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11 Set/17

Muitas vezes eu ouço alguns amigos e clientes dizerem que não precisam de seguro de vida. Diante da afirmação, eu proponho a seguinte situação: o que acontece quando você morre e seus filhos, sua esposa (ou esposo) ou outros parentes dependem de sua renda para cobrir despesas como aluguel, escola e financiamento imobiliário?

As respostas começam a mudar e uma saudável discussão surge. Sim, você provavelmente precisa de um seguro de vida, uma vez que vai ajudar a fornecer para a sua família, no caso de sua morte ou invalidez, o conforto financeiro para que possam se restabelecer e seguir com os objetivos de vida já definidos.

Se você tem dependentes, como por exemplo, crianças em idade escolar ou um parceiro que depende de sua renda, uma apólice de seguro de vida pode fornecer a eles o conforto e segurança por um período.

Ah, tem outra coisa: lembre-se que caso você tenha bens imóveis e/ou investimentos, isso tudo provavelmente será inventariado e o custo de inventário costuma ser bem alto. Quem pagará por isso? Com que dinheiro?

As apólices de seguro de vida poderão auxiliar sua família com uma quantia fixa ou com pagamentos regulares. As apólices são projetadas para fornecerem ao segurado uma garantia em caso de acidente ou doença, além de assegurar seus dependentes no caso da sua falta. A indenização depende do nível de cobertura que você contrata.

Está cada vez mais comum os clientes buscarem pela opção de seguros resgatáveis. Para isso você deve falar com um especialista, que poderá ajudá-lo na contratação da melhor cobertura de acordo com o seu perfil de investimento.

Quem não precisa de seguro de vida? 

Se você é solteiro ou se o seu parceiro ganha o suficiente para sua família viver, você pode não precisar de seguro de vida. Mas você pode querer reservar dinheiro suficiente para cobrir quaisquer despesas em caso de uma doença ou acidente que possa impossibilitá-lo de continuar suas atividades.

O seguro também é importante para situações que envolvem acidentes de trabalho e invalidez, algo comumente subestimado pelos profissionais, principalmente os autônomos. Como compor a renda se você não tem condições de saúde adequadas para executar seu trabalho?

Portanto, embora tecnicamente alguns adultos não se enquadrem em um caso de necessidade de seguro de vida, é aconselhável que todos os que trabalham e exercem alguma atividade profissional façam pelo menos um seguro complementar para invalidez ou acidente. Pense bem e verá que ele faz muito sentido.

Quanto custa uma apólice? 

O seguro de vida pode variar muito de valor e é por isso que nessa hora você deve contar com a ajuda de um profissional do mercado. Muitas vezes, apenas alguns Reais por dia é tudo que você precisa para fornecer para sua família uma excelente proteção financeira e emocional (a tranquilidade não tem preço).

Seguros resgatáveis são uma boa? 

A opção de contratar os seguros resgatáveis é uma excelente alternativa, pois proporciona aos clientes a cobertura desejada por 10, 20 ou até 30 anos e a opção de resgate. Ou seja, caso o cliente queira, poderá fazer o resgate de parte do prêmio pago.

Algumas seguradoras fazem o estudo atuarial de forma que o cliente consiga resgatar até 100% do que pagou ao longo dos anos. Trata-se do que existe de mais moderno no que diz respeito ao seguro de vida individual.

Muito comuns em países da Europa e nos EUA, esses produtos estão disponíveis no Brasil. Por se tratar de um produto diferenciado, sugerimos que você fale com especialista no assunto, pois apenas algumas seguradoras disponibilizam essa modalidade de seguro.

Características dos seguros de vida

Diferentemente do produto previdência privada, o seguro de vida não permite dedução fiscal. Por isso não podemos comparar um produto com o outro, pois são para diferentes finalidades.

Seguros de vida não permitem a dedução fiscal, enquanto que em alguns produtos de previdência isso não só é possível, como é um dos atrativos do plano para quem quer reduzir a base de cálculo de Imposto de Renda

Muitas empresas costumam oferecer o benefício de seguro de vida para seus funcionários, seja por deliberação da empresa ou, em muitos casos, por exigência da convenção coletiva da classe de trabalhadores.

Atenção porque essas apólices nem sempre são completas, considerando todas as coberturas possíveis. Vale a pena analisar o que as seguradoras podem oferecer para complementar a apólice que a empresa fornece.

Se você possui o seguro de vida da empresa em que trabalha, verifique os detalhes, pois quase sempre essas apólices cobrem múltiplos salariais – e provavelmente você irá precisar de um valor adicional. Além disso, caso você saia da empresa, provavelmente não terá direito de permanecer com o seguro.

Já falamos também, em textos anteriores, que algumas empresas oferecem planos de previdência complementar para seus funcionários. Vale a pena, sempre que for possível,  aderir a esse benefício.

A previdência complementar corporativa é, sem dúvida, um dos melhores benefícios e um dos mais desejados pelos funcionários de empresas privadas, principalmente se levarmos em conta a recente discussão a respeito das reformas de previdência que o Governo tenta aprovar.

Conclusão

A gestão de riscos da vida pessoal e profissional é um assunto que deve ser uma prioridade no seu lar. Além disso, seus aspectos precisam ser revisados ano a ano, mantendo os familiares atentos para tudo que você contratou e alterou (coberturas, planos, prêmios, benefícios e etc.).

Afinal de contas, são muitas as opções de coberturas e no momento de uma necessidade é fundamental que sua família esteja amparada por produtos adequados no que diz respeito a seguros, não é mesmo?

É melhor pagar o seguro de vida e não usá-lo do que não contratá-lo e viver uma situação dramática em que ele seria fundamental para equilibrar as contas e o lado emocional de todos. Pense nisso e lembre-se sempre da proteção para você e sua família. Obrigado e até a próxima.

 

Fonte: Abraão Rodrigues/Dinheirama

 

O Seguro de Vida certamente contribuirá muito com a estruturação de sua base familiar. Para isso, os corretores da Sustentare lhe auxiliarão em todas as suas dúvidas. Contate o escritório mais perto de você: https://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

04 Set/17

É muito comum ver entre alguns investidores mais experientes um certo preconceito com a Previdência Privada.

Ouço com certa frequência: “Para que pagar taxa de administração, se eu mesmo posso investir meu dinheiro direto nos títulos que eu quiser?” ou ainda “Previdência Privada rende pouco, existem alternativas melhores”.

E na maioria das vezes, eles até estão certos. No entanto, alguns poucos fundos de Previdência Privada conseguem oferecer rendimentos muito satisfatórios superando seus benchmarks, consistentes e com baixos custos de taxa de administração.

Nesses casos específicos a Previdência Privada pode ser uma alternativa muito mais interessante do que você imagina por conta de algumas características e vantagens próprias que só ela oferece no Brasil.

E o pior é que a maioria dessas características são completamente desconhecidas mesmo por esses investidores mais experientes. É por isso que hoje vou contar aqui as 5 principais vantagens da Previdência Privada que a faz superar muitos investimentos comuns.

1. Sucessão Patrimonial 

O primeiro ponto que vale a pena destacar é o da Sucessão Patrimonial. Embora na maioria dos casos façamos previdência pensando na nossa própria aposentadoria, nós nunca sabemos o dia de amanhã e podemos acabar não usufruindo ou consumindo apenas parcialmente o capital acumulado ao longo do tempo por conta de uma fatalidade inesperada.

Nessas situações, quem já teve que passar por elaboração de inventário, divisões de herança e outras questões burocráticas do tipo, sabe quão custoso, trabalhoso e demorado é esse processo.

Já no caso da Previdência Privada, esse tipo de transição é muito facilitada, de forma que os herdeiros podem recuperar o capital investido rapidamente, sem a necessidade de inventário.

Além disso, muitos estados brasileiros isentam as Previdências Privadas do ITCMD, portanto reduzindo consideravelmente os custos tributários dos herdeiros.

2. Não há incidência de come-cotas

Muita gente pode dizer que a implicância com o come-cotas é besteira e que esse imposto tem pouca relevância final para os resultados dos investidores.

Isso até pode valer para o investidor de curto prazo que está poupando para uma viagem no final do ano ou para outros objetivos mais curtos. No entanto, certamente não existe objetivo de mais longo prazo que a aposentadoria.

Por isso, quando falamos de Previdência Privada, geralmente estamos de olho nos próximos 10, 20, 30 anos ou até mais longe! Nesses cenários, o efeito do come-cotas pode ser devastador!

Para se ter ideia, com um capital inicial de R$ 100.000,00 rendendo 10% ao ano por 30 anos (sem novos aportes), mais de R$ 350.000,00 seriam torrados só com o come-cotas.

Portanto essa é uma diferença que certamente precisa ser levada em conta quando pensar em investir seu dinheiro em fundos para aposentadoria.

3. Portabilidade sem reiniciar alíquotas da tabela regressiva do IR

O mundo está sempre em constantes mudanças, assim como a economia e as oportunidades de investimentos.

No entanto, cada vez que uma oportunidade mais interessante de investimentos aparece para nós, temos que recolher os impostos sobre os rendimentos – o que na melhor das hipóteses levará apenas 15% dos ganhos se já estivesse aplicado há mais de 2 anos (no caso dos títulos de Renda Fixa tributados e fundos que não sejam de ações).

Como a Previdência Privada oferece a possibilidade de portabilidade de investimentos, é possível que você transfira seu dinheiro entre diferentes fundos sem ter que realizar um “resgate” desse dinheiro.

Dessa forma, você não precisaria antecipar o pagamento do imposto de renda e nem reiniciar a contagem da tabela regressiva do IR que acontece em boa parte dos investimentos comuns em renda fixa e fundos de investimentos.

4. Aportes regulares via débito automático 

Uma das dificuldades mais comuns e conhecidas das pessoas que tentam poupar mensalmente a longo prazo é manter a consistência desses aportes.

Somos bombardeados por publicidade em todos os cantos e sabemos que as tentações de consumo, em grande parte de supérfluos, são diárias.

Como se isso não bastasse, mudanças drásticas que inevitavelmente ocorrem nas nossas vidas como uma troca de emprego, a vinda de um novo filho ou outros eventos às vezes inesperados, facilmente nos tiram do foco e disciplina necessários para seguir um objetivo de longo prazo como a construção de uma aposentadoria financeiramente tranquila.

Por conta disso, a opção de débito automático que a maioria das previdências oferece acaba vindo muito a calhar, de forma que antes de pensarmos em fazer qualquer coisa com a nossa renda, a parte do dinheiro planejada já é direcionada automaticamente para a sua reserva da aposentadoria.

Dessa forma, fica muito mais difícil cometer desvios no planejamento e não cumprir com seu compromisso de longo prazo.

5. Modelo tributário sob medida

Diferentemente da grande maioria dos investimentos nos quais você é obrigado a recolher impostos sobre os rendimentos já retidos na fonte num único, a Previdência Privada oferece alternativas que podem funcionar melhor para cada caso específico.

Uma dessas opções é que escolhendo entre o formato de PGBL ou VGBL, é possível optar por uma alíquota maior com abatimento do IRPF ou uma alíquota menor sem abatimento.

Além disso, existe também a alternativa entre a tabela regressiva ou progressiva de imposto, sendo que no primeiro caso o investidor pode chegar a uma alíquota de apenas 10% sobre os rendimentos se manter o dinheiro aplicado por 10 anos ou mais. Essa é simplesmente a menor alíquota entre todos os tipos de investimentos do mercado financeiro, com exceção obviamente dos isentos de impostos.

 

Fonte: Felipe Medeiros/Dinheirama

 

Como mencionado no artigo acima, é uma boa escolha que qualifica o potencial de um plano de Previdência Privada. Na Sustentare, você encontra as melhores opções nessa categoria de seguro. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/previdencia-privada

19 Jun/17

Vendaval, granizo, alagamento e danos elétricos tem sido temas recorrentes em canais de notícias nos últimos dias. Dar-se conta somente após a ocorrência de que sua casa, prédio ou apartamento está sujeito a ser vítima destas intempéries é tarde demais, infelizmente. Sendo assim, um Seguro Residencial é indispensável.

Apesar da possibilidade desses eventos climáticos existir durante todo o ano, é nas épocas de mudança de estação que eles tornam-se recorrentes, como é o caso do período em que nos encontramos atualmente, na transição do outono para o inverno.

Se você ainda não desfruta de um, o ideal é contratar um Seguro Residencial o mais breve possível. Caso você não tenha muita informação a respeito do Seguro Residencial, selecionamos algumas dúvidas que são frequentes para lhe ajudar:

Como funciona a cobertura Perda ou Pagamento de Aluguel?

Caso ocorra um sinistro coberto pela apólice que impeça o segurado de utilizar ou alugar o imóvel segurado, a cobertura garante o reembolso das despesas relativas à locação de outro imóvel ou do valor que o imóvel segurado deixou de render por não poder ser alugado (em caso de ser de utilização de inquilino), por um período máximo de até 6 meses.

Em que casos posso utilizar a assistência 24 horas?

Os serviços de Assistência 24 Horas proporcionam diversas facilidades e benefícios a você e sua família, como chaveiro, eletricista, encanador, reparos para linha branca, serviço de vigilância, serviço de limpeza entre outras comodidades.

Como contrato o seguro?

A contratação é muito simples, o cliente seleciona as coberturas e contrata o seguro de acordo com as suas necessidades. Após a contratação um corretor de seguros entrará em contato para finalizar a negociação.

Como eu defino o valor a ser segurado?

Antes de qualquer coisa, você deve saber o valor de reconstrução de sua casa e o valor dos seus bens. Somando-os, você terá o valor do limite de garantia da cobertura incêndio, raio e explosão de qualquer causa.

Em caso de sinistro, quanto tempo leva até que eu receba a indenização?

Dentro do prazo máximo de 30 dias, a partir da apresentação de todos os documentos solicitados.

O que está incluso na cobertura Responsabilidade Civil Familiar?

O reembolso dos gastos judiciais tidos com reparação de danos causados involuntariamente a terceiros, pelo segurado, seu cônjuge, filhos e empregados.

Quanto tempo a apólice de seguro demora para chegar?

A apólice deverá chegar ao endereço de correspondência do segurado em até 30 dias após a data de efetivação do seguro.

Para finalizar, fica um conselho: busque agora mais informações sobre a sua necessidade em um Seguro Residencial com um corretor da Sustentare, providencie o seu e proteja o lugar que abriga a sua família. Contate-os agora: https://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

07 Jun/17

Na hora de escolher um lugar para morar, não são apenas fatores como o número de quartos ou a localização que são importantes. Pensar na segurança também faz grande diferença, pois é preciso ter o mínimo de tranquilidade para desfrutar do conforto do seu lar. Casas e apartamentos trazem qualidades bastante diversas para garantir o lugar mais seguro para se morar.

Tem dúvidas sobre qual imóvel pode ser mais seguro para você? Leia este artigo até o final e tome a melhor decisão!

A segurança ao residir em uma casa

Quando se fala em casa, existe uma ideia verdadeira de mais liberdade e privacidade. Embora existam essas vantagens, pelo lado da segurança a situação pode ser outra. Como a segurança em uma casa depende exclusivamente de você, o imóvel pode ser um alvo mais fácil para pessoas mal intencionadas.

Além disso, o fato de casa ser um imóvel isolado (o que não é o caso de um apartamento) faz com que essa seja uma opção mais vulnerável a ataques, especialmente os mais discretos. Se não houver uma atenção constante da vizinhança a respeito de movimentações suspeitas, casas são alvos relativamente mais fáceis.

Por outro lado, o imóvel permite uma personalização maior de segurança. Dá para instalar câmeras, alarmes com sensores de movimentos, cercas e muros mais elevados em busca de uma proteção maior.

Privacidade

A privacidade também é um fator de segurança, já que a falta de espaços compartilhados evita a criação de pontos mais vulneráveis para ataques em diferentes situações. Se em um prédio um vizinho pode ter alguma atitude que atente contra a segurança, em uma casa isso tende a ser mais difícil.

A segurança ao residir em um apartamento

Morar em um apartamento pode trazer uma sensação de mais segurança por se tratar de um espaço compartilhado e de aceso mais difícil. Normalmente, além de serem protegidos por muros mais altos, os prédios também contam com diferentes camadas de proteção, como a presença de porteiros e de diferentes portões trancados.

Em apartamentos mais elevados, a proteção parece ser ainda maior, já que é muito mais difícil que um ladrão consiga, de fora, chegar até o décimo andar, por exemplo. Além disso, muitos prédios contam com câmeras de segurança e sistema de vigilância em tempo real.

A proximidade dos apartamentos também ajuda a evitar problemas de invasões, que inclusive podem ser coibidas com a aquisição de equipamentos de segurança como alarmes. No caso de viagens, o apartamento é realmente a opção mais segura do que uma casa, já que o acesso é mais dificultado.

Compartilhamento de áreas

Por outro lado, o compartilhamento comum de áreas gera uma espécie de problema de segurança. Outros moradores podem deixar pessoas potencialmente perigosas entrarem no prédio e explorarem falhas da segurança, ainda que involuntariamente.

Onde é mais seguro: casa ou apartamento

Quando se analisa apenas a segurança, é inegável que o apartamento é uma opção mais segura, especialmente quando ele conta com proteções extra como guarita com porteiro e sistema de vigilância. Para quem viaja muito ou passa muito tempo fora de casa durante o dia, inclusive, essa é a opção ideal, porque uma casa vazia é um chamariz para atos criminosos como invasões e roubos.

Com isso, se a segurança é o fator mais importante, o apartamento é a escolha prioritária, já que garante acesso mais dificultado e ajuda constante da vigília dos vizinhos. Morar em casa ou apartamento apresenta vantagens e desvantagens, mas quando o assunto é segurança o apartamento leva a melhor. Com mais vigilância, maior dificuldade de acesso e mais proteção em geral, o apartamento é um local mais seguro para se morar. Mas, de qualquer modo, você deve investir em equipamentos para aumentar e garantir a segurança.

 

Fonte: Precon Engenharia

 

Independente de sua escolha ou preferência, o importante é manter o seu lar seguro. A Sustentare oferece um Seguro Residencial com ampla cobertura para seus clientes. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

02 Jun/17

 

Os bancos vendem planos de previdência privada até no caixa, como se fossem um pote de margarina no mercado. Mas escolher entre PGBL ou VGBL e tabela progressiva ou regressiva pode ser bem mais complexo do que optar pela margarina com ou sem sal.

Com as dicas dos consultores financeiros a seguir, você não precisa roer as unhas para escolher o seu plano. É bom lembrar que previdência privada não é “tudo a mesma coisa” e o valor final após anos ou décadas de contribuição pode ser maior ou menor, conforme as decisões que você tomar ao contratar o plano.

Em fundos de previdência, você pode perder rentabilidade ao pagar altas taxas de administração e de carregamento, ou ao escolher o modelo de tributação errado, por exemplo.

O Tesouro IPCA também é uma alternativa para juntar dinheiro para a aposentadoria (leia mais). No entanto, a previdência tem duas principais vantagens: há cobrança de Imposto de Renda (IR) apenas ao resgatar o dinheiro, não durante as aplicações, e você consegue transformá-la em renda mensal, em vez de só resgatar o valor total de uma vez.

Confira abaixo um passo a passo para escolher o seu plano:

1. Banco X seguradora

Como em qualquer outro fundo de investimento, a rentabilidade de um plano de previdência depende de onde o seu gestor vai investir o seu dinheiro. Ou seja, você precisa confiar na trajetória da instituição.

Para administrar os recursos da sua aposentadoria, bancos e seguradoras cobram uma taxa de administração mensal e, alguns, também cobram uma taxa de carregamento, uma espécie de tíquete de entrada a cada vez que você fizer um aporte. É essencial comparar essas taxas, pois elas interferem na rentabilidade do plano.

2. PGBL X VGBL

A escolha do tipo de plano, PGBL ou VGBL, é a mais importante, pois você não pode mudá-la depois que começar a investir. “Escolher o produto errado é rasgar dinheiro”, diz a planejadora financeira Marcia Dessen, diretora do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF) e autora do livro Finanças pessoais: O que fazer com meu dinheiro.

Para escolher se o seu plano será do tipo PGBL ou VGBL, olhe para o modelo da sua declaração de IR.

Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL)

É indicado para quem utiliza o modelo completo de declaração do IR. Ele permite diminuir até 12% da renda bruta tributável na declaração de IR anual, ou seja, do salário fixo. “Esse não é um produto para profissionais autônomos ou empreendedores”, explica Marcia, do IBCPF.

Em contrapartida a esse benefício, o imposto incide sobre o valor total no momento do resgate único ou do recebimento da renda, incluindo as contribuições realizadas e os rendimentos.

Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL)

É ideal para quem é isento do IR ou declara pelo modelo simplificado. Não oferece o benefício de diminuir até 12% da base de cálculo do IR. Em compensação, na hora do resgate ou do recebimento da renda, o imposto incide apenas sobre os rendimentos, e as contribuições realizadas não são tributadas. “Na dúvida, vai de VGBL”, orienta Marcia.

3. Tributação regressiva X progressiva

Em planos de previdência, o IR incide apenas no momento do resgate único ou do recebimento da renda. Diferente de outros investimentos, como a poupança ou os títulos públicos, os fundos de previdência permitem que o investidor escolha como quer pagar IR.

Para escolher entre a tributação regressiva ou progressiva, defina quando você pretende utilizar esse dinheiro.

Tributação regressiva

É indicada para quem acumula recursos durante um longo período, por dez anos ou mais. Quanto mais tempo você permanecer no plano, menor será a alíquota do IR na hora do resgate único ou do recebimento da renda.

A alíquota inicial é de 35%, para quem acumula por até dois anos, e pode chegar a até 10%, depois de dez anos de permanência no plano.

Tributação progressiva

Só é vantajosa para quem tem intenção de utilizar os recursos logo ou não tem certeza sobre seu planejamento. A tributação acontece em duas etapas. Na primeira, uma alíquota de 15% é cobrada na fonte do IR, independentemente do valor.

Na segunda, a diferença entre o valor pago de imposto e o valor devido pode ser ajustada na declaração anual. Nessa etapa, a regra é a mesma da Receita Federal sobre o salário: a alíquota pode variar entre 0% e 27,5%. “A pegadinha da progressiva é achar que você paga só os 15% na fonte”, alerta Marcia.

4. Fundo conservador X agressivo

Existem planos de previdência privada para diferentes perfis de investidores, atrelados a fundos mais ou menos arriscados, com maior ou menor variação de rentabilidade.

É possível mudar o seu fundo ao longo da vida ou escolher fundos conhecidos como “ciclo de vida”, que são mais agressivos no início e se tornam mais conservadores com o tempo.

Fundo conservador

O gestor desse fundo investe o seu dinheiro em títulos públicos ou privados de renda fixa, ou seja, que permitem ao investidor saber as condições de remuneração no momento da aplicação. Sua rentabilidade pode ser menor, mas ele é menos arriscado.

Esse perfil de fundo é mais indicado para investidores mais velhos, pois há menos tempo para enfrentar possíveis perdas, como explica o consultor financeiro Jurandir Macedo, professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e consultor do Itaú Unibanco.

Fundo agressivo

O gestor desse fundo investe o seu dinheiro em renda fixa e renda variável, ou seja, em ações, por exemplo. Ele é indicado para investidores mais jovens, que ainda têm tempo de recuperar os ganhos se a rentabilidade do fundo for baixa por flutuações do mercado.

“Se o gestor comprar e vender ações lentamente, no longo prazo, não vai ter retorno negativo. Se você for jovem, vale a pena entrar nos planos agressivos”, recomenda Macedo.

Em fundos de previdência agressivos, até 49% do seu dinheiro pode ser aplicado em ações. O ideal é que o restante seja investido em títulos públicos ou privados cujo rendimento acompanhe a flutuação da inflação oficial, medida pelo IPCA, e não somente a taxa básica de juros, a Selic.

Assim, é certo que seu dinheiro ganhará valor com o passar do tempo. Por isso, conheça bem o produto que você está investindo e prefira fundos que apliquem em títulos atrelados à inflação.

 

Fonte: Exame

 

Agora que você já conhece os passos necessários para a escolha de um plano de Previdência Privada, é necessário contatar um bom fornecedor do serviço. A Sustentare é uma corretora de confiança e dispõe de diferentes opções dentro dessa modalidade. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/previdencia-privada

 

29 Mai/17

Vale sim estar amparado tanto pelo seguro residencial quanto pelo seguro de condomínio. Embora haja semelhanças entre eles, cada um auxilia você e sua família em situações distintas.

Seja em áreas comuns do prédio, seja dentro de casa, vale se prevenir contra possíveis danos e contratempos, como os provocados por incêndio, explosão, furto e roubo. Para isso, entram em cena dois tipos de seguro: o condomínio e o residencial.

E se você pretende proteger sua família, assim como seus bens, nada melhor do que ficar por dentro do assunto. Se a explosão do botijão de gás presente no salão de festas, por exemplo, danifica seu apartamento, sabe quais são os seus direitos? Se a resposta é negativa, encontre aqui a solução para essa e outras perguntas relacionadas ao tema.

De acordo com o Código Civil Brasileiro, o seguro condomínio é obrigatório tanto para prédios residenciais como para comerciais e mistos. Hotéis, flats e shoppings também fazem parte dessa lista. A contratação é responsabilidade do síndico. Caso o condomínio não tenha seguro e aconteça algum acidente, ele pode ser processado por perdas e danos e ainda ser obrigado a ressarcir os moradores utilizando o seu próprio patrimônio.

A cobertura básica simples garante o ressarcimento de prejuízos causados por incêndio, queda de raio e explosão. Contudo, outras coberturas podem ser acrescentadas ao contrato. As contra vendavais e problemas elétricos são algumas delas. Outra possibilidade é a cobertura contra roubo e furto de bens do condomínio.

Características do seguro condomínio:

- Obrigatório por lei.

- Protege toda a unidade do prédio e as partes comuns do condomínio.

- A cobertura mínima exigida deve garantir indenização em caso de incêndio, raio e explosão. Entretanto, é possível contratar coberturas adicionais.

- Na cobertura básica, a franquia é limitada a 10% do total segurado.

- O valor pode ser dividido entre os condôminos de forma igual ou em função da fração do imóvel.

Áreas comuns estão protegidas

Nos condomínios horizontais, onde cada morador é responsável pela construção da sua casa, o seguro é feito só para as áreas comuns, como portaria e playground. Já nos verticais, os apartamentos também estão protegidos.

Isso significa que, caso a explosão provocada pelo botijão de gás do salão de festa afete seu apartamento, você será ressarcido. O mesmo acontece se uma explosão fora do condomínio for capaz de quebrar as vidraças da sua janela.

Porém, atenção: essa cobertura garante apenas indenização dos prejuízos causados à estrutura física – paredes, pisos, tubulação, pintura, etc. Móveis, roupas, eletrodomésticos e eletrônicos não estão incluídos.

Se acontecer o contrário – um botijão de gás explode na cozinha de um dos condôminos e danifica o hall onde fica o elevador, a seguradora tende a cobrir o dano provocado na área comum. Entretanto, pode ser que ela acione judicialmente a pessoa que provocou o estrago e cobre o prejuízo. Já a avaria na cozinha fica por conta do próprio morador, pois foi ele quem causou o acidente.

Seguro residencial é facultativo 

Assim como o seguro condomínio, o residencial exige o pagamento de franquia. Ambos também eliminam de seus contratos diversas coberturas (veja mais no quadro “Exclusões”). Por outro lado, ele é opcional e visa proteger especificamente a sua casa ou o seu apartamento – seja só a estrutura física ou ainda os bens materiais que você possui ali dentro.

E se engana quem o vê como inacessível. A despesa anual não costuma ultrapassar 0,2% do valor do imóvel. Dessa forma, mesmo que o prédio tenha seguro condomínio, vale a pena investir no residencial.

Características do seguro residencial:

- Opcional.

- Protege somente a residência e os bens do imóvel segurado.

- A cobertura básica prevê ressarcimento no caso de incêndio, raio e explosão. Outras opções de cobertura podem ser adicionadas ao contrato.

- Há cobrança de franquia, mas sem limite de teto.

- O custo com o seguro residencial é de responsabilidade do segurado contratante.

Exclusões que os seguros não cobrem:

- Danos decorrentes do desgaste natural pelo uso e deterioração gradativa.

- Estragos provocados por atos de hostilidade, tumulto ou motim.

- Prejuízos causados por inundação, alagamento ou qualquer outra convulsão da natureza.

- Avaria ocasionada por manutenção deficiente ou inadequada.

- Danos que já existiam no imóvel, tendo sido eles declarados ou não pelo segurado.

- Problemas provenientes de sobrecarga elétrica, inclusive devido à queda de raio fora do terreno do estabelecimento segurado.

 

Fonte: Proteste

 

Verifique junto ao síndico do seu prédio qual é a situação e benefícios do Seguro de Condomínio e sugira o da Sustentare que possui várias coberturas e possibilita personalização. Além disso, não esqueça de contratar um Seguro Residencial conosco, evita “dores de cabeça” e custa pouco. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/condominio-para-empresas https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

13 Mar/17

Escolher o melhor seguro para o carro nem sempre é uma tarefa fácil. Cada seguradora possui suas particularidades e seus diferenciais. Assim, a figura do corretor acaba sendo fundamental, para que possa orientar e esclarecer dúvidas que possam surgir, seja na contratação ou na renovação da cobertura. O Diretor Vice-Presidente do Sindicato das Seguradoras do RS (SINDSEGRS), Rubens Oliboni, diz que o segundo passo é escolher uma seguradora que tenha excelência em serviços e estrutura para atendimento a sinistros. “Em caso de dúvida sobre a seguradora, é possível acessar o site da Susep – Superintendência de Seguros Privados (www.susep.gov.br) e consultar sua situação junto ao órgão fiscalizador”, alerta Oliboni.

Atualmente, apenas 35% da frota é segurada no Estado e destes, 60% possui até 5 anos de uso. O diretor afirma, no entanto, que veículos de até 10 anos são facilmente segurados, desde que não tenham restritivos judiciais.

Os preços para um mesmo veículo podem variar de acordo com cada seguradora, mas algumas questões são levadas em consideração em todas na hora de formar os preços. “São diversos os fatores que compõem o preço de um seguro de automóvel. Os principais são: marca e modelo do veículo, região onde ele mais circula, perfil do condutor principal e dos possíveis outros condutores. Dentro de cada um desses fatores as seguradoras abrem outras variáveis. Por exemplo, dentro da região onde o veículo mais circula, leva-se em conta os locais de maior ou menor incidência de roubo, no caso do perfil considera-se a idade do condutor se ele é casado(a). Cada um desses fatores têm um determinado peso no cálculo e pode variar de seguradora para seguradora”, explica o diretor.

Outra variação no preço se deve em relação ao gênero dos condutores. No caso dos automóveis, o seguro para as mulheres costuma ser mais barato. “Estatisticamente é comprovado que as mulheres são mais cuidadosas na condução e na conservação de seus veículos. Inclusive a severidade dos sinistros, quando o veículo é conduzido por uma mulher, é menor que no casos dos homens”, destaca Oliboni.

Também é preciso ficar atento ao que está sendo contratado para poder usufruir da cobertura quando necessário. “Se na contratação foi informado que não havia menores de 24 anos que poderiam dirigir o veículo e quando do sinistro, a seguradora identifica que o condutor era o filho(a) do segurado(a) com 20 anos de idade, essa informação que foi omitida quando da contratação pode levar à negativa do sinistro”, explica. Por isso é fundamental a orientação do corretor, já que o melhor seguro é o que se encaixa nas necessidades de cada um.

O impacto da criminalidade

Outra questão que vem impactando significativamente no preço dos seguros de automóveis é a criminalidade. Um mesmo veículo pode ter valores de seguro diferentes dependendo da cidade em que ele é utilizado. “O roubo e o furto de veículos é o fator que mais impacta na composição do preço. Quando a seguradora faz uma indenização ao cliente em decorrência de uma colisão com perda total, por exemplo, ela ainda pode buscar uma compensação vendendo legalmente os salvados daquele acidente. Contudo, quando o pagamento é em decorrência de roubo ou furto, o bem indenizado deixa de existir, ou seja, não permite às seguradoras nenhum tipo de compensação”, salienta o diretor. Esta questão da violência também está reduzindo a diferença de preço entre a apólice para homens e mulheres, já que elas costumam ser mais visadas por bandidos.

Quando o seguro não é acionado

Antigamente se acreditava que quando o seguro não era acionado, a pessoa não o havia utilizado. Porém, Oliboni afirma que na verdade, um bem segurado toda vez que é utilizado está fazendo uso do seguro. “Nosso papel é dar tranquilidade para que as pessoas possam usar seus bens sabendo que se algo negativo acontecer estaremos disponíveis para oferecer todo o suporte necessário”, assegura.

Quem não aciona o seguro no prazo de cobertura da apólice tem como benefício imediato a concessão de um desconto quando da renovação do seguro. “Esse benefício será concedido independentemente de o segurado renovar o seguro com a mesma seguradora ou optar por buscar uma outra companhia para segurar o seu bem”, salienta Oliboni.

 

Fonte: SindSeg-RS/Seguro Gaúcho

 

Você conhece o Seguro Automóvel da Sustentare? Ele possui ampla cobertura, assim, você poderá personalizar sua apólice com as que melhor atendem suas necessidades e em caso de sinistro, A Sustentare o atenderá com eficiência. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel.

 

15 Fev/17

Quando passamos a considerar a importância da realização de determinadas atitudes em nossa vida, é comum surgir algumas dúvidas. A seguir, estão as respostas para algumas das perguntas mais frequentes sobre
Seguro de Vida:

1. Qual a diferença entre um Seguro de Vida e um Seguro de Acidentes Pessoais?

O seguro de vida tem como finalidade garantir a segurança financeiro dos beneficiários de um segurado, em caso de morte natural ou acidental. O seguro de vida só será usufruído pelo próprio segurado, em caso de invalidez total, parcial ou permanente, desde que este tipo de cobertura faça parte das cláusulas da apólice.

Já o seguro de acidentes pessoais, cobre apenas morte acidental, ou oferece uma indenização aos segurados em caso de acidente que os impossibilite de trabalhar, provocando invalidez temporário ou permanente, parcial ou total, ou em caso de doenças graves. Mas as coberturas dependem do tipo de contrato. Quanto mais ampla a cobertura, mais caro é o seguro.

2. Só os familiares podem ser beneficiários de um Seguro de Vida?

Não, o segurado tem liberdade para escolher quem quiser para nomear como seu beneficiário, seja familiar ou não.

3. Meu pai morreu e eu tinha um Seguro de Vida, mas não sei em qual seguradora. Como saber se sou sua beneficiária?

A primeira maneira de tentar descobrir e procurando, entre os documentos do seu pai a apólice. A outra alternativa seria consultando a SUSEP – Superintendência de Seguros Privados. Para isso, precisa pedir para que seja feita uma consulta com o CPF do seu pai, para então descobrir qual é a seguradora e quem são os beneficiários. Mas atenção: a SUSEP não é obrigada a prestar este tipo de serviço.

4. Se eu fizer um Seguro de Vida, mas não nomear ninguém como beneficiário, quem recebe a indenização?

Neste caso, metade da indenização vai para o cônjuge, desde que não esteja divorciado, e a outra metade  é dividida entre os herdeiros. Se o seguro for feito com garantia de pagamento de dívidas, e o segurado tiver um financiamento em seu nome, por exemplo, o dinheiro da indenização deve primeiro pagar a dívida. O que restar vai para os familiares diretos.

5. Como o valor do Seguro de Vida é calculado?

O valor do seguro varia de acordo com a idade. Como cobre morte natural ou acidental, quanto mais velho for o segurado, mais caro é o seguro.

6. Sou obrigado a renovar o meu contrato de Seguro de Vida?

Não, nem você e nem a seguradora são obrigados a renovar o contrato. No caso de não interesse em renovar a apólice, por qualquer uma das partes, a decisão deve ser previamente comunicado num prazo de até 60 dias antes do final da vigência do contrato.

7. Qual o limite mínimo e máximo de idade para fazer um Seguro de Vida?

A idade mínima é 14 anos, e a máxima depende da seguradora. No geral, as seguradoras limitam entre 60 e 65 anos.

8. Posso fazer mais de um Seguro de Vida?

Sim. Os beneficiários receberam, respectivamente, a indenização das seguradoras de acordo com os valores capitais contratados individualmente.

9. Se o beneficiário não quiser receber o Seguro de Vida, quem recebe?

Caso os beneficiários recusem o recebimento do dinheiro, podem indicar expressamente quem deve receber. Caso não façam a indicação, o seguro de vida vai para o cônjuge e para os herdeiros.

10. Atrasei um mês o pagamento do meu Seguro de Vida e a seguradora o cancelou. Isto é legal?

Depende das condições do seu contrato. Em caso de inadimplência, as seguradoras podem adotar um período de tolerância e cobrir os sinistros durante este período, ou podem suspender, não pagando o sinistro durante o período inadimplente.

 

Fonte: E-konomista

 

Ainda lhe restou alguma dúvida? Entre em contato com a Sustentare e obtenha mais informações: https://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

21 Ago/15

O projeto foi desenvolvido por corretores com mais de 20 anos de atuação no mercado de seguros. Visando atender as necessidades diárias de uma corretora de seguros, sabendo que um grande deficit de corretoras tradicionais são operações administrativas que demandam de tempo e acabam, sem perceber, retirando o foco principal para o crescimento de nossos negócios. Trabalhamos focados em operações administrativas e financeiras disponibilizando facilidades como ferramentas operacionais de alta tecnologia, sistema de apoio comercial qualificado, acesso a condições comerciais diferenciadas e um grande portfólio de produtos.

O projeto Sócio Parceiro é o precursor do crescimento da Sustentare Seguros. Com ele conquistamos mercado, atuação territorial, e  cada vez mais facilidades que ficam a disposição de todos os Sócios. No primeiro semestre de 2015 alcançamos o numero de 55 filiais distribuídas por cinco estado da nação. São mais de 30.000 segurados atendidos em todos os tipos de seguros. Trabalhamos com expertise em nosso portfólio e nele contemos produtos exclusivos e diferenciados.

Conheça nosso projeto e entre em contato com nosso departamento de expansão. Será um Prazer recebe-lo em nossa organização.

17 Abr/15

O prazo para você receber a indenização é de 30 dias. Se a seguradora demorar mais do que esse tempo, terá que pagar juros e multa, além de corrigir a importância que lhe é devida. Esses critérios, contudo, têm que constar no contrato.

Mas a contagem do prazo pode ser suspensa, quando a seguradora solicitar novos documentos para esclarecer dúvidas na análise das informações sobre o sinistro.

Lembre-se de que esse questionamento precisa ser muito bem fundamentado para não se transformar num pretexto para retardar o pagamento da indenização.

Verifique na sua apólice os documentos exigidos para cada uma das coberturas que você contratou. Já é meio caminho andado para agilizar a indenização.

Recorra a seu corretor para acompanhar o processo e, se houver necessidades urgentes, peça adiantamento da parte da indenização que já estiver reconhecida como devida.

Fonte: Tudo sobre Seguros

01 Abr/15

A diferença entre os dois está no contrato firmado pelo segurado e a companhia de seguros, sendo possível incluir todos os automóveis numa única apólice.

Da mesma forma que o seguro automóvel individual, o de automóvel frota é facultativo e garante: indenização por danos acidentais causados ao veículo, ou por roubo ou furto (ou suas partes); ressarcimento por danos materiais ou pessoais causados pelo veículo a terceiros; indenização aos passageiros acidentados do veículo (ou seus beneficiários); e assistência ao veículo e seus ocupantes, em caso de acidente ou pane.

A contratação do seguro é feita por meio de uma proposta. Esta, por sua vez, gera uma apólice, que é o contrato entre o segurado e a seguradora. O seguro automóvel frota costuma depender da análise de inúmeros aspectos, como: quantidade de veículos, histórico de sinistros, comportamento e características do grupo segurado, bônus, forma de cobrança e região de circulação, entre outros.

Este seguro também permite comprar – separadamente ou de forma combinada – a cobertura do casco (veículo) e a de danos corporais e materiais a terceiros (Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos – RCF-V), abrangendo o pagamento dos honorários de advogado e de custas judiciais.

Além dessas garantias, podem ser acrescentadas as coberturas para acidentes pessoais de passageiros (APP) e também contra danos à carroceria blindada e aos objetos transportados, entre outros benefícios.

Fonte: Tudo sobre Seguros

31 Mar/15

Ao preencher a declaração de saúde, o segurado deve informar verdadeiramente as suas condições de saúde e histórico médico. Nenhuma informação deve ser desprezada, até por que muitas delas não vão interferir na aceitação do seguro ou no valor do prêmio, como ter quebrado algum osso, sem que isso tenha deixado sequelas; e cirurgias para retirada das amídalas ou apêndice; entre outros episódios que não interferem no estado de saúde atual do segurado.

Mesmo quadros de saúde mais complexos, como insuficiência cardíaca ou doenças preexistentes, como renal, diabetes ou hipertensão arterial, entre outras, devem ser informadas. São dados que a seguradora vai utilizar para calcular o valor do prêmio do seguro.

É melhor pagar um seguro mais caro (compatível com o risco real que representa) do que ter um seguro de vida que não cumprirá sua finalidade ou representará desgaste e atraso no pagamento da indenização.

As seguradoras têm instrumentos e pessoal especializado para identificar casos de má-fé por parte do segurado ou de seus beneficiários ou de agravamento intencional do risco que provocou o sinistro.

O relacionamento correto e honesto de ambas as partes é a melhor maneira de evitar prejuízos e aborrecimentos.

Fonte: Tudo sobre Seguros

30 Mar/15

É desagradável quando acontece algo com seu carro. Se você tem seguro, o problema é bem menor.

Em caso de um acidente com o valor do conserto superior a 75% do valor do carro, a seguradora irá reembolsar. O mesmo vale se o veículo for roubado ou furtado. Neste caso, tem um prazo de 30 dias para encontrá-lo. Se achado, ela devolverá o seu carro, caso contrário, pagará a indenização.

O pagamento é feito de duas formas: se você adquiriu um veículo zero quilômetro e o sinistro ocorreu em até três meses, a seguradora paga o valor de um carro novo, que é a garantia de reposição pelo Valor de Mercado. Mas é necessário que você tenha feito o seguro até três dias após a compra do carro, comprovando pela nota fiscal. Neste período, o seu carro não pode ter se envolvido em nenhum acidente. As seguradoras oferecem a ampliação deste prazo para seis meses.

Outra situação é para veículos seminovos. O cálculo é feito a partir da tabela Fipe no momento da ocorrência. Também são consideradas as coberturas extras, como acessórios, se você tiver contratado. A seguradora pode lhe reembolsar em espécie ou pagar direto à revenda, caso você já tenha escolhido um novo carro. Mas eles precisam ser similares em qualidade para que a seguradora aceite.

O carro era financiado? As seguradoras oferecem a possibilidade de quitar a sua dívida junto à financeira e se houver diferença de valor ou a seguradora reembolsará ou você terá que pagá-la. Para o cálculo é considerado o valor de mercado e valor devido. Outra opção é você escolher outro carro e manter o financiamento. Neste caso, se o valor do bem for acima do anterior, você paga a diferença.

Para receber a indenização é necessário que todos os documentos sejam entregues corretamente. O primeiro passo é informar sobre a ocorrência do sinistro. Depois preencher o formulário de aviso e apresentar a documentação, incluindo o documento de transferência do veículo, preenchido em nome da seguradora e com o valor da indenização.

Com a documentação entregue, a seguradora tem até 30 dias para fazer o pagamento. Porém, é necessário que esteja com o seguro em dia e com a documentação do carro em ordem. A seguradora tem um prazo de 15 dias para que seja dada baixa do veículo junto ao Detran.

Fonte: Portal Nacional de Seguros