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05 Jun/17

Medida é necessária para que o consumidor não caia no golpe do “seguro pirata”

Um caminho interessante para o consumidor fazer uma triagem e reduzir as chances de comprar gato por lebre é buscar um corretor de seguros. Esse é o profissional habilitado para comercializar os planos de proteção. Cabe a ele não apenas vender, mas apresentar ao cliente um contrato que se encaixe melhor para cada situação. Com a orientação de um corretor, o motorista pode se livrar de uma dor de cabeça futura. O diretor da Federação Nacional de Corretores de Seguros (Fenacor), Carlos Valle, esclarece que o consumidor deve pedir o registro do corretor e buscar informações a respeito da empresa que está contratando no site da Superintendência de Seguros Privados (Susep) – www.susep.gov.br. Na página estão todas as informações necessárias.

De acordo com Carlos Valle, a função do corretor é ampla e não é apenas a de acionar a seguradora para indenização de seu cliente em caso de sinistro. A atuação do profissional começa bem antes, ainda no ato da contratação, quando ele deve apontar o melhor produto e condição ideal para cada cliente. Afinal, nem sempre o mais barato é melhor para o consumidor. “O bom mesmo é o seguro que atende a todas necessidades do contratante”, completa Carlos Valle.

Sobre a atuação das empresas irregulares de proteção veicular do Estado, Carlos Valle lembra que o caso é conhecido da Polícia Federal. No final do ano passado, agentes realizaram uma operação que investigou a atuação dezenas empresas no interior de Pernambuco que operavam sem autorização legal na atividade de seguro de automóveis de motocicletas. Na ocasião, foram expedidos diversos mandados de busca e apreensão. A investigação revelou a existência das empresas especializadas na prestação de serviços de proteção veicular para carros de passeio, motos e até veículos de grande porte, operando de forma ilícita e sem autorização dos órgãos competentes.

Apesar de exercerem atividades de instituição financeira regulada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), nenhuma possuía autorização para isso, o que configura, crime contra o Sistema Financeiro. Se a culpa for comprovada, os integrantes dessas empresas podem ser responsabilizados por falsa instituição financeira, cujas penas variam de 1 a 4 anos, além de multa.

 

Fonte: Jornal do Comércio

 

Atenção e cuidado ao contratar o Seguro Automóvel são fundamentais. A Sustentare dispõe de corretores sérios e preparados para lhe para auxiliar em todas as etapas do processo de contratação, inclusive na personalização da apólice, se for o caso. Encontre o escritório mais perto de você e tire suas dúvidas: http://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

24 Mai/17

Tem-se popularizado no Brasil a comercialização de um pacote de serviços denominado “Proteção Veicular”. Tais serviços têm sido oferecidos e adquiridos como substitutos mais baratos dos seguros automotivos. Como consequência de tal movimento, o que se tem visto não é outro resultado que não um grande número de pessoas lesadas.

A proteção veicular, oferecida por cooperativas ou associações, funciona como uma espécie de “seguro pirata”, já que não oferece as mesmas condições de um seguro, embora seja vendido como se assim fosse.  Entre os vários problemas enfrentados por aqueles que optam por esta modalidade, estão o fato de ela não oferecer qualquer tipo de garantia, fiscalização ou regulamentação por parte da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), principal órgão e responsável pela autorização, controle e fiscalização dos mercados de seguros no Brasil.

A SUSEP tem agido com rigor para afastar as cooperativas piratas e as associações do mercado. Até a metade de 2016, quase 80 empresas já haviam sido multadas por oferecerem este tipo de seguro sem nenhuma garantia para o “segurado”. Até mesmo a Policial Federal tem entrado em ação em alguns casos.

O funcionamento, dos serviços de proteção veicular não segue o mesmo processo daquele dos seguros. Nos serviços de proteção veicular, aqueles que aderem ao sistema são considerados associados a uma instituição e   no caso dos seguros a relação com as seguradoras é de cliente. Caso a associação venha a ter problemas financeiros, o associado pode vir a não receber sua indenização. Nas seguradoras, a SUSEP exige a manutenção de grandes reservas calculadas com base estatística e com rigor, para que o cliente nunca fique sem receber seu pagamento em caso de um sinistro.

Há outras diferenças. A cobertura de furto simples não é oferecida na proteção veicular. Enquanto o recebimento da indenização no seguro automotivo é certo, na proteção veicular ela depende do caixa da associação. E para citar mais um exemplo comparativo, ao contrário do que ocorre com os seguros, é praxe haver franquia no pagamento de danos a terceiros pelas empresas de “seguro pirata”.

Para quem quer ter uma cobertura confiável, as dicas são as mais básicas: contrate um seguro de automóvel com um corretor de seguros. Desconfie de preços muito baixos, pois não há milagres que possam diminuir tanto os custos. Cheque na SUSEP se a empresa que oferece o produto é realmente legal e se está apta para exercer essa comercialização.

Um seguro não deve ser atrativo apenas pelo preço, mas sim, por toda garantia e tranquilidade oferecidas. Com tantos exemplos, não é difícil imaginar que o preço mais baixo pode ficar muito mais caro em caso de qualquer tipo de sinistro. Contratar proteção veicular não é seguro. Em nenhum sentido.

 

Fonte: Marcelo Blay

 

É preciso atenção máxima com a qualidade do serviço de amparo que você está contratando para seu veículo. A Sustentare oferece Seguro Automóvel de confiança e com cobertura desde as pequenas eventualidades até as de maior monta. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel.

 

 

22 Mai/17

Apenas 21% dos trabalhadores autônomos no Brasil estão confiantes em uma aposentadoria confortável. 57% acreditam que se aposentarão a partir dos 65 anos, ou mesmo nunca se aposentarão. Estas são algumas das informações apontadas pela pesquisa global “O Preparo para a Aposentadoria na Nova Era do Trabalho Autônomo”, uma parceria do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon (Brasil), Centro para a Longevidade e Aposentadoria da Aegon (Holanda) e Centro de Estudos para a Aposentadoria da Transamerica (EUA). Os estudos sobre o tema da longevidade e da aposentadoria ao redor do mundo vêm sendo desenvolvidos pelo Grupo há quase duas décadas.

Cerca de um terço da força de trabalho no Brasil é composta de autônomos (32%), a terceira mais alta entre os países pesquisados, ficando atrás apenas da Índia (51%) e da Turquia (33%). “Entendemos que este é um reflexo também do alto desemprego no país, que atingiu 12,6% na virada do ano, e do alto custo para o empregador devido aos encargos incidentes sobre a folha de pagamento”, comenta Leandro Palmeira, superintendente do Grupo e representante do grupo de pesquisa no Brasil.

Sobre o preparo dos brasileiros, 34% certificam-se que estão poupando para se aposentar, somente 8% têm um plano formal para a aposentadoria, outros 48% afirmaram ter um “plano B” e 10% venderão seus negócios. “Constatamos que 77% dos entrevistados possuem um bom nível de consciência da necessidade de planejar para a aposentadoria, mas isto ainda não reflete em uma ação consistente de preparo”, diz Palmeira.

A pesquisa aponta que 62% dos autônomos no Brasil são homens e que a renda anual média destes profissionais é de USD 7.800, muito inferior à média global de USD 18.900. Estes valores equivalem a R$ 24.570 e R$ 59.535, respectivamente, considerando uma cotação de R$ 3,15 por dólar.

Análise Global 

No mundo, apenas 26% dos profissionais autônomos estão muito ou extremamente confiantes em ter uma aposentadoria confortável. A pesquisa traçou o perfil do trabalhador autônomo de 15 países, incluindo o Brasil. Os resultados apontaram que dois terços deste tipo de profissional são compostos por homens. “Um dos motivos para este elevado número é a maior dificuldade de acesso das mulheres a um capital inicial para empreender”, explica Palmeira. A pesquisa também revela que 87% dos autônomos já trabalharam para um empregador. A renda média global por ano destes profissionais é de USD 18.900, enquanto que a de um trabalhador assalariado é de USD 21.400. Dentre os benefícios listados pelos autônomos pela opção por este tipo de trabalho estão: ser seu próprio patrão (53%), agenda e horários flexíveis (50%), trabalhar aonde quiser (37%) e oportunidade de ganhar mais (32%).

Preparo para a aposentadoria

O estabelecimento de uma idade mínima para a aposentadoria, uma das questões contidas na proposta da Reforma da Previdência em discussão no Brasil, não é vista como um problema para os trabalhadores autônomos, já que estes trabalham de forma independente. Outro dado que chama atenção é que, no mundo, 58% destes profissionais esperam se aposentar com 65 anos ou mais ou nunca se aposentar. Uma das justificativas para isso é que 63% querem se manter ativos.

Um a cada três autônomos (34%) são classificados como poupadores habituais, ou seja, certifica-se que estão poupando para se aposentar. 22% são poupadores ocasionais, o que significa que guardam dinheiro de tempos em tempos. Outros 17% foram classificados como poupadores passados, aqueles que não poupam hoje, mas já fizeram antes. Os poupadores aspirantes – que não guardam agora, mas pretendem – representam 20% da massa. E 7% são não poupadores, ou seja, nunca guardaram para a aposentadoria e nunca pretendem fazer.

Em uma lista sobre os planos para o período de aposentadoria, que permite ao entrevistado a escolha de mais de uma opção, as mais recorrentes foram viajar (55%), passar tempo com amigos e família (47%), novos passatempos (42%), continuar trabalhando na área (29%) e realizar trabalho voluntário (24%). Os autônomos também apontaram como pretendem compor a renda na aposentadoria: poupança (38%), previdência social (36%), previdência privada (22%), ações (20%) e seguro de vida (19%).

 

Fonte: Revista Apólice

 

Recomendamos que você contribua com o aumento da porcentagem de 34% dos poupadores habituais aderindo a uma Previdência Privada, só assim você terá garantia de uma aposentadoria tranquila. A Sustentare oferece o plano de Previdência Privada mais adequado para você. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/previdencia-privada

15 Mai/17

Esse produto pode ser mais barato do que você imagina e incluir uma infinidade de coberturas diferentes. Veja como funciona 

Um raio nunca vai “queimar” seus eletrodomésticos. Não existe chance da sua casa pegar fogo. Seguro residencial é caro e é pura frescura.

É por causa dessas ideias, ou por simples desconhecimento, que apenas 13% das casas no Brasil são protegidas por seguro. O produto, que socorre contra incêndio, queda de raio, explosões e inúmeros outros acidentes, deveria ser mais popular, segundo especialistas.

“O seguro residencial é muito pouco acionado, e por isso mesmo ele é bem mais barato do que o de carro, por exemplo. Mas, embora raros, os acidentes em casa causam grandes prejuízos”, explica o consultor financeiro Álvaro Modernell, sócio da Mais Ativos Educação Financeira.

Apesar de ser um custo a mais, o produto pode ser um aliado do planejamento financeiro, já que poucas pessoas têm reserva financeira suficiente para restabelecer rapidamente suas necessidades se acontecer um imprevisto em casa.

Para você não perder o que comprou com tanto esforço, EXAME.com listou alguns motivos para fazê-lo enxergar que seguro residencial pode ser um bom negócio, dependendo das coberturas contratadas.

1. Cabe no bolso

Um bom seguro residencial pode ser adquirido por cerca de 200 reais ao ano, como mostrou uma pesquisa realizada pela associação de consumidores Proteste. O preço médio não passa de 0,3% do valor de reconstrução do imóvel, o que pode compensar muito em comparação ao prejuízo.

“Ao comparar o seu preço com o valor da indenização, o custo-benefício do seguro residencial é muito alto”, avalia a pesquisadora Gisele Rodrigues, técnica da Proteste.

Em sua pesquisa, a Proteste analisou 126 apólices das 17 maiores empresas que comercializam seguros residenciais no país, e avaliou a qualidade das apólices versus o preço. Na avaliação da entidade, as coberturas com melhor custo-benefício são a da Bradesco Seguros e a da HDI Seguros.

A entidade considerou as seguinte coberturas: básica (contra incêndio, queda de raio e explosão), alagamento, furto ou roubo, vendaval, privação temporária de uso, desmoronamento, responsabilidade civil (dano a terceiros) e danos elétricos, além das exclusões.

O preço final do seguro depende do material e do tamanho da casa, da localização e o do tipo de ocupação, se é habitual ou só para veraneio, como explica Danilo Silveira, presidente da comissão de riscos patrimoniais massificados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

É essencial comparar preços entre as seguradoras, com a ajuda de um corretor de seguros, para encontrar o melhor produto. É claro que as coberturas e os serviços de assistência contratados também interferem no valor. Alguns clientes também podem conseguir descontos na renovação, por exemplo.

2. É possível incluir até chaveiro e eletricista 24 horas

Além da cobertura básica contra incêndio, raio e explosões, o seguro residencial também pode incluir garantias para cobrir, por exemplo, as despesas com aluguel, caso o morador seja forçado a se mudar, ou com o vizinho, se o seu filho chutar a bola no vidro da casa ao lado, por exemplo.

Ele também pode proteger sua casa de curtos circuitos, vendavais ou roubo, e agregar serviços como assistência técnica 24 horas de chaveiro, eletricista e encanador, por exemplo.

Alguns bens não são contemplados pelo seguro de casa, como obras de arte, joias ou raridades.

3. Você pode contratar uma indenização personalizada

O primeiro passo para saber que tipo de cobertura você precisa é fazer um inventário de tudo que você tem em casa e uma lista dos riscos que você pode correr, como sugere o corretor de seguros José Antonio Varanda, professor da Escola Nacional de Seguros. Assim, você não deixa de fora algo importante, nem gasta dinheiro desnecessariamente.

O corretor de seguros vai ajudar você na tarefa de escolher as coberturas necessárias e o valor das indenizações indicadas para você.

Quem contrata o seguro recebe separadamente o pagamento da indenização de cada garantia. O valor da cobertura definido na apólice é o limite máximo a ser recebido para cada uma das garantias.

4. O seguro de apartamento costuma ser mais barato

O seguro residencial de um apartamento costuma ser mais barato, já que a lei obriga o prédio a ter um seguro de condomínio para a sua estrutura, como paredes e instalações hidráulicas, e partes comuns.

Assim, se você morar em um apartamento, só vai precisar contratar a cobertura para cobrir danos ocorridos aos bens que fazem parte do imóvel segurado, como móveis e eletrodomésticos, ou às reformas que você fez por conta própria no imóvel.

Por outro lado, o seguro de casa tende a ser mais caro, pelo tamanho do imóvel e por não haver o seguro do condomínio.

5. Com franquia, o seguro pode ser mais em conta

A franquia é a parte do prejuízo que será paga por você caso ocorra algum acidente. Na prática, é como se você fosse sócio da seguradora em caso de acidente.

Ela existe para tornar o seguro economicamente viável: se não existisse, todos os eventos seriam cobertos 100% pela seguradora, o que deixaria o preço da apólice muito maior.

A franquia, então, reduz o preço do seguro, especialmente em coberturas especiais, como para danos elétricos, acidentes domésticos e eventos climáticos, como vendaval. A cobertura básica costuma ser isenta de franquia.

Na apólice, será determinado o valor ou percentual que ficará sob responsabilidade do segurado. Caso o prejuízo seja inferior ao valor da franquia, não compensa para você acionar a seguradora para realizar o conserto.

Se você quiser saber informações mais detalhadas sobre seguro residencial ou outros tipos de seguros, o site Tudo Sobre Seguros, da Escola Nacional de Seguros, é uma fonte confiável e pode ajudar.

No site da FenSeg, você também encontra cartilhas didáticas elaboradas para solucionar dúvidas de consumidores.

 

Fonte: EXAME.com

 

Agora que você recebeu informações importantes sobre Seguro Residencial, é hora de buscar uma seguradora capaz de atender as suas necessidades. A Sustentare vai auxiliar na personalização da sua apólice, dando todo o suporte necessário. Contate o escritório mais perto de você: https://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

05 Mai/17

O motorista profissional gaúcho é um condutor experiente. Cinquenta e dois por cento dos habilitados para dirigir profissionalmente tem mais de 20 anos de CNH. Outros 36% tem entre dez e 20 anos de habilitação.  Motofretistas, taxistas, caminhoneiros, motoristas de ônibus, micro-ônibus, tratoristas são predominantemente homens e estão distribuídos em variadas faixas etárias.  Embora mais expostos no trânsito, eles não cometem mais infrações que os não profissionais. As informações constam no levantamento do Detran/RS para o Dia do Trabalho, que traçou um perfil dos condutores gaúchos aptos para exercer atividade remunerada com o veículo.

No total, são 684 mil motoristas com o registro na CNH, sendo 76.549 que podem exercer atividade remunerada somente com a categoria B (automóveis), 522.776 com as categorias de veículos pesados (C, D e E) e 403.334 com a motocicleta. Atualmente, o Detran/RS possui o registro de 342.018 veículos de placa vermelha (categoria aluguel, que engloba o transporte de cargas e passageiros), entre eles 186 mil caminhões, 16 mil automóveis, 28 mil ônibus e quase 10 mil motocicletas.

As mulheres ainda são minoria na atividade. Enquanto elas são 34% do cadastro de condutores, entre os profissionais elas representam somente 4,8%. São 33.090 mulheres aptas a dirigir profissionalmente no Estado, contra 650.915 homens.  Motoristas que exercem atividade remunerada com o veículo distribuem-se entre as mais variadas faixas etárias, mas 30% estão entre os 31 aos 40 anos.

Mesmo dirigindo mais tempo do que a média do condutor que não exerce atividade remunerada, o percentual de infrações registradas de condutores profissionais não é muito maior do que a sua participação no cadastro de condutores: 18% das infrações com condutores identificados em 2016 foram cometidas por profissionais, grupo que representa 14% do total de condutores. Em primeiro lugar no ranking das infrações mais cometidas está o excesso de velocidade, que representa metade de todas as infrações registradas.

Segurança

O Detran/RS tem trabalhado com esses públicos para buscar reduzir os riscos na atividade laboral e os índices de acidentalidade envolvendo profissionais. Desde 2016, um grupo de trabalho que reúne empresas de transporte de passageiros e cargas estuda políticas de segurança para motoristas de ônibus e caminhões. No final do ano passado, foi criado um grupo de trabalho para pensar também a segurança dos motociclistas. O GT reúne, além do sindicato dos motoboys e mototaxistas, órgãos de fiscalização, secretaria de saúde e representantes da Justiça do Trabalho.

“Não há como falar em segurança dos profissionais do volante sem discutir as relações de trabalho. O empresário não pode exigir tabelas de horários que comprometam a segurança do trabalhador e dos demais usuários do trânsito. No caso dos motofretistas, a própria sociedade que reclama do comportamento do motoboy no trânsito, exige a entrega rápida”, avalia o diretor-geral do Detran/RS, Ildo Mário Szinvelski. “Os grupos de trabalho servem para avaliar a conjuntura e propor medidas em várias frentes. A responsabilidade pela segurança não é somente dos órgãos de trânsito. É de cada instituição envolvida e de cada pessoa individualmente”.

 

Fonte: Detran/RS

 

Se o seguro é importante para quem utiliza seus veículos para atividades não remuneradas, torna-se totalmente indispensável para os que o usam para trabalhar. A Sustentare oferece ótimas coberturas para carro e moto. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel - https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/moto

28 Abr/17

Alternativas para garantir o presente e o futuro independentemente do que acontecer na Previdência Social

Com as novas mudanças em andamento nas regras do INSS, precisamos lembrar que nada impede que ainda mais alterações aconteçam ao longo do tempo. E como sabe-se que dificilmente as mudanças serão em benefício da população, os brasileiros vêm buscando alternativas.

Como a Previdência Privada e o Seguro de Vida são cada vez mais procurados para compensar estas mudanças, convém saber como e por que estas soluções podem lhe beneficiar:

  • Compensando o aumento da idade mínima e do tempo mínimo de contribuição para aposentadoria:
    A idade mínima passa a ser de 65 anos tanto para homens quanto para mulheres, para reivindicar aposentadorias. Já para receber aposentadoria integral, será necessário contribuir por 49 anos (pode-se contribuir por menos tempo, mas não se recebe a aposentadoria integral). E o tempo mínimo de contribuição passa de 15 para 25 anos.

O que a Previdência Privada pode fazer por você:
A Previdência Privada acaba trazendo grandes vantagens no longo prazo, pois como a tributação ocorre somente no momento do resgate, os valores investidos ao longo do tempo ficam rendendo sem sofrer a perda que ocorreria em outros investimentos que tem come-cotas, por exemplo.

Outra vantagem é que mesmo o pequeno investidor passa a ter acesso a rentabilidades muito mais atrativas sem precisar de conhecimento técnico sobre investimentos. Basta manter o hábito da poupança.

Assim, a Previdência Privada acaba servindo não só para a aposentadoria, mas também para qualquer outro projeto futuro que dependa de acúmulo de dinheiro. Você ainda pode escolher entre sacar todo o dinheiro e administrar por conta própria, ou ter uma renda a partir do valor acumulado.
  • Compensando a mudança na pensão por morte:
    No caso de pensão por morte, o valor pago à viúva ou ao viúvo passará a ser de 50% do valor do benefício recebido pelo contribuinte que morreu, havendo um adicional de 10% para cada dependente do casal (chegando a 100% apenas se o casal tiver 5 filhos). As pensões também não serão mais vinculadas ao salário mínimo.

A solução através do Seguro de Vida e da Previdência Privada:
Com o Seguro de Vida, você é que determina o valor a ser deixado para quem depende de você.

E com a ajuda do corretor de seguros, ao longo do tempo pode-se fazer uma revisão: com o valor já acumulado na Previdência Privada, você pode reduzir coberturas do Seguro de Vida para o caso de morte, já que a Previdência Privada é liberada para beneficiários. E com isso, você pode, inclusive, reduzir custos com o Seguro de Vida.

  • Compensando a mudança na aposentadoria por incapacidade:
    Nos casos de condições especiais, pessoas com deficiência e aposentadoria por incapacidade, o que está sendo proposto é que trabalhadores submetidos a condições especiais de trabalho, prejudiciais à saúde, assim como as pessoas com algum tipo de deficiência, continuarão tendo “tratamento especial”, mas não poderão ser aposentar com menos de 55 anos de idade e 20 anos de tempo de contribuição.

Como o Seguro de Vida pode ajudar:
Muitas vezes as pessoas não sabem, mas o seguro de vida não tem cobertura só para deixar um valor para alguém quando o segurado vem a faltar. Também há coberturas para o próprio segurado aproveitar em vida, justamente nos casos de afastamento temporário ou invalidez permanente. Quando se tem estas coberturas contratadas, mesmo os imprevistos que nos afastam do trabalho permitem que, com as indenizações recebidas, possamos continuar nossos projetos de aposentadoria.

E uma grande vantagem tanto do seguro quanto da previdência privada: as regras não mudam ao longo do caminho. Bem diferente do que se pode esperar em relação ao INSS, não?

E para finalizar, economize e fique ainda mais tranquilo contratando com corretor de seguros em vez de com o banco.

 

Fonte: Eduardo Lara/Administradores

 

Agora que esse texto apontou as direções, contate a Sustentare para contratar um serviço de Previdência Privada e/ou Seguro de Vida. Você será orientado de qual corresponde melhor as suas necessidades. Encontre um escritório perto de você aqui: https://sustentareseguros.com.br/index.php/contato

26 Abr/17

É possível adotar medidas simples e de baixo custo, que deixarão a sua residência muito melhor.

O Brasil já é o quarto país do mundo com o maior número de obras certificadas por sustentabilidade, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes Unidos, segundo dados do Green Building Council Brasil (GBC). No entanto, essa prática ainda é adotada predominantemente em empreendimentos comerciais.

“As empresas se preocupam muito com essa questão até para passar uma boa imagem ao público. Por isso estão investindo cada vez mais em práticas sustentáveis”, diz Afonso Celso Bueno Monteiro, presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP).

Monteiro acredita que esse movimento pode começar a conquistar mais adeptos também em projetos residenciais.  “As pessoas estão mais conscientes e cada um querendo também fazer a sua parte. Porém, muitas não sabem exatamente como e o que pode ser feito ou acreditam que para isso seja necessário um alto investimento”, afirma o presidente do CAU.

Uma casa deve atender a inúmeras exigências técnicas para ser considerada plenamente sustentável, desde a escolha do material utilizado na sua construção. Ainda assim, segundo o especialista, é possível adotar medidas simples e de baixo custo, como também hábitos corretos no dia a dia, que dão ótimos resultados e certamente contribuem com o meio ambiente. A seguir, ele sugere algumas práticas que podem ser facilmente adotadas para se ter uma casa sustentável:

– Quanto mais e maiores forem as janelas, melhor se aproveita a luz natural. Além de economizar energia elétrica, garante uma boa ventilação;

– Nas janelas, pode-se instalar toldos e brises, evitando o superaquecimento da casa especialmente nos dias de calor, evitando também o uso de ventiladores ou ar-condicionado;

– Prefira as lâmpadas fluorescentes ou as de LED, que são bem mais econômicas e duráveis do que as incandescentes;

– Com queda dos preços observada nos últimos anos, os painéis de energia solar estão se tornando cada vez mais acessíveis e já são uma alternativa a ser considerada para reduzir o consumo de energia elétrica;

– Responsável por um dos maiores desperdícios de água, a descarga pode se tornar mais econômica se tiver uma caixa acoplada. Com dois botões diferentes, pode-se dar descarga com apenas três litros de água (botão menor) ou seis litros (botão maior);

– Com o uso de calhas, cisternas ou tanques, pode-se coletar a água da chuva e aproveitá-la em situações que não exigem água potável, como regar o jardim, lavar carro e quintal ou até mesmo na descarga dos vasos sanitários;

– Usar torneiras com aerador (espécie de “chuveirinho”), que garante uma menor vasão de água, mas a sensação é justamente a contrária;

– Ao comprar aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, escolha aqueles que têm o selo Procel, que indica melhor eficiência energética. Ou seja, consomem bem menos.

 

 

Fonte: CicloVivo

Foto: iStock by Getty Images

 

 

Além de ter uma residência sustentável para garantir tranquilidade para o futuro, é importante adquirir um Seguro Residencial para certificar ainda mais a sua calmaria e de sua família. A Sustentare tem um ótimo Seguro Residencial para lhe indicar. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

20 Abr/17

Em tempos de crise, a retenção de bons colaboradores torna-se ainda mais imprescindível para as organizações. São os talentos que representam um diferencial para a empresa, seja pelos bons resultados que eles costumam apresentar, pelas aptidões de transformar boas ideias em lucro, entre outras qualidades. Diante de tal realidade, oferecer um plano de saúde que atenda às necessidades do corpo de colaboradores surge como diferencial estratégico.

Para termos uma ideia, a Assistência Médica é o item mais valorizado pelos trabalhadores brasileiros. Cerca de 74,6% elencam o benefício como o mais importante dentro da organização, superando até a possibilidade de participação nos lucros, segundo pesquisa recente da Catho, consultoria de recrutamento.

Portanto, disponibilizar um convênio médico que vá de acordo com as demandas e peculiaridades do quadro funcional da organização traz diversos benefícios, como, por exemplo, a redução do absenteísmo, diminuição no volume de atestados e menor rotatividade de funcionários. O benefício ainda proporciona mais segurança e tranquilidade em relação à saúde e despesas médicas dos colaboradores e seus respectivos familiares, que muitas vezes também têm o benefício garantido, o que, certamente, impacta positivamente na produtividade.

É evidente que neste momento de retração, os cortes nos gastos são muitas vezes inevitáveis, no entanto, essa prática pode até resolver um problema pontual, mas produz efeitos colaterais, como funcionários desmotivados e um ambiente de trabalho pesado. O principal erro que uma companhia pode cometer é fazer esses ajustes sem uma análise prévia.

Digo isso, pois muitas empresas estão perdendo a capacidade de manter o plano de saúde para seus colaboradores. E esse fato se dá, principalmente, pela inflação médica, que deve chegar perto de 20% neste ano de 2016, segundo projeção da CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização). O avanço tecnológico, os novos procedimentos incluídos, além do aumento da longevidade da população brasileira, são os principais fatores responsáveis por essa elevação nos custos.

Ainda existem casos de empresas que acabam se perdendo na organização e gestão do plano de saúde empresarial, o que acaba causando um grande impacto financeiro negativo. Portanto, no momento da contratação ou até mesmo troca do serviço, minha orientação consiste em traçar um perfil do quadro funcional, atentando-se para sexo, faixa etária, região onde o plano será utilizado, atividade exercida, entre outras variáveis. Nesse momento, a figura do corretor pode ajudar na escolha de uma opção condizente com os desejos de cada organização.

Após a definição do melhor plano é preciso olhar com carinho para a realização de campanhas de conscientização e promoção da saúde na companhia. Essas ações são a melhor forma de evitar os excessos de uso do plano por parte dos colaboradores, o que eleva a sinistralidade e, por consequência, o valor a ser pago. Portanto, antes de cortar o plano de saúde na empresa, vale a pena estudar todas as possibilidades e também ter em mente que esse benefício é um dos principais motivadores na hora do colaborador se candidatar a uma vaga de emprego ou até mesmo de trocar um trabalho por outro.

 

Fonte: Marcelo Alves/Revista Apólice

 

Não restam dúvidas de que o Seguro Saúde é um ótimo investimento a ser feito para seus colaboradores. A Sustentare conta com profissionais preparados para indicar as coberturas ideias para a sua necessidade. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/saude-para-empresas

 

19 Abr/17

O brasileiro não é afeito a contratações de seguros residenciais da mesma maneira que fazem com os veículos automotores. Esta cultura pode encontrar várias explicações tais como: a paixão que temos por carros e pela vulnerabilidade que este bem apresenta diante de um possível sinistro.

Fato é que, apesar de um notável crescimento no setor de seguros residenciais, em comparação com os seguros de veículos conforme acima mencionado tem apelo consideravelmente maior.

Alguns dos fatores pelos quais o seguro residencial não tem a mesma popularidade vem do fato da maioria das pessoas ignorar o procedimento contratual, custo e sua cobertura. Existem pessoas, inclusive, que imaginam um custo alto do prêmio e não admitem sequer conhecer o produto.

Contudo, essa ideia é completamente equivocada, pois o seguro residencial tem uma relação custo-benefício superior ao seguro de veículo senão, vejamos:

Imagine-se morando em uma residência com grande incidência de vendavais, alagamentos ou que exista instabilidade no fornecimento de energia elétrica. Nesses casos, em caso de sinistro uma apólice pode cobrir a reposição de bens e até mesmo a eventual reconstrução do seu imóvel, há um custo de no máximo 1% do valor do bem contra uma variação de percentual de 3% e 9% do valor do veículo.

Acrescenta-se ainda que, o segurado pode escolher as coberturas mais adequadas ao seu perfil, de acordo com as variações que as condições locais e do imóvel apresentarem, por exemplo: Se residem em um apartamento no vigésimo andar, certamente não precisará de cobertura para enchente.

O importante neste caso é ler atentamente o contrato para ter plena ciência das exceções impostas, a fim de que saiba exatamente quais os eventos que estão cobertos.

Há ainda outro motivo para contratar um seguro residencial: A assistência 24 horas que algumas apólices preveem. Este benefício para quem mora sozinho, inclusive, é extremamente interessante, pois os serviços são diversificados quanto encanador, faxineira, chaveiro, consultas em pet shop entre outros.

Apesar da boa relação custo-benefício que os seguros residenciais têm e também pelo conforto e benefícios que algumas apólices oferecem, alguns cuidados devem ser observados na contratação.

O valor segurado deve ser determinado em razão dos custos da reconstrução e reposição de bens que possam ser roubados ou danificados e não tomando como referencial o valor do imóvel, pois ainda que o bem esteja completamente destruído o segurado é proprietário de um terreno, cujo valor não será indenizado.

Várias outras nuances devem ser conhecidas antes da contratação de um seguro residencial, tais como: Diferença entre os valores dos prêmios do apartamento e casa, sendo este mais caro, tendo em vista a condição mais vulnerável aos eventos; seguro de casa veraneio menos em conta do que a habitual; O tipo de construção, se de madeira ou alvenaria, onde a primeira deixa a casa mais suscetível a reparos do que a outra e por fim a localização que  indicará o tipo de evento sujeito a alcançar aquele imóvel.

Decerto, prevenir é sempre o melhor remédio e dispor de mecanismos que possam proteger o investimento feito, às vezes de uma vida, evitam dissabores e arrependimentos futuros perfeitamente sanáveis e a um custo ínfimo considerando o possível sinistro.

Leia atentamente a apólice, saiba exatamente quais são as suas coberturas e benefícios consequentes e aproveite o bem com saúde!

 

Fonte: Jansen Oliveira/Administradores

 

A Sustentare possui um Seguro Residencial com ampla cobertura para você ficar tranquilo. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/residencial

 

10 Abr/17

Especialistas dão a letra (ou melhor, os números) sobre como se preparar para uma boa aposentadoria

As mulheres serão as mais afetadas com a Reforma da Previdência Social, especialmente aquelas de baixa renda que pretendem se aposentar apenas pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

 

Os critérios estabelecidos pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, em discussão na Câmara dos Deputados, eliminariam as diferenças entre a aposentadoria pública de mulheres e homens:

  • Idade mínima de 65 anos para se aposentar;
  • Tempo de contribuição mínima de 25 anos;
  • Tempo de contribuição de 49 anos para receber o benefício integral, anulando a fórmula 85/95 (soma da idade e do tempo de contribuição para mulheres e homens, respectivamente);
  • Regra válida para mulheres de até 45 anos – as demais pagarão um pedágio de 50% sobre o tempo que falta para aposentar (se for um ano, por exemplo, terá de trabalhar um ano e meio);
  • Redução do valor de pensões por morte destinadas a mulheres com o benefício integral de 80,7% para 50%, mais 10% por dependente.

Esta suposta “equiparação” de gêneros desconsidera desigualdades históricas registradas na vida laboral de mulheres e homens, uma vez que, de acordo com dados do Ipea e do IBGE/Pnad:

  • Mulheres acumulam 5,4 anos a mais de trabalho por cerca de 30 anos e trabalham cerca de 7,5 horas por semana a mais que os homens, incluindo serviços domésticos.
  • O salário das mulheres é, em média, 23% menor que dos homens, em todos os cargos.

Para evitar uma situação extremamente vulnerável, recomenda-se começar a pensar na aposentadoria o quanto antes. Uma previdência privada é uma boa pedida de investimento complementar para garantir tranquilidade lá na frente, já que é possível escolher a quantia e a periodicidade, além de poder resgatar o valor aplicado a qualquer momento.

“Use o tempo a seu favor, defina os seus objetivos de renda futura e identifique o que você precisa começar a fazer hoje ou em breve para conseguir poupar e atingir os resultados desejados”, avaliam Ana Lúcia Emmerich e Cida Silveira, autoras do livro “Suba no salto e conquiste sua independência financeira”.

Qual é o plano de previdência mais indicado para você?

Perfil de risco
Além de considerar a solidez das instituições, é possível definir qual o seu perfil de risco em uma escala que vai geralmente de conservador e moderado a arrojado e agressivo. Um fundo de previdência privado pode conter uma combinação de ativos em equilíbrio, como títulos públicos, considerados mais conservadores, e ações, mais arrojados, por exemplo.

Situação fiscal – isento ou não de IR:
Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) – não pode ser abatido no Imposto de Renda, por isso é mais indicado para quem faz a declaração simplificada, como profissionais liberais e autônomos. Quando o dinheiro é sacado, o imposto é cobrado apenas sobre os rendimentos.

Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) – pode ser abatido no Imposto de Renda para quem faz a declaração completa desde que o valor pago represente até 12% de sua renda bruta anual. Quando o dinheiro é sacado, o imposto é cobrado sobre o total aplicado no fundo.

Tipos de tabela de IR e como receber o benefício
Progressiva: taxa aumenta conforme o valor do seu salário, mais vantajosa para quem quer receber a quantia investida em parcelas mensais na faixa de isenção do IR ou se há a intenção de deixar o fundo em curto prazo.
Regressiva: taxa cai ao longo da aplicação, passando de 35% nos primeiros dois anos para 10% depois de 10 anos, mais indicada para investimentos de longo prazo e para quem pretende resgatar o dinheiro em saque único.

Taxas administrativas
Carregamento: cobrada sobre cada contribuição.
Gestão: anual.
Saída: no momento do resgate.

Outra consideração é incluir os filhos no pagamento como “forma de garantir o patrimônio deles, e um recurso para inserir conceitos de educação financeira na rotina da família”, indicam as especialistas. Além disso, os planos de previdência privada oferecem opções de cobertura de vida e invalidez, o que poderá ampará-los com um pagamento da seguradora caso você venha a falecer ou fique sem condições de seguir trabalhando.

Empresas contratantes também podem contribuir, garantindo que você receba um aporte extra, mas é preciso observar bem as regras, como prazos de carência, taxas e rendimento. Ana Lúcia e Cida orientam questionar: “‘A cada real que contribuo a empresa também contribui?’ e ‘Posso optar pela portabilidade e transferir o montante para outro fundo caso eu saia da empresa ou serei obrigada a resgatar?’” para avaliar se o plano é vantajoso e flexível.

Cuide bem de você mesma e do seu dinheiro
Carolina Ruhman Sandler, consultora interessada em promover o empoderamento feminino a partir do empreendedorismo e da educação financeira, indica como podemos cuidar bem do nosso dinheiro a longo prazo e assumir o controle do nosso próprio futuro.

“Para construir um patrimônio real, você precisa de uma reserva financeira e deve aplicar o seu dinheiro com regularidade, investindo uma quantia fixa a cada mês”, recomenda. “Se organize para começar aos poucos, de acordo com as suas condições e sendo gentil com você mesma”.

Assim, segundo ela, para um investimento de R$ 500 por mês, que corresponde a 20% de poupança de um salário de R$ 2.500, com ajuste a uma taxa de juros de 0,75 (retorno médio de uma previdência privada) e à inflação anual de 4,5% (correção do valor ao poder de compra atual), teríamos o seguinte quadro para quem começar a contribuir aos 20 anos: se com 20 anos você poupar R$ 500 por mês, terá R$ 500 mil aos 65 anos.

Agora, se começar a poupar aos 30 anos e investir o mesmo valor, o resultado é diferente: se com 30 anos você poupar R$ 500 por mês, terá R$ 300 mil aos 65 anos.

 

Fonte: M de Mulher

 

Agora você mulher já sabe que a melhor alternativa para o momento é investir em Previdência Privada. A Sustentare dispõe de uma excelente opção desta modalidade de seguro pra você. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/previdencia-privada

07 Abr/17

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) alerta para um comportamento que pouco se dá atenção, mas que pode ser tão perigoso quanto dirigir embriagado: dirigir com sono. Até 20% de todos os acidentes de trânsito estão associados à sonolência.

É o que mostra um estudo conduzido pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN). Segundo os resultados da pesquisa, lançada em março, os horários com mais incidência de acidentes são durante a madrugada e após o almoço.

O Detran-SP orienta que os motoristas só dirijam se tiverem condições para isso. “Assim como os acidentes causados em decorrência do consumo de bebida alcoólica, os acidentes ocasionados pelo sono podem e devem ser evitados. Para isso, é preciso conscientização dos motoristas. É importante que o cidadão sempre conduza seu veículo com segurança”, ressalta o diretor-presidente, Maxwell Vieira.

A partir da pesquisa, a ABN se uniu com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) para promover a campanha “Não dê carona ao sono”. A ação visa reduzir os acidentes, principalmente nas estradas, e conta com o apoio do Detran-SP.

Dados merecem atenção

A pesquisa, que entrevistou 495 pessoas, mostra que 40% dos participantes afirmaram que já ziguezaguearam na estrada e metade já parou na via por sentir sono.

Entre os entrevistados, 61% assumiram que costumam dirigir no dia seguinte a uma péssima noite de sono. Cerca de 10% das pessoas afirmaram dirigir com sono e 23% o fazem de duas a três vezes por semana.

O resultado? Mais da metade dos participantes conhece pelo menos uma pessoa que quase se acidentou e 39% conhecem alguém que efetivamente sofreu acidente por ter pegado o volante com sono.

Fique atento

Ar frio, tomar água ou ouvir música alta não resolvem o problema para quem está com sono, tendo, no máximo, efeito por poucos minutos.

“Mesmo recorrendo a medidas paliativas, como tomar café, o motorista está sujeito a micro sonos, de quatro a cinco segundos”, diz o neurologista Gilmar Fernandes do Prado, presidente da Academia Brasileira de Neurologia.

Pode parecer pouco, mas nesses segundos, em alta velocidade, percorre-se uma distância considerável sem prestar atenção no trânsito.

“Se estiver a 120km/h, é dificílimo parar o carro e, ao despertar, a chance de acidente é enorme. Em dez metros você já sai da estrada e cai em uma ribanceira ou pode atravessar a pista e bater de frente em um veículo que trafega em direção oposta nas inúmeras de nossas estradas que ainda não contam com divisórias, ou mesmo se chocar contra uma dessas barreiras”, ressalta Prado.

Um motorista com sono sente dificuldades em manter os olhos abertos e focados, além dos pensamentos ficarem vagos e desconexos. O condutor começa a piscar mais lentamente, e sente dificuldades em manter a mesma velocidade, podendo até sair da pista. Não notar sinalizações, retornos ou errar o caminho também podem ser consequências da privação do sono.

Então esqueça o café ou qualquer tentativa de burlar a sonolência. O que realmente funciona é não pegar o volante com sono, evitar dirigir por períodos longos sem parada, viajar sozinho depois de uma noite mal dormida ou após um longo dia de trabalho.

Também é importante observar a bula de remédios para não dirigir após tomar medicamentos que têm como efeito colateral a sonolência e, em hipótese alguma, dirigir após consumir bebida alcoólica.

 

Fonte: Revista Apólice

 

Dirigir descansado após uma boa noite de sono é uma forma de estar seguro, assim como contratar um Seguro Automóvel. A Sustentare possui ampla cobertura para você ou para sua empresa. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel.

05 Abr/17

Hoje em dia contar com a sorte não é uma das melhores saídas quando se trata da insegurança e dos altos índices de roubos de veículos. Por isso contar com um seguro automóvel assim que se adquire é o ideal, pois é necessário esforço e economia para se conseguir o tão sonhado carro e ficar a mercê de perdê-lo não é aceitável.

Mas se você ainda não se convenceu em ter um seguro automóvel veja dez vantagens que listamos e por que você deve ter um seguro auto.

1- Ressarcimento em casos de roubo ou furto total: como falamos acima, é preciso esforço para se conquistar o sonho de ter um veículo e ser roubado ou furtado certamente não está nos planos de ninguém, mas é necessário estar preparado caso isso aconteça. E ter um seguro auto mesmo com uma cobertura básica faz com que o acontecimento seja só um momento ruim.

2- Fenômenos naturais: o seguro também vai te amparar e ressarcir em situações que são incontroláveis e imprevisíveis como alagamentos, raios e vendavais.

3- Colisão: por mais que a direção defensiva seja cada vez mais praticada, todos ainda estão expostos a colisões.

4- Acidentes Pessoais de Passageiros: esse tipo de cobertura do seguro automóvel visa proteger passageiros que estejam sendo transportados no veículo segurado, ou seus beneficiários, em caso de danos físicos ou morte.

5- Reboque: por mais revisões que seu veículo faça ainda é possível que aconteçam situações em que não é possível resolver no local e você precise de um reboque. O serviço tem um valor alto e nem sempre temos disponível no momento, o que fazer? Ter um seguro automóvel que inclua o serviço de reboque e não se preocupar com isso.

6- Prejuízo causado por terceiros: infelizmente não podemos prever a atitude das demais pessoas, uma forma de evitar dores de cabeça e no bolso é ter o seguro automóvel.

7- Carros antigos: mesmo que seu veículo seja antigo, pense em quanto batalhou para tê-lo e como a vida seria mais difícil sem ter um automóvel.

8- Durante viagens: ter um seguro autonóvel com abrangência nacional faz com que você não tenha preocupação durante as viagens.

9- Cobertura de vidro: quem já precisou trocar os vidros do carro sabe como o custo pode ser alto e circular com o vidro mesmo que trincado pode resultar em multa.

10- Tranquilidade: saber que se algo acontecer seu bem conquistado estará protegido e que você poderá ser ressarcido é algo tranquilizante nos dias de hoje.

 

Fonte: Administradores

 

Estas são algumas vantagens oferecidas pelo Seguro Automóvel. Com a Sustentare você ainda tem a opção adicionar ou retirar coberturas de sua apólice, conforme a sua necessidade. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel

24 Fev/17

Viver em um local com tranquilidade e segurança é um desejo recorrente de todas as famílias.

Com contratação obrigatória por lei, esta modalidade de seguro proporciona benefícios de bem comum e particular, fazendo com que em casos inesperados ninguém saia no prejuízo.

Além das coberturas obrigatórias, atualmente são oferecidas outras alternativas, tudo isso para que você personalize a apólice de acordo com suas preferências e necessidades.

Se você obtiver mais informações a respeito desta modalidade de seguro vai concluir que não vale a pena arriscar quando a solução é simples e com baixo custo. A Sustentare dispõe de vários tipos de desconto e condições de pagamento para facilitar a negociação.

Para saber mais sobre as coberturas e benefícios do Seguro Residencial da Sustentare você só precisa acessar o link: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/condominio-para-empresas e acompanhar a série que vem por aí em nossa página do Facebook: https://www.facebook.com/sustentareseguros/

06 Fev/17

Quando falamos sobre a importância do Seguro Vida muitos de nós não queremos nem pensar no assunto por se tratar de um tema desconfortável, ou por achar que alguma coisa nunca irá nos acontecer. No entanto, duas certezas podemos ter em nossa vida: a primeira é de que pagaremos impostos e a segunda de que um dia partiremos desse mundo, correto?

Bem, se ainda isso não é suficiente para fazê-lo pensar a respeito vamos elencar alguns dos benefícios sobre a importância do Seguro de Vida no Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar:

A primeira delas e que muitos não sabem: o Seguro de Vida é a base do Planejamento Financeiro Pessoal e Familiar e, como não construímos uma residência pelo telhado, precisamos de uma estrutura para que a mesma possa ser erguida. Uma forma de termos uma vida financeira sólida começa na escolha de um adequado seguro para a proteção de nossa família;

O Seguro de Vida é fundamental, pois até você acumular os recursos que necessita para a sua aposentadoria é necessário que tenha algo que lhe garanta o hoje caso algo lhe aconteça;

Mitos descabidos como: deixar dinheiro para o “Ricardão” ou frases como: “eles que se resolvam após minha partida”; estão longe de serem atitudes responsáveis de pessoas que, as vezes, esquecem de que outras nem pediram para vir para esse mundo, mas que estão aqui por alguma razão;

Muitas pessoas valorizam mais seus bens materiais investindo alguns milhares de reais para o seguro de seu automóvel e deixam de proteger o bem mais precioso que está dentro do carro que é a própria pessoa e sua família achando ainda um absurdo pagar algumas dezenas de reais em algo que elas dizem: “não será utilizado!”.

Reflita e questione-se: Caso lhe aconteça algo amanhã como seria a vida financeira das pessoas que tanto ama e que dependiam única e exclusivamente de sua fonte de renda? Será que as mesmas viveriam dependentes da ajuda de parentes e amigos ou de caridade? Será que teriam que voltar ao mercado de trabalho para poder manter suas necessidades financeiras básicas ou assumir um negócio próprio que mal conhecem?

O Seguro de Vida é lembrado somente quando a pessoa ou a família precisa do mesmo, mas como assim a pessoa? Sim, a pessoa pode usufruir do mesmo em vida, pois no caso de uma invalidez por acidente ou doença em que o indivíduo não falece, mas está incapacitado para desenvolver suas atividades profissionais que lhe proporcionavam renda ele também pode contar com esse serviço financeiro, além de outros benefícios adicionais como a Assistência Viagem que cobre, por exemplo: situações de assistência médica, odontológica e até farmacêutica no exterior em viagem ou remoções inter-hospitalares, hospedagem de acompanhantes em caso de acompanhamento do beneficiário, dentre outras vantagens oferecidas como complemento do seguro.

O que muitos não percebem é que além de ser uma forma de garantir o hoje, o seguro de vida é também uma poupança antecipada e que no futuro essa relação de dependência pelo mesmo pode ser substituída através de um bom plano de investimento que lhe garanta renda para atender suas necessidades financeiras e cujo seus compromissos financeiros já não são tão grandes como eram em sua fase ativa onde tinha cônjuge e filhos pequenos que necessitavam de alimentação, educação, saúde e vestuário somando-se a isso os financiamentos a serem pagos como os da residência ou do carro, ou seja, com os descendentes encaminhados e as contas mais pesadas quitadas a necessidade de recursos será somente para a manutenção do patrimônio adquirido ao longo de décadas de trabalho.

Portanto, essa historia de valorizarmos somente o patrimônio material e negligenciarmos nós mesmos; em dias em que se está cada vez mais difícil conseguir renda para suprir nossas necessidades… é coisa do passado! Se não cuidarmos de nós mesmos quem cuidará? Pergunte-se: “junto com meu Deus e minha família, quem é a pessoa mais importante desse mundo?” Se a resposta for: eu mesmo! Então vale a pena proteger esse bem tão precioso!

 

Autor: Rogério Nakata – Planejador Financeiro Pessoal e Familiar
www.economiacomportamental.com.br/artigos-sobre-planejamento-financeiro

 

Se você ainda não possui um seguro de vida, o melhor é que começar a considerar a ideia hoje. A Sustentare oferece esta modalidade de seguro com diferentes opções de cobertura. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/vida

28 Dez/16

Marcelo Cruz graduou-se em administração de empresas recentemente e já conquistou uma vaga na empresa de consultoria financeira no bairro do Itaigara, onde estagiou no seu último ano de faculdade.

Mas, se muitos outros colegas de sua faixa etária – 23 anos – já pensariam em celebrar essa primeira conquista profissional com uma série de ostentações, se dando liberdade para gastar mais – seja em festas, viagens ou bens materiais – o jovem optou por fazer diferença e pensar no futuro, aderindo a um plano de previdência privada.

Influenciado pelas notícias das recentes reformas trabalhistas que tem rendido debates acalorados tanto no Congresso Nacional, quanto fora dele, Marcelo é parte de uma geração que se preocupa quando vai poder, de fato, aproveitar a vida ao final de sua trajetória na profissão que escolheu seguir.

E, como as recentes reformas tornam mais rígidas a aposentadoria com recebimento integral do benefício, todo esforço que puder vir mais cedo, pode significar um ano a mais de tranquilidade.

“Não penso em abdicar do meu lazer, dos meus sonhos de consumo, ou da minha vida social, mas é uma realidade que preciso começar a pensar desde já. Se eu ficar deixando para mais tarde, e só gastar por gastar, poderei demorar bem mais para fazer isso”, explica ele.

Neste momento, Marcelo investe parte do que ganha numa especialização, enquanto se esforça também para juntar outro pequeno montante que seria para comprar um carro – este último, contudo, não está em suas prioridades do momento, já que pode usufruir dos veículos de seus pais durante uma parte da semana.

Entre as mudanças previstas na Previdência, está a determinação da idade mínima de 65 anos para se aposentar, além da elevação do tempo mínimo de contribuição de 15 para 25 anos. Para receber o benefício integral é preciso atingir os resultados de 95 (para homens) e 85 (para mulheres) na soma da idade com o tempo de contribuição.

Na regra atual, é possível solicitar a aposentadoria com 35 (homens) ou 30 (mulheres) anos de contribuição, sem uma idade mínima para isso. Com a reforma aprovada, todos os trabalhadores com idade inferior aos 50 anos passarão a fazer a obedecer ao novo sistema de contribuição.

Muitos serão penalizados

Segundo Juliana Carneiro, de 20 anos, que está indo para o terceiro semestre do curso de Odontologia, o receio de precisar trabalhar bem mais tempo para se aposentar ainda não foi sentido plenamente por tantos colegas seus. “O pessoal acompanha notícias, até sabem superficialmente das mudanças, mas não acho que eles estejam muito preocupados, e sim querem curtir mais o momento da faculdade”, conta.
Para a estudante, existe sim uma necessidade de reforma, por causa da mudança que está acontecendo na própria pirâmide etária da sociedade brasileira, mas acha que nem todos poderão se preparar a tempo. “O pessoal da minha idade pode começar a se preparar desde agora, mas, quem já está com seus 35, 40 anos vai sofrer com essas regras novas, e isso eu acho injusto”, opinou.

NECESSIDADE

A reforma na Previdência ainda está para ser votada no plenário da Câmara dos Deputados, mas, independentemente do resultado, fará bem, principalmente ao jovem, se antecipar e começar a vê-la como sua realidade. De acordo com o economista e consultor financeiro Edísio Freire, se planejar o quanto antes é a melhor saída para ter uma sonhada aposentadoria estável.

“Enquanto a pessoa irá deixando para mais tarde, maior será o volume de recursos que ele terá que juntar para ter uma aposentadoria estável. Acumular para a aposentadoria é diferente de economizar recursos para uma viagem ou para um bem material de alto valor, é um hábito que você vai adquirindo com o passar do tempo, mas quanto mais cedo se fizer, mais proveitoso pode ser futuramente”, explicou Freire.

Para o economista, existe uma série de fatores que tem dificultado esse hábito. “A atual geração de jovens é mais dependente financeiramente dos pais, e não tem o mesmo costume de guardar recursos, é extrapola os limites para consumir, gosta de ostentar, e isso é prejudicial para quem deseja ter, futuramente mais liberdade financeira ao final da seu carreira profissional”, avalia.

O ideal, segundo o economista, é tornar a educação financeira presente desde cedo, e fazer com que a criança e o adolescente de hoje entendam que os tempos são outros. “Não é preciso criar traumas, mas pequenos hábitos que vão pouco a pouco fazendo com que o jovem vá percebendo a importância de se economizar”.

 

Fonte: Tribuna da Bahia

 

Jovens atentos, como o Marcelo, já estão buscando por alternativas de economizar que os irão favorecer no futuro. A Sustenatre oferece o plano de Previdência Privada ideal para você. Saiba mais: http://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/previdencia-privada

07 Dez/16

A casa própria talvez seja um dos sonhos mais comuns entre os brasileiros. Entretanto, na hora de realizar essa grande vontade, sempre surge a dúvida: o que procurar, apartamento ou casa à venda? A aquisição de um novo lar é algo muito importante na vida do futuro proprietário, portanto, é importante pensar nas vantagens e desvantagens que cada tipo de imóvel pode oferecer, para que não surjam frustrações com o domicílio no futuro.

Vantagens de casa

Espaço

É normal que as casas tenham um espaço maior do que os apartamentos. Além disso, existe uma enorme tranquilidade para ditar suas próprias regras, ao contrário do condomínio, onde o proprietário precisa lidar com alguns conflitos quando quiser fazer algo “diferente” no lar, como festas e reuniões.

Independência

Uma outra característica importante é a independência do imóvel. O proprietário pode fazer reformas estruturais, como aumentar a cozinha, fazer uma varanda, mais um quarto, entre outras mudanças. Desde que a planta e o terreno do imóvel permitam.

Segurança

Mesmo que a maioria das pessoas pensem que a segurança de um apartamento é maior, nem sempre isso é totalmente verdade. O valor gasto com o condomínio pode ser investido em equipamentos elétricos, serviços de segurança ou patrulha de rua que, no total, podem custar ainda menos que uma taxa condominial. Também existem as casas em condomínios fechados, que geralmente trazem os mesmos itens de segurança que os prédios.

Garagem

Com tantos automóveis espalhados pela cidade, ter uma garagem que é só sua já é uma grande vantagem, não é mesmo? Dependendo da casa que escolher, é possível colocar vários carros estacionados, ao contrário do condomínio, onde existem limitações para a quantidade de veículos de cada morador.

Vantagens de um apartamento

Segurança

A maioria das pessoas que escolhem morar em apartamento defendem que a segurança é uma das grandes influências dessa decisão. De fato esse é um item que deve ser levado em conta, especialmente para quem vai se mudar para um prédio com monitoria e controle de acesso ao edifício.

Tranquilidade

Geralmente, por apresentar regras a serem seguidas, os prédios têm menos barulhos do que as casas (isso com relação às festas realizadas por vizinhos e outros ruídos provenientes da rua). Por outro lado, o prédio também apresenta barulhos comuns, como pessoas andando no andar de cima, possíveis obras que os vizinhos façam, barulhos de porta e móveis sendo fechados (armários, guarda-roupas, entre outros). Mesmo assim, morar em um apartamento pode trazer um pouco mais de tranquilidade com relação aos barulhos.

Lazer

Dependendo do condomínio em que escolher morar, é possível ter um grande espaço para que as crianças brinquem. Além disso, o local passa muita segurança para os responsáveis dos pequenos que, provavelmente, vão querer brincar sempre com seus amiguinhos nas áreas de lazer do condomínio. Piscinas e espaços para atividades físicas e diversão também são comuns.

Boa vizinhança

Outra vantagem do condomínio é ter vizinhos sempre por perto. Com isso, quando precisar de ajuda em algo, poderá contar com eles, na maioria das vezes. É imprescindível tentar ter uma boa relação com todos os vizinhos. Falar bom dia, cumprimentar ao esbarrar no elevador ou corredor, por exemplo, pode fazer com que, aos poucos, você ganhe a simpatia de todos.

Comparando seu perfil com o imóvel ideal:

Normalmente, apartamento é para quem:

• Prefere morar em um lugar com opções de lazer, academia, salão de festas.
• Sente-se melhor em imóveis menores.
• Viaja bastante e quer ficar mais tranquilo com relação à segurança do lar.
• Quer praticidade, já que um apartamento é mais fácil de cuidar.
• Não tem tempo e nem jeito para pensar nas manutenções de um imóvel

Normalmente, casa é para quem:

• Quer liberdade, fazendo suas próprias regras.
• Quer maior privacidade e um espaço maior para morar.
• Gosta de animais de estimação grandes.
• Recebe amigos com frequência para eventos sociais, sem hora pra acabar.
• Gosta de ter plantas e cuidar delas em espaços abertos.

 

Fonte: Correio de Uberlândia

 

Agora que você já conhece as vantagens oferecidas por casa e apartamento, já pode se informar sobre um Consórcio de Imóveis pra começar a investir no seu cantinho. A Sustentare tem uma ótima indicação para você. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/consorcio-de-imoveis.

 

30 Nov/16

O 13º salário pode ser uma importante ferramenta para o planejamento tributário e financeiro de longo prazo. Destinando o montante para um plano de previdência complementar, o contribuinte poderá usufruir do benefício fiscal na Declaração de Imposto de Renda em 2017, com um aporte que fará a diferença na sua qualidade de vida em alguns anos, desde que não sejam efetuados resgates no decorrer do período do plano.

Preservar o montante é a alternativa ideal para quem pretende repensar seu planejamento financeiro ou contar com um aporte extra que servirá de incentivo para os planos a serem realizados em 2017.

“Mesmo sendo de longo prazo, um plano de previdência deveria ser revisto anualmente. Com um acompanhamento constante, o cliente poderá verificar se a opção escolhida apresenta os rendimentos compatíveis com o mercado e se o valor aplicado por mês precisa ser ajustado a sua nova realidade”, diz Maristela Gorayb, diretora de Previdência e Vida Resgatável na Mapfre.

PGBL

Investir o 13º salário em um plano de previdência poderá ser ainda mais vantajoso se a opção escolhida for um PGBL. O valor aplicado na previdência complementar no momento do aporte, ou no ano de investimento, é abatido do Imposto de Renda.

Esse benefício tem limite de até 12% da renda bruta anual. Dessa maneira, o Imposto de Renda é cobrado apenas na realização do saque ou quando o contribuinte começa a receber a renda mensal da aposentadoria e em conformidade com o Regime de Tributação escolhido pelo participante do plano de previdência complementar.

“O rendimento ocorrerá sobre uma base maior de dinheiro, aumentando o saldo acumulado ao longo do tempo”, explica Maristela.

 

Fonte: Revista Apólice

 

São necessários dias intensos de trabalho para que o 13º salário seja conquistado, por isso, é indispensável que o mesmo seja gasto de modo consciente. A Sustentare tem uma ótima indicação de investimento em Previdência Privada. Saiba mais: https://sustentareseguros.com.br/index.php/seguros/automovel.

03 Nov/16
Mês de novembro e segunda quinzena de janeiro são os melhores momentos para economizar até 40% nas passagens aéreas

O período das férias do verão brasileiro é um dos mais caros para se viajar e um dos mais procurados também. No entanto, pesquisando bem e buscando as datas menos concorridas é possível economizar. Para ajudar os turistas brasileiros nessa escolha, o site de busca de passagens aéreas e hospedagem Skyscanner mapeou as semanas dos próximos meses de acordo com os gastos previstos nas viagens.

De acordo com a pesquisa, o mês de novembro, que antecede o início do verão, é o melhor momento para viagens pelo Brasil, Estados Unidos, Europa ou América do Sul. Quem deseja conhecer os EUA pode optar pela primeira semana de novembro, que está 37% mais barata do que a primeira semana de janeiro, considerada a mais cara, segundo o levantamento. Na mesma época, as viagens para a Europa também estão 42% mais baratas.

Já para quem só conseguem viajar no período de férias escolares, o ideal é aproveitar a semana do dia 08 de dezembro. Nesse período, é possível economizar até 8% nas passagens aéreas para o Brasil, 14% para os Estados Unidos, 16% para Europa e 15% para América do Sul, todos em comparação com a última semana do ano.

“Historicamente, entre os dias 22 a 31 de dezembro, é o período mais caro para se viajar tanto no Brasil quanto para o Exterior. Porém, a análise do Skyscanner mostra que, como a virada de 2016 para 2017 será em um fim de semana, a primeira quinzena de janeiro deve ser evitada, pois os preços estão relativamente mais altos”, comenta Mark Crossey, gerente de produto para a América Latina do Skyscanner.

Ainda segundo o levantamento, para a alta temporada do verão, o mais indicado é viajar depois do dia 19 de janeiro. Na comparação com a primeira semana do ano de 2017, os viajantes conseguem economizar até 26% nas viagens para destinos europeus, 23% para os Estados Unidos, 12% dentro do Brasil e 7% para outros destinos na América Latina.

O mais importante é tentar evitar o período que vai de 15 de dezembro de 2016 e 12 de janeiro de 2017, quando os preços dos voos para praticamente todos os destinos estão muito mais caros, chegando quase ao dobro do seu preço original.

 

Fonte: Veja

29 Out/15

Desde sua fundação, a Sustentare Seguros tem espírito inovador. Este estigma deve-se a seus fundadores que, com grande senso empreendedor, iniciaram a empresa em 2007, com objetivo de criar uma marca forte que unisse ótimos corretores.

Eles sabiam que isso só seria possível com trabalho sério e constante aprimoramento de seus sócios. Foi assim que eles quebraram vários paradigmas no setor de seguros: eles uniram corretores que agiam isoladamente em prol de uma marca que fornecesse um atendimento personalizado, diferente das grandes associações e cooperativas, porém com tanta confiabilidade quanto elas.

Como foi pensado o negócio da Sustentare Seguros

Esquematizando um processo de atendimento diferenciado e muito organizado, foi possível para a Sustentare mostrar um suporte administrativo sólido e personalizado aos corretores.

O investimento em tecnologia também foi um diferencial, uma vez que todos os sócios da empresa possuem rápido e seguro acesso a dados e programas de cálculos das seguradoras. Com toda a sua expertise no ramo de seguros, a Sustentare é uma empresa que fornece suporte, além do administrativo–financeiro, ao gerenciamento de produção e risco, divulgação de produtos e outras necessidades dos corretores sócios e corretoras parceiras.

Unindo a força de vários profissionais do ramo, a Sustentare consegue hoje, competir com as grandes empresas do ramo, com agilidade, rapidez, total atenção ao cliente e muita confiabilidade.

27 Out/15

Em meio a uma economia tumultuada e menos oferta de crédito, além de altas taxas de juros, o consórcio passou a ser uma boa alternativa para muitas pessoas que não conseguem poupar dinheiro e desejam comprar um bem mais caro, como um imóvel.

Sem a cobrança de juros, apenas taxa administrativa, os consórcios se tornaram uma opção atrativa. Saiba mais nesta matéria da Folha:

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/10/1695559-consorcio-cresce-com-restricao-ao-credito-nos-bancos.shtml