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25 Mar/15

Essa apólice é desenhada basicamente para proteger propriedades e não pessoas. Entretanto, por meio de contratação de cobertura adicional, ela pode cobrir danos a pessoas feridas em um acidente ou em outros tipos de responsabilidade civil que podem ocorrer durante a obra.

É um seguro geralmente comprado por empreiteiros para cobrir seu investimento em uma propriedade que esteja sob construção.

A apólice, por exemplo, protegerá os empreiteiros se seus materiais ou trabalho forem danificados antes do pagamento por parte do proprietário.

Fonte: Tudo sobre Seguros

23 Mar/15

Comprei um carro por R$ 24,7 mil em 2012 e declarei o bem pelo custo da aquisição no Imposto de Renda. Em 2014, esse veículo foi furtado e recebi da seguradora o valor de R$ 20 mil. Como declaro essa indenização? Terei de pagar imposto por essa reparação?

Resposta de Eliana Lopes, coordenadora de IR de Pessoa Física da H&R Block no Brasil:

Na ficha “Bens e Direitos”, você deverá informar no campo “Discriminação” que o veículo foi furtado e que o valor da indenização (20 mil reais) foi recebido da seguradora.

Na coluna “Situação em 31/12/2013″ permanece o valor de 24,7 mil reais e em “Situação em 31/12/2014″, você deve digitar “0,00″.

Dessa forma, você justifica à Receita Federal o recebimento do valor integral do bem em sua conta bancária. Você não precisa pagar imposto pelo valor recebido da seguradora e também não precisa declarar o destino do valor.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

20 Mar/15

O corretor de seguros está presente no Brasil há mais de 2 décadas e se tornou figura indispensável entre o segurado e a seguradora.

Hoje não se vê mais uma pessoa assinando uma apólice sem ter um corretor de seguros ao seu lado para avaliar todo o procedimento e ajudá-lo com todos os tipos de burocracia existente. Com isso, mesmo que você não possua um corretor, a empresa segurada há de disponibilizar um para você.

Com isso, é fato que no país, os grandes e médios conglomerados financeiros possuem corretores como principais parceiros, principalmente no ramos de seguros. E isso torna o corretor uma peça fundamental para qualquer seguro que queiras fazer.

Isso significa que os corretores são as pessoas que dão o melhor atendimento para os segurados. Em resultado, o segurado tem melhores chances de comprar um melhor produto e fechar uma apólice com todas as dúvidas tiradas. O contrato de seguro é algo complexo, com características únicas e o corretor é a pessoa mais capacitada para atender bem o segurado.

Fonte: Seguro Consulte

19 Mar/15

Proteger nossas famílias, casas e bens é uma alta prioridade para todos nós. Desemprego, doenças, acidentes e mesmo a morte são riscos com que todos se deparam, mas as redes de segurança do Estado não provêem proteção ou sustento para nossas famílias na forma e nas quantidades que desejaríamos.

O seguro desempenha um papel vital ao permitir que as pessoas se protejam contra tais riscos ou ao propiciar via planos de previdência uma renda adicional para você e sua família na fase da aposentadoria. Com sorte você nunca precisará requisitar uma indenização, mas se algo der errado, o seguro lhe pode poupar milhares de reais.

Embora apólices de seguro possam parecer complicadas, a base é simples. Você paga para se segurar contra algo que possa acontecer com você ou com seu patrimônio. Se o pior acontecer, a companhia de seguros paga o custo total de reparação ou de substituição dos bens danificados ou uma quantia acordada.

Com base na experiência, as companhias de seguros podem calcular a probabilidade de acontecer um roubo ou um acidente – e o custo para elas cobrirem qualquer prejuízo ou lesão. Quanto maior o risco e o custo financeiro da perda, maior o prêmio que lhe será cobrado. Mas as companhias de seguros conseguem manter os custos baixos ao segurar muitas pessoas contra o mesmo risco.

Normalmente, muitos segurados não terão qualquer perda e não requisitarão indenização, de modo que as seguradoras podem formar reservas que lhes permitem indenizar a minoria de segurados que sofreram perdas e, ao mesmo tempo, pagar as despesas operacionais e obter um lucro

Fonte: Tudo sobre Seguros

18 Mar/15

O seguro de acidentes pessoais cobre morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados – unicamente – por acidente. São acidentes pessoais, externos, que o segurado pode sofrer de forma súbita, violenta, imediata e involuntária, provocando lesões físicas ou morte.

Se as lesões do acidente exigirem, esse tipo de seguro pode garantir, ainda, tratamento médico. É um dos ramos dos “seguros de pessoas”, que garante uma indenização ao segurado ou a seus beneficiários caso um dos riscos cobertos venha a se concretizar.

É o acidente, e não suas consequências, que caracteriza o sinistro (concretização de um ou mais riscos previstos no contrato do seguro). Por isso, existem vários sinistros de acidentes pessoais que não são cobertos pela garantia do seguro.

É o caso de um tropeção, em que a pessoa se equilibra antes de cair, ou um tombo, no qual ela não sofre dano algum, apesar de ficar dolorida.

Nas situações de acidentes pessoais que não provocam dano ou apenas danos temporários, não há cobertura do seguro.

O exemplo acima (ou casos semelhantes, conceitualmente caracterizados como acidente pessoal) não se enquadra nas três opções de coberturas previstas pelo seguro: morte acidental, invalidez total permanente e invalidez parcial permanente.

É importante destacar que doenças profissionais, mesmo provocadas por um acidente pessoal, não têm cobertura do seguro.

Também não estão cobertas complicações decorrentes de tratamento médico, cirurgia e exames clínicos quando não forem consequência de um acidente pessoal.

Fonte: Tudo sobre Seguros

17 Mar/15

Os primeiros meses do ano são tradicionalmente de muita chuva nas cidades brasileiras, sobretudo na região Sudeste. Com as tempestades, chegam os riscos: árvores e postes caídos, carros amassados e, cada vez mais, casas e bens danificados.

Atentas ao cenário, as seguradoras têm diversificado a oferta dos seguros residenciais, produtos flexíveis que cobrem os potenciais prejuízos que os temporais podem causar, de acordo com a necessidade de cada consumidor.

Segundo o último levantamento divulgado pela Superintendência Nacional de Seguros Privados (Susep), o segmento cresceu 60% no primeiro semestre de 2014, em relação ao mesmo período do ano anterior. Como neste início de 2015 as chuvas já estão castigando a população com ventos fortes, queda de raios e enchentes, adquirir uma proteção evita maiores dores de cabeça.

Além disso, as seguradoras oferecem coberturas para a maioria dos danos causados pela chuva, como por exemplo, queda de raio, granizo, vendaval, entre outros. E com uma gama diversificada de produtos abrangem todos os perfis de consumidor, com soluções para todos os bolsos e necessidades.

As principais coberturas são queda de raio e explosão, vendaval, furacão, ciclone, tornado e granizo, além de danos elétricos.

Com relação aos bens protegidos, as companhias cobrem estrutura do imóvel (paredes, muros, cercas, portas, portões, janelas, vidros externos, instalações hidráulicas e elétricas e demais partes integrantes da construção, exceto terreno, fundações e alicerce) e o conteúdo do imóvel (móveis, aparelhos, equipamentos e objetos de uso doméstico).

O seguro deixa o morador mais tranqüilo e garante agilidade na hora de solucionar os problemas. Um simples dano elétrico causado pela queda de um raio pode se transformar em transtorno se não for resolvido a tempo. Com a residência segurada, é possível contar com o apoio de profissionais preparados e habilitados, que estarão prontos para dar o suporte apropriado.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

16 Mar/15

A adesão dos pequenos negócios aos serviços oferecidos por seguradoras pode garantir a permanência e manutenção das empresas no mercado.

Para a gerente-adjunta de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional, Patrícia Mayana, os seguros podem evitar até mesmo o fechamento dos empreendimentos em caso de ocorrência de sinistros e situações que representem prejuízos aos empresários. “É importante que o empreendedor de pequeno porte faça o seguro para preservar seu negócio de um sinistro, crime ou qualquer outra situação que represente prejuízos ao seu estabelecimento.”, afirmou.

Patrícia Mayana participou na útima terça-feira, 10, em Brasília, de seminário realizado pelo Sebrae Nacional que faz parte da programação da 2ª Semana Nacional de Educação Financeira. Participaram do seminário gestores em serviços financeiros do Sebrae e de instituições financeiras envolvidas na semana.

Para o advogado Adilson Neri Pereira, consultor da Confederação Nacional das Empresas Seguradoras (CNSEG) e palestrante, a adesão dos empreendedores de pequeno porte aos serviços oferecidos por seguradoras é uma questão de necessidade e viabilidade do próprio empreendimento.

“O seguro voltado para as empresas é diferente de aqueles adquiridos para veículos, residências e saúde privada. Nenhuma empresa pode se dar ao luxo de perder a oportunidade de segurar seus bens e produtos. Seguro é necessidade. A não contratação pode representar o fechamento de uma empresa”, frisou.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

13 Mar/15

Como envolve edifícios residenciais e/ou comerciais, o seguro de riscos de engenharia é importante para a maioria das pessoas. Para diminuir a dificuldade de comprar esse seguro, há diversas dicas práticas:

  • É muito importante encontrar um corretor de seguros especializado nessa área. Como ocorre com todos os seguros, o auxílio do corretor é essencial, mais ainda numa atividade complexa que envolve obras e maquinário. Um corretor de outro ramo de seguros pode não conhecer as nuances e complexidades desse contrato e, portanto, pode não ser capaz de oferecer a melhor cobertura com o melhor preço.
  • Informe seu corretor e a seguradora sobre o custo correto do projeto. A informação é crucial para as seguradoras avaliarem bem o risco envolvido e, portanto, quanto custará para você o seguro. Além disso, descreva a natureza do projeto, o tipo de construção ou montagem, o local e o histórico de sua empresa. A seguradora precisa saber também se a empresa teve ou não sinistros recentemente.
  • A descrição das várias fases do projeto também é importante. A fase de realização das fundações é sensivelmente mais arriscada que a de elevação das paredes. As seguradoras analisam o risco e fixam os preços, entre outros fatores, com base nas fases críticas do projeto.
  • Forneça ao seu corretor e à seguradora uma cópia do contrato de construção ou montagem para assegurar-se de que todos os riscos estarão cobertos. Cabe ao corretor estudar o contrato para certificar-se de que a empresa será segurada adequadamente, nem a mais nem a menos do que se propõe a pagar, e para recomendar os cuidados que, além do seguro, podem ser necessários ao bom andamento do projeto. Seu advogado deve estudar tais recomendações.
  • Segurança é fundamental e, igualmente importante, pode reduzir o preço do seu seguro. Informe o corretor sobre todas as medidas de segurança que você adota na empresa. Sistemas de extinção de incêndios, cercas em torno da propriedade a ser segurada para evitar roubos e outras medidas de prevenção tornam o risco mais palatável às companhias de seguros e, portanto, seu seguro mais barato.

Muitos construtores exageram desnecessariamente o custo do projeto, o que resulta em prêmios significativamente mais elevados. A maioria dos questionários de risco não exige que eles segurem custos não sujeitos a perda ou que não teriam de ser incorridos novamente em caso de perda total.

São, por exemplo, os casos de custos de fechamento, taxas de água e esgoto, estudos de engenharia etc. Além disso, o construtor pode igualmente deduzir o lucro da empresa do valor da obra, desde que haja expectativa de reembolso por lucros cessantes em caso de sinistro.

  • Uma vez terminada a obra ou a montagem, não há mais necessidade de seguro de riscos de engenharia. A partir desse momento, é hora de contratar um seguro normal de propriedade e outro de responsabilidade civil geral.

Fonte: Tudo sobre Seguros

12 Mar/15

Existe uma grande diferença entre responsabilidade civil e penal. Enquanto a primeira é caracterizada pela falta de intenção de prejudicar o outro, a penal é reconhecida quando existe vontade deliberada de causar dano, sendo o seu responsável sujeito ao cumprimento de pena

Como a responsabilidade civil está presente em toda a atividade humana, o seguro de responsabilidade civil tem amplo espectro de coberturas: do automóvel à residência, passando pelos serviços prestados por profissionais autônomos, como médicos, dentistas, advogados, arquitetos, engenheiros, corretores de seguros e contadores, entre outros.

As apólices são diferenciadas, de acordo com a atividade exercida e o risco apresentado. Um exemplo é o seguro oferecido para diretores e executivos de empresas, que garante proteção para o profissional em caso de um processo motivado por uma decisão administrativa que tenha trazido prejuízo aos acionistas.

Quando menos se espera, situações rotineiras podem se transformar em problemas mais sérios. Você sai para passear com seu cão, um dog alemão, treinado, obediente, incapaz de atos impulsivos, mas de repente ele ataca alguém que teve a infeliz idéia lhe fazer um afago.

Aí está um problema que, se não puder ser resolvido amigavelmente entre as partes – responsável e prejudicado –, tem boas chances de acabar num tribunal. Mesmo depois de um acordo amigável, nada impede que a vítima ingresse com uma ação na Justiça.

Supondo que esse alguém atacado pelo dog alemão seja um dentista, que teve uma das mãos gravemente ferida, você poderá ter pela frente uma conta bem alta para pagar, se o prejudicado entrar com um processo pedindo indenização e vier a ganhar a causa.

Dependendo da lesão, além dos custos de médico, hospital, remédios, custas processuais e advogado, você poderá ainda ser obrigado a indenizar essa pessoa pelo tempo que ela não puder trabalhar ou até pelo resto da vida, se ficar constatada a sua incapacidade para o exercício da profissão.

Os tribunais estão repletos de ações movidas por vítimas de animais de estimação. Uma delas, publicada pelo site Consultor Jurídico, foi a que condenou o dono de um pit bull que decepou a cabeça de um vira-latas, em Presidente Prudente (SP), a pagar R$ 4,1 mil, por danos morais, à dona de casa que perdeu seu animalzinho de estimação, dentro de sua residência. A decisão foi da 5ª Vara Cível daquela cidade.

Na sentença, o juiz afirmou que a responsabilidade do dono do pit bull era indiscutível. “O Código Civil, no seu artigo 936, preceitua: O dono, ou detentor, do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maior” – sentenciou o juiz.

Fonte: Tudo sobre Seguros

11 Mar/15

Clubes, confederações e federações esportivas deverão contratar seguro de vida e contra acidentes pessoais para atletas profissionais e para os que participarem das competições internacionais. A importância segurada deve garantir aos atletas o direito a indenização mínima correspondente ao valor anual da remuneração pactuada.

A medida está prevista no Projeto de Lei do Senado 67/2015, do senador Romário (PSB-RJ). O autor afirma que esses atletas desenvolvem atividades de alto risco, necessitando ter cobertura adequada para treinamentos e competições.

“Não há lógica a legislação realizar tratamento discriminatório entre os atletas que participam das competições no país e nas internacionais”, justifica.

O projeto será analisado pelas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Educação, Cultura e Esporte, onde será submetido à decisão terminativa.

Além disso, o seguro de vida e o de acidentes pessoais são perfeitos para este tipo de profissional, pois garantem não só a proteção financeira para o segurado e sua família no caso de algum acidente ou lesão mas também podem auxiliar em questões burocráticas e até mesmo garantir tratamento médico.

Fonte: JusBrasil e Sustentare Seguros

10 Mar/15

De acordo com fontes, a equipe da cantora estaria correndo para finalizar os documentos do seguro antes de sua turnê mundial

Taylor Swift adora exibir as pernas longas e torneadas, seja em apresentações, eventos de gala, ou em roupas do dia a dia. Agora, a cantora percebeu que suas pernas valem muito e, de acordo com fontes, fez um seguro para elas no valor de US$ 40 milhões, cerca de R$121 milhões.

De acordo com o site britânico Mirror, foi a equipe de Taylor que pesquisou o quanto suas pernas valiam com receio de que algo acontecesse com elas durante sua rotina e turnês.

“Parece que é um montante absurdo, mas se algo acontecesse com suas pernas, Swift não conseguiria fazer as apresentações que são sua marca no palco. Sua carreira de US$ 200 milhões estaria em risco”, disse uma fonte.

A revista National Enquirer afirmou que Taylor ficou constrangida ao saber o valor de suas pernas. “Ela pensou que suas pernas valeriam um milhão de dólares. E até ficou um pouco envergonhada com isso”, disse uma fonte próxima à cantora.

A equipe de Taylor estaria correndo para finalizar a papelada do seguro antes do início de sua turnê mundial que começa em maio.

Fonte: Terra

09 Mar/15

O principal objetivo de quem procura um plano de previdência complementar é garantir tranquilidade financeira para si e seus familiares quando parar de trabalhar.

A aposentadoria paga pela Previdência Social (INSS) tem se mostrado incapaz de suprir as necessidades dos aposentados nessa fase da vida. O crescimento vertiginoso das aplicações na previdência complementar aberta, nos últimos anos, reflete essa preocupação.

Atualmente, existem dois tipos de produtos que concentram a preferência dos investidores: o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).

O valor acumulados nesses planos representam uma opção de complementação da aposentadoria paga pela Previdência Social. Há a opção de o investidor utilizar os recursos para realizar algum projeto futuro, como, viagem, compra de imóvel, custeio da educação dos filhos, auxílio à iniciação profissional dos filhos, etc.

Ao contratar um desses planos, você precisa conhecer os tipos de renda disponíveis no mercado e os benefícios opcionais com que contar, como resgate e portabilidade dos recursos acumulados.

Desse modo, a previdência privada se torna uma ótima opção para quem deseja formar uma poupança e garantir um futuro mais tranquilo. Assim, quando chegar a época da aposentadoria, você poderá obter uma renda que permita a manutenção do seu padrão de vida atual ou poderá deixar um pecúlio para os seus dependentes

Fonte: Tudo sobre Seguros

06 Mar/15

Se você viajar frequentemente pela empresa na qual trabalha, saiba que existem planos executivos com múltiplas proteções que podem ser contratadas pelo prazo de um ano.

Quando o seguro é destinado a diretores, empregados e estagiários que viajam regularmente a serviço da empresa, esta costuma contratar o seguro por meio de uma apólice aberta, com prazo de um ano, para a inclusão de todas as viagens. A seguradora deverá ser informada sobre as viagens no mês que antecede a sua realização.

A cobertura do seguro contratado por uma empresa para seus executivos e funcionários pode ser restrita ao território nacional ou incluir, também, o exterior, conforme indicado na apólice.

Na contratação desse seguro especificamente é a empresa que decide sobre as coberturas desejadas, a delimitação geográfica e a fixação das importâncias seguradas, além da proteção para os riscos de morte e invalidez permanente. Os valores de eventuais indenizações (importância segurada) costumam ser calculados com base em múltiplos dos salários dos segurados, podendo fixar limites mínimo e máximo.

Fonte: Tudo sobre Seguros

05 Mar/15

Em um levantamento feito por uma seguradora, apontou-se que a média diária de reclamações de sinistros na cobertura de vendaval e danos elétricos no verão aumentou 32% de 2013 para 2014.

Além disso, o documento mostra um aumento dos chamados “eventos climáticos”, que cada vez mais se tornam imprevisíveis e geram mais procura por seguros residenciais. Em 2014, a empresa registrou um crescimento de mais de 29% na quantidade de apólices.

Em média, os clientes que acionam a assistência do seguro residencial usam em torno de três vezes ao ano. Já entre as coberturas opcionais, a mais usada é a de danos elétricos, que cobre problemas em aparelhos elétricos ou eletrônicos e instalações elétricas causados por curto-circuito, variação de tensão da rede elétrica e queda de raio, comuns durante o período de chuvas.

Muitas vezes não podemos evitar as perdas durante um temporal ou outro tipo de sinistro. Nesse caso, o seguro residencial é a melhor forma de proteger sua casa e principalmente reaver os prejuízos causados por estes imprevistos.

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Fonte: Revista Apólice