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30 Jul/18

Empresa anuncia parceria com a Fetransporte Brasil

Diretores da Sustentare Seguros e da Fetransporte Brasil.

 O mercado de seguro de transporte nacional conta com um prêmio anual superior a R$ 2,5 bilhões, representando 5% do transporte mundial. Atenta aos movimentos da 4ª maior malha rodoviária do mundo, a Sustentare Seguros anunciou parceria com a Fetransporte Brasil, uma assessoria especialista neste segmento.

No país, há 157 mil transportadoras ativas, 724 mil transportadores autônomos e 329 cooperativas de frete. “As contas maiores naturalmente são disputadas por especialistas, mas as contas menores, que representam uma boa fatia, estão desassistidas, esperando pela assistência de um corretor profissional. E é neste mercado que enxergamos a oportunidade, pois nós não tínhamos um grande volume e este início de parceria com a Fetransporte está nos deixando otimistas e surpresos com o bom resultado”, explica o CEO da Sustentare Seguros, Marcos Stock Trevisan.

Empresa promoveram treinamentos para corretores.

 O aumento do volume de carga transportada e do roubo, a maior fiscalização dos órgãos, a precariedade nas estradas que incidem no número de acidentes e a maior consciência do empresariado quanto à necessidade de contratação do seguro são alguns dos motivos que levaram o produto a crescer 100% nos últimos dez anos. “Temos percebido nas abordagens que praticamente todos os transportadores estão aceitando rever custos, pois foi um mercado bastante atingido nos últimos tempos. E, por consequência, estão em busca de melhores opções de fornecedores”, avalia.

No último mês, as empresas promoveram treinamentos sobre o ramo em Porto Alegre e na Serra gaúcha, que contaram com boa participação dos corretores. “O transporte permite o ganho de carteira, renda residual, e é uma ótima maneira de fidelizar clientes para outros negócios. A Sustentare espera, num curto espaço de tempo, ter vários corretores parceiros divulgando que estão totalmente capacitados para entender todas as demandas e necessidades dos clientes”, comenta. “O importante foco da empresa, e que vamos continuar trabalhando, é a capacitação, pois acreditamos que é um importante aliado contra a concorrência e que muitas vezes é mais importante que o preço”, finaliza.

FONTE: JRS Comunicação

25 Jul/18

De origem gaúcha, empresa expande para Santa Catarina e já observa o Paraná

 

Marcos Stock Trevisan, CEO da Sustentare Seguros, durante Brasesul

  Atentos à força da Região Sul, a Sustentare Seguros e seus executivos e corretores marcaram presença no Congresso Sul Brasileiro de Corretores de Seguros. O Brasesul aconteceu em Florianópolis (SC) entre os dias 19 e 20 de julho.

O momento foi oportuno para fazer relacionamentos e levar as ferramentas da empresa a corretores que eventualmente ainda não a conheciam. “Temos muito orgulho de ter atingido a marca das 100 Unidades de Negócios, mas sabemos que ainda há muito a ser feito, principalmente nos estados vizinhos”, destaca o CEO da Sustentare Seguros, Marcos Stock Trevisan.

O diretor de operações Rogerio Oliveira

A Sustentare tem avançado seus negócios ao Estado de Santa Catarina, sem deixar de desenvolvê-los pelo Rio Grande do Sul e pretendendo, em breve, alcançar o Paraná. “Estamos encontrando uma excelente aceitação por parte dos corretores catarinenses, pessoas com as mesmas necessidades que nós, e estamos encontrando especialistas em algumas áreas que até mesmo nós não éramos especialistas”, comenta. “A nossa meta é também colocar os pés em Santa Catarina e talvez um pouco mais longe colocar um passo no Paraná, que é a nossa expectativa para o ano que vem”, acrescenta.

O diretor de operações Rogerio Oliveira lembrou que estar presente num evento como o Brasesul é uma atitude que se soma às iniciativas estratégicas da empresa. “Não poderíamos não nos fazer presentes num evento em que todo o mercado segurador da Região Sul está presente, pois a ideia é se relacionar com o máximo de pessoas”, diz. “Já que este ano tem sido muito bom para a Sustentare, estamos avançando bastante em volume de vendas e principalmente mais parceiros trabalhando junto conosco”, complementa.

FONTE: JRS Comunicação

10 Nov/17

Um evento de grandes proporções marcou os 15 anos do Troféu JRS em Porto Alegre/RS e a Sustentare Seguros, sendo um dos destaques do mercado de seguros da edição, compareceu em peso para receber a homenagem com muita emoção e gratidão. A JRS Comunicação é uma empresa de informação segmentada no setor de seguros.

Mais de 1 mil convidados compareceram ao Centro de Eventos Casa do Gaúcho no dia 27 de outubro (sexta-feira)  para conferir de perto o momento da entrega do troféu de 48 destaques do mercado segurador que foram reconhecidos.

O evento, que contou com estrutura moderna, música de qualidade e entregou recorde de troféus em uma edição, acolheu representantes da equipe da Sustentare para receber o Troféu Votação Popular – Corretora de Seguros Destaque 2017 no palco do 15º Troféu JRS. A conquista do prêmio foi fruto do empenho da equipe em conseguir votos e também do público que confia no trabalho da Sustentare e a ajudou nessa conquista.

A Sustentare agradece a todas as pessoas que confiaram seu voto à corretora, são atitudes de prestígio como essa que motivam o trabalho constante para a melhoria dos serviços da empresa.

16 Out/17

Menos de 50 votos decidiram vencedor do Troféu Votação Popular

Mais uma vez o mercado de seguros dá exemplo de coleguismo e empenho. Na noite deste domingo foi encerrada a disputa pelo Troféu Votação Popular, ás 23h59min. Exatamente neste horário, a Sustentare Seguros liderava a disputa com 1.291 votos. Após análise intensa da equipe promotora da enquete ao público, ficou definido que o total de votos válidos da grande vencedora foi de 1.262.

A Loufilcel, segunda colocada, registrou ao todo 1.250 votos. Destes, 1215 foram verificados pela comissão, que levou em conta a atividade dos perfis no Facebook e demais dados relevantes para validação, ou não, do voto.

Desta forma, no dia 27 de outubro, os representantes da Sustentare Seguros participam da cerimônia de reconhecimento aos destaques do mercado de Seguros, Previdência e Capitalização. A grande noite acontece no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, em Porto Alegre, e conta com a participação de 1 mil convidados.

Nossos parabéns pelo empenho e dedicação de todos os participantes. Foi uma grande campanha, que certamente valida mais uma edição do Troféu Votação Popular em 2018.

Confira os votos dos demais participantes: Futtura – 313 / Rota SV – 161 / BRZ – 157 / TMT – 91 / Crux – 79 / KSA – 40 / Previta – 28 / Status – 23 / KJB – 6

 

Fonte: Revista JRS

06 Out/17

A Câmara dos Deputados analisa proposta que pretende fazer uma alteração no atual texto do Código Civil (Lei 10.406/02) para estabelecer que cabe ao segurado informar à seguradora sobre qualquer sinistro “logo que o possa” e não “logo que o saiba”, como prevê a redação vigente.

A alteração consta do Projeto de Lei 6974/17, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT). Ele explica que mudança na redação evita situações abusivas em que a interpretação literal do texto leva as seguradoras a negar o direito do segurado à indenização, considerando que ele não cumpriu o dever de comunicar o sinistro “logo que o saiba”.

“O dever de comunicar do segurado se inicia tão logo seja possível que o faça e não necessariamente a partir do momento que tome conhecimento do sinistro – o que nem sempre será possível”, argumentou.

Bezerra cita o caso de um segurado que anunciou a venda de veículo automotor pela internet e teve o bem roubado pelo indivíduo que havia se identificado como interessado no negócio.

“Por haver o segurado levado três dias para informar a ocorrência, com fundamento no dispositivo legal em comento, a seguradora negou-se a pagar a indenização”, comentou o autor.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

Fonte: Revista Apólice

 

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04 Out/17

Conselho Nacional de Seguros Privados acata os votos da autarquia para alterações das resoluções e para o desenvolvimento de uma nova linha de produtos

“A Susep mantém um amplo diálogo com as entidades representativas do setor de seguros e vem antecipando tendências. Estamos coordenando grupos e comissões com o objetivo de autorizar produtos cada vez mais customizados e prontos para atender às necessidades do novo consumidor e fomentar o mercado. Nesse sentido, antenada à transição demográfica da população brasileira e às discussões em torno da reforma da Previdência, a autarquia identificou um ambiente favorável para o aperfeiçoamento dos produtos de acumulação e propôs, ao Conselho, uma profunda revisão dos normativos desse segmento”. Com essas palavras, o titular da Superintendência de Seguro Privados, Joaquim Mendanha de Ataídes, comentou a deliberação do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) de acatar o conjunto de sugestões da autarquia em relação ao Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL) e ao Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL) e famílias.

A decisão ocorreu nesta sexta-feira, dia 22 de setembro, durante a 212ª sessão ordinária do CNSP, em Brasília. Na prática, segundo o diretor de Supervisão de Conduta da Susep, Carlos de Paula, as novas regras buscam estimular o desenvolvimento de um mercado de anuidades no Brasil em linha com os novos tempos. “Esse é mais um passo importante para o setor e para a sociedade, além de tornar o sistema mais ágil, menos burocrático e em certa medida inovador”, pontuou De Paula. “O Estado precisava abrir novas frentes em relação ao tema. Sabemos que o sistema tende a avançar mais nos próximos anos e quem ganhará com isso será o consumidor”, concluiu, informando que este ano, a Susep constituiu a Comissão Especial de Produtos de Previdência Privada e Vida que conta com representantes da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) e da Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber). O conjunto de alterações propostos também contou com a importante contribuição da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Entre as cinco alterações propostas pela Susep está a possibilidade de transformação de parte da provisão de benefícios em renda nos produtos PGBL, PGBL Programado, VGBL e VGBL Programado. De acordo com o voto da autarquia, também fica autorizada a inserção da figura do Participante/Segurado Qualificado, tomando como exemplo o disposto na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) 554/14 para investidor qualificado. Para mais, passa a vigorar a possibilidade de os fundos preverem remuneração com base em performance ou desempenho, além da taxa de administração; a atualização da tábua biométrica limite para AT-2000M; a previsão de regras de improvement de tábuas biométricas; e o aperfeiçoamento das cláusulas de vesting, sobretudo em relação à extinção do plano, da instituidora ou da inexistência de participantes vinculados ao plano coletivo.

Em síntese, o titular da Coordenação-Geral de Monitoramento de Conduta (CGCOM) da Susep, César da Rocha Neves, observa que as famílias PGBL e VGBL englobam mercados muito concentrados. “No caso do PGBL, em 2016, dez seguradoras eram responsáveis por 97% do total de contribuições e em relação ao VGBL, quatro seguradoras respondem por 92% dos prêmios”, explicou, acrescentando que as modificações propostas pela autarquia trarão mais fluidez e controle de riscos para as supervisionadas, redução do custo de capital e, principalmente, trarão mais transparência para o consumidor e a evolução dos fatores de renda oferecidos pelo mercado.

PGBL e família

Criado há 20 anos, em 1997, atualmente, há 20 sociedades seguradoras e Entidades Abertas de Previdência Aberta Complementar (EAPCs) comercializando o produto.

Criação de produtos:

PGBL Programado – possibilita ao participante o planejamento de resgates programados em um único plano, sem prejuízo da conversão da provisão em renda atuarial;

Plano com Desempenho Referenciado (PDR) – possibilita ao participante remuneração da provisão de rentabilidade do Fundo de Investimento Exclusivo (FIE), com critério de desempenho mínimo atrelado a um percentual de um índice de renda fixa.

Inovação de produtos:

Plano de Previdência Vida Planejada: no plano com essa característica, o FIE, associado ao período de diferimento, deve apresentar percentual decrescente de exposição a investimentos com maior risco, especialmente em ativos de renda variável, ao logo do período de diferimento;

Plano com Renda Imediata (PRI) com estrutura a termo de taxa de juros para cálculo do fator de conversão em renda: nesse caso, a estrutura pode ser elaborada pela própria sociedade seguradora/EAPC. A alteração visa a criar concorrência no mercado de seguros por meio de portabilidades para produtos mais atrativos;

Planos com garantia de estrutura a termo de taxa de juros para cálculo do fator de conversão em renda: nesse caso, a estrutura deve ser elaborada por instituição independente, com conhecida capacidade técnica.

VGBL e família

Criado em 2001, atualmente, há 20 sociedades seguradoras comercializando o produto.

Criação de produtos:

VGBL Programado – possibilita ao segurado o planejamento de resgates programados em um único plano, sem prejuízo da conversão da provisão em renda atuarial;

Vida com Desempenho Referenciado (VDR) – possibilita ao segurado remuneração da provisão de rentabilidade do FIE, com critério de desempenho mínimo atrelado a um percentual de um índice de renda fixa.

Inovação de produtos:

Vida Planejada: no plano com essa característica, o FIE, associado ao período de diferimento, deve apresentar percentual decrescente de exposição a investimentos com maior risco, especialmente em ativos de renda variável, ao logo do período de diferimento;

Vida com Renda Imediata (VRI) com estrutura a termo de taxa de juros para cálculo do fator de conversão em renda: nesse caso, a estrutura pode ser elaborada pela própria sociedade seguradora. A alteração visa a criar concorrência no mercado de seguros por meio de portabilidades para produtos mais atrativos;

Planos com garantia de estrutura a termo de taxa de juros para cálculo do fator de conversão em renda: nesse caso, a estrutura deve ser elaborada por instituição independente, com conhecida capacidade técnica.

 

Fonte: Revista Seguro Total

 

As entidades que estão à frente do ramo de seguro privado buscam constantemente por inovação e satisfação do consumidor, assim como a Sustentare que oferece planos de Previdência Privada de qualidade e com amplo custo-benefício. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/previdencia-privada

06 Set/17

Segundo a Confederação Nacional de Seguros – CNSeg, em 2015, chegaram a ser roubados 57 veículos por hora no país, com um total de 1.368 por dia. Na estatística da violência, que só aumenta, estão os roubos e furtos de veículos nas cidades. Segundo os registros existentes, o crescimento de roubo de carros na Zona Sul do Rio de Janeiro foi de 45%, somente no primeiro trimestre de 2017 e em comparação com o mesmo período de 2016. O crescimento em outras zonas da cidade, como a norte e oeste foi de 18% e 20%, respectivamente.

De cada 100 veículos roubados por dia, apenas 20% são recuperados. Os criminosos geralmente levam os carros roubados para o desmanche. A cada 10 carros roubados, 8 têm seguro, o que influencia enormemente a política de preços das seguradoras, que sobem o preço dos seguros.

A situação de violência provoca o efeito de aumento no preço dos seguros, o que dificulta a vida dos que conseguiram adquirir um automóvel, depois de muito economizar, enfrentar um financiamento e se endividar para assegurar esse bem tão necessário. Como sabemos as despesas com o seguro estão entre as mais pesadas na manutenção do carro.

Já em 2015 os preços dos seguros estavam 15% mais caros, em comparação com 2014, segundo o representante do Sindicato das Seguradoras de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e DF.

Cada seguradora pratica o reajuste que considera adequado para sua empresa, levando em conta, entre outros fatores, a ocorrência de roubos e furtos.

O presidente da FENASEG – Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização, Neival Rodrigues Freitas, explica que o aumento no número de roubos e furtos de carros tem uma consequência relevante no reajuste, sendo este o motivo principal dos aumentos. Além disso, tem sido registrado uma elevação do custo dos reparos, que são feitos em oficinas mecânicas e de funilaria e o aumento no preço das peças de reposição.

Segundo a Fenaseg, em 2014 foram roubados 516 mil automóveis no Brasil. Em 2013 o número era de 469 mil, verificando-se um aumento de 10% em 12 meses. Segundo o FBSP – Fórum Brasileiro de Segurança Pública foram mais de 509 mil veículos roubados ou furtados em 2015.

O número de carros roubados ou furtados cresce a cada ano, tanto nas capitais brasileiras como nas cidades do interior, exigindo cada vez mais medidas extras de segurança por parte de seus proprietários. Essa é uma informação que destaca a importância de ter o seguro em dia, além de outras medidas, como o sistema de rastreamento veicular.

Em algumas regiões, a situação é ainda mais dramática e exige ainda mais cuidados. O estado do Acre é o que detém o maior índice desse tipo de crime, enquanto que o DF registrou queda de 27% em sua incidência. Considerando as regiões do país, em 2015, a região Sudeste é a que detém maior registro de roubos e furtos, seguida das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O drama atinge principalmente as capitais, mas tem sido cada vez mais grave no interior também.

– São Paulo – quarto colocada no ranking de maior número de roubos e furtos, em 2015, registrava uma média de 711 ocorrências para cada 100.000 veículos. As denúncias foram em número de 190.000.

– Rio de Janeiro – 775 carros roubados ou furtados em cada 100.000 veículos.
Parte inferior do formulário

– Goiás – 798 roubos e furtos em cada 100.000 veículos, num total de 28.294 automóveis.

– Distrito Federal – detém a taxa de 684,9 roubos ou furtos a cada 100.000 veículos.

– Em Minas, o crescimento na ocorrência de roubos e furtos de automóvel aumentou 20%, entre 2013 e 2014, passando de 26.486 para 31.864. Em Belo Horizonte, 11.485 veículos foram roubados em 2014, representando quase um terço do Estado.

O CUSTO DO CRIME VAI MUITO ALÉM DO IMPACTO NOS SEGUROS

O custo do crime no país tem impacto direto na atividade das seguradoras. As mortes violentas vão além da vítima direta, mas representam custos, como os do enterro da vítima, a pauperização de toda a família, que dela dependia, os custos das pensões que deverão ser pagas pelo governo aos dependentes e os custos psicológicos dos membros da família atingida.

Entretanto, os crimes de morte impactam toda a sociedade, de maneira dramática. Segundo o Atlas da Violência 2016, elaborado pelo IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, e divulgado em março de 2017, o Brasil registrou 59.627 homicídios em 2014, o que representa um aumento de 21,9% em comparação a 2003 (48.909). O Brasil detém a vergonhosa posição de líder mundial em número absoluto de homicídios. O país tem uma média de 29,1 homicídios para cada 100 mil habitantes, o que é 10% maior do que a média registrada em 2004.

Depois que o país atingiu o patamar de mais 50 mil assassinatos todos os anos, aos olhos das autoridades e da mídia parece esta rotina trágica é parte da vida. No entanto, esses índices representam a escala dos mortos em uma guerra civil. Mas a população e seus representantes legais passaram a serem menos sensíveis a esse drama, não atribuindo a ele a devida prioridade, a não ser quando um seu ente querido é atingido direta ou indiretamente pela violência.

Os roubos e furtos são também crimes que têm impacto econômico, começando pelos seguros de veículos. A quantidade de seguros de automóveis pagos todos os anos, em virtude de furtos e roubos, chega a um total das indenizações aproximadamente de 12 bilhões de reais por ano, considerando o preço médio de um carro popular e a média de 400 mil roubos anuais.

 

Fonte: Seguro Noticia / Dino

 

Se você ainda não contratou um bom seguro para seu carro, é melhor rever a importância do mesmo. A Sustentare oferece opções para personalizar a apólice do Seguro Automóvel de acordo com estilo de vida e necessidades do cliente. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel

30 Ago/17

As coberturas de seguro para cancelamento, adiamento e interrupção de eventos passaram a ser procuradas de forma mais intensa no Brasil. A afirmação é de Juliana Santos, responsável pela carteira de seguros de Entretenimento da Chubb.

“Esse movimento reflete o atual processo de conscientização a respeito da extensão dos prejuízos provocados pela suspensão de um evento”, afirma a executiva. Grande parte das perdas, segundo ela, se refere a gastos com publicidade, locação de espaço, contratação das atrações, serviços de montagem e desmontagem de equipamentos, devolução dos valores dos ingressos já adquiridos e vários outros.

De acordo com Juliana, a não realização do evento pode ainda colocar em cheque a credibilidade do organizador, uma vez que a propaganda negativa – sobretudo nas redes sociais – tende a manchar a sua reputação.

“Esse tipo de sinistro pode colocar em risco a continuidade do negócio de quem realiza o evento. Isso explica, em grande parte, o aumento da preocupação dos promotores no Brasil – que, por isso, buscam cada vez mais a proteção securitária.

A Europa vem registrando um processo semelhante há cerca de 15 anos”, assinala o executivo responsável pela área internacional de seguros de entretenimento da empresa, Francis Hernandez. Ele esteve recentemente no Brasil para ministrar treinamentos com foco nesse tipo de seguro.

Percepção dos riscos: De acordo com Juliana, a percepção dos riscos relacionados com eventos no Brasil começou a tomar corpo logo após a virada do milênio, quando os organizadores passaram a contratar de forma mais expressiva o seguro contra acidentes pessoais.

Essa proteção dá cobertura para morte e invalidez permanente em função de acidente em shows, feiras, jogos e outros eventos – considerando as mais diferentes etapas entre a montagem e a desmontagem dos equipamentos. Depois disso, os seguros de Responsabilidade Civil também passaram a ser requisitados com mais intensidade, pois a legislação se tornou mais severa para os casos de acidentes que provocam danos e prejuízos a terceiros.

“Essas duas demandas estão agora sendo acompanhadas pelo aumento da procura pelo seguro de cancelamento”, complementa.

A cobertura abrange cancelamento, interrupção ou adiamento do evento concede proteção em caso de indisponibilidade do local devido a incêndio, raio e explosão, além de blecaute elétrico, atrasos de entrega de material, quedas de estruturas, ausência de atrações e outras possibilidades. A proteção pode ser contratada para acontecimentos de todos os portes, desde uma festa de formatura até um grandioso show em estádio ou ao ar livre.

 

Fonte: SindSeg-RS

 

Quem sabe daqui a tempo surja uma novidade em nossa cartela de serviços. Enquanto isso, para saber mais sobre os serviços que já oferecemos, você pode acompanhar nossa página no Facebook (https://www.facebook.com/sustentareseguros/) e nosso site (https://sustentareseguros.com.br/)

 

28 Ago/17

A CNH-e poderá ser acessada por meio de um aplicativo para celular e terá o mesmo valor jurídico da carteira de habilitação impressa 

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta quarta-feira uma resolução que altera o cronograma da implementação da Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e).

A novidade entraria em vigor a partir de 1º fevereiro de 2018, mas o novo texto exige dos órgãos executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal a mudança até esta data. Ou seja, a mudança precisa começar até 1º de fevereiro.

A CNH-e é um documento em arquivo digital, pode ser acessada por meio de um aplicativo para celulares e terá o mesmo valor jurídico da carteira de habilitação impressa.

Segundo o Ministério das Cidades, a CNH virtual é opcional. O condutor poderá escolher a versão eletrônica ou a impressa.

De acordo a pasta, a possível cobrança do documento digital ficará a cargo dos Detrans, que já determinam os valores das taxas da CNH impressa. Ainda segundo o ministério, o documento eletrônico tem tecnologia para suportar sistema criptográfico que assegura a validade do documento.

Dirigir sem a carteira de habilitação é infração leve e gera multa de 88,38 reais e retenção do veículo até a apresentação do documento.

Como solicitar o documento digital 

– Baixar o aplicativo CNH-e que estará disponível para download (Apple Store e Google Play) a partir de fevereiro próximo.

– O condutor deve ter um certificado digital (Serpro) ou se cadastrar em um posto do Detran.

– Fazer cadastro no Portal de Serviços do Denatran (portalservicos.denatran.serpro.gov.br).

– Se tiver cadastro no Sistema de Notificação Eletrônica (SNE) não precisa se cadastrar novamente. Mas deve solicitar a CNH-e pelo portal do Denatran com a mesma senha do cadastro SNE.

– Fazer login no aparelho que utilizará a CNH digital. Criar PIN (4 dígitos) para primeiro acesso e visualizar, posteriormente, o documento.

– Ter a nova CNH impressa com QR Code.

O que fazer em caso de roubo do celular 

O usuário poderá bloquear o documento. Se tiver certificado digital, poderá solicitar o bloqueio remoto no Portal de Serviços do Denatran. Caso contrário, terá que ir até algum posto do Detran.

 

Fonte: Veja.com, Estadão Conteúdo

Foto: Heitor Feitosa/VEJA.com

 

Não há o que discutir, a modernização está em todos os lugares. Apesar das tecnologias que ajudam a proteger o carro, nenhuma é tão eficiente quanto o Seguro Automóvel. Conheça as excelentes coberturas oferecidas pela Sustentare. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel

23 Ago/17

O juro médio da primeira semana de agosto é o menor registrado até o momento e o primeiro em que o indicador anual fica abaixo da casa de 200%

O juro médio do crédito rotativo já diminuiu em 60,5% desde a adoção da nova modalidade, que limitou o uso da linha em no máximo 30 dias, em abril último. A informação é da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs). Na primeira semana de agosto, o juro chegou a 9,3% ao mês, equivalente a 192% ao ano, contra taxa de 15,9% a.m. na primeira semana de março (486,1% a.a.).

O juro médio da primeira semana de agosto é o menor registrado até o momento e o primeiro em que o indicador anual fica abaixo da casa de 200%. Considerando cada mês fechado, foi registrada retração em todos os períodos após a implementação da nova regra do rotativo: março (15,5% a.m.), abril (11,9% a.m.), maio (10,7% a.m.), junho (10,4% a.m.) e julho (10,2% a.m.).

O levantamento da Abecs, associação que representa o setor de cartões, considera informações das seis principais instituições financeiras do País. A entidade passou a acompanhar e a divulgar os juros praticados pelos cartões desde março.

 

Fonte: Estadão Conteúdo/Exame

Foto: Kieferpix/Thinkstock

 

Uma notícia boa como essa anima para a solicitação de um cartão de crédito se você ainda não tem o seu. A Sustentare possui uma opção para lhe oferecer, a qual possui a primeira anuidade gratuita. Mesmo se você já tem um cartão de crédito, vale a pena conhecer: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/cartao-de-credito

 

08 Ago/17

Fiadores e avalistas poderão ter de fazer seguro específico para cobrir eventuais prejuízos, se o Projeto de Lei 6734/16 for aprovado pelo Congresso Nacional.

Autor da proposta, o deputado Dr. Sinval Malheiros (Pode-SP) alerta para os prejuízos que fiadores e avalistas vêm tendo ao assumir dívidas.

“A contratação de um seguro evitaria esse transtorno e poderia tornar o segmento mais popular e acessível a todos”, disse. “Além disso, com a redução da inadimplência, o mercado teria muito a ganhar”, completou.

O projeto altera o Código Civil (Lei 10.406/02). O texto atual da lei diz que, pelo contrato de fiança, uma pessoa se compromete a cumprir obrigação assumida pelo devedor, caso este não a cumpra.

A proposta acrescenta dispositivo vedando à pessoa natural prestar fiança sem seguro vinculado ao respectivo contrato.

O código atual estabelece ainda que o pagamento de título de crédito, que contenha obrigação de pagar soma determinada, pode ser garantido por aval. O projeto veda à pessoa natural conceder o aval sem seguro vinculado ao respectivo título.

Tramitação A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

 

Fonte: Agência Câmara

 

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04 Ago/17

Poupar para velhice é tabu que exige planejamento. Previdência privada ajuda na recomposição da renda 

Nem os debates sobre a reforma da Previdência têm levado os brasileiros a pensar em garantir uma velhice tranquila. Seis em cada 10 cidadãos não se preparam para a aposentadoria. Essa realidade é ainda pior entre os mais jovens. No grupo com idades de 16 a 24 anos, oito em cada 10 não poupam para deixar de trabalhar sem ter uma queda na renda. Os dados fazem parte de levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisa, a pedido do Correio. No país das desigualdades, mesmo os mais escolarizados não fazem planos para o momento de deixar o mercado de trabalho. Entre os entrevistados que possuem ensino superior, seis em cada 10 não fazem economia para usufruir durante a inatividade.

A pesquisa mostra poucas diferenças quando são analisadas as respostas por gênero. Pelo menos 63,2% dos homens não se preparam para a aposentadoria e 59,9% das mulheres não se preocupam com o assunto. A situação é mais alarmante entre os menos escolarizados. Entre os entrevistados com nível médio, 70% não fazem planos para a velhice. O percentual sobe para 75,6% entre as pessoas que cursaram apenas o ensino fundamental.

E o quadro pode piorar com o envelhecimento acelerado da população. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em 2030, o país terá 41,5 milhões de idosos, contra 14,2 milhões em 2000. E a faixa de jovens de 15 a 29 anos, que representava 28,2% da população, cairá para 21%.

Os incentivos ao consumo e a falta de estímulos familiares para poupar são apontados pelo estudante de economia Victor Hugo Mendes, 24 anos, como principais barreiras para ele pensar no futuro. “Não sou um poupador, sou consumista. Também acho que não me preparo para a velhice porque não tenho um emprego fixo”, admite. Apesar disso, ele estagia em um banco e conhece os benefícios de um plano de previdência privada.

O estudante está consciente de que, se não poupar, terá uma brutal queda de renda na aposentadoria. Interessado em concorrer a uma vaga no serviço público, sabe que, se não for aprovado, precisará complementar a renda, porque receberá como aposentadoria, no máximo, o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), atualmente em R$ 5.531,31. “No banco passei a ter contatos com previdência complementar, e a aberta pode ser uma das soluções se mudar de ideia e quiser ficar na iniciativa privada”, explica.

Comece cedo

Não há idade certa para começar a poupar. Mas quem começa a economizar ainda jovem compromete uma parcela menor da renda com a previdência privada. Portanto, quanto antes se preocupar com a velhice, melhor.

Atualmente, 13 milhões de brasileiros têm previdência complementar, apontam dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi). Esse contingente possui aplicações em uma das duas modalidades do mercado: o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) e o Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL). A escolha deve levar em conta o modelo de declaração do Imposto de Renda (IR).

O PGBL é indicado para quem declara o IR pelo formulário completo e contribui para a Previdência Social. Neste caso, é possível deduzir da base de cálculo do IR as contribuições feitas ao plano de previdência complementar até o limite de 12% da renda bruta anual. Já o VGBL é destinado àqueles que utilizam o formulário simplificado do IR ou não têm renda a declarar.

 

Fonte: Correio Braziliense

 

Os dados apontados pela pesquisa são preocupantes e servem de alerta para você que se enquadra nos seis em cada 10 brasileiros. É por isso que a Sustentare oferece planos flexíveis, para atender a sua necessidade e permitir planejamento imediato. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/previdencia-privada

31 Jul/17

Estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais nos primeiros seis meses do ano

O Rio Grande do Sul foi o quarto estado com maior número de roubos e furtos de veículos no primeiro semestre de 2017. Com 18.655 ocorrências no acumulado dos primeiros seis meses, os gaúchos ficaram atrás apenas de São Paulo (90.521), Rio de Janeiro (35.806) e Minas Gerais (19.690). Somente no mês de junho, foram 2.650 roubos ou furtos. “Embora tenhamos apresentado recuo em relação a igual período do ano anterior, quando foram 19.645 ocorrências, ficamos acima de 2015 (17.967), que foi um ano bastante violento e com números fora da curva”, alerta o Presidente do Sindicato das Seguradoras do RS (SINDSEGRS), Guacir Bueno.

Já Porto Alegre apresentou um expressivo recuo no mês de junho em relação aos últimos anos. Comumente figurando entre quarta e quinta, a Capital foi a oitava cidade em número de ocorrências, com 780 casos. Levando-se em consideração os primeiros seis meses do ano, a Capital gaúcha foi a quarta colocada com 6.004 roubos e furtos de veículos. “Acreditamos que o projeto piloto de cercamento eletrônico da cidade que vem sendo testado nos últimos meses está contribuindo significativamente para a redução destes números. O aumento do policiamento também vem ajudando a coibir estes atos e nos colocamos sempre à disposição das Autoridades da Segurança para o que for preciso”, afirma Bueno. Em 2015, Porto Alegre havia registrado 981 ocorrências. Em 2016, foram 937.

 

Fonte: Conex Comunicação

 

Você não pode evitar um roubo ou furto, mas pode evitar os prejuízos causados pelo ato com um Seguro Automóvel. A Sustentare possui diversas alternativas de coberturas para seu veículo. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel

03 Jul/17

Sistema de alta pressão com ar frio e baixa umidade deve atuar no estado e derrubar mínima para 9ºC. Não há previsão de chuva

A semana começa com mudança no tempo em Mato Grosso do Sul e perigo potencial de vendaval, queda de temperatura e onda de frio, segundo alertas emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) neste domingo (2).

 

Os ventos podem variar entre 40 e 60 km/h, a temperatura pode cair rapidamente e chegar à mínima de 5°C, conforme o Inmet.

As mudanças são consequência da frente fria, que passou pelo litoral sudeste do país e se afasta para o oceano.

Um sistema de alta pressão, com ar frio e baixa umidade deve derrubar as temperaturas entre a noite de domingo e o amanhecer de segunda-feira (3), quando a mínima em Mato Grosso do Sul deve ser de 10°C. A máxima não ultrapassa os 27°C e a umidade relativa do ar varia entre 35% e 90%. Na terça-feira (4), a mínima pode cair para 9°C.

Os dias ficam ensolarados com poucas nuvens e baixa temperatura na madrugada até a quinta-feira (6), mas o calor volta rapidamente durante o dia por conta do aquecimento do sol e da baixa umidade.

Chuvas não estão previstas durante a semana, conforme o Inmet, por isso, a umidade do ar deve continuar baixa, principalmente a tarde, quando pode ficar abaixo de 30%, especialmente no oeste sul-mato-grossense.

 

Fonte: G1

Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS

 

Pensar nos prejuízos que um vendaval pode causar é aterrorizante. É por isso que existe o Seguro Residencial da Sustentare, para minimizar sua preocupação. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

26 Jun/17

Em alguns lugares, a solidariedade de voluntários garantiu mais rapidez para conserto dos estragos e volta de famílias para casa.

A recuperação das cidades atingidas por temporais e enchentes avança no Rio Grande do Sul e, aos poucos, as famílias conseguem consertar os estragos e voltar para casa. Em alguns lugares, a solidariedade de voluntários garantiu mais rapidez no retorno dos moradores aos lares.

A Defesa Civil recebeu de 226 municípios gaúchos relatos de algum estrago ou prejuízo devido à chuva ou ventania. Do total, 85 cidades tiveram a situação de emergência reconhecida pelo governo federal. Conforme último boletim da Defesa Civil estadual, da última quarta-feira (21), 8.564 pessoas seguem fora de casa devido ao mau tempo.

Na comunidade de São Valentim, em Charrua, no Norte do estado, as casas atingidas pelo vendaval são reerguidas aos poucos. “Para reconstruir vai demorar um pouco, mas eu tenho certeza que com o esforço e a união de todos vai se tornar mais fácil”, salienta o agricultor Lírio de Giacometti.

Em Barros Cassal, no Vale do Rio Pardo, mais de 300 casas foram atingidas pelo temporal e ainda é possível ver as marcas da tormenta.

Em Maratá, no Vale do Caí, 40 casas foram destruídas, mas muitas foram reerguidas devido a doações e a esforços conjuntos de várias pessoas. “Amigos daqui, um doou cimento, o outro, piso, e a louça do banheiro, e assim foi”, conta a produtora rural Elizete Schneider.

Em Vila Oliva, no interior de Caxias do Sul, as doações de louças, alimentos e material de higiene continuam sendo distribuídas no salão paroquial. Na cidade, duas pessoas morreram e 131 casas foram atingidas.

A costureira Rozeli Siqueira, que foi buscar doações, contou que o telhado da casa onde mora destruído. Sobraram apenas as paredes. “O vento levou tudo. Foi perda total”, lamenta.

O auxiliar Augusto Bittencourt relata que a casa que morava com a mãe foi destruída pelo vento. Neste sábado (24), os dois acertaram os últimos detalhes da obra da nova residência, que deverá ficar pronta em três meses.

“Vamos começar, e já temos de fazer o novo projeto, fazendo melhorias na casa. E seguir a vida, não adianta”, diz Bittencourt.

 

Fonte: G1

 

Não deixe que o mal tempo lhe pegue de surpresa, garanta já o seu Seguro Residencial. A Sustentare dispõe de uma ótima opção para você. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

21 Jun/17

O sistema frontal que avançou rapidamente pelo interior da América do Sul nesta segunda-feira (19) provocou fortes rajadas de vento em municípios do oeste de Mato Grosso do Sul, região de Corumbá.

Na área urbana, árvores e galhos caíram e uma construção foi parcialmente destelhada, segundo o Corpo de Bombeiros. Parte da parede de um imóvel desabou sobre duas casas e ao menos uma pessoa ficou ferida.

Após o deslocamento do sistema, a temperatura caiu de forma abrupta e durante todo o período, ampla foi a sensação de frio para os padrões do Pantanal.

Dados meteorológicos

A estação meteorológica automática operada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) no município aferiu rajada máxima de vento de 73,4 km/h entre uma e duas horas (Brasília), sendo que a temperatura máxima do dia foi aferida na primeira hora, com 26°C despencando para 11°C no início da manhã e não passando de 13,7°C pela tarde.

 

Fonte: De Olho No Tempo Meteorologia

Foto: Reprodução/Google – Reprodução/Inmet – Anderson Gallo/Diário Corumbaense – Divulgação/Corpo de Bombeiros via WhatsApp DONTM (18) 99681-1555

 

Esta época de fortes chuvas e mudanças climáticas deixa claro a importância do Seguro Residencial. A Sustentare dispõe de personalização de apólice para melhor atender às suas necessidades. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

16 Jun/17

Conjunto de distúrbios climáticos causou graves prejuízos a milhares de pessoas, principalmente nas famílias pobres

A conclusão de levantamentos feitos pela Defesa Civil de São Sebastião do Caí mostram a dimensão dos transtornos e prejuízos causados pelo forte temporal da madrugada de quinta-feira e pela enchente que atingiu a comunidade nos dias seguintes.

Segundo os dados levantados pela Defesa Civil, 1.100 casas tiveram algum tipo de dano devido aos fortes ventos e chuvas, causando transtornos diretos para 4.250 pessoas. No abrigo disponibilizado pela prefeitura no ginásio do bairro Rio Branco, foram abrigadas 52 famílias – mais de 150 pessoas – que tiveram de deixar suas casas devido à destruição e ao tempo frio e chuvoso.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil Municipal, Pedro Griebler, o município vai incluir nos relatórios do decreto de situação de emergência emitido no dia 1º deste mês os danos causados pelo temporal e enchente. “Estamos concluindo a documentação, que será encaminhada para buscar as homologações estadual e federal.” Estarão nos documentos registros das 73 casas destelhadas e de quatro destruídas pelo vendaval, além das 15 empresas que tiveram coberturas e parte de sua estrutura danificada.

“Também temos de mencionar a Escola Municipal Alencastro Guimarães, o Centro Integrado Navegantes, a Unidade Básica de Saúde (UBS) e até a sede da prefeitura. Todos com problemas decorridos do mau tempo, que teve ventos entre 80 e 100 quilômetros por hora durante um minuto. Fenômeno que, segundo Pedro Griebler, pode se considerar um tornado.

O Rio Caí chegou ao pico de 12,80 metros às 6 horas da manhã na sexta-feira, quando se estabilizou e começou a baixar.

A falta de energia elétrica no dia do tornado, e nos seguintes, também prejudicou milhares de famílias e empresas.

Roupas doadas podem ser retiradas no ginásio B do parque
Cerca de 50 pessoas atendidas pelo grupo de apoio Jovens Gideões nas unidades dos bairros Rio Branco e Arroio Bonito, em São Sebastião do Caí, estão trabalhando na separação, classificação e organização dos agasalhos, roupas de camas e colchões recebidos através de doações oriundas de diversas cidades do Estado. O trabalho está sendo feito no ginásio B do Parque Centenário e os donativos já estão a disposição das pessoas atingidas pelo vendaval e a enchente da semana passada.

De acordo com a secretária municipal de Assistência Social, Neiva dos Santos, a parceria com o Jovens Gideões é fundamental. “Enquanto nosso pessoal da Assistência Social e da Secretaria de Obras estão voltados para auxiliar as famílias que já estão voltando para a casa e também aquelas que continuam no abrigo municipal, o grupo dos Gideões faz esse trabalho que permite um atendimento rápido e de qualidade a quem mais precisa.” Segundo ela, quem quiser buscar roupas no parque deve ir ao ginásio B, fazer o cadastro e pegar uma ficha. “Estamos organizando para que entre o número máximo de 20 pessoas por vez, para que todos possam olhas e escolher as roupas com tranquilidade.”

A secretária destaca ainda que no momento a maior necessidade é de alimentos e material de construção. “Nosso estoque de roupas é o suficiente por hora, mas alimentos e material que auxilie na reconstrução das casas danificadas pelo temporal são muito bem vindos”, completa Neiva.

Doações
Donativos às famílias necessitadas devem ser entregues no Centro Social Egon Schneck, à rua Pinheiro Machado 1110 ou, no final de semana, no plantão da Secretaria de Obras, na avenida Egydio Michaelsen, ao lado da loja CR Mentz.

 

Fonte: Fato Novo

 

Infelizmente as intempéries não enviam aviso prévio. Por isso, é válido garantir assistência para seu lar e estar preparado caso o pior aconteça. A Sustentare oferece Seguro Residencial com ampla cobertura para você. Sabia mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

14 Jun/17

Para Proteste, empresa “pirata” oferece preço muito abaixo do mercado

A APM Brasil – Associação de Proteção a Motos e Veículos –, sediada em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, não pode mais vender e nem anunciar o serviço de proteção veicular. A decisão foi do juiz substituto da 3º Vara do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Também ficou determinada a suspensão imediata de qualquer cobrança de valores de seus associados ou consumidores. O problema, segundo o juiz, é que apesar do nome proteção veicular, o que a empresa de fato comercializa é seguro, que só pode ser fornecido por empresas seguradoras que estão cadastradas na Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão ligado ao Ministério da Fazenda. E a associação não está cadastrada.

A decisão acrescenta que a leitura do regulamento da associação mostra vários elementos característicos dos contratos de seguro: vistoria de inspeção de risco, sinistro, riscos cobertos, prejuízos não indenizáveis, prêmio, perda de direito, dentre outros.

O preço da proteção veicular é um atrativo: chega ser até 70% mais barato que um seguro regular. No site da APM, a proteção veicular completa é comercializada a partir de R$ 26 mensais.

Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da APM enviou uma nota dizendo que a empresa segue todas as normas brasileiras do setor. “O benefício oferecido é legal e tem respaldo na Constituição Federal, que assegura o direito à livre associação e permite a atividade de proteção veicular. Os tribunais têm comprovado isso em decisões de segunda instância”.

A associação frisou que a decisão foi proferida em primeira instância e que irá recorrer da decisão. E acrescentou que todos os benefícios dos associados seguem ativos até a decisão final do processo, em segunda ou terceira instância.

Na nota divulgada no site da APM, a associação diz que há boatos circulando no WhatsApp e nas redes sociais sobre o encerramento de suas atividades. A associação acrescenta que a informação de que há mais de mil processos judiciais devido ao não pagamento de sinistros é falsa.

Coordenadora institucional da Proteste Associação de Consumidores, Maria Inês Dolci alerta que antes de adquirir um serviço de seguro o consumidor deve se informar sobre o histórico da empresa. “É importante ter referências e verificar se a seguradora está cadastradas na Susep”, frisa. Ela ressalta que preços muito abaixo do mercado pode ser um indicativo de empresas piratas.

A decisão judicial também condena a APM ao pagamento de multa diária, a ser recolhida ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD) de R$ 2.000, em caso de descumprimento de qualquer dos itens da decisão.

 

Fonte: O tempo

 

Fique atento ao profissionalismo do fornecedor de seguro que você está contratando. A Sustentare está há 10 anos no mercado e conta com profissionais e serviços de confiança para seus clientes, inclusive Seguro Automóvel. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/

31 Mai/17

Ser econômico com as peças de roupa na hora de fazer a mala passou a significar menos gasto para o bolso do passageiro. A partir de agora, as companhias aéreas estão autorizadas a praticar cobrança extra por bagagem transportada. O tema é controverso e foi parar na Justiça, que deu a palavra final sobre a questão. Entidades de Defesa do Consumidor temem pelo aumento do custo para os passageiros. Já a Agência Nacional de Aviação (Anac), que editou a regulamentação, diz que a oferta de passagens com diferentes perfis torna o mercado mais competitivo. As companhias aéreas alegam que haverá desconto de até 30% para quem não despachar malas. Mas, na prática, cada empresa poderá definir suas próprias regras e preços, e algumas anunciaram que a não contratação do serviço com antecedência vai gerar cobrança em dobro no check-in.

A biomédica Ana Clara Coelho, de 24 anos, preferiu organizar seus objetos pessoais em bolsas de mão, ao embarcar do Rio para São Paulo.

— Tenho mais duas viagens nos próximos meses, uma delas internacional. Terei de fazer uma pesquisa e acrescentar a previsão de transporte de malas no custo final da passagem — afirmou ela.

Antes, o consumidor tinha direito a uma bagagem de até 23 quilos em voos nacionais e duas de 32 quilos em internacionais. Além disso, também podia carregar um volume de mão (bolsa, mochila ou sacola), com peso de cinco quilos. Agora, o volume de mão passou para até dez quilos.

— Quem comprou passagem antes da decisão da Justiça (no dia 29 de abril) não poderá ser cobrado pela companhia aérea na hora do embarque — alerta Claudia Almeida, advogada do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec).

Estreia de empresas de baixo custo

O início da cobrança por despacho de bagagem no mercado aéreo brasileiro poderá possibilitar a entrada de empresas aéreas do segmento de baixo custo (low cost) no país.

— O que o consumidor pode ganhar nesta história é participação estrangeira nas companhias, mais competição no setor e empresas de baixo custo que poderão operar no brasil — avalia Ricardo Freire, do blog Viaje na Viagem.

A irlandesa Ryanair, empresa de baixo custo mais popular na Europa, com trechos por US$ 50, já anunciou que passará a operar no Brasil.

 

Fonte: Extra

 

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26 Mai/17

Está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania Projeto de Lei Complementar que obriga promotores e organizadores de eventos artísticos, culturais e esportivos a contratarem seguro por danos pessoais causados em decorrência desses eventos (PLP 1/15).

O Projeto que tramita na Câmara em regime de prioridade é de autoria do deputado Lucas Vergílio (SD-GO). A proposta cita que o funcionamento de casas de shows, teatros, cinemas, estádios de futebol e similares só será autorizado após a contratação do referido seguro de responsabilidade civil.

“Nós tomamos como exemplo a boate Kiss, em Santa Maria – RS, nós vamos vincular o alvará de funcionamento desses estabelecimentos à um seguro de incêndio e de responsabilidade civil.

Dessa forma o estabelecimento comercial vai estar apto a receber os jovens, receber as pessoas, porque para se ter o alvará precisa se ter a apólice de seguro, para se ter a apólice é necessária uma vistoria e só passará na vistoria se estiver em condições técnicas de funcionamento. ”

O custo de uma apólice de seguro com essa proporção em risco é viável e possui um valor simbólico, segundo o Presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Distrito Federal, Dorival Alves e Sousa.

“São valores simbólicos que trazem uma garantia maior, uma segurança para os familiares, e também em caso de uma indenização para os familiares e entes queridos que ficarem e que realmente muitas das vezes necessitam ou necessitava da condição econômica daquele familiar. ”

Os organizadores dos eventos podem repassar o custo do seguro para o consumidor no preço do ingresso, que deverá apresentar o valor do capital segurado individual, o número da apólice, o nome e o número do registro da corretora, o nome e o telefone da seguradora contratada. Projeto obriga promotores de eventos contratarem seguro de responsabilidade civil. Os custos do seguro podem ser repassados para o consumidor.

 

Fonte: Agência Câmara

 

A Sustentare trabalha para zelar sua vida, de seus familiares e também a sua tranquilidade. Por isso, dispõe de coberturas para diversos gêneros de seguros Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/