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09 Set/15

Alta foi registrada na semana em que forças de segurança reduziram o ritmo de trabalho por salário parcelado

Por trás de ocorrências de maior repercussão que marcaram a semana de paralisação das forças policiais do rio Grande do Sul, como a queima de dois ônibus e de um lotação no Morro Santa Tereza, outros casos de violência ganharam fôlego nos últimos dias.

O roubo de veículos, em que o cidadão sofre grave ameaça, ficando na mira de armas, deu um salto de 47% em Porto Alegre entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro, em comparação a igual período da semana anterior. Passou de 96 carros levados por bandidos para 141 na Capital. Os dados fazem parte de registros oficiais da segurança.

O roubo de veículos tem sido um desafio permanente para a área, já que registra índices crescentes ano a ano. Mas com a redução de policiamento nas ruas e o cancelamento de operações para prisão de quadrilhas pela Polícia Civil, a ação dos criminosos fica facilitada.

Os protestos dos policiais foram motivados pelo atraso no pagamento dos salários dos servidores públicos. Na primeira semana de agosto, em que também houve redução do ritmo de trabalho na segurança por conta do primeiro parcelamento de salários promovido pelo governo estadual, o crescimento de casos de assaltos envolvendo veículos já havia aumentado 30% na Capital, segundo apurou Zero Hora.

Em agosto, o Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS) previa que ocorrências de furto e de roubo de carros teriam crescimento de 300 a 400 casos na Capital e na Região Metropolitana, contra um número normal que ficava entre 600 e 700 registros. O cálculo leva em conta somente a frota segurada. A expectativa do Sindseg/RS se confirmou.

– Ultrapassamos mil ocorrências em agosto. Deve fechar em 1,1 mil. Só na minha empresa, tínhamos 80 carros roubados por mês e passou para 160. O problema é muito sério para a segurança pública. Temos que reforçar os cuidados da população. As pessoas precisam estar atentas. Em cerca de 30% dos casos de roubos, o motorista está dentro do carro esperando alguma coisa – destaca Julio Cesar Rosa, presidente do Sindseg/RS.

O sindicato contabiliza ainda redução na recuperação de veículos. O índice que já esteve em torno de 50%, agora é de 20%, conforme o Sindiseg/RS.

Dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública em agosto mostraram que houve crescimento de 26% nos roubos de carros, na Capital, comparando os primeiros semestres de 2015 e 2014.

 

Fonte: 08/09/2015 / Fonte: Zero Hora | Seguro Gáucho

01 Set/15

A Sustentare Seguros teve a honra de ser convidada para um café da manhã com o Presidente da Liberty Seguros , Carlos Magnarelli, onde através de um bate papo bem descontraído , pudemos conversar sobre mercado, dividir experiências e também sobre as ações da Seguradora.
Neste dia fomos parabenizados pela conquista da Campanha CONEXÃO MUNDO, campanha da Liberty onde os Corretores com maior produção dentro da Seguradora ganham uma viagem para Barcelona e Marrocos.
A Sustentare agradece a Liberty Seguros, pois eventos como estes, onde nós podemos tirar dúvidas e dar sugestões sobre processos e estratégias da Seguradora, demonstra o profundo respeito que a Seguradora tem por seus parceiros, e sua preocupação em cada vez mais fortalecer e consolidar nossa relação. Também tivemos o privilégio de contar com a presença de Marcos Machini, Vice Presidente da Liberty e João Maranhão, Diretor da Região Sul.

26 Ago/15

Você já parou para pensar na melhor proteção para você e sua família? Com certeza sabe o quanto é importante proteger quem você ama. O seguro de vida é uma eficiente e econômica forma de garantir um futuro seguro, pois você pode personalizar as coberturas conforme suas necessidades, incluir coberturas para o cônjuge e ainda contar com serviços de assistência funeral para o segurado ou para toda sua família. Aproveitar os bons momentos ao lado de quem é especial para você é uma das melhores coisas da vida. Para isso, ter um seguro de vida ou acidentes pessoais é essencial.

Trabalhamos com as melhores seguradoras do mercado e buscamos a melhor opção do produto para você! 

 

21 Ago/15

O projeto foi desenvolvido por corretores com mais de 20 anos de atuação no mercado de seguros. Visando atender as necessidades diárias de uma corretora de seguros, sabendo que um grande deficit de corretoras tradicionais são operações administrativas que demandam de tempo e acabam, sem perceber, retirando o foco principal para o crescimento de nossos negócios. Trabalhamos focados em operações administrativas e financeiras disponibilizando facilidades como ferramentas operacionais de alta tecnologia, sistema de apoio comercial qualificado, acesso a condições comerciais diferenciadas e um grande portfólio de produtos.

O projeto Sócio Parceiro é o precursor do crescimento da Sustentare Seguros. Com ele conquistamos mercado, atuação territorial, e  cada vez mais facilidades que ficam a disposição de todos os Sócios. No primeiro semestre de 2015 alcançamos o numero de 55 filiais distribuídas por cinco estado da nação. São mais de 30.000 segurados atendidos em todos os tipos de seguros. Trabalhamos com expertise em nosso portfólio e nele contemos produtos exclusivos e diferenciados.

Conheça nosso projeto e entre em contato com nosso departamento de expansão. Será um Prazer recebe-lo em nossa organização.

14 Ago/15

Consórcio ou financiamento?

Segundo especialistas, a compra à vista é sempre a melhor opção para quem quer adquirir um bem ou serviço, já que essa forma de pagamento não inclui juros nem outras taxas. Contudo, quem não dispõe de toda a quantia necessária para arcar com os custos daquilo que deseja tem no consórcio e no financiamento opções para a antecipação desse sonho.

Comparando as duas últimas modalidades, no geral, o consórcio é indicado àquelas pessoas que não precisam do bem com urgência. “Se a pessoa tem um caminhão, por exemplo, e este precisa ser substituído para que ela consiga continuar trabalhando, talvez o consórcio não seja a melhor opção. Mas se o consumidor não tem urgência do bem e tem um perfil mais poupador, o consórcio é o mais indicado”, afirma o presidente executivo da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), Paulo Roberto Rossi.

Além disso, pessoas com dificuldades em poupar podem encontrar nos consórcios uma oportunidade de desenvolver tal característica, já que o produto é, por natureza, uma forma de poupança “forçada”. Aqueles que possuem restrições de crédito também encontram nos consórcios uma alternativa para a aquisição de bens, visto que, segundo os especialistas, pessoas inscritas em cadastros de inadimplentes não encontram objeções para a participação em grupos de consórcios. Por outro lado, em caso de contemplação, o cotista deverá estar com a situação regularizada ou, em alguns casos, ao menos apresentar um fiador que se responsabilize pelo pagamento do saldo devedor – sem isso, a administradora do grupo poderá recusar a liberação da carta de crédito mesmo que o pagamento das parcelas do consórcio esteja em dia.

Ainda contrapondo consórcios e financiamentos, uma das vantagens do primeiro é a ausência de cobrança de taxa de juros – um encargo sempre presente nos financiamentos. No entanto, afirma o professor da FGV-RJ, quem opta por um consórcio deve estar ciente de que terá outros gastos, como a taxa de administração, o fundo de reserva e eventuais seguros.

Com o intuito de atender nossos clientes com os melhores produtos do mercado a Sustentare Seguros  trabalha com o Consórcio com os maiores grupos financeiros do Brasil. Consulte a sua filial e conheça as nossas ofertas!

Fonte http://www.infomoney.com.br/

05 Ago/15

SÃO PAULO – Marcelo Cunha do Amaral estava satisfeito com o seu trabalho de assistente administrativo na Petrobras, no Rio, e não vislumbrava a possibilidade de perder o emprego, embora não fosse concursado. Mesmo assim, no início de 2014, ao negociar a renovação do contrato de aluguel, achou interessante pagar um valor adicional que lhe garantiria que, caso perdesse a renda, a seguradora assumiria esse compromisso por um determinado período. E foi o que aconteceu em março, quando ele passou a fazer parte do índice de desemprego do país.

— A imobiliária ofereceu esse seguro, e achei interessante. Foi a primeira vez que contratei e no mês seguinte à minha demissão já procurei a seguradora. Ajudou, porque ainda não consegui encontrar outro emprego — diz Amaral.

Ele conta que o valor da indenização foi suficiente para três meses das despesas com o imóvel (aluguel e condomínio), cerca de R$ 3,6 mil — sendo que ele pagava por essa proteção, mensalmente, R$ 11,65.

PLANEJAMENTO FINANCEIRO

O tipo de proteção, atrelado à perda de renda ou à incapacidade temporária de trabalho, pode ser útil em um cenário de maior instabilidade econômica. No caso dos seguros prestamistas, que arcam com o valor das prestações de um contrato (crediário, mensalidade escolar ou aluguel), boa parte está atrelada ao risco de desemprego, no caso de profissionais que trabalham com registro em carteira. No caso de profissionais liberais (médicos, advogados) ou autônomos, é mais fácil encontrar seguros que pagam uma indenização quando ocorre um afastamento temporário do trabalho, por doença ou acidente.

É um mercado que vem crescendo, mas é claro que, em época de maior instabilidade financeira, esses produtos têm um apelo maior. O cliente que não pensava nisso, quando conhece essa cobertura passa a pensar nessa possibilidade (de perda de renda) e considera a contratação dessa cobertura — diz Karina Massimoto, superintendente-executiva de seguros do Grupo BB Mapfre.

Na avaliação de Patrick Paiva, gerente de produtos de Vida da Icatu Seguros, momentos de incerteza financeira como o atual ajudam a desmistificar o fato de um seguro de vida ser utilizado apenas quando ocorre a morte do titular. Ele explica que as apólices oferecem cobertura de renda em caso da incapacidade temporária. Para ele, a demanda por essa cobertura não tende a mudar muito devido ao cenário econômico. Já as prestamistas, que estão relacionadas à compra de um bem ou produto, como a utilizada pelo ex-funcionário da Petrobras, tendem a ter maior procura agora.

— Para o planejamento financeiro é importante. Em momentos de crise, as pessoas ficam com mais receio de consumir e faz sentido ter um seguro como esse — afirma Paiva.

Fonte: Cqcs / 04/08/2015 / Fonte: POR ANA PAULA RIBEIRO – o Globo

23 Jun/15

Sustentare Seguros , representada pelos sócios Alexandre Gravina e Leandro Gravina, participou do jantar festivo na sucursal da SulAmérica em Santa Cruz, onde teve a presença do Vice-Presidente Comercial Matias Ávila,  do Diretor Regional Sul Gilson Bochernitsan e da Gerente da Filial Lisiane Mendes e da Gerente Comercial Jaquelini Rissi.

28 Mai/15

A Sustentare Seguros, representada pelos Sócios Róger Da Fre e Rógerio Oliveira, tiveram o prazer de tomar um café da manhã com José Ferrara, Presidente da Tokio Marine, onde puderam conhecer  as estratégias da Tokio para os próximos 3 anos e também poder alinhar os objetivos da nossa grande parceria. Hoje a Tokio Marine é uma das 5 maiores parceiras da Sustentare Seguros.

07 Mai/15

O pilar que nos ajudou a crescer e evoluir, e em vocês sempre encontramos um colo fiel e seguro.

A Sustentare deseja um feliz Dia das Mães!

05 Mai/15

Segundo a Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul, os números de furtos e roubos de veículos na Capital gaúcha durante o 1º trimestre de 2015 aumentaram em relação ao mesmo período do ano passado. Em 2014, o total era de 2.527 carros e, neste ano, o número subiu para 3.028, o que equivale a um aumento de 16,5%. O Rio Grande do Sul, por sua vez, teve o total de 8.839 carros roubados ou furtados. Comparando este número com o de Porto Alegre, é possível perceber que 34% destas operações criminosas se concentram na Capital. É em situações assim, que nos pegam desprevenidos, que ter um seguro do automóvel faz toda a diferença. O presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul, Julio Cesar Rosa, aponta uma série de questões estruturais deficitárias que impedem o Governo Estadual de arcar com sua responsabilidade na área da segurança. “A segurança do estado e principalmente de Porto Alegre e Região Metropolitana está totalmente destruída fazendo com que atualmente esteja a mercê da sorte”, disse. Ele acredita que parcerias público privadas podem ser uma solução para um estado que se encontra com as finanças totalmente comprometidas.

Fonte: Júlia Senna e William Anthony | JRS Comunicação

 

17 Abr/15

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, ressaltou a importância dos seguros e o impacto positivo desses produtos na vida das pessoas. A afirmação foi feita durante entrevista coletiva. O ministro lembrou da Semana de Educação Financeira, realizada em todo o país entre 9 e 15 de março, quando o governo manifestou seu total apoio à iniciativa devido a importância na melhoria de vida da população.

“Quando o nível de renda das pessoas sobe, abrem-se novas oportunidades do uso de serviços e produtos. É importante que as pessoas tomem conhecimento sobre como isso pode melhorar suas vidas”, disse o ministro referindo-se à educação financeira. Segundo Levy, diante da contingência de se usar um seguro, como por exemplo, um acidente que possa danificar um carro, descobre-se como é valioso ter essa proteção. Segundo ele, uma despesa inesperada pode até paralisar a vida das pessoas, ao contrário de quem possui um seguro, tem conhecimento de sua importância, e está coberto em várias situações. “O impacto disso na vida das pessoas é tremendo”, afirmou o ministro.

Joaquim Levy destacou ainda que o efeito dos seguros na qualidade de vida das pessoas é um dos papéis do mercado financeiro numa economia tão diversificada quanto a brasileira. “Temos que aproveitar isso para que seja um instrumento, não só para ser uma oportunidade de poupança, de criação de riqueza, mas também pelo impacto positivo que tem na vida das pessoas”, disse ele.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

17 Abr/15

Desde quinta feira, 2, um incêndio atinge tonéis de combustível da Ultracargo, na área do Porto de Santos. O corpo de bombeiros encontra dificuldades em conter o fogo que, pela volatilidade do material, faz com que o perigo de explosão seja grande.

Com o ocorrido, caminhoneiros e empresas de transporte já avaliam a possibilidade de pedir indenização à Ultracargo, por conta de entregas que deixaram de ser feitas pela impossibilidade de transitar no trecho da rodovia Anchieta-Imigrantes. Segundo estimativa dos profissionais de transporte, o prejuízo causado a eles pelo incêndio já chega a R$ 5 milhões.

Navios também são afetados por essa espera. Existe uma multa na operação de carga e descarga dessas embarcações que varia entre US$30 a US$50 mil por dia. As apólices patrimoniais, geralmente contratadas para ressarcimento em eventos que demandem cobertura de lucros cessantes, não costumam contemplar terceiros que não estejam diretamente ligados à produção do contratante do seguro. “Um terceiro que faz frete e é impedido por um acidente desses tem uma perda como uma pessoa jurídica, mas essa cobertura é para o dono da apólice. Por isso, os caminhoneiros e empresas de frete só estariam cobertos caso eles tivessem feito essa contratação.

Destaca-se ainda, que o que existe nesse sentido é uma especificidade do produto de lucros cessantes, que cobriria fornecedores ou compradores diretamente ligados à empresa que sofreu o incêndio. Quando você tem uma empresa que fornece um bem ou um produto a outra e elas são, de alguma maneira, dependentes, então todas as empresas envolvidas nessa cadeia de produção estariam cobertas. Esse tipo de proteção é um pouco mais difícil de ser conseguida, pois envolve uma avaliação de risco e de cadeia muito mais detalhada, já que o contratante precisa ter confiança que as outras empresas possuem práticas adequadas de gestão que não colocarão em risco a efetividade da contratação. O mercado costuma ser mais conservador com essa questão, no que diz respeito a limites de custos.

Questão Ambiental

No sábado, 4, a questão levantada foi sobre a possibilidade do incêndio ter causado danos ambientais. O Corpo de Bombeiros declarou que, de fato, uma grande quantidade de combustível se espalhou pelo depósito. Peixes mortos foram encontrados na orla da Avenida Beira-Mar, em Cubatão. Ainda não se sabe se o fato tem alguma ligação com o acidente, mas a prefeitura declarou que realizou coleta dos peixes para investigar a causa das mortes; uma amostra da água também está sendo analisada.

O seguro contra esses danos ainda é facultativo, apesar de propostas discutidas pelo governo em 2014 sobre a obrigatoriedade ou não dessa contratação. “Não é apenas o segmento petroquímico que pode causar danos ao mar e ao solo, até mesmo indústrias de alimentos possuem esse risco. Discutir essa questão é muito importante, dentro e fora do mercado de seguros, porque o impacto é muito significativo. Embora esse tipo de apólice não cubra multas, elas ajudam na reparação desse ambiente que sofreu dano em função do sinistro.

Empresas do ramo petroquímico, ou qualquer outro que tenha possibilidade de um evento severo, precisam de uma gestão forte e adequada. Nem todos os riscos são absorvidos pelo mercado. Alguns podem ser mitigados, outros transferidos e até mesmo declinados. A empresa precisa saber disso e prezar a mentalidade de proteção.

Olhar para a importância de uma contratação abrangente de um produto de lucros cessantes, por exemplo, poderá ser a garantia de minimização das perdas em momentos de crise.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

17 Abr/15

O prazo para você receber a indenização é de 30 dias. Se a seguradora demorar mais do que esse tempo, terá que pagar juros e multa, além de corrigir a importância que lhe é devida. Esses critérios, contudo, têm que constar no contrato.

Mas a contagem do prazo pode ser suspensa, quando a seguradora solicitar novos documentos para esclarecer dúvidas na análise das informações sobre o sinistro.

Lembre-se de que esse questionamento precisa ser muito bem fundamentado para não se transformar num pretexto para retardar o pagamento da indenização.

Verifique na sua apólice os documentos exigidos para cada uma das coberturas que você contratou. Já é meio caminho andado para agilizar a indenização.

Recorra a seu corretor para acompanhar o processo e, se houver necessidades urgentes, peça adiantamento da parte da indenização que já estiver reconhecida como devida.

Fonte: Tudo sobre Seguros

17 Abr/15

Uma recente pesquisa apontou que 82% dos brasileiros não possuem nenhum tipo de seguro, reforçando a falta da cultura do seguro no País. Durante o programa ‘Em Pauta’ da emissora Globonews, a colunista Mara Luquet apontou o estudo, ressaltando que a baixa popularidade do seguro deve-se à contratação sem a orientação do corretor de seguros.

“É importante entender o produto, e as pessoas não sabem comprar o seguro, fazem a aquisição em agências bancárias, por exemplo. E aí, quando vão usar, não tem cobertura, fazendo com que a experiência seja ruim”, destaca Mara.

A pesquisa ainda identificou que 41% têm seguro de automóvel, um número ainda baixo se levarmos em consideração o aumento das vendas de veículos nos últimos anos. “A primeira coisa que você tem que fazer quando compra um automóvel, principalmente se ele for financiado, é a contratação de um seguro”, acrescenta.

A colunista ainda falou sobre o seguro de residência, mencionando a pesquisa no sentido de que apenas 5% da população brasileira possui a cobertura, apesar de ser de baixo custo. “Atualmente, os produtos também contam com serviços, além da proteção contra incêndio e roubo, atraindo mais consumidores”, aponta Mara.

Dados que só reforçam a necessidade dos consumidores reconhecerem o importância dos seguros e começarem a aderir e proteger seus bens.

Fonte: Portal Nacional de Seguros

17 Abr/15

Responda rápido: entre uma loja de roupas e um açougue, qual desses comércios sai mais prejudicado se houver interrupção da energia elétrica durante várias horas? A loja pode ficar sem sistema e deixar de vender, mas o açougue, além de não vender, possivelmente perderá quilos e mais quilos de carnes, deteriorados por falta de refrigeração.

Com essa comparação, o analista Adalberto Luiz, da Unidade de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae, demonstra porque, antes de fazer um seguro empresarial, o empreendedor precisa avaliar as características de seu negócio, os riscos a que está sujeito e as coberturas necessárias. “Não adianta contratar um seguro generalista, um pacote pré-formatado, porque ele pode não cobrir uma necessidade específica, e o segurado ainda vai pagar por coisas inúteis”, afirma o analista. “Para um açougue, ficar sem energia representa um grande problema, logo a cobertura para esse risco deve ser maior. Já para uma loja de roupas, é obrigatório garantir-se contra incêndios e roubos, que são riscos evidentes.”

A importância do seguro para pequenas e microempresas foi debatida em palestra promovida em Brasília pelo Sebrae e Banco Central, durante a programação da 2ª Semana Nacional de Educação Financeira, em março. O recado transmitido pela entidade foi que, por falta de um seguro adequado, uma empresa que sofre um acidente pode vir a falir: “No caso de um dano de grande monta, a indenização precisa ser suficiente para o empreendedor começar tudo de novo, comprando de equipamentos a insumos. Sem um seguro adequado, a empresa, em caso de algum sinistro, pode acabar quebrando”, afirma Adalberto Luiz. Ele recomenda, como forma ideal de prevenção, que o empresário conte com a ajuda de um corretor capaz de lhe apresentar propostas de diferentes companhias adequadas aos mais variados tipos de negócios.

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

17 Abr/15

Esta modalidade apresenta várias vantagens em relação aos seguros convencionais, como:

• Redução das taxas em relação aos chamados seguros convencionais;

• Conjugação de várias coberturas em uma só apólice, com cláusulas menos restritivas e de mais fácil compreensão pelos segurados; e

• Estruturação modular com uma ampla gama de coberturas e garantias acessórias, permitindo ao segurado a escolha, entre elas, das mais adequadas às suas necessidades, o que resulta na montagem de um seguro “personalizado”.

Nos seguros compreensivos, os riscos previstos e descritos em cada uma das coberturas contratadas são garantidos ou cobertos na apólice.

O risco pode ser definido como o acontecimento possível, futuro e incerto, independentemente da vontade das partes contratantes. A concretização do risco provoca prejuízos financeiros.

Fonte: Tudo sobre Seguros

02 Abr/15

Como na maioria das situações, a preparação adequada costuma evitar surpresas desagradáveis durante a viagem. Confira uma lista de itens que você deve checar antes de pegar a estrada, mesmo se seu carro for novo:

Bagagem

Pense duas vezes ao montar sua bagagem. Quanto mais peso dentro do carro, mais combustível será gasto e mais força no freio terá que ser empregada no caso de uma parada mais brusca. Evite carregar objetos soltos no interior do veículo. Em um acidente, eles podem machucar os ocupantes.

 

Documentos

Verifique se sua carteira de motorista e o documento do veículo estão dentro da validade. Conduzir sem a documentação necessária é infração leve, gera retenção do veículo até a apresentação dos documentos, multa de R$ 53,20 e 3 pontos na carteira. Tenha em mãos o telefone para acionamento do serviço de assistência 24h (guincho, socorro mecânico, etc) de seu seguro auto em caso de emergência;

Velocidade

Não queira bancar o campeão das pistas. Pilotos correm em circuitos e não em rodovias ou vias públicas. Respeite os limites e seja responsável. Se estiver com pressa, saia mais cedo de casa e só ultrapasse com segurança. De acordo com as estatísticas do DPVAT, o Brasil é o campeão mundial em acidentes de trânsito. Prudência é item básico de segurança.

Celular

Esqueça seu celular enquanto estiver ao volante. Caso precise atender a uma ligação ou utilizar o GPS e outros aplicativos de localização, passe o aparelho à pessoa ao seu lado. Se estiver sozinho, evite atender ou pare no acostamento ou num local mais adequado.

Pneus

Verifique se os cinco pneus estão em boas condições. Uma boa maneira de verificar se está na hora de trocá-los é usando uma moeda de R$ 1. Coloque entre os sulcos, na parte mais central da banda de rodagem. Se a parte dourada estiver quase toda aparente, está na hora de comprar pneus novos. Não esqueça: estepe também é pneu e precisa ser checado e calibrado!

Uma dica importante: ao contrário do que muitos pensam, os pneus menos desgastados devem estar no eixo traseiro, já que ele é o responsável pela estabilidade do carro. Além do que, se um pneu dianteiro estourar, o motorista tem o volante para controlar o automóvel.

Triângulo, macaco e chave de roda

Checar se está tudo no lugar nem sempre é suficiente. Antes de começar a viagem, teste se todos os itens estão funcionando da maneira como deveria.

Alinhamento e balanceamento

Os motoristas costumam dar menos importância do que deveriam a esta dupla. Uma roda desbalanceada faz com que o volante vibre à medida que a velocidade aumenta. A suspensão desalinhada resulta na direção puxando para um dos lados.

Suspensão

Pancadas secas e rangidos são indicativos de problemas na suspensão.

Parte elétrica

Cheque se faróis, lanternas e piscas estão funcionando adequadamente. Trocar uma lâmpada queimada é rápido e pode prevenir acidentes. Veja também se os limpadores de para-brisas estão funcionando adequadamente, se as paletas não estão ressecadas e aproveite para encher o reservatório de água.

Fluidos

É fundamental observar se todos os fluidos do automóvel estão no nível e em condições adequadas. Principalmente porque a estrada costuma exigir mais do motor do que os trajetos do dia a dia. Por isso, escolha uma oficina e lembre de chegar o óleo do motor e da transmissão, os fluidos de freio, de direção hidráulica e embreagem, o líquido de arrefecimento, e no caso de carros flex, o nível do combustível do reservatório de partida a frio.

Extintor de incêndio

As pessoas só costumam entender a importância do extintor quando realmente precisam dele. Acredite, é fundamental. Vale lembrar que com a chegada do mês de julho, o motorista que for flagrado sem a versão ABC será multado com cinco pontos na carteira e R$ 127,69.

Percurso

Seja qual for o destino, defina o percurso com antecedência. Não conhece a estrada? A tecnologia te dá uma força. Se não tiver um GPS disponível, não faltam aplicativos para celular que substituem o aparelho. Uma boa dica é lembrar de definir o trajeto antes de pegar a estrada. Com ele pré-definido, o GPS continua funcionando mesmo nos trechos em que sua operadora deixá-lo na mão.

Fonte: Diário de Pernambuco

01 Abr/15

A diferença entre os dois está no contrato firmado pelo segurado e a companhia de seguros, sendo possível incluir todos os automóveis numa única apólice.

Da mesma forma que o seguro automóvel individual, o de automóvel frota é facultativo e garante: indenização por danos acidentais causados ao veículo, ou por roubo ou furto (ou suas partes); ressarcimento por danos materiais ou pessoais causados pelo veículo a terceiros; indenização aos passageiros acidentados do veículo (ou seus beneficiários); e assistência ao veículo e seus ocupantes, em caso de acidente ou pane.

A contratação do seguro é feita por meio de uma proposta. Esta, por sua vez, gera uma apólice, que é o contrato entre o segurado e a seguradora. O seguro automóvel frota costuma depender da análise de inúmeros aspectos, como: quantidade de veículos, histórico de sinistros, comportamento e características do grupo segurado, bônus, forma de cobrança e região de circulação, entre outros.

Este seguro também permite comprar – separadamente ou de forma combinada – a cobertura do casco (veículo) e a de danos corporais e materiais a terceiros (Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos – RCF-V), abrangendo o pagamento dos honorários de advogado e de custas judiciais.

Além dessas garantias, podem ser acrescentadas as coberturas para acidentes pessoais de passageiros (APP) e também contra danos à carroceria blindada e aos objetos transportados, entre outros benefícios.

Fonte: Tudo sobre Seguros

31 Mar/15

Ao preencher a declaração de saúde, o segurado deve informar verdadeiramente as suas condições de saúde e histórico médico. Nenhuma informação deve ser desprezada, até por que muitas delas não vão interferir na aceitação do seguro ou no valor do prêmio, como ter quebrado algum osso, sem que isso tenha deixado sequelas; e cirurgias para retirada das amídalas ou apêndice; entre outros episódios que não interferem no estado de saúde atual do segurado.

Mesmo quadros de saúde mais complexos, como insuficiência cardíaca ou doenças preexistentes, como renal, diabetes ou hipertensão arterial, entre outras, devem ser informadas. São dados que a seguradora vai utilizar para calcular o valor do prêmio do seguro.

É melhor pagar um seguro mais caro (compatível com o risco real que representa) do que ter um seguro de vida que não cumprirá sua finalidade ou representará desgaste e atraso no pagamento da indenização.

As seguradoras têm instrumentos e pessoal especializado para identificar casos de má-fé por parte do segurado ou de seus beneficiários ou de agravamento intencional do risco que provocou o sinistro.

O relacionamento correto e honesto de ambas as partes é a melhor maneira de evitar prejuízos e aborrecimentos.

Fonte: Tudo sobre Seguros