais pesadas, que são as infrações gravíssimas com multiplicador de 10 vezes, passam a ser de R$ 2.934,70.

Este é o valor previsto para quem é pego disputando racha ou forçando a ultrapassagem em estradas, por exemplo.

Também poderá pagar o valor máximo quem se recusar a fazer teste de bafômetro, exame clínico ou perícia para verificar presença de álcool ou drogas no corpo.

Neste caso, se ele for reincidente em menos de 1 ano, a multa será dobrada, chegando a R$ 5.869,40.

 

Fonte: G1

27 Out/16

Chegar em casa sempre dá uma sensação de segurança. Porém, às vezes, a volta para o lar não é tão tranquila: um roubo, incêndio ou curto-circuito pode colocar o imóvel, ou parte dele, em risco. Para evitar transtornos desse tipo, as seguradoras oferecem um leque de opções das mais diversificadas possíveis para proteger e restaurar uma residência.

A variedade de coberturas que podem fazer parte do seguro residencial é grande. Pode ser contra incêndio, raio e explosão, que são os básicos. Entre as demais possibilidades estão proteção contra roubo, danos elétricos e até mesmo impacto de veículos, válida para carros ou aviões que, por ventura, se choquem contra o imóvel.

Tipos de coberturas

Entre as coberturas mais procuradas está a de roubo. Na hora de incluir esse tipo de cobertura no seguro residencial, é preciso lembrar que itens portáteis estão mais propensos a serem levados.

Em relação a coberturas como danos elétricos, incêndio, alagamento e vendaval, a dica na hora de fazer a apólice é fazer o levantamento apenas do valor da área construída. Um erro comum é fazer o valor do seguro combinando casa e terreno, no entanto um incêndio total só vai custar o valor da reconstrução da casa, o terreno não vai ser afetado.

Além da cobertura básica e de roubo, há outras coberturas, chamadas de acessórias. São elas: cobertura sobre danos provocados por vendaval, granizo, desmoronamento, vidros e espelhos quebrados, responsabilidade civil e familiar (um empregado que se machuca dentro da residência tem direito a receber tratamento médico gratuito pago pelo seguro), aluguel (caso seja necessário deixar sua casa, o seguro paga o aluguel de outra residência por até seis meses), entre outras.

Fique atento

Outros serviços muito comuns disponibilizados aos contratantes de seguro residencial são os de chaveiro, eletricista, encanador e até limpeza de caixa d’água.

Algumas seguradoras estipulam um limite de valor ou um número de visitas ao longo da vigência da apólice, que costuma ser de um ano. Mesmo assim, muitas pessoas não sabem que o seguro cobre essas pequenas despesas e acabam contratando prestadores de serviço por conta própria.

O investimento vale a pena? 
Apesar de uma cobertura ampla, o seguro residencial não é tão caro como parece. É possível fazer um seguro contra incêndio e mais quatro coberturas acessórias com pagamento parcelado. A variação do preço está na quantidade de coberturas que você escolher, no valor da casa e no risco potencial. Por isso é sempre bom consultar um corretor de confiança que irá indicar o seguro que lhe ofereça a melhor relação custo x benefício.

Fonte: IG Casa
11 Out/16

Proprietário não será mais multado quando for possível verificar a situação do veículo via sistema informatizado

Além de alterar os limites de velocidade em estradas e rodovias e os valores da multas, a lei Nº 13.281 que entra em vigor a partir do dia 1 de novembro determina que rodar sem o documento do veículo não necessariamente renderá uma multa ao proprietário.

Segundo o artigo 133, o porte do documento do veículo, o Certificado de Licenciamento Anual, ”será dispensado quando, no momento da fiscalização, for possível ter acesso ao devido sistema informatizado para verificar se o veículo está licenciado”. Sendo assim, o proprietário acabaria sendo punido se, por qualquer razão, o sistema estiver fora do ar ou o fiscal que fizer a abordagem não conseguir acessá-lo. Procurado, o Ministério das Cidades não respondeu aos questionamentos sobre esse assunto até a publicação desta reportagem.

Vale lembrar que isso não isenta a obrigatoriedade de portar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) válida. Dirigir sem estar com a CNH ou o documento do veículo é infração leve, sujeita a multa de R$ 53,20 e mais três pontos na habilitação, além de o veículo ficar retido no local até a apresentação dos mesmos. Contudo, dirigir sem possuir CNH ou com o documento suspenso é infração gravíssima, com multa de R$ 191,54 e sete pontos na CNH. Os valores citados acima serão reajustados a partir de 1 de novembro.

Fonte: ICarros

19 Set/16

Liminar da Justiça federal suspendeu multa no começo do mês.
Comando Rodoviário diz que só foi comunicado da decisão no dia 14.

O Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM), responsável pela fiscalização e policiamento das rodovias estaduais do Rio Grande do Sul informou, nesta quinta-feira (15), que recebeu a recomendação para que deixe de multar motoristas que trafegam sem os faróis ligados nas estradas.

Uma liminar concedida pela Justiça Federal em Brasília, no dia 2 de setembro, suspendeu a cobrança da multa para motoristas que deixassem de usar o farol aceso (DRL – sigla em inglês para daytime running light) nas rodovias brasileiras. A  decisão determina que a punição só é válida em rodovias que tiverem sido sinalizadas.

A notificação foi recebida na quarta-feira (14), data a partir da qual o comando rodoviário gaúcho deixou de aplicar multas contra motoristas que estivessem trafegando com faróis apagados.

Logo após a lei entrar em vigor, no final de maio, o entendimento do CRBM foi diferente do da Polícia Rodoviária Federal (PRF) sobre o que era considerado farol baixo nas rodovias. Isso fez com que o número de multas fosse elevado, uma vez que a polícia gaúcha não reconhecia o uso do farol de LED como DRL.

O CRBM deixou de multar motoristas que trafegavam com op LED após uma recomendação do Ministério Público para interromper as autuações, até que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) se manifeste sobre o assunto.

 

Fonte: G1

30 Ago/16

 

São Paulo – Os jovens da geração Y serão diretamente afetados pelas prováveis mudanças na Previdência Social que estão em gestação no País.

Embora tenham conhecimento disso, pesquisas mostram que eles falham no planejamento e veem a aposentadoria como algo muito distante e não sabem – ou não querem – lidar com isso.

A pedido do jornal O Estado de S. Paulo, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) e o instituto de pesquisa Ipsos fizeram um recorte de um ampla pesquisa sobre o tema divulgada na semana passada.

A conclusão é que 62% dos jovens entre 23 e 34 anos já ouviram falar a respeito de mudanças que o atual governo pretende fazer nas regras da Previdência, número superior à média geral (54%) e de grupos mais próximos de se aposentar, como a faixa de 50 a 59 anos (46%).

Mas, apesar de conhecerem a discussão, os jovens pouco sabem sobre o funcionamento do sistema de Previdência Social. Metade disse não saber nada ou desconhecer detalhes sobre o caminho para a aposentadoria – acima da média da população (46%).

De acordo com uma pesquisa do banco BNY Mellon, feita em parceria com a Universidade de Cambridge, isso não é, necessariamente, reflexo de falta de interesse dos jovens, mas sim uma grande falha na comunicação que é feita com eles.

“Não está sendo falado para essa geração qual é o tamanho da montanha de dinheiro que eles precisam escalar”, diz a pesquisa, que ouviu jovens do Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Japão e Holanda, nascidos entre meados de 1980 até a virada do século.

No caso particular do Brasil, no entanto, percebe-se um sentimento de negação da realidade. Na amostra geral, 77% dos jovens disseram que querem saber a verdade sobre como será a sua aposentadoria, enquanto no Brasil esse número cai para 48%.

Mais do que isso, um terço dos jovens brasileiros afirmou que prefere não saber como será o futuro financeiro na terceira idade, por “não saber lidar com a verdade”, bem acima da média global (12%).

A verdade é que não dá para esperar o tempo passar. Nas contas do superintendente de investimentos do banco Santander, Marcos Figueiredo, para garantir a mesma renda do tempo da ativa aos 65 anos, um jovem de 25 anos precisa investir 10% do salário. Aos 45 anos, esse valor sobe para 31%.

Para Vanessa Vidutto, advogada especializada em planejamento previdenciário, a negação do jovem brasileiro é reflexo de uma característica de imediatismo dessa geração. “Existe uma falta de compromisso a longo prazo e isso se reflete diretamente na questão da previdência, que exige planejamento”, disse.

Aline Sun, sócia da Guide Investimentos e responsável por um novo projeto de planejamento financeiro da empresa, é mais otimista. “Acredito que o protagonismo dessa geração supera o imediatismo. Esse jovem quer ter controle da própria vida, e a melhor forma de ter isso é se planejando financeiramente.”

Previdência privada

Em um cenário em que a Previdência Social deve ficar mais restrita, a oferta de produtos financeiros para complementar a renda na aposentadoria tende a crescer no País.

Para o economista e pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Paulo Tafner, a reforma do modelo previdenciário é importante porque pode gerar oportunidades para a criação de produtos que atendam às particularidades da juventude.

Com 25 anos e apenas dois de contribuição ao INSS, o servidor público Rodrigo Blanco Galvão está pessimista com o futuro da Previdência Social no País e, por isso, quer começar a investir em uma previdência privada a partir do ano que vem.

Ainda sem objetivos muito claros, ele pensa em contratar o produto no próprio banco, mas não pensando em guardar o dinheiro exclusivamente para a aposentadoria. “O objetivo é ter uma reserva para quando eu precisar, como para dar entrada em um imóvel”, explica.

Para Aura Rebelo, diretora de marketing e canais da Icatu Seguros, esse desejo mostra a necessidade de criar produtos mistos, que possam, ao mesmo tempo, atingir objetivos diversos, como estudo, viagens, casamento e filhos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Exame

10 Ago/16

Em relação aos seis primeiros meses de 2015, Capital teve aumento de 7,9% no número de veículos roubados

 

Porto Alegre registrou um roubo de carro a cada hora no primeiro semestre de 2016. De acordo com os indicadores de criminalidade divulgados na segunda-feira, foram 4.445 roubos de veículos nos primeiros 182 dias do ano.

São 24 carros roubados por dia em Porto Alegre, ou um por hora. O roubo é quando há a apropriação do veículo com emprego de violência.

Este tipo de crime está em alta: o número do primeiro semestre de 2016 é 7,9% maior do que o do mesmo período de 2015, quando 4.118 veículos foram roubados.

Os dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública também revelam que dez carros são furtados por dia na Capital.

Ou seja, um a cada 2,4 horas. A diferença em relação ao roubo é que o furto ocorre quando o criminoso leva o carro sem violência.

 

Latrocínios

No Rio Grande do Sul, o número de latrocínios — roubo seguido de morte —aumentou em 35% em comparação com o mesmo período de 2015. São 89 casos contra 66 no ano passado.

Somente Porto Alegre registrou 23 mortes em assaltos. Já Caxias do Sul e Pelotas tiveram cinco casos cada.

 

Fonte: Zero Hora

08 Jul/16

Nova legislação exige que todos os veículos transitem em
rodovias e túneis com o farol baixo ligado durante o dia

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) acrescentou a luz diurna de LED (DRL) na lei do farol baixo. A nova legislação, que entra em vigor amanhã (8), já permitia que os carros utilizassem luz diurna de LED ao transitarem durante o dia em rodovias, ao invés de utilizar o farol baixo, mas a especificação não estava prevista em lei, ou seja, não estava no texto. A mudança aconteceu depois que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) pediu a inclusão do sistema.

Entenda a nova lei

A partir de 8 de julho todos os brasileiros precisarão deixar o farol baixo ligado quando andarem nas rodovias e túneis do país, mesmo durante o dia.

A lei 13.290/2016 prevê multa de R$ 85,13 e quatro pontos na carteira de quem descumprir a orientação. A razão é nobre: as luzes ajudam o motorista a enxergar até três quilômetros à frente, além de facilitar a identificação dos carros em movimento.

Fique atento com o uso da luz de neblina (ou farol de milha) na cidade. A intensidade dela é mais forte tanto nas lanternas quanto na luz de freio, justamente para ficar mais fácil de ver e ser visto em situações de visibilidade baixa. Ao usar na cidade e sem neblina, você acaba incomodando os motoristas à frente e atrás.

Não se preocupe, o uso mais frequente do farol baixo não vai secar a bateria do seu carro, nem gastar deixá-lo sem combustível. “Esse aumento é mínimo, e as próprias normas da ONU indicam que as luzes diurnas ou o consumo de LED é significativamente menor”, aponta Alejandro Furas, secretário geral da Latin NCAP.

Fonte: Revista Auto Esporte

02 Mar/16

A disparada no número de roubos e furtos de automóveis no Estado bate no bolso de quem contrata seguro para evitar de ficar no prejuízo caso tenha o carro levado. Recém eleito para a presidência do Sindicato das Seguradoras do Estado (Sindeg-RS), Guacir de Llano Bueno calcula que, em média, o custo da apólice para os clientes gaúchos subiu 20% neste ano em comparação a 2015.

O percentual, diz Bueno, seria ainda maior, de até 35%, caso fossem levados em consideração apenas estatísticas da região metropolitana da Capital. Ou seja, até quem mora em cidades tranquilas do Interior tem o preço de seu seguro onerado pelo crescimento acelerado do roubo e furto de automóveis na Grande Porto Alegre.

Outra questão que vem desafiando as equipes das seguradoras é a maior frequência de estragos causados pelo clima. Cada vez mais seguros como de carros e de imóveis estão incluindo este tipo de cobertura.

Todas as empresas estão estudando a precificação destes fenômenos diz Bueno.

Fonte: Zero Hora

26 Nov/15

A Previdência Privada é uma modalidade de seguro que tem crescido no Brasil. Muito disto deve-se às incertezas no equilíbrio das contas do INSS e às mudanças que vêm ocorrendo nesta área. Além disso, a previdência social não cobre a expectativa de renda mensal da maioria dos trabalhadores, por isso, muitos têm optado pela modalidade privada para complementar a renda.

“Pesquisa da Icatu Seguros com 400 clientes em todo o Brasil reforça essa percepção. Segundo o levantamento, 60,6% pretendem aumentar o investimento em previdência privada. “A instabilidade nas regras da Previdência Social tem aumentado a atratividade dos planos privados”, avalia Felipe Bottino, gerente de produtos da Icatu”.

Leia mais em:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/11/1703772-duvida-sobre-inss-da-forca-a-planos-de-previdencia-privada.shtml

24 Nov/15

Carta verde é um seguro obrigatório para automóveis em trânsito interpaís dentro da região do Mercosul. Este seguro cobre danos pessoais e materiais causados a terceiros.

Trata-se de, além de uma condição obrigatória, uma proteção muito importante, vista a dor de cabeça que um acidente, seja pequeno ou grande, pode causar em uma viagem.

A carta verde garante a indenização do segurado das quantias a serem pagas à vítima, sendo que a obrigatoriedade deste seguro prevê uma cobertura mínima para danos pessoais e materiais.

O seguro pode ser contratado apenas para o período da viagem e a indenização é paga em modela local (no país da ocorrência).

Portanto, para quem quer cruzar as fronteiras dos nossos países vizinhos, é altamente recomendável que já tenham a carta verde para os dias e

stipulados na viagem (e até uns três dias antes e depois) a fim de garantir o bom andamento do planejamento. Se o viajante deixar para resolver isso na fronteira ou no país destino terá muito mais trabalho.

Os riscos que o viajante corre ao andar de carro nestes países sem sua carta verde:

1) Ser parado em uma blitz ou na fronteira: neste caso, paga-se multa e há a obrigatoriedade do seguro, que só passa a valer após o devido pagamento. Portanto, esta situação acarreta muita perda de tempo;

2) Causar danos materiais e/ou pessoais a terceiros e ao próprio veículo: no caso de sinistro fora do país, a dor de cabeça é ainda maior caso o condutor não possua seguro.

A parte boa é que este seguro é baratinho e pode ser contratado sem muita burocracia. Mesmo assim, recomendamos que o viajante já garanta o seu, pelos menos, um mês antes da viajem. Deste modo, ele garante que tudo estará certinho na hora de partir.

Fale com um corretor da Sustentare Seguros e vá viajar tranquilo!

18 Nov/15

SEGURO DE VIDA: UM ALIADO PARA VOCÊ E SUA FAMÍLIA

No Brasil, onde não temos uma cultura de planejamento futuro, o seguro de vida ainda tem uma adesão baixa entre as pessoas. Porém, ele é muito importante para a segurança familiar.

Trata-se de um contrato realizado com uma seguradora para indenizar os familiares (beneficiários) no caso de morte ou invalidez do provedor financeiro (um pai ou mãe que sustentam sua família com sua renda, por exemplo).

A principal cobertura deste seguro é a indenização por morte, mas também há a possibilidade de cobertura caso o segurado continue com vida dentro do período estipulado na apólice, tendo então o seguro, um caráter previdenciário, ou seja, dando a possibilidade de resgate dos valores pagos (de uma vez ou mensalmente).

Há também a possibilidade de combinar vários seguros dentro do que chamamos de coberturas para pessoas. Deste modo, o segurado e sua família podem contar com seguros educacionais, indenizações em casos de perda de renda, seguro viagem, auxílio funeral entre outros.

Veja os casos mais indicados para se ter um seguro de vida:

1)      Você quer proteger seus dependentes no caso de dificuldades financeiras:

Pessoas casadas e/ou com filhos pequenos desejam garantir que seus dependentes tenham segurança financeira mesmo em momentos de dificuldades ou na ocorrência de uma fatalidade. Mesmo quem possui irmãos, pais, parentes e outros tipos de dependentes podem valer-se da segurança de um seguro de vida para protegê-los.

2)      Você quer garantir que sua família tenha apoio nos momentos mais difíceis (perda de entes queridos):

Famílias que não possuem condições de reunir recursos para realizar o funeral de seus entes queridos devem considerar a contratação de um seguro de vida ou um simples auxílio funeral, pois, nestas horas difíceis é quando mais precisamos de apoio. Mesmo no caso das famílias que possuem esta possibilidade, a contratação de um seguro deste tipo é uma maneira de proteger seu equilíbrio financeiro.

3)      Você quer proteger seu patrimônio mesmo no caso de invalidez ou doença:

O seguro de vida também pode proteger o equilíbrio financeiro do segurado, uma vez que o mesmo está sujeito à invalidez por doença ou acidente e outras dificuldades temporárias ou permanente. Sendo assim, a pessoa que possui uma cobertura destas garante a integridade do que fora conquistado e conta com a indenização no momento em que precisar.

 

Uma história real sobre a importância do seguro de vida

Veja agora a história de Karina, que descobriu que tinha direito à indenização de um seguro de vida de seu pai no momento em que ela mais precisou (por Icatu Seguros):

http://www.icatuseguros.com.br/Portal/main.asp?View=%7B50F2DA44-8DEF-48E0-8431-E503442625EA%7D&Team=&params=itemID=%7B7D644743-BDCF-4BB4-A2D2-93054106F158%7D;LumisAdmin=1;&UIPartUID=%7B23F53329-C081-430F-8109-7C07F4177C9C%7D&utm_campaign=1271139&utm_content=6921544268

 

Conte com a Sustentare Seguros e nossos corretores para saber mais sobre as opções de seguro de vida e vislumbre um futuro mais tranquilo!

16 Nov/15

Seguro é aquela coisa que você compra para não usar. Portanto, você reluta. É muito mais gostoso gastar dinheiro com algo que você vai usar, consumir, degustar, aproveitar, certo?

Mas, na hora do sinistro: “graças a Deus, que eu tenho seguro!”. Esta seria uma frase dita até por ateus.

No Brasil, a cultura de seguros ainda está em ascensão. Talvez isso se deva ao fato de o brasileiro ter uma cultura mais imediatista e dificuldades em pensar no futuro (e nos riscos). Por isso, prefere comprar algo parcelado em vez de juntar o dinheiro e talvez conseguir melhores negociações.

No Japão, por exemplo, o hábito de comprar seguros é bem mais disseminado. Veja o que diz João Baptista de Oliveira (J. B. Oliveira), consultor empresarial, durante o evento “Cultura do Seguro”: “no Japão, o seguro é culturalmente reconhecido como importante aliado na preservação da vida e do patrimônio. As crianças participam das campanhas de preservação contra catástrofes promovidas pelas seguradoras desde muito pequenas” (informação: Revista Cobertura).

O resultado dessa tradição, segundo ele, é que nada menos 95% da população japonesa possui algum tipo de seguro. Já no Brasil, o quadro é completamente diferente. Apenas 35% dos brasileiros possuem algum tipo de seguro. São 185 milhões de brasileiros sem seguro de vida, 58 milhões de residências não têm cobertura, bem como 38 milhões de automóveis.

Apesar de o setor de seguros no Brasil ser correspondente a 6% do PIB, ainda somos o 13º país em quantidade de prêmios e apenas o 43º em valor de prêmios per capta. Em geral, os brasileiros que possuem certa organização e renda financeira só pensam em seguro quando têm um carro. Claro que este tipo de proteção é importante dados os riscos, porém há outros seguros importantes e que protegem bens mais valiosos.

É o caso do seguro da casa. Os seguros residenciais atingem um pouco mais de 13% em 2015, segundo estudo feito pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) divulgado em setembro. São apenas 13,3% seguradas de 68 milhões de residências no Brasil.

Um dos motivos pode ser a desinformação pois muitos acreditam que o seguro residencial seja mais caro do que o seguro do automóvel. Alem de muito mais barato, uma casa é bem mais valiosa, por isso, se contar a proporção entre o valor pago e o valor da cobertura, este tipo de seguro é até 80% mais barato do que o de automóvel

Uma casa, muitas vezes, é a conquista de uma vida toda para uma família. Mesmo assim, o brasileiro se preocupa menos em protegê-la. É também o caso dos seguros de vida, muito importantes para pessoas que possuem dependentes, por exemplo.

11 Nov/15

A Sustentare Seguros foi nomeada como a primeira corretora de seguros no estado do Rio Grande do Sul em volume de produção pela seguradora parceira HDI Seguros. Isso significa que fomos a corretora que mais vendeu os produtos da HDI no acumulado do ano de 2015 apurado até o início de novembro.

Isso demonstra que todo o excelente trabalho desenvolvido pelas equipes e sócios da Sustentare Seguros trouxe ótimos resultados e ajudou efetivamente que nossa marca fique cada vez mais fortalecida!

A você, nosso muito obrigada!

09 Nov/15

Ocorrências inesperadas podem acontecer a qualquer momento em uma viagem. Nestas horas, nada como ter contratado um seguro viagem.

Planejando as férias ou as viagens de fim de ano? Nestas horas, só vêm à mente coisas boas: a água do mar, as diversões em parques, as compras em lugares lindos, a decoração diferente, as culturas a se encontrar…Porém, a vida real apresenta alguns riscos que vão desde pequenas bobagens até ocorrências bem catastróficas.

Não é o caso de se pensar em coisas ruins neste momento, porém, estudar uma maneira de tratar consequências negativas de ocorrências não planejadas é muito importante.

Para garantir uma viagem nota 10, sem dor de cabeça e com o mínimo de impactos negativos advindos de acontecimentos inesperados, nada como um bom seguro viagem. Ele custará cerca de 5% de sua viagem (valor estimado considerando um pacote internacional para os EUA) e poderá te tirar de muita situação apertada.

É o caso, por exemplo, de contrair uma incômoda infecção intestinal enquanto está visitando um país estrangeiro. A quem recorrer em um momento como este? Com um seguro viagem você e sua família terão toda a assistência e atendimento para problemas assim e outros!

Conheça mais! https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/viagem

Veja as dicas desta matéria da Globo.com para contratar seguro viagem.

http://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2013/05/veja-sete-dicas-para-contratar-um-seguro-de-viagem.html

A Sustentare Seguros está sempre à sua disposição para tirar dúvidas sobre diversos tipos de cobertura. É só entrar em contato!