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25 Set/17

Para viver bem em nosso lar, alguns cuidados com a casa devem ser tomados, como organização e limpeza, por exemplo. Mas, com a rotina sempre corrida, podemos nos esquecer de detalhes que são essenciais, tanto para o bom funcionamento do ambiente, como para a sua segurança.

Por isso, sugerimos alguns cuidados com a casa que são muito importantes e que você precisa saber. Quer descobrir quais são? Então continue lendo!

1 – Vire sempre o colchão

Uma coisa bem simples, mas que ninguém se lembra de fazer, é virar o lado do colchão na cama. Ao fazer isso, você evita que ele se deforme, por ser sempre usado de um lado só. Essa atitude também te ajuda a prevenir a tão indesejada dor nas costas.

Ao manter essa rotina e se organizar num período certo para rotacionar o colchão, geralmente uma vez por mês, você ainda aumenta a sua vida útil.

2 – Lave os cobertores quando o inverno acabar

O inverno pede muitos cobertores e edredons quentinhos, não é mesmo? Macios e cheirosos eles nos protegem durante as épocas mais frias do ano, mas sujam assim como qualquer roupa de cama e também precisam ser lavados.

Então, assim que o período de inverno terminar, antes de guardar seus cobertores e edredons, lave-os. Isso faz com que você evite o cheiro ruim e também os fungos. Lembre-se também de guardá-los em embalagens adequadas, geralmente a vácuo, para que seja possível poupar espaço.

3 – Higienize sempre estofados e tapetes

A mesma dica dos cobertores pode valer para outras coisas em nossa casa, como os tapetes, carpetes e estofados. É muito importante a sua higienização periódica, já que esses objetos acumulam muita poeira e microrganismos bastante nocivos. Portanto, lave ou mande lavar os tapetes e também faça a limpeza correta dos seus estofados.

4 – Limpe o interior da geladeira

Uma coisa que poucas pessoas se atentam para limpar com frequência é o interior da geladeira. Esse eletrodoméstico acumula sujeira assim como qualquer coisa na cozinha e precisa ser limpado para evitar problemas como o mau cheiro.

Você pode limpar com detergente neutro e uma esponja macia — para não agredir a geladeira. Como se trata de um local que armazena alimentos, esse cuidado é ideal até mesmo para a saúde.

5- Tenha plantas em casa

Outros agentes também podem contaminar a sua casa, como é o caso da fumaça ou do pó. Pessoas que fumam ou que têm lareira em casa, geralmente, têm esse problema que faz muito mal à saúde: mofo, fungos, poeira, bactérias e outros microrganismos que atacam, principalmente, em épocas de clima mais seco.

Uma solução prática para combater esses agentes nocivos, além da limpeza, é a manutenção de plantas ou até mesmo hortas em casa. Elas funcionam como um filtro que absorvem poluentes. Portanto, quanto mais verde em casa, melhor!

6 – Desligue as coisas quando houver chuvas fortes

Sempre que surgir um sinal de chuva forte, você já precisa estar atento para desligar a luz, equipamentos elétricos e eletrônicos. Isso evita que as suas coisas se queimem com as descargas elétricas! Mas alguns outros cuidados também precisam ser tomados.

Também é bom deixar seus móveis e eletrodomésticos sempre fora do alcance da água, fechar os registros (de água e gás) e ter sempre pilhas e lanternas em condições de uso em casa. Prefira as lanternas em vez de velas, lamparinas e similares, pois elas podem causar acidentes.

7 – Tome alguns cuidados quando for viajar

Alguns cuidados importantes devem ser tomados até mesmo quando você não está em casa. Não comente que vai ficar fora o dia todo ou que vai viajar com estranhos, por exemplo. Pode ser um chamariz para furtos!

Quando for necessário, comunique à um vizinho do bairro ou parente de confiança e combine com ele visitas frequentes para saber se está tudo bem com a sua casa. Isso também demonstra que há circulação de pessoas no local e a casa não está vazia.

Se for ficar fora por um período mais longo, opte por suspender a entrega de correspondências, pois quando acumuladas na caixa de correios, pode dar sinal de que não há ninguém na residência.

Evite também deixar dinheiro e jóias em casa, para não ter surpresas indesejáveis no caso de sua casa ser invadida quando você estiver fora. Guarde suas coisas de valor em cofres ou até mesmo em um banco, pois é muito mais seguro.

8 – Mantenha a cozinha sempre limpa

A cozinha, assim como o banheiro, é um ambiente muito utilizado na casa e requer bastante cuidado e limpeza. Portanto, limpe periodicamente os azulejos, a pia e os armários (principalmente os que armazenam alimentos).

Com relação aos alimentos, lave sempre as mãos para prepará-los, a fim de evitar contaminação. Muitas pessoas gostam de usar luvas de limpeza, mas é importante também trocá-las com certa frequência.

9 – Evite deixar água acumulada

Todo o cuidado com essa questão é pouco! Hoje, muito mais do que um cuidado, evitar água acumulada em casa é um dever de todos. O Aedes aegypti tem causado muito estrago por aí e todos precisamos nos conscientizar.

Como sua reprodução acontece em água limpa e parada, algumas medidas precisam ser tomadas sempre:

  • Deixar tonéis e caixas d’água tampadas;
  • Fazer a limpeza constante das calhas;
  • Não deixar garrafas vazias com o bocal virado para cima, a fim de evitar o acúmulo de água;
  • Manter as lixeiras fechadas;
  • Fazer a limpeza dos ralos e colocar uma tela de proteção;
  • Preencher com areia os pratinhos de vasos de plantas e fazer a limpeza semanalmente;
  • Limpar os potes de água dos animais de estimação com escova e produtos adequados;
  • Retirar a água que pode acumular atrás da máquina de lavar roupa e na bandeja atrás da geladeira.

10 – Não deixe roupas sujas no banheiro

Deixar o cesto de roupas sujas no banheiro pode ser um grande problema mesmo que esteja bem fechado. As roupas no banheiro podem acumular umidade e fungos, bem como bactérias se ficarem por lá por alguns dias. Roupas íntimas, principalmente! É bom lavar tudo o quanto antes e não deixar acumular.

11 – Guarde bem os produtos químicos e de limpeza

Outro cuidado importante para termos em casa é saber guardar adequadamente os produtos de limpeza e químicos. É recomendado que esses materiais químicos fiquem em local seco, arejado e bem longe do alcance de bebês, crianças ou animais. Evite também fazer essa armazenagem perto de alimentos. A mesma regra ainda vale para medicamentos!

12 – Tenha cuidado com a lavagem de roupas

Quando for lavar roupa, separe a pilha de roupa suja em três partes: roupas claras ou brancas, coloridas e roupas que mancham. Lave-as separadamente! É importante fazer isso para evitar que peças claras manchem ou roupas mais escuras se encham de pelos, por exemplo.

Se a roupa for nova, é bom lavá-la até mesmo separadamente na primeira vez, para testar se ela solta tinta ou não. Também é importante ressaltar que é bom ter um lugar em casa para secar tudo à sombra.

Cuidados com a casa são essenciais para vivermos bem e como foi possível perceber, não tem nada de difícil. É possível manter a casa limpa, bem cuidada, longe de perigos e sempre confortável, não é mesmo? Compartilhe essas dicas nas redes sociais e auxilie outras pessoas!

 

Fonte: Precon Engenharia

 

Outro cuidado que sua casa merece é jamais ser largada nas mãos da sorte. A Sustentare protege o que é mais preciosos para você, incluindo a casa. O Seguro Residencial oferece uma ampla lista de coberturas. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial.

15 Set/17

O atraso no pagamento das parcelas de seguro, não acarreta por si só a perda de cobertura securitária.

Comprar um veículo é uma grande conquista e contratar um seguro é fundamental. Ao contratar um seguro, o consumidor deve: observar os preços, as formas de pagamento, a cobertura e os serviços oferecidos.

É preciso ainda conhecer seus direitos, principalmente na necessidade de acionar a seguradora durante em eventual atraso no pagamento de alguma parcela e ainda a possível devolução de parte do valor pago em casos de cancelamento antes do término do prazo da cobertura.

O consumidor deve estar atento ao seguinte: cada parcela paga do seguro equivale a uma quantidade de dias de cobertura. Ou seja, a validade do seguro será proporcional ao que foi pago do total do prêmio. É o que prevê a Circular nº 256/2004 da SUSEP na Tabela de Prazo Curto. É uma tabela que informa a quantos dias de cobertura o segurado terá direito, considerando as parcelas que já foram pagas.

Na prática:

Em um seguro com cobertura de um ano, cujo valor do prêmio é de R$ 1.000,00 para pagamento em 4 parcelas (30, 60, 90 e 120 dias) de R$ 250,00, foram pagas 3 parcelas. Neste caso, o segurado terá pago 75% da cobertura total e, de acordo com a Tabela de Prazo Curto, o valor equivale a 210 dias de cobertura.

Neste caso prático, ainda que o consumidor esteja em atraso, considerando o não pagamento da quarta parcela, ele ainda terá direito à cobertura até o limite de dias estipulado na tabela.

Se dentro do prazo de cobertura proporcional, a parcela em atraso for paga, o prazo de cobertura original deverá ser restabelecido.

E no caso de cancelamento do seguro? Como calcular a devolução de valores pagos? No mesmo exemplo, foram pagas as 3 primeiras parcelas (e 90 dias do seguro já foram utilizados). De acordo com a Tabela de Prazo Curto (vide tabela abaixo), para a utilização de 90 (noventa) dias de seguro, a proporção de pagamento de acordo com a tabela será de 40% (quarenta por cento). Mas como já vimos, o consumidor pagou o equivalente a 75% (setenta e cinco por cento). Dessa forma, ele terá direito a devolução de parte dos valores pagos.

Neste caso, 40% do valor do prêmio total, equivale a R$ 400,00 (R$ 1.000,00 x 40%). Portanto, esse é o valor que deveria ter sido pago para uma cobertura de 90 dias.

Como foi pago R$ 750,00, o segurado terá devolução de parte do prêmio pago, do qual será descontada a parte correspondente ao período já utilizado da cobertura mais o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

 

Fonte: News Rondonia

 

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11 Set/17

Muitas vezes eu ouço alguns amigos e clientes dizerem que não precisam de seguro de vida. Diante da afirmação, eu proponho a seguinte situação: o que acontece quando você morre e seus filhos, sua esposa (ou esposo) ou outros parentes dependem de sua renda para cobrir despesas como aluguel, escola e financiamento imobiliário?

As respostas começam a mudar e uma saudável discussão surge. Sim, você provavelmente precisa de um seguro de vida, uma vez que vai ajudar a fornecer para a sua família, no caso de sua morte ou invalidez, o conforto financeiro para que possam se restabelecer e seguir com os objetivos de vida já definidos.

Se você tem dependentes, como por exemplo, crianças em idade escolar ou um parceiro que depende de sua renda, uma apólice de seguro de vida pode fornecer a eles o conforto e segurança por um período.

Ah, tem outra coisa: lembre-se que caso você tenha bens imóveis e/ou investimentos, isso tudo provavelmente será inventariado e o custo de inventário costuma ser bem alto. Quem pagará por isso? Com que dinheiro?

As apólices de seguro de vida poderão auxiliar sua família com uma quantia fixa ou com pagamentos regulares. As apólices são projetadas para fornecerem ao segurado uma garantia em caso de acidente ou doença, além de assegurar seus dependentes no caso da sua falta. A indenização depende do nível de cobertura que você contrata.

Está cada vez mais comum os clientes buscarem pela opção de seguros resgatáveis. Para isso você deve falar com um especialista, que poderá ajudá-lo na contratação da melhor cobertura de acordo com o seu perfil de investimento.

Quem não precisa de seguro de vida? 

Se você é solteiro ou se o seu parceiro ganha o suficiente para sua família viver, você pode não precisar de seguro de vida. Mas você pode querer reservar dinheiro suficiente para cobrir quaisquer despesas em caso de uma doença ou acidente que possa impossibilitá-lo de continuar suas atividades.

O seguro também é importante para situações que envolvem acidentes de trabalho e invalidez, algo comumente subestimado pelos profissionais, principalmente os autônomos. Como compor a renda se você não tem condições de saúde adequadas para executar seu trabalho?

Portanto, embora tecnicamente alguns adultos não se enquadrem em um caso de necessidade de seguro de vida, é aconselhável que todos os que trabalham e exercem alguma atividade profissional façam pelo menos um seguro complementar para invalidez ou acidente. Pense bem e verá que ele faz muito sentido.

Quanto custa uma apólice? 

O seguro de vida pode variar muito de valor e é por isso que nessa hora você deve contar com a ajuda de um profissional do mercado. Muitas vezes, apenas alguns Reais por dia é tudo que você precisa para fornecer para sua família uma excelente proteção financeira e emocional (a tranquilidade não tem preço).

Seguros resgatáveis são uma boa? 

A opção de contratar os seguros resgatáveis é uma excelente alternativa, pois proporciona aos clientes a cobertura desejada por 10, 20 ou até 30 anos e a opção de resgate. Ou seja, caso o cliente queira, poderá fazer o resgate de parte do prêmio pago.

Algumas seguradoras fazem o estudo atuarial de forma que o cliente consiga resgatar até 100% do que pagou ao longo dos anos. Trata-se do que existe de mais moderno no que diz respeito ao seguro de vida individual.

Muito comuns em países da Europa e nos EUA, esses produtos estão disponíveis no Brasil. Por se tratar de um produto diferenciado, sugerimos que você fale com especialista no assunto, pois apenas algumas seguradoras disponibilizam essa modalidade de seguro.

Características dos seguros de vida

Diferentemente do produto previdência privada, o seguro de vida não permite dedução fiscal. Por isso não podemos comparar um produto com o outro, pois são para diferentes finalidades.

Seguros de vida não permitem a dedução fiscal, enquanto que em alguns produtos de previdência isso não só é possível, como é um dos atrativos do plano para quem quer reduzir a base de cálculo de Imposto de Renda

Muitas empresas costumam oferecer o benefício de seguro de vida para seus funcionários, seja por deliberação da empresa ou, em muitos casos, por exigência da convenção coletiva da classe de trabalhadores.

Atenção porque essas apólices nem sempre são completas, considerando todas as coberturas possíveis. Vale a pena analisar o que as seguradoras podem oferecer para complementar a apólice que a empresa fornece.

Se você possui o seguro de vida da empresa em que trabalha, verifique os detalhes, pois quase sempre essas apólices cobrem múltiplos salariais – e provavelmente você irá precisar de um valor adicional. Além disso, caso você saia da empresa, provavelmente não terá direito de permanecer com o seguro.

Já falamos também, em textos anteriores, que algumas empresas oferecem planos de previdência complementar para seus funcionários. Vale a pena, sempre que for possível,  aderir a esse benefício.

A previdência complementar corporativa é, sem dúvida, um dos melhores benefícios e um dos mais desejados pelos funcionários de empresas privadas, principalmente se levarmos em conta a recente discussão a respeito das reformas de previdência que o Governo tenta aprovar.

Conclusão

A gestão de riscos da vida pessoal e profissional é um assunto que deve ser uma prioridade no seu lar. Além disso, seus aspectos precisam ser revisados ano a ano, mantendo os familiares atentos para tudo que você contratou e alterou (coberturas, planos, prêmios, benefícios e etc.).

Afinal de contas, são muitas as opções de coberturas e no momento de uma necessidade é fundamental que sua família esteja amparada por produtos adequados no que diz respeito a seguros, não é mesmo?

É melhor pagar o seguro de vida e não usá-lo do que não contratá-lo e viver uma situação dramática em que ele seria fundamental para equilibrar as contas e o lado emocional de todos. Pense nisso e lembre-se sempre da proteção para você e sua família. Obrigado e até a próxima.

 

Fonte: Abraão Rodrigues/Dinheirama

 

O Seguro de Vida certamente contribuirá muito com a estruturação de sua base familiar. Para isso, os corretores da Sustentare lhe auxiliarão em todas as suas dúvidas. Contate o escritório mais perto de você: https://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

06 Set/17

Segundo a Confederação Nacional de Seguros – CNSeg, em 2015, chegaram a ser roubados 57 veículos por hora no país, com um total de 1.368 por dia. Na estatística da violência, que só aumenta, estão os roubos e furtos de veículos nas cidades. Segundo os registros existentes, o crescimento de roubo de carros na Zona Sul do Rio de Janeiro foi de 45%, somente no primeiro trimestre de 2017 e em comparação com o mesmo período de 2016. O crescimento em outras zonas da cidade, como a norte e oeste foi de 18% e 20%, respectivamente.

De cada 100 veículos roubados por dia, apenas 20% são recuperados. Os criminosos geralmente levam os carros roubados para o desmanche. A cada 10 carros roubados, 8 têm seguro, o que influencia enormemente a política de preços das seguradoras, que sobem o preço dos seguros.

A situação de violência provoca o efeito de aumento no preço dos seguros, o que dificulta a vida dos que conseguiram adquirir um automóvel, depois de muito economizar, enfrentar um financiamento e se endividar para assegurar esse bem tão necessário. Como sabemos as despesas com o seguro estão entre as mais pesadas na manutenção do carro.

Já em 2015 os preços dos seguros estavam 15% mais caros, em comparação com 2014, segundo o representante do Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e DF.

Cada seguradora pratica o reajuste que considera adequado para sua empresa, levando em conta, entre outros fatores, a ocorrência de roubos e furtos.

O presidente da FENASEG – Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização, Neival Rodrigues Freitas, explica que o aumento no número de roubos e furtos de carros tem uma consequência relevante no reajuste, sendo este o motivo principal dos aumentos. Além disso, tem sido registrado uma elevação do custo dos reparos, que são feitos em oficinas mecânicas e de funilaria e o aumento no preço das peças de reposição.

Segundo a Fenaseg, em 2014 foram roubados 516 mil automóveis no Brasil. Em 2013 o número era de 469 mil, verificando-se um aumento de 10% em 12 meses. Segundo o FBSP – Fórum Brasileiro de Segurança Pública foram mais de 509 mil veículos roubados ou furtados em 2015.

O número de carros roubados ou furtados cresce a cada ano, tanto nas capitais brasileiras como nas cidades do interior, exigindo cada vez mais medidas extras de segurança por parte de seus proprietários. Essa é uma informação que destaca a importância de ter o seguro em dia, além de outras medidas, como o sistema de rastreamento veicular.

Em algumas regiões, a situação é ainda mais dramática e exige ainda mais cuidados. O estado do Acre é o que detém o maior índice desse tipo de crime, enquanto que o DF registrou queda de 27% em sua incidência. Considerando as regiões do país, em 2015, a região Sudeste é a que detém maior registro de roubos e furtos, seguida das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O drama atinge principalmente as capitais, mas tem sido cada vez mais grave no interior também.

– São Paulo – quarto colocada no ranking de maior número de roubos e furtos, em 2015, registrava uma média de 711 ocorrências para cada 100.000 veículos. As denúncias foram em número de 190.000.

– Rio de Janeiro – 775 carros roubados ou furtados em cada 100.000 veículos.
Parte inferior do formulário

– Goiás – 798 roubos e furtos em cada 100.000 veículos, num total de 28.294 automóveis.

– Distrito Federal – detém a taxa de 684,9 roubos ou furtos a cada 100.000 veículos.

– Em Minas, o crescimento na ocorrência de roubos e furtos de automóvel aumentou 20%, entre 2013 e 2014, passando de 26.486 para 31.864. Em Belo Horizonte, 11.485 veículos foram roubados em 2014, representando quase um terço do Estado.

O CUSTO DO CRIME VAI MUITO ALÉM DO IMPACTO NOS SEGUROS

O custo do crime no país tem impacto direto na atividade das seguradoras. As mortes violentas vão além da vítima direta, mas representam custos, como os do enterro da vítima, a pauperização de toda a família, que dela dependia, os custos das pensões que deverão ser pagas pelo governo aos dependentes e os custos psicológicos dos membros da família atingida.

Entretanto, os crimes de morte impactam toda a sociedade, de maneira dramática. Segundo o Atlas da Violência 2016, elaborado pelo IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, e divulgado em março de 2017, o Brasil registrou 59.627 homicídios em 2014, o que representa um aumento de 21,9% em comparação a 2003 (48.909). O Brasil detém a vergonhosa posição de líder mundial em número absoluto de homicídios. O país tem uma média de 29,1 homicídios para cada 100 mil habitantes, o que é 10% maior do que a média registrada em 2004.

Depois que o país atingiu o patamar de mais 50 mil assassinatos todos os anos, aos olhos das autoridades e da mídia parece esta rotina trágica é parte da vida. No entanto, esses índices representam a escala dos mortos em uma guerra civil. Mas a população e seus representantes legais passaram a serem menos sensíveis a esse drama, não atribuindo a ele a devida prioridade, a não ser quando um seu ente querido é atingido direta ou indiretamente pela violência.

Os roubos e furtos são também crimes que têm impacto econômico, começando pelos seguros de veículos. A quantidade de seguros de automóveis pagos todos os anos, em virtude de furtos e roubos, chega a um total das indenizações aproximadamente de 12 bilhões de reais por ano, considerando o preço médio de um carro popular e a média de 400 mil roubos anuais.

 

Fonte: Seguro Noticia / Dino

 

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04 Set/17

É muito comum ver entre alguns investidores mais experientes um certo preconceito com a Previdência Privada.

Ouço com certa frequência: “Para que pagar taxa de administração, se eu mesmo posso investir meu dinheiro direto nos títulos que eu quiser?” ou ainda “Previdência Privada rende pouco, existem alternativas melhores”.

E na maioria das vezes, eles até estão certos. No entanto, alguns poucos fundos de Previdência Privada conseguem oferecer rendimentos muito satisfatórios superando seus benchmarks, consistentes e com baixos custos de taxa de administração.

Nesses casos específicos a Previdência Privada pode ser uma alternativa muito mais interessante do que você imagina por conta de algumas características e vantagens próprias que só ela oferece no Brasil.

E o pior é que a maioria dessas características são completamente desconhecidas mesmo por esses investidores mais experientes. É por isso que hoje vou contar aqui as 5 principais vantagens da Previdência Privada que a faz superar muitos investimentos comuns.

1. Sucessão Patrimonial 

O primeiro ponto que vale a pena destacar é o da Sucessão Patrimonial. Embora na maioria dos casos façamos previdência pensando na nossa própria aposentadoria, nós nunca sabemos o dia de amanhã e podemos acabar não usufruindo ou consumindo apenas parcialmente o capital acumulado ao longo do tempo por conta de uma fatalidade inesperada.

Nessas situações, quem já teve que passar por elaboração de inventário, divisões de herança e outras questões burocráticas do tipo, sabe quão custoso, trabalhoso e demorado é esse processo.

Já no caso da Previdência Privada, esse tipo de transição é muito facilitada, de forma que os herdeiros podem recuperar o capital investido rapidamente, sem a necessidade de inventário.

Além disso, muitos estados brasileiros isentam as Previdências Privadas do ITCMD, portanto reduzindo consideravelmente os custos tributários dos herdeiros.

2. Não há incidência de come-cotas

Muita gente pode dizer que a implicância com o come-cotas é besteira e que esse imposto tem pouca relevância final para os resultados dos investidores.

Isso até pode valer para o investidor de curto prazo que está poupando para uma viagem no final do ano ou para outros objetivos mais curtos. No entanto, certamente não existe objetivo de mais longo prazo que a aposentadoria.

Por isso, quando falamos de Previdência Privada, geralmente estamos de olho nos próximos 10, 20, 30 anos ou até mais longe! Nesses cenários, o efeito do come-cotas pode ser devastador!

Para se ter ideia, com um capital inicial de R$ 100.000,00 rendendo 10% ao ano por 30 anos (sem novos aportes), mais de R$ 350.000,00 seriam torrados só com o come-cotas.

Portanto essa é uma diferença que certamente precisa ser levada em conta quando pensar em investir seu dinheiro em fundos para aposentadoria.

3. Portabilidade sem reiniciar alíquotas da tabela regressiva do IR

O mundo está sempre em constantes mudanças, assim como a economia e as oportunidades de investimentos.

No entanto, cada vez que uma oportunidade mais interessante de investimentos aparece para nós, temos que recolher os impostos sobre os rendimentos – o que na melhor das hipóteses levará apenas 15% dos ganhos se já estivesse aplicado há mais de 2 anos (no caso dos títulos de Renda Fixa tributados e fundos que não sejam de ações).

Como a Previdência Privada oferece a possibilidade de portabilidade de investimentos, é possível que você transfira seu dinheiro entre diferentes fundos sem ter que realizar um “resgate” desse dinheiro.

Dessa forma, você não precisaria antecipar o pagamento do imposto de renda e nem reiniciar a contagem da tabela regressiva do IR que acontece em boa parte dos investimentos comuns em renda fixa e fundos de investimentos.

4. Aportes regulares via débito automático 

Uma das dificuldades mais comuns e conhecidas das pessoas que tentam poupar mensalmente a longo prazo é manter a consistência desses aportes.

Somos bombardeados por publicidade em todos os cantos e sabemos que as tentações de consumo, em grande parte de supérfluos, são diárias.

Como se isso não bastasse, mudanças drásticas que inevitavelmente ocorrem nas nossas vidas como uma troca de emprego, a vinda de um novo filho ou outros eventos às vezes inesperados, facilmente nos tiram do foco e disciplina necessários para seguir um objetivo de longo prazo como a construção de uma aposentadoria financeiramente tranquila.

Por conta disso, a opção de débito automático que a maioria das previdências oferece acaba vindo muito a calhar, de forma que antes de pensarmos em fazer qualquer coisa com a nossa renda, a parte do dinheiro planejada já é direcionada automaticamente para a sua reserva da aposentadoria.

Dessa forma, fica muito mais difícil cometer desvios no planejamento e não cumprir com seu compromisso de longo prazo.

5. Modelo tributário sob medida

Diferentemente da grande maioria dos investimentos nos quais você é obrigado a recolher impostos sobre os rendimentos já retidos na fonte num único, a Previdência Privada oferece alternativas que podem funcionar melhor para cada caso específico.

Uma dessas opções é que escolhendo entre o formato de PGBL ou VGBL, é possível optar por uma alíquota maior com abatimento do IRPF ou uma alíquota menor sem abatimento.

Além disso, existe também a alternativa entre a tabela regressiva ou progressiva de imposto, sendo que no primeiro caso o investidor pode chegar a uma alíquota de apenas 10% sobre os rendimentos se manter o dinheiro aplicado por 10 anos ou mais. Essa é simplesmente a menor alíquota entre todos os tipos de investimentos do mercado financeiro, com exceção obviamente dos isentos de impostos.

 

Fonte: Felipe Medeiros/Dinheirama

 

Como mencionado no artigo acima, é uma boa escolha que qualifica o potencial de um plano de Previdência Privada. Na Sustentare, você encontra as melhores opções nessa categoria de seguro. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/previdencia-privada

30 Ago/17

As coberturas de seguro para cancelamento, adiamento e interrupção de eventos passaram a ser procuradas de forma mais intensa no Brasil. A afirmação é de Juliana Santos, responsável pela carteira de seguros de Entretenimento da Chubb.

“Esse movimento reflete o atual processo de conscientização a respeito da extensão dos prejuízos provocados pela suspensão de um evento”, afirma a executiva. Grande parte das perdas, segundo ela, se refere a gastos com publicidade, locação de espaço, contratação das atrações, serviços de montagem e desmontagem de equipamentos, devolução dos valores dos ingressos já adquiridos e vários outros.

De acordo com Juliana, a não realização do evento pode ainda colocar em cheque a credibilidade do organizador, uma vez que a propaganda negativa – sobretudo nas redes sociais – tende a manchar a sua reputação.

“Esse tipo de sinistro pode colocar em risco a continuidade do negócio de quem realiza o evento. Isso explica, em grande parte, o aumento da preocupação dos promotores no Brasil – que, por isso, buscam cada vez mais a proteção securitária.

A Europa vem registrando um processo semelhante há cerca de 15 anos”, assinala o executivo responsável pela área internacional de seguros de entretenimento da empresa, Francis Hernandez. Ele esteve recentemente no Brasil para ministrar treinamentos com foco nesse tipo de seguro.

Percepção dos riscos: De acordo com Juliana, a percepção dos riscos relacionados com eventos no Brasil começou a tomar corpo logo após a virada do milênio, quando os organizadores passaram a contratar de forma mais expressiva o seguro contra acidentes pessoais.

Essa proteção dá cobertura para morte e invalidez permanente em função de acidente em shows, feiras, jogos e outros eventos – considerando as mais diferentes etapas entre a montagem e a desmontagem dos equipamentos. Depois disso, os seguros de Responsabilidade Civil também passaram a ser requisitados com mais intensidade, pois a legislação se tornou mais severa para os casos de acidentes que provocam danos e prejuízos a terceiros.

“Essas duas demandas estão agora sendo acompanhadas pelo aumento da procura pelo seguro de cancelamento”, complementa.

A cobertura abrange cancelamento, interrupção ou adiamento do evento concede proteção em caso de indisponibilidade do local devido a incêndio, raio e explosão, além de blecaute elétrico, atrasos de entrega de material, quedas de estruturas, ausência de atrações e outras possibilidades. A proteção pode ser contratada para acontecimentos de todos os portes, desde uma festa de formatura até um grandioso show em estádio ou ao ar livre.

 

Fonte: SindSeg-RS

 

Quem sabe daqui a tempo surja uma novidade em nossa cartela de serviços. Enquanto isso, para saber mais sobre os serviços que já oferecemos, você pode acompanhar nossa página no Facebook (https://www.facebook.com/sustentareseguros/) e nosso site (https://sustentareseguros.com.br/)

 

28 Ago/17

A CNH-e poderá ser acessada por meio de um aplicativo para celular e terá o mesmo valor jurídico da carteira de habilitação impressa 

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta quarta-feira uma resolução que altera o cronograma da implementação da Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e).

A novidade entraria em vigor a partir de 1º fevereiro de 2018, mas o novo texto exige dos órgãos executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal a mudança até esta data. Ou seja, a mudança precisa começar até 1º de fevereiro.

A CNH-e é um documento em arquivo digital, pode ser acessada por meio de um aplicativo para celulares e terá o mesmo valor jurídico da carteira de habilitação impressa.

Segundo o Ministério das Cidades, a CNH virtual é opcional. O condutor poderá escolher a versão eletrônica ou a impressa.

De acordo a pasta, a possível cobrança do documento digital ficará a cargo dos Detrans, que já determinam os valores das taxas da CNH impressa. Ainda segundo o ministério, o documento eletrônico tem tecnologia para suportar sistema criptográfico que assegura a validade do documento.

Dirigir sem a carteira de habilitação é infração leve e gera multa de 88,38 reais e retenção do veículo até a apresentação do documento.

Como solicitar o documento digital 

– Baixar o aplicativo CNH-e que estará disponível para download (Apple Store e Google Play) a partir de fevereiro próximo.

– O condutor deve ter um certificado digital (Serpro) ou se cadastrar em um posto do Detran.

– Fazer cadastro no Portal de Serviços do Denatran (portalservicos.denatran.serpro.gov.br).

– Se tiver cadastro no Sistema de Notificação Eletrônica (SNE) não precisa se cadastrar novamente. Mas deve solicitar a CNH-e pelo portal do Denatran com a mesma senha do cadastro SNE.

– Fazer login no aparelho que utilizará a CNH digital. Criar PIN (4 dígitos) para primeiro acesso e visualizar, posteriormente, o documento.

– Ter a nova CNH impressa com QR Code.

O que fazer em caso de roubo do celular 

O usuário poderá bloquear o documento. Se tiver certificado digital, poderá solicitar o bloqueio remoto no Portal de Serviços do Denatran. Caso contrário, terá que ir até algum posto do Detran.

 

Fonte: Veja.com, Estadão Conteúdo

Foto: Heitor Feitosa/VEJA.com

 

Não há o que discutir, a modernização está em todos os lugares. Apesar das tecnologias que ajudam a proteger o carro, nenhuma é tão eficiente quanto o Seguro Automóvel. Conheça as excelentes coberturas oferecidas pela Sustentare. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel

25 Ago/17

Acidentes com energia elétrica são a causa de muitas fatalidades no país, e o que causa estes acidentes costumam ser, geralmente, imprudência ou desconhecimento de procedimentos básicos de segurança.

Confira sete dicas para evitar acidentes com energia elétrica, e confira se você já possui práticas seguras, ou que o precisa mudar em sua relação com a energia elétrica:

Proteja quem não pode se proteger

Em casas com crianças ou animais, a primeira dica para evitar acidentes com energia elétrica é sempre responsabilizar-se por quem ainda não entende os riscos da eletricidade. Não deixe fiação em condições arriscadas, ou tomadas e encaixes de lâmpadas (incluindo luminárias) ao alcance de crianças.

Utilizar um protetor de tomada de plástico para evitar que a criança coloque os dedos ou insira objetos na entrada é barato, e garante uma proteção essencial de forma simples. É importante ter cuidado, também, em dias de improvisação, quando é mais comum utilizar extensões e ligações “improvisadas”.

Desligue a chave de energia

Até mesmo nas operações mais simples, como trocas de lâmpada ou pequenos reparos em interruptores, desligar a chave de energia da sala onde você irá realizar alguma manutenção é um procedimento extremamente simples, que reduz muito os riscos de acidentes com energia.

Caso você presencie um acidente em que uma pessoa está sendo eletrocutada, é importante que sua ação imediata seja procurar a chave daquele setor do imóvel e desligar imediatamente. São muito comuns os casos onde alguém tenta auxiliar uma pessoa sendo eletrocutada, e acaba se acidentando de forma fatal quando tenta afastar a outra da fonte de energia através de contato físico.

Não sobrecarregue a tomada

Com tantos eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos, o uso de “Ts”, ou do chamado Benjamin, é uma solução comum em muitas casas e empresas, onde se vê diversos aparelhos ligados de forma arriscada em uma mesma tomada. Evite sobrecarregar as saídas de energia, para proteger as pessoas, os aparelhos e o próprio imóvel de acidentes elétricos.

Se for necessário ligar diversos aparelhos em uma mesma tomada, dê preferências às chamadas “réguas”, especialmente àquelas com o interruptor, que pode desligar a conexão quando você não estiver em casa, ou dormindo.

Cuidado com a voltagem

A atenção à voltagem previne que acidentes com energia  danifiquem ou diminuam a vida útil de seus aparelhos e eletrodomésticos. No Brasil, há alguns locais onde a voltagem residencial é de 110 volts, enquanto outros apresentam uma voltagem de 220 volts. Aparelhos que não estão adaptados para os dois tipos, podem estragar ao serem ligados em uma rede de energia com a voltagem errada,

Faça a manutenção da rede regularmente 

No mínimo, a cada 10 anos, é importante que você conte com a ajuda profissional para certificar-se de que a rede elétrica de sua residência está em boas condições, e trocar imediatamente qualquer coisa que apresente defeito.

Isso evita acidentes com energia elétrica, incluindo a possibilidade de curto circuitos que podem dar início a um incêndio.

“O barato, sai caro”

O velho ditado é extremamente verdadeiro quando o assunto é manutenção de uma rede elétrica. A melhor opção é sempre fazer a manutenção adequadamente, e consertar os defeitos o quanto antes. Fazer pequenas economias, ou não contar com a ajuda profissional pode gerar problemas muito mais caros para você consertar no futuro.

Não hesite em buscar um profissional 

Recorrer a um profissional é, geralmente, a melhor opção. A menos que você tenha formação na área, os riscos de acidentes com energia elétrica raramente compensam o conserto caseiro.

Além dos procedimentos de segurança no momento de um conserto, há uma série de práticas necessárias – específicas para cada serviço que for feito – que garantem que o trabalho seja bem executado e esteja seguro, ao ser terminado. Procure um profissional de confiança e evite riscos desnecessários para você e sua família.

 

Fonte: Portal da Energia

 

Ao seguir todas essas dicas para a prevenção de acidentes com energia elétrica também é importante a contratação de um Seguro Residencial, para garantir suporte caso algo aconteça com sua casa. Além de cobertura em caso de danos elétricos, o oferecido pela Sustentare apresenta muitas outras, incluindo as opcionais que melhor atendem às suas necessidades. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

23 Ago/17

O juro médio da primeira semana de agosto é o menor registrado até o momento e o primeiro em que o indicador anual fica abaixo da casa de 200%

O juro médio do crédito rotativo já diminuiu em 60,5% desde a adoção da nova modalidade, que limitou o uso da linha em no máximo 30 dias, em abril último. A informação é da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Na primeira semana de agosto, o juro chegou a 9,3% ao mês, equivalente a 192% ao ano, contra taxa de 15,9% a.m. na primeira semana de março (486,1% a.a.).

O juro médio da primeira semana de agosto é o menor registrado até o momento e o primeiro em que o indicador anual fica abaixo da casa de 200%. Considerando cada mês fechado, foi registrada retração em todos os períodos após a implementação da nova regra do rotativo: março (15,5% a.m.), abril (11,9% a.m.), maio (10,7% a.m.), junho (10,4% a.m.) e julho (10,2% a.m.).

O levantamento da Abecs, associação que representa o setor de cartões, considera informações das seis principais instituições financeiras do País. A entidade passou a acompanhar e a divulgar os juros praticados pelos cartões desde março.

 

Fonte: Estadão Conteúdo/Exame

Foto: Kieferpix/Thinkstock

 

Uma notícia boa como essa anima para a solicitação de um cartão de crédito se você ainda não tem o seu. A Sustentare possui uma opção para lhe oferecer, a qual possui a primeira anuidade gratuita. Mesmo se você já tem um cartão de crédito, vale a pena conhecer: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/cartao-de-credito

 

21 Ago/17

De olho na aposentadoria, a previdência complementar é uma das opções para quem não quer depender apenas do seguro social

Qual o melhor investimento hoje? Preciso fazer uma Previdência Privada para a minha aposentadoria? Qual devo escolher? Essas são algumas das perguntas que escuto quando o assunto é planejamento para a aposentadoria, ainda mais considerando o momento atual que, além da crise que nos acompanha, tem a reforma da previdência que promete mudanças substancias nas regras de concessão dos benefícios.

A Previdência Privada é um sistema alternativo à Previdência Oficial, que promove a capitalização do valor investido, gerando um patrimônio que poderá ser consumido de uma só vez, ou em recebimentos mensais, garantindo ao beneficiário uma renda complementar. Existem dois tipos de contrato de Previdência, um deles é o PGBL – Plano Gerador de Benefício Livre, recomendado para pessoas com rendas mais altas, pois o valor pago pode ser deduzido do Imposto de Renda até o limite de 12% da renda anual.

É importante observar que ao final do plano, no momento do resgate, a tributação incidirá sobre o valor total que estiver no fundo. O outro tipo é o VGBL – Vida Gerador de Benefício Livre. A diferença é que esse tipo não permite dedução no Imposto de Renda, mas em contrapartida o imposto pago é só sobre o rendimento.

Agora que conhecemos um pouco sobre o histórico, conceito e tipos de previdência privada, confira algumas orientações importantes para contratar um plano de Previdência:

Defina seus projetos de vida: Trocar de carro, comprar um imóvel, fazer uma viagem, garantir uma aposentadoria confortável financeiramente. Essa etapa é fundamental para adequar o investimento aos seus projetos de vida.

Quanto vai investir: Faça um bom diagnóstico financeiro e defina o valor que irá investir e por quanto tempo. Quanto mais cedo começar, mais tempo o dinheiro ficará investido e menor será o desembolso mensal.Atenção com a classificação tributária: Independente do Plano, se PGBL ou VGBL, existem dois tipos de tributação. A Progressiva e a Regressiva. A Regressiva é indicada para quem pretende fazer o saque de uma só vez e no médio prazo. A Progressiva favorece quem vai receber o rendimento em recebimentos mensais, porque se enquadra na tributação da tabela progressiva do Imposto de Renda.

Cuidado com as Taxas: Não abra mão de saber exatamente as taxas que irão compor o seu contrato. Cada instituição tem uma regra para a cobrança, em muitos casos algumas são isentas, mas não deixe de perguntar, pois essas taxas podem chegar a 5% ao ano, e vai corroer bastante seu rendimento.

Conheça as regras para resgate antes do prazo: Isso é importante para que você tenha o entendimento dos riscos e perdas caso precise antecipar o resgate. A Previdência Privada é um investimento de longo prazo e de baixa liquidez, portanto a cautela é a palavra de ordem para evitar surpresas desagradáveis no futuro.

Assim como outras opções de investimentos, a Previdência Privada nos incentiva a ter disciplina, nos transformando em agentes investidores e fazendo com que o dinheiro trabalhe para nós. Esse resultado é possível com a realização de pequenos esforços para ajustar nosso orçamento doméstico e fazer sobrar recursos suficientes para um bom planejamento de acúmulo patrimonial que garantirá uma vida financeira mais honrosa no momento da aposentadoria.

 

Fonte: Correio 24h

 

A contratação do plano de Previdência Privada adequado ao seu estilo de vida é sinônimo de tranquilidade para o futuro. Por isso, vale a pena escolher os indicados pela Sustentare que se preocupa realmente com você e entende do assunto. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/previdencia-privada

18 Ago/17

O que é um consultor de seguros? O questionamento é feito pelo diretor da Fenacor, Carlos Valle, que alerta para a má utilização do termo “consultoria”, muitas vezes feito por quem paga a “corretores de aluguel” para ter livre atuação no mercado. “Há quem se apresente como consultor com a intenção de se mostrar superior, pregando a mensagem que corretagem significa custo e consultoria significa prestação de serviço. Mas, consultor é o corretor, que é formado e habilitado, estuda o seguro e passa a fazer consultorias”, adverte Valle, que fez uma arte nas suas redes sociais informando que “só é consultor, se for corretor”.

Para ele, a Susep poderia analisar essa questão para que fique mais clara para a sociedade.

Valle diz há comentários no mercado sobre profissionais habilitados que não exercem mais a profissão, mas tem o registro na Susep e participam de várias corretoras. “Isso deveria ter uma limitação. Como pode assinar para 20 corretoras de seguros? Eu não tenho esses números, será que a Susep O cara se enquadra na lei, mas não é leal”, critica.

Ele acrescenta que há também “consultores” de seguros entre funcionários de lojas, nos bancos e atendentes. “Pegam essas pessoas, treinam sobre um produto e a chamam de consultor de seguros. No máximo, poderiam ser consultores da loja ou um assistente de vendas. Mas, um consultor de seguros, não”, frisa.

Na visão dele, o corretor pode e deve ter um papel importante nesse processo, informando a sociedade sobre o que está ocorrendo. Para tanto, um bom começo seria propagar a mensagem “para ser consultor, tem que ser corretor”.

 

Fonte: CQCS

 

É importante estar atento ao profissional que lhe apresenta um seguro. Só confie se ele for verdadeiramente um corretor. Para conversar com os da Sustentare, busque  o escritório mais perto de sua casa: https://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

16 Ago/17

Dirigir em velocidades menores pode ajudar a consumir menos combustível e poluir menos também

Quais os lugares mais estressantes de uma grande cidade? São muitos: filas de banco, filas de INSS são exemplos clássicos. Mas o grande campeão é o trânsito! Ele é capaz de fazer um monge perder a cabeça! Mas não é assim só quando o trânsito está parado. Quem nunca esbravejou com o motorista da frente que insiste em andar devagar?

Pois é, mas o clichê às vezes é correto; a pressa é inimiga da perfeição. E do meio ambiente também. Isso é o que diz o Departamento de Energia dos Estados Unidos em sua homepage na internet: dirigir em velocidade mais baixa pode economizar de 5% a 33% de combustível. Segundo o organização, a velocidade média para isso é de 88 km/h. Segundo a organização, a cada 8 km/h a mais que um carro anda, ele consome uma taxa adicional de US$ 0,25 (em torno de R$ 0,50).

Outras medidas interessantes ainda são citadas como forma de gastar menos combustível, como evitar colocar muito peso desnecessário nos carros e andar em marcha lenta (existe até uma campanha encorajando os motoristas a desligar o carro). Também ajuda não ficar reduzindo as marchas constantemente.

Claro que ficar andando a 80 km/h por aí nem sempre é possível, principalmente em estradas. Mas não é necessário levar tão ao pé da letra. Basta usar o bom senso. Dirigir em vias locais em velocidade baixa já ajuda, assim como manter uma velocidade média ao dirigir nos fins de semana ou feriados, quando as vias estão menos inchadas que de costume. Mas muitos são os benefícios de desligar o veiculo quando o trânsito estiver parado ou esperando alguém em um ponto de parada rápida – apenas com essa prática pode-se economizar uma grande quantidade de combustível por ano

Campanhas como essas citadas não são uma solução para o problema do desperdício de combustível e para a emissão de gases poluentes na atmosfera. Mas pequenas medidas estão ao nosso alcance e, se praticadas por milhares de pessoas, podem causar um impacto positivo no ambiente. Além disso, não dependem de questões mercadológicas e econômicas, que muitas vezes desaceleram a implementação de tecnologias verdes.

Confira uma lista de atitudes que podem fazer seu veículo poluir menos:

1. Mantenha os pneus do carro com a medida certa de ar. Cada carro tem sua especificidade. É só passar em um posto de gasolina ou mecânico e conferir. O serviço é gratuito. Dessa forma, você economiza gasolina, à medida em que força menos o carro;

2. Se possível, desligue o carro ligado em situações que vão além de uma parada rápida;

3. O ideal é manter o carro em constante movimento. Se for viajar, procure o caminho que tem menos obstruções. Várias arrancadas com o motor frio podem dobrar o consumo, comparando-se a uma viagem de mesma distância com o motor aquecido e sem pequenas paradas;

4.  A revisão é importantíssima. Seu carro pode estar consumindo (e poluindo) muito mais do que precisa – checar regularmente o automóvel é uma medida de segurança e de economia.

 

Fonte: eCycle

 

Mesmo poluindo menos e fazendo o possível pela segurança, é impossível ter certeza de que nenhum imprevisto irá acontecer durante uma viagem/passeio. É por isso que a Sustentare oferece ótimas opções de Seguro Automóvel para você. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel

08 Ago/17

Com as dicas de Gabriela Guida de Freitas, coordenadora da ONG Criança Segura, selecionamos as principais mudanças que devem ser feitas para garantir que o seu filho esteja seguro dentro de casa. Confira!

Cozinha

- Use as bocas de trás do fogão e certifique-se de que os cabos das panelas estejam virados para dentro para não serem alcançados;
- Mantenha sacos plásticos, fósforos, isqueiros, álcool, objetos de vidro, cerâmica e facas fora do alcance das crianças;
- Não use toalhas compridas na mesa de jantar. Seu filho pode puxá-la para se apoiar e, se houver algo em cima dela, como líquidos e alimentos quentes, isso pode cair em cima dele.

Banheiro

- Mantenha a tampa da privada sempre fechada, se possível lacrada com algum dispositivo de segurança, ou deixe a porta do banheiro trancada;
- Nunca deixe a criança na banheira sem supervisão, nem mesmo por pouco tempo;
- Antes do banho, teste a temperatura da água para evitar queimaduras;
- Tranque o armário de medicamentos, vitaminas, antissépticos bucais e demais produtos que ofereçam perigo de intoxicação;
- Guarde utensílios afiados e aparelhos como lâminas de barbear, tesouras e secadores de cabelo fora do alcance das crianças.

Sala

- Pisos escorregadios e tapetes oferecem risco de quedas. O ideal é colocar antiderrapante nos tapetes ou retirá-los do ambiente;
- Use portões de segurança no topo e na base das escadas. Caso a escada seja aberta, instale redes ao longo dela;
- Instale grades ou redes de proteção em janelas, sacadas e mezaninos;
- Substitua fios elétricos desencapados e proteja tomadas com tampas, fita isolante ou mesmo móveis;
- Tenha certeza de que o piso está livre de objetos pequenos como botões, colar de contas, bolas de gude, moedas e tachinhas. Tire esses e outros pequenos itens do alcance do bebê, pois, nessa fase do desenvolvimento, quase tudo que a criança pega vai à boca;
- Cortinas ou persianas com cordas podem trazer o risco de estrangulamento, especialmente para os menores;
- Cuidado com quinas afiadas! Prefira móveis com quinas arredondadas ou use protetor;
- Mantenha os móveis longe de janelas e cortinas. Eles podem ser usados para escalar.

Quarto

- Se o quarto tiver beliche, as crianças menores de seis anos devem ficar na parte de baixo. Se não tiver escolha, instale grades nas laterais;
- Evite posicionar camas e qualquer outro móvel perto da janela. Eles podem ser usados para escalar;
- Ao escolher brinquedos, considere a idade e a habilidade da criança e busque sempre o selo do Inmetro. Evite brinquedos com pontas afiadas, como flechas, e os que produzem sons altos;
- Sufocações podem ser causadas por brinquedos, travesseiros e lençóis dentro do berço. As grades do berço devem ter no máximo 5 cm entre elas;
- Cuidado com quinas afiadas e mantenha os móveis longe de janelas e cortinas.

Lavanderia ou área de serviço

- Após utilizar baldes e bacias, esvazie-os, guarde-os virados para baixo e longe do alcance das crianças;

- Produtos de limpeza devem ser guardados em lugares altos ou trancados. Além disso, deve-se mantê-los em seus recipientes originais para não confundir as crianças. Por serem muitas vezes coloridos, as crianças podem pensar que aquilo é um suco ou refrigerante;
- Antes de comprar uma planta nova, verifique se ela não é venenosa e apresenta perigo para os pequenos.

Garagem

- As garagens não são um local seguro, não permite que as crianças brinquem nelas. Ao manobrar o carro, certifique-se de que não há nenhuma criança por perto;
- Lembre-se de trancar o carro, especialmente o porta-malas, e manter as chaves e controles automáticos longe do alcance das crianças. Elas podem entrar no veículo, soltar o freio de mão ou mesmo ficar presas lá dentro.

Piscina

- Piscinas devem ser protegidas com cercas de no mínimo 1,5 m, que não possam ser escaladas e portões com cadeados ou trava de segurança que dificultem o acesso dos pequenos;

- Quando a criançada for usar a piscina, a supervisão de um adulto o tempo todo é essencial;
- Esvazie piscinas infantis após o uso e as guarde longe do alcance das crianças.

 

Fonte: Revista Casa e Jardim

Foto: Edu Castello/Editora Globo

 

E para manter o lar seguro como um todo, protegendo não só as crianças, mas toda a família, recomenda-se a contratação de um Seguro Residencial. A Sustentare, para melhor atender às suas necessidade, possibilita a personalização da apólice. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

08 Ago/17

Fiadores e avalistas poderão ter de fazer seguro específico para cobrir eventuais prejuízos, se o Projeto de Lei 6734/16 for aprovado pelo Congresso Nacional.

Autor da proposta, o deputado Dr. Sinval Malheiros (Pode-SP) alerta para os prejuízos que fiadores e avalistas vêm tendo ao assumir dívidas.

“A contratação de um seguro evitaria esse transtorno e poderia tornar o segmento mais popular e acessível a todos”, disse. “Além disso, com a redução da inadimplência, o mercado teria muito a ganhar”, completou.

O projeto altera o Código Civil (Lei 10.406/02). O texto atual da lei diz que, pelo contrato de fiança, uma pessoa se compromete a cumprir obrigação assumida pelo devedor, caso este não a cumpra.

A proposta acrescenta dispositivo vedando à pessoa natural prestar fiança sem seguro vinculado ao respectivo contrato.

O código atual estabelece ainda que o pagamento de título de crédito, que contenha obrigação de pagar soma determinada, pode ser garantido por aval. O projeto veda à pessoa natural conceder o aval sem seguro vinculado ao respectivo título.

Tramitação A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

Fonte: Agência Câmara

 

Vamos ficar seguros? A Sustentare dispõe de diferentes modalidades do serviço para proteger seus bens, a fim de manter você tranquilo. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/

04 Ago/17

Poupar para velhice é tabu que exige planejamento. Previdência privada ajuda na recomposição da renda 

Nem os debates sobre a reforma da Previdência têm levado os brasileiros a pensar em garantir uma velhice tranquila. Seis em cada 10 cidadãos não se preparam para a aposentadoria. Essa realidade é ainda pior entre os mais jovens. No grupo com idades de 16 a 24 anos, oito em cada 10 não poupam para deixar de trabalhar sem ter uma queda na renda. Os dados fazem parte de levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisa, a pedido do Correio. No país das desigualdades, mesmo os mais escolarizados não fazem planos para o momento de deixar o mercado de trabalho. Entre os entrevistados que possuem ensino superior, seis em cada 10 não fazem economia para usufruir durante a inatividade.

A pesquisa mostra poucas diferenças quando são analisadas as respostas por gênero. Pelo menos 63,2% dos homens não se preparam para a aposentadoria e 59,9% das mulheres não se preocupam com o assunto. A situação é mais alarmante entre os menos escolarizados. Entre os entrevistados com nível médio, 70% não fazem planos para a velhice. O percentual sobe para 75,6% entre as pessoas que cursaram apenas o ensino fundamental.

E o quadro pode piorar com o envelhecimento acelerado da população. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em 2030, o país terá 41,5 milhões de idosos, contra 14,2 milhões em 2000. E a faixa de jovens de 15 a 29 anos, que representava 28,2% da população, cairá para 21%.

Os incentivos ao consumo e a falta de estímulos familiares para poupar são apontados pelo estudante de economia Victor Hugo Mendes, 24 anos, como principais barreiras para ele pensar no futuro. “Não sou um poupador, sou consumista. Também acho que não me preparo para a velhice porque não tenho um emprego fixo”, admite. Apesar disso, ele estagia em um banco e conhece os benefícios de um plano de previdência privada.

O estudante está consciente de que, se não poupar, terá uma brutal queda de renda na aposentadoria. Interessado em concorrer a uma vaga no serviço público, sabe que, se não for aprovado, precisará complementar a renda, porque receberá como aposentadoria, no máximo, o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), atualmente em R$ 5.531,31. “No banco passei a ter contatos com previdência complementar, e a aberta pode ser uma das soluções se mudar de ideia e quiser ficar na iniciativa privada”, explica.

Comece cedo

Não há idade certa para começar a poupar. Mas quem começa a economizar ainda jovem compromete uma parcela menor da renda com a previdência privada. Portanto, quanto antes se preocupar com a velhice, melhor.

Atualmente, 13 milhões de brasileiros têm previdência complementar, apontam dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). Esse contingente possui aplicações em uma das duas modalidades do mercado: o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) e o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL). A escolha deve levar em conta o modelo de declaração do Imposto de Renda (IR).

O PGBL é indicado para quem declara o IR pelo formulário completo e contribui para a Previdência Social. Neste caso, é possível deduzir da base de cálculo do IR as contribuições feitas ao plano de previdência complementar até o limite de 12% da renda bruta anual. Já o VGBL é destinado àqueles que utilizam o formulário simplificado do IR ou não têm renda a declarar.

 

Fonte: Correio Braziliense

 

Os dados apontados pela pesquisa são preocupantes e servem de alerta para você que se enquadra nos seis em cada 10 brasileiros. É por isso que a Sustentare oferece planos flexíveis, para atender a sua necessidade e permitir planejamento imediato. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/previdencia-privada

02 Ago/17

Se você é empresário e não costuma pensar na possibilidade de ocorrerem imprevistos no momento de planejar as despesas da organização a longo prazo, não deve passar mais um dia sem se atentar a isso, pois este pode ser o fator decisivo para a sobrevivência da sua empresa.

Vamos imaginar um fato que a princípio pode parecer pessimista, mas que não é tão improvável assim de acontecer: se sua empresa sofresse com os danos de um incêndio hoje e muito pouco pudesse ser resgatado do acidente, você teria um aporte financeiro capaz de reestruturá-la para que ela continuasse a oferecer os produtos ou serviços da mesma forma que fazia?

Se a resposta for NÃO, é sensato que você busque mais informações hoje mesmo sobre o Seguro Empresarial e contrate um para que sua vida e a da sua empresa não sofra uma reviravolta caso algo não previsto aconteça.

A Sustentare tem mais essa opção para oferecer. Com o Seguro Empresarial da Sustentare sua empresa fica protegida de incêndio, queda de raio, explosão de qualquer natureza e ainda por outros fatores que são coberturas opcionais e você pode aderir conforme a necessidade. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/empresarial

31 Jul/17

Estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais nos primeiros seis meses do ano

O Rio Grande do Sul foi o quarto estado com maior número de roubos e furtos de veículos no primeiro semestre de 2017. Com 18.655 ocorrências no acumulado dos primeiros seis meses, os gaúchos ficaram atrás apenas de São Paulo (90.521), Rio de Janeiro (35.806) e Minas Gerais (19.690). Somente no mês de junho, foram 2.650 roubos ou furtos. “Embora tenhamos apresentado recuo em relação a igual período do ano anterior, quando foram 19.645 ocorrências, ficamos acima de 2015 (17.967), que foi um ano bastante violento e com números fora da curva”, alerta o Presidente do Sindicato das Seguradoras do RS (SINDSEGRS), Guacir Bueno.

Já Porto Alegre apresentou um expressivo recuo no mês de junho em relação aos últimos anos. Comumente figurando entre quarta e quinta, a Capital foi a oitava cidade em número de ocorrências, com 780 casos. Levando-se em consideração os primeiros seis meses do ano, a Capital gaúcha foi a quarta colocada com 6.004 roubos e furtos de veículos. “Acreditamos que o projeto piloto de cercamento eletrônico da cidade que vem sendo testado nos últimos meses está contribuindo significativamente para a redução destes números. O aumento do policiamento também vem ajudando a coibir estes atos e nos colocamos sempre à disposição das Autoridades da Segurança para o que for preciso”, afirma Bueno. Em 2015, Porto Alegre havia registrado 981 ocorrências. Em 2016, foram 937.

 

Fonte: Conex Comunicação

 

Você não pode evitar um roubo ou furto, mas pode evitar os prejuízos causados pelo ato com um Seguro Automóvel. A Sustentare possui diversas alternativas de coberturas para seu veículo. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel

10 Jul/17

Pouca atenção é sinônimo de perigo para residências que ficarão alguns dias sozinhas

Julho, inverno e férias escolares. É nesta época do ano que muitas famílias aproveitam para passar um bom período de férias juntas, viajando, conhecendo novos lugares ou descansando em lugares mais reservados. Mas e a residência que ficará completamente só? Mesmo quem mora em apartamento necessita ter diversos cuidados quando se trata de deixar a casa sozinha – afinal ninguém que uma surpresa desagradável quando acabar de voltar das divertidas férias.

Para pessoas que moram em condomínios (sejam de casas ou apartamentos), a dica é evitar, ao máximo, divulgar o itinerário de sua viagem para os outros. Agir com discrição pode impedir que pessoas mal-intencionadas saibam que o lar está vazio. Se for passar muito tempo fora, é importante deixar avisado o zelador e o porteiro, e também deixar uma autorização com alguém no caso de alguma pessoa ou empregado precisar entrar no seu apartamento durante sua ausência. Recomenda-se também que entregas de jornais, revistas ou encomendas sejam suspensas até o seu retorno.

A portaria conhece a rotina do condomínio e é muito difícil os profissionais desta área não perceberem a ausência de algum morador. Por isso, é recomendável que os porteiros sejam contratados através de uma empresa terceirizada confiável, que ofereça um treinamento especializado de atendimento, discrição e segurança preventiva. A empresa, profissional e especializada, realiza contratações após verificar o histórico profissional e pessoal do porteiro, e também ao investigar possíveis antecedentes criminais, sua conduta e por indicação. Quando contratados diretamente pelo condomínio, geralmente a contratação não dispõe de todos esses recursos, aumentando o risco de maus profissionais adentrarem em um ambiente onde a segurança deveria ser prezada e mantida.

Como em toda e qualquer residência, a atenção deve ser intensificada também quanto ao fechamento correto de portas, grades e janelas, e objetos valiosos precisam ser colocados em um lugar seguro e longe de serem vistos facilmente, caso ocorra alguma invasão. Para prevenir a entrada indesejada de mal-intencionados, pode-se instalar um sistema de segurança 24h, com alarmes e circuito interno de câmeras. E ainda, não é indicado deixar a luz acesa durante o tempo em que estiver fora, porque na verdade pode ser uma evidência de que não há ninguém em casa, além de poder ser um gasto desnecessário de energia. É importante, também, pedir a um vizinho ou uma pessoa de confiança para visitar sua casa sempre que for possível – Isto indica que o lar não está vazio e engana os ladrões.

Os cuidados com a segurança durante as férias não devem ser apenas quanto a ações criminosas; é crucial também se certificar de que registros de água e gás, por exemplo, foram bem fechados, para assim evitar eventuais desperdícios e acidentes. Estes procedimentos de segurança garantem tranquilidade à família que irá curtir a viagem, sem ninguém precisar se preocupar se irá encontrar surpresas desagradáveis ao voltar.

 

Fonte: Amilton Saraiva/Barbacena Mais

 

Outra dica preciosa é a contratação de um Seguro Residencial que traz proteção não só para o período de férias, mas também para todas as épocas do ano (inclusive as de intensas mudanças climáticas). A Sustentare oferece diversas opções. Digite seu CEP neste link e contate um escritório perto de você para saber mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

07 Jul/17

Só você sabe o quanto trabalha para conquistar e manter as coisas mais importantes da sua vida. Não sei se você já parou para pensar nisso, mas começo o texto de hoje fazendo justamente este convite: como você chegou até aqui?

Um dos grandes pilares de uma vida feliz e completa é o lar. Tudo aqui que envolve o cuidado com o sagrado lugar em que vivemos é sempre delicado, interessante e motivo de muita discussão.

Desde os móveis que você e sua família escolheram com carinho até os caprichos com a decoração, passando pela escolha de simples itens de acabamento, tudo é motivo de sonhos, longas conversas e, claro, orgulho.

Nem eu, nem você, nem ninguém quer que algo aconteça com tais conquistas, certo? A palavra-chave hoje é tranquilidade, ou seja, estar seguro que suas escolhas e decisões podem ser protegidas e mantidas caso haja alguma emergência ou situação fora de controle.

Já discutimos em outras ocasiões a importância do seguro de carro, de vida e hoje é dia de falarmos do seguro residencial. Não importa se estamos falando de uma casa, de um apartamento, de uma mansão ou de uma casa de veraneio, situações inesperadas (e caras) podem aparecer sem aviso prévio, não é mesmo?

Confira cinco razões para fazer um bom seguro residencial:

1. É relativamente barato (ótimo custo/benefício)

Existem diversas opções de seguro disponíveis no mercado, sendo que, ao contrário do que muitas pessoas pensam, existem opções baratas e que oferecem excelentes coberturas.

Para se ter uma ideia, de acordo com especialistas, com aproximadamente R$ 300,00 por ano é possível contratar um bom serviço de proteção básica para sua casa (incêndio, danos elétricos, explosões, por exemplo).

Um reparo pontual pode ser muito mais caro do que o valor do prêmio do seguro, além do que existem muitos benefícios nos planos oferecidos atualmente, que vão desde descontos em outros serviços até mesmo ajuda profissional com itens fora da cobertura original.

De acordo com a Proteste, o valor médio a ser pago não ultrapassa 0,3% do valor total a ser pago no caso da necessidade de reconstrução do imóvel. A dica de ouro é sempre fazer uma pesquisa entre as seguradoras antes de contratar o seguro.

2. Apartamentos têm seguro mais barato

Ainda sobre a questão de custo/benefício, os seguros feitos para apartamentos costumam ser mais baratos. Isso é uma vantagem interessante, afinal muitos brasileiros têm optado por esta alternativa devido à sensação de segurança.

Você pode pensar que em um apartamento os riscos de problemas são menores, mas isso não é verdade. Um seguro também faz diferença neste caso. Um dos motivos de o seguro para apartamento ser mais barato é o fato de a lei obrigar os condomínios a terem o seguro do prédio.

Dessa forma, os moradores de apartamentos acabam contratando apenas aqueles referentes aos danos associados ao que existe dentro do apartamento, como móveis e eletrodomésticos, ou possíveis reformas.

3. Variedade de coberturas

Em um seguro residencial, a pessoa poderá optar por incluir na sua franquia diversos serviços. Dois bons exemplos disso são os trabalhos feitos por eletricistas e chaveiro. Esses são produtos negociados à parte dos convencionais, como incêndio, raio e explosões, mas que mudam muito pouco o valor do prêmio.

Uma informação importante e que precisa ser mencionada é o fato de que alguns bens não fazem parte da cobertura, como no caso de joias e obras de arte. Ainda assim, a maior parte dos itens pode fazer parte da cobertura, o que confere uma possibilidade de customização interessante para os diferentes tipos de lares e famílias.

Como exemplos de cobertura adicional estão danos elétricos, desmoronamento, impactos de veículos, inclusive aeronaves, roubos e furtos, danos causados por vendaval, vento forte e chuva de granizo, quebra de vidros e responsabilidade civil familiar.

Basta se lembrar dos casos recentes ocorridos em São Paulo e Campinas para entender a importância de ter e manter um seguro residencial.

4. Tranquilidade e continuidade dos projetos de vida

O seguro é sempre calculado e trabalhado de acordo com as características de cada cliente, ou seja, tipo de residência, seus bens, custo de reconstrução da casa, coberturas desejadas, perfil e por aí vai.

Ah, por falar em bens, é fundamental ter as Notas Fiscais de tudo para detalhar em um eventual Boletim de Ocorrências e comprovar a compra perante a seguradora.

Como curiosidade, danos elétricos (38%), roubo (27%) e vendaval (13%) são os principais casos de acionamento de seguro residencial no Brasil.  Assim, o mais importante é definir/escolher as coberturas necessárias e trabalhar com o corretor de forma a avaliar tudo que se deseja proteger.

Com a ocorrência de um sinistro, a continuidade e a tranquilidade serão mantidas e o lar será afetado de forma apenas temporária – a empresa tratará de ressarcir o cliente da forma assegurada em contrato.

5. Proteção contra coisas simples (mas que custam caro)

Todo mundo tem uma história de um eletroeletrônico ou item de casa que “estragou” ou “queimou” depois de uma tempestade ou forte chuva com trovões e relâmpagos.

Dependendo do produto em questão, a brincadeira pode ficar cara na hora do reparo. O seguro residencial com as coberturas mais simples pode ser muito eficiente neste sentido, protegendo seus bens. Só isso já faz toda a discussão fazer sentido.

Dica bônus: se o que você procura é um serviço de qualidade e ao mesmo tempo que caiba no seu bolso, a opção com franquia pode ser uma boa escolha. Na prática, isso fará você ter a opção de cuidar do reparo por conta própria ou escolher usar o seguro, analisando financeiramente as opções (como funciona com o carro).

Conclusão

Ao contrário do que muitas pessoas falam, acidentes podem acontecer com todos nós e com as coisas que possuímos (inclusive nossa casa), portanto é fundamental está coberto e protegido através dos seguros.

A verdade é que o seguro residencial é muito vantajoso nas coberturas básicas (e em muitos casos nas adicionais), pois não são raros os eventos de ordem aleatória (da natureza ou não) que assolam nossas residências por aqui. Você sabe bem do que eu estou falando.

Eu não sou corretor de seguros, nem tampouco ganho algum dinheiro simplesmente por falar de seguro, portanto não se trata de querer “empurrar” um produto ou fazer seu custo de vida subir. Nada disso. Seguros são essenciais para a continuidade, e isso também é sinônimo de educação financeira.

 

Fonte: Conrado Navarro/Dinheirama

 

Essas são apenas 5 das inúmeras vantagens que a contração de um Seguro Residencial pode oferecer. A Sustentare dispõe de profissionais qualificados que irão lhe auxiliar na definição da apólice que mais responde às suas necessidades. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

03 Jul/17

Sistema de alta pressão com ar frio e baixa umidade deve atuar no estado e derrubar mínima para 9ºC. Não há previsão de chuva

A semana começa com mudança no tempo em Mato Grosso do Sul e perigo potencial de vendaval, queda de temperatura e onda de frio, segundo alertas emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) neste domingo (2).

 

Os ventos podem variar entre 40 e 60 km/h, a temperatura pode cair rapidamente e chegar à mínima de 5°C, conforme o Inmet.

As mudanças são consequência da frente fria, que passou pelo litoral sudeste do país e se afasta para o oceano.

Um sistema de alta pressão, com ar frio e baixa umidade deve derrubar as temperaturas entre a noite de domingo e o amanhecer de segunda-feira (3), quando a mínima em Mato Grosso do Sul deve ser de 10°C. A máxima não ultrapassa os 27°C e a umidade relativa do ar varia entre 35% e 90%. Na terça-feira (4), a mínima pode cair para 9°C.

Os dias ficam ensolarados com poucas nuvens e baixa temperatura na madrugada até a quinta-feira (6), mas o calor volta rapidamente durante o dia por conta do aquecimento do sol e da baixa umidade.

Chuvas não estão previstas durante a semana, conforme o Inmet, por isso, a umidade do ar deve continuar baixa, principalmente a tarde, quando pode ficar abaixo de 30%, especialmente no oeste sul-mato-grossense.

 

Fonte: G1

Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS

 

Pensar nos prejuízos que um vendaval pode causar é aterrorizante. É por isso que existe o Seguro Residencial da Sustentare, para minimizar sua preocupação. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial